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O Bad Boy e Eu | Do Wattpad para as telonas com um elenco cheio de carisma

Depois de conquistar milhões de leitores no Wattpad, “O Bad Boy e Eu” (“The QB Bad Boy and Me”) ganha vida nos cinemas. A adaptação, dirigida por Justin Wu, chega às salas brasileiras no dia 13 de novembro, com distribuição da Diamond Films. O longa promete trazer o romance adolescente que marcou uma geração de leitores, agora em uma versão cinematográfica com estética moderna e um elenco jovem que mistura carisma e emoção.

Siena Agudong e Noah Beck lideram o elenco

A atriz Siena Agudong, conhecida por interpretar Billie Wesker jovem em Resident Evil: A Série, assume o papel de Dallas Bryan — uma estudante talentosa e reservada que encontra na dança seu refúgio emocional. Após perder os pais, Dallas dedica-se ao sonho de entrar em um prestigiado programa de dança, carregando consigo a herança artística da mãe, uma bailarina clássica. Sua vida muda quando cruza o caminho de Drayton Lahey, vivido por Noah Beck (Doctor Odyssey), o astro do time de futebol americano.

A relação entre os dois nasce do contraste: ele, o garoto popular que parece ter tudo; ela, a sonhadora que tenta se reconstruir. Mas por trás das aparências, ambos compartilham o mesmo vazio. Drayton ainda lida com a dor da perda da irmã gêmea e com a pressão familiar para seguir uma carreira esportiva que não escolheu. É nesse encontro que o filme encontra sua força — não apenas no romance, mas na descoberta de identidade e vulnerabilidade de cada personagem.

Um elenco de apoio que reforça o drama juvenil

O longa também conta com Drew Ray Tanner (Riverdale), que interpreta Nathan, o irmão de Dallas; James Van Der Beek (Dawson’s Creek), como Leroy, o exigente pai de Drayton; e Asia Lizardo (Resident Alien), no papel de Gabby, melhor amiga de Dallas e líder de torcida da escola.

Com nomes que transitam entre a televisão e o streaming, O Bad Boy e Eu aposta em uma combinação de nostalgia teen e novos talentos.

Trailer

Um romance sobre autodescoberta e empatia

Mais do que um simples “bad boy meets good girl”, a história explora temas de amadurecimento, luto e reconciliação com o passado. Dallas e Drayton encontram um no outro a coragem de desafiar expectativas — familiares, sociais e pessoais — em uma narrativa que mistura drama, música e romance.

Com roteiro de Crystal Ferreiro e Mary Gulino, baseado na obra de Tay Marley, O Bad Boy e Eu promete emocionar tanto os fãs do livro quanto o público que busca um drama juvenil com coração e autenticidade.

Estreia nos cinemas brasileiros em 13 de novembro.

Traição Entre Amigas | Com Larissa Manoela e Giovanna Rispoli confira trailer e pôster oficial

O cinema nacional se prepara para ver duas de suas atrizes mais conhecidas sob uma nova luz. Larissa Manoela e Giovanna Rispoli deixam para trás a imagem de meninas-prodígio e mergulham em personagens cheias de contradições e vulnerabilidades em Traição Entre Amigas, novo longa de Bruno Barreto que estreia nos cinemas brasileiros no dia 4 de dezembro.

Da infância à maturidade

Baseado no primeiro livro da escritora Thalita Rebouças, o filme acompanha Penélope (Larissa Manoela) e Luiza (Giovanna Rispoli), amigas inseparáveis desde pequenas. Uma traição, porém, muda completamente o rumo dessa amizade e leva ambas a repensarem quem são e o que realmente desejam da vida. Mais do que um drama sobre o fim de um laço, a história é um retrato sobre amadurecimento, perdão e as dores de se reinventar.

Bruno Barreto e o olhar sobre as mulheres no cinema

Veterano do cinema brasileiro, Bruno Barreto volta a explorar personagens femininas complexas — marca que atravessa sua filmografia, de Dona Flor e Seus Dois Maridos a Romance de Empregada. Em Traição Entre Amigas, o diretor conduz Larissa e Giovanna para territórios mais intensos, apostando em atuações que equilibram fragilidade e força.

Larissa Manoela vive uma mulher em busca de liberdade e autonomia, rompendo de vez com o arquétipo juvenil que marcou sua carreira. Já Giovanna Rispoli interpreta alguém que precisa encontrar sua própria voz e enfrentar o medo de se apagar diante dos outros. O resultado é um retrato sensível sobre duas mulheres que aprendem a se reconstruir depois da dor.

Um elenco que reforça o drama

Além das protagonistas, o elenco conta com André Luiz Frambach, Nathalia Garcia, Gabrielle Joie, Emanuelle Araújo, Guenia Lemos, Otavio Linhares, Dan Ferreira e Pedro Colombelli. O roteiro, assinado por Thalita Rebouças em parceria com Marcelo Saback, traz um equilíbrio entre o tom emocional e o diálogo direto com o público jovem-adulto.

Trailer

Pôster

Entre feridas e recomeços

Produzido por Paula Barreto, através da L.C. Barreto, o filme marca um ponto de virada tanto para o elenco quanto para o próprio cinema jovem nacional. Traição Entre Amigas propõe uma discussão sobre empatia, amadurecimento e os limites entre amor e amizade — temas que ressoam com quem cresceu vendo essas atrizes e agora as encontra em papéis que refletem outra fase da vida.

Traição Entre Amigas chega aos cinemas no dia 4 de dezembro, com distribuição da Imagem Filmes.

Meu Pior Vizinho | Com jeitão de k-drama, comédia romântica estreia em novembro nos cinemas

O cinema sul-coreano segue conquistando espaço nas telas brasileiras, e agora é a vez de Meu Pior Vizinho, com estreia marcada para 13 de novembro nos cinemas. Distribuído pela Sato Company, o longa promete encantar quem é fã de K-dramas românticos, com uma história sobre convivência, barulho e o inesperado nascimento do amor em meio à solidão urbana.

Entre o barulho e o amor

Na trama, Lee Seung-jin (Lee Ji-hoon) é um músico sonhador que se muda para um novo apartamento em busca de tranquilidade — até ouvir o que parece ser o choro de um fantasma do outro lado da parede. O “espírito”, na verdade, é Hong Ra-ni (Han Seung-yeon), uma designer reclusa que trabalha de casa e afugenta vizinhos com o barulho de suas ferramentas e suas crises emocionais.

Separados apenas por uma parede finíssima, os dois passam de estranhos irritados a confidentes improváveis. O longa transforma o cotidiano claustrofóbico dos apartamentos modernos em uma reflexão sensível sobre solidão, conexão e empatia — com o charme e o drama característicos das produções sul-coreanas.

Uma versão coreana inspirada em um clássico francês

Blind Date – Filme original

Dirigido por Lee Woo-chul, Meu Pior Vizinho é uma adaptação de Blind Date, filme francês que ganha aqui uma nova leitura com toques de humor e romantismo coreano. A produção usa a parede como metáfora para a distância emocional das grandes cidades, criando um retrato delicado da vida contemporânea.

Estrelas do K-pop e dos K-dramas

O protagonista Lee Ji-hoon vive seu primeiro papel principal no cinema após se destacar nas séries River Where the Moon Rises (2021), Rookie Historian Goo Hae-ryung (2019) e The Legend of the Blue Sea (2016).
Já Han Seung-yeon, integrante do grupo KARA, dá vida à vizinha barulhenta Hong Ra-ni, equilibrando vulnerabilidade e carisma. A atriz também brilhou em Hello, My Twenties! (2016) e Show Me the Ghost (2021).

Com Ko Kyu-pil completando o elenco, o filme une talentos do cinema, da TV e da música em um romance leve, divertido e cheio de jeitinho K-drama.

Ficha técnica

Título: Meu Pior Vizinho
Direção: Lee Woo-chul
Roteiro: Park So-hee, Lee Woo-chul, Kim Ho-jung
Gênero: Romance, Comédia
Duração: 112 minutos
Idioma: Coreano (legendado)
Distribuição: Sato Company

Crítica | Napoli-New York

Essa semana tivemos o início do Festival de Cinema Italiano no Brasil, e com ele, a chance de ver o que há de melhor na produção italiana recente. Comemorando 20 anos, o festival abriu sua edição com Napoli-New York, uma trama pós-guerra que mostra uma Nápoles destruída e protagonistas tentando uma nova chance em Nova York.

Dirigido por Gabriele Salvatores, o filme é uma adaptação da história original de Federico Fellini e Tullio Pinelli. Mas quem realmente chama atenção são os jovens Dea Lanzaro e Antonio Guerra, que protagonizam o filme com atuações intensas e emocionais.

Vencedor de prêmios como o David di Donatello 2025 de Melhores Efeitos Visuais e o Globo de Ouro Italiano 2025 de Melhor Trilha Sonora, a obra impressiona pela qualidade técnica, recriando com perfeição cenários e figurinos que reforçam a força da narrativa.

Mas vamos falar da história?

Em 1949, vários bombardeios em Nápoles destroem regiões inteiras. Entre elas, uma morada que vai pelos ares, levando seus habitantes a um hospital da região.

É ali que Celestina Scognamiglio (Dea Lanzaro), de dez anos, acaba ficando órfã. Sua tia Amélia falece no hospital, e a única parente viva seria a irmã, que havia se mudado para a América.

Sozinha, Celestina tenta sobreviver nas ruas, indo atrás de Carmine (Antonio Guerra), que tenta ganhar a vida vendendo cigarros americanos.

Em meio a idas e vindas, Carmine vê a chance de ajudar o americano George (Omar Benson Miller) a vender um filhote de tigre e receber uma comissão. Mas quando marinheiros levam George de volta ao navio, o garoto não aceita o prejuízo e decide ir atrás dele, levando Celestina junto.

Presos no navio e indo embora da Itália, os dois tentam se misturar com o público a bordo, mas o disfarce não dura muito. Levados ao capitão, acabam sendo poupados graças a Domenico Garofalo (Pierfrancesco Favino), que convence o capitão a deixá-los seguir até Nova York. A partir daí, Carmine e Celestina criam laços com a tripulação e descobrem um novo mundo.

Um novo mundo

Ao chegar em Nova York, Carmine e Celestina tentam descobrir o paradeiro da irmã dela, mas descobrem que o endereço da foto era falso e que Agnese Scognamiglio estava presa.

Enquanto Carmine é acolhido por Domenico Garofalo, Celestina se perde na multidão e passa a descobrir o que aconteceu com sua irmã através dos jornais da cidade.

É aqui que Domenico usa sua influência na Pequena Itália para ajudar. Ele convence o famoso jornal da comunidade italiana a defender Agnese, transformando o caso em uma causa que une italianos e americanos.

Enquanto isso, sua esposa vê em Carmine e Celestina uma oportunidade de transformar tudo em uma família. Mas será que os dois aceitam ser adotados por eles?

Um filme em três atos

Napoli-New York é um filme encantador, dividido em três atos bem distintos. Mostra os protagonistas em uma Nápoles destruída e sem oportunidades, depois como foragidos em um navio e, por fim, buscando uma nova vida em Nova York.

Cada fase tem cores próprias, reforçando a luta de Celestina e Carmine para sobreviver. Se em Nápoles tudo é acinzentado, no navio as cores começam a surgir, e em Nova York, o “sonho americano” aparece em um mundo vibrante e colorido.

A reprodução de época é outro destaque, crescendo a cada momento do filme. A Nova York de outrora rouba a cena e é reconstruída com tantos detalhes que a cidade se torna um personagem à parte.

Elenco e atuações

Todo o elenco está muito bem, mas é justo dizer que Dea Lanzaro e Antonio Guerra roubam a cena.
Eles carregam o filme em sua atuação e a entregam o auge do drama aqui. Antonio, com seu Carmine cheio de valores e dúvidas sobre o mundo adulto, mostra um garoto dividido entre a inocência e o desejo de viver com suas próprias regras. Dea traz uma Celestina pequena e perdida, tentando entender o mundo e as pessoas à sua volta. Mesmo quando encontra gentileza, ela hesita em aceitá-la e é aí que sua atuação brilha.

Mesmo com nomes como Pierfrancesco Favino e Omar Benson Miller no elenco, os dois jovens atores dominam a tela e dão o peso emocional super necessário à história.

Temas e reflexões

Sem entrar muito em spoilers, o filme também aborda a luta das mulheres por espaço na sociedade, representada pela história de Agnese.
Além disso, traz à tona o preconceito racial vivido por George, um homem negro em um tempo em que os Estados Unidos ainda não haviam passado por suas grandes mudanças sociais.

Tudo isso dentro de um contexto em que os imigrantes italianos ainda eram vistos com desconfiança e o roteiro não foge dessas discussões.

O pensamento final, quando Celestina cita um provérbio napolitano que os pobres sofrem com a imigração, os ricos são cidadãos do mundo, o que escancara o preconceito da época e o conecta aos dias atuais. É um fechamento que leva a discussão para além do cinema.

Napoli-New York é, sem dúvida, um dos grandes destaques do Festival de Cinema Italiano no Brasil. Com uma ótima história, atuações marcantes e um figurino impecável, é o tipo de filme que começa discreto, mas termina grandioso e nos deixa refletindo muito depois da sessão.

Perfeito em sua execução, é um dos filmes que mais merecem (e até devem) ser vistos este ano com toda certeza.

Ficha Técnica

Nota: 5 (de 5)

Napoli-New York

Direção e Roteiro: Gabriele Salvatores

Produção: Isabella Cocuzza, Vlaho Krile, Claudio Lullo, Arturo Paglia, Marco Patrizi, Francesco Ruggeri

Cinematografia: Diego Indraccolo

Edição: Julien Panzarasa

Música: Federico De Robertis

Produção: Paco Cinematográfica, Cinema Rai, Film Commission Friuli Venezia Giulia, Film Commission Campânia

Distribuição: 01 Distribuzione

Lançamento: 21 de novembro de 2024

Duração: 124 minutos

País: Itália

Orçamento: € 18.750.000

Bilheteria: US$ 10.737.628 (Itália)

Elenco

  • Dea Lanzaro como Celestina Scognamiglio
  • Pierfrancesco Favino como Domenico Garofalo
  • Antonio Guerra como Carmine
  • Anna Ammirati como Anna Garófalo
  • Omar Benson Miller como George
  • Anna Lucia Pierro como Agnese Scognamiglio
  • Tomás Arana como Il Capitano
  • Antonio Catania como Joe Agrillo

Agradecimentos a organização do Festival de Cinema Italiano no Brasil e a Sinny por assistirmos o filme para produção deste conteúdo

Cobertura Geral | BGS 25

Quando falamos de eventos com alguns anos de estrada, é normal que eles precisem se reinventar e se adaptar ao público. A Brasil Game Show não foge disso. Chegando à sua 16ª edição, o evento já teve fases mais voltadas ao público gamer, outras que destacavam influenciadores e times de eSports. Mas em 2025, a feira voltou ao que interessa de verdade: jogos.

Com novo endereço no Distrito Anhembi, a BGS continua na Zona Norte de São Paulo, mas deixa o Expo Center Norte para trás, seguindo uma tendência de grandes eventos da cidade. E olha, faz todo sentido. O espaço reformado se mostrou mais amplo e moderno, e foi exatamente isso que a gente percebeu por lá.

Este ano, a bola da vez foi Pokémon, com o mega estande da Nintendo, e a SEGA, que se consolidou como uma das áreas mais interessantes do evento. A Samsung e a TCL também marcaram presença, apresentando portfólios de TVs, celulares e tablets focados no público gamer, além de ativações e suporte técnico.

Mas por que a BGS voltou a ser gamer? A resposta vem com nomes de peso: Hideo Kojima, Naoki Hamaguchi, Yoko Shimomura, Takashi Iizuka, além das apresentações das orquestras A New World: Intimate Music from Final Fantasy e PlayStation: The Concert. Só esses convidados já mostram que o evento queria abraçar de volta o público gamer raiz, e isso tornou a edição deste ano realmente especial.

As novidades também vieram com os patrocinadores diamante — Brawl Stars, Clash Royale, Nintendo e Samsung — que assumiram o protagonismo desta edição, trazendo arenas competitivas, ativações e conteúdos exclusivos.

Marcas que normalmente não são “gamers” também marcaram presença, mostrando sintonia com o público. A Arena Monster Energy, por exemplo, foi o coração dos eSports na feira, palco de torneios e shows durante todos os dias.

Outras veteranas também se destacaram, como Konami, HoYoverse, Riot Games e a própria SEGA, reforçando sua presença histórica na BGS.

E pra quem gosta de levar itens geek pra casa, nomes tradicionais como Legião Nerd, Palácio Geek e Mcfly Colecionáveis dividiram espaço com novidades como a Akiba Station, oferecendo de tudo um pouco para colecionadores.

O espaço dedicado aos indies continuou sendo um dos pontos altos da feira. Estúdios brasileiros e internacionais, de Behold Studios a Pulsatrix, mostraram projetos que prometem chegar ao mercado nos próximos anos, mas que ainda não têm grandes distribuidoras por trás. É sempre ali que se descobre muita coisa bacana.

No fim das contas, um evento só se mantém relevante se sabe dialogar com seu público, e a BGS faz isso como ninguém. Mostra mais uma vez que conhece sua comunidade. Colocando tudo isso em perspectiva, vamos destacar o que mais surpreendeu por lá neste ano.

Giuliano Peccilli

Nintendo aposta no Switch 2

Giuliano Peccilli

Com foco no Switch 2, a Nintendo trouxe uma seleção robusta de títulos. Em uma estratégia clara de apresentar o novo console ao público brasileiro, exibiu jogos como Super Mario Galaxy + Super Mario Galaxy 2, Super Mario Bros. Wonder, Pokémon Scarlet e Violet, EA SPORTS FC 26, Hades II, Hollow Knight: Silksong, Just Dance 2026 Edition, The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Tears of the Kingdom.

Mas o destaque mesmo ficou para Mario Kart World, Donkey Kong Bananza e Super Mario Party Jamboree – Nintendo Switch 2 Edition + Jamboree TV.

O diferencial do estande foi permitir que o público testasse sucessos recentes, como Cyberpunk 2077: Ultimate Edition, Persona 3 Reload e Street Fighter 6, todos portados para o Switch 2. Vale lembrar que Persona 3 Reload ainda não havia sido lançado, então foi uma oportunidade rara de jogar antes do lançamento oficial.

No palco principal, Just Dance 2026 fez a galera se mexer como sempre, com muita dança e interação. Entre os brindes, mochilas do Switch 2, cartões com códigos de Pokémon e fotos com Mario, Luigi e Donkey Kong.

SEGA reforça presença no Brasil

Giuliano Peccilli

Presente por três anos consecutivos, a SEGA vem construindo sua imagem no país. Conhecida pela parceria histórica com a TECTOY, a empresa exibiu títulos próprios, da Atlus e do Ryu Ga Gotoku Studio. É fato que muita gente queria jogar o Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties (eu incluso), mas infelizmente o título não marcou presença na BGS deste ano.

O sucesso do público foi Sonic Racing: CrossWorlds, que tinha espaço temático com o carro do Sonic e o mascote para fotos. Uma réplica do troféu conquistado por Ayrton Senna em 1993, em tamanho real, também chamou atenção.

Nos brindes, pôsteres de Sonic Racing: CrossWorlds e aromatizantes de carro com personagens do jogo completavam o pacote.

Samsung amplia o território gamer

Giuliano Peccilli

A Samsung começou sua participação com um evento fechado para jornalistas, mostrando TVs gigantes, de 100 a 115 polegadas, e reforçando sua aposta no público gamer.

Com convidados como a LOUD, a marca vem consolidando sua posição, incluindo parcerias exclusivas, como o Pokémon GO, que oferece benefícios extras ao baixar o jogo na loja oficial da Samsung.

Giuliano Peccilli

Arc System Works traz Hunter x Hunter e Double Dragon

Giuliano Peccilli

Entre as empresas japonesas, a Arc System Works apresentou Hunter x Hunter: Nen x Impact, Double Dragon Revive e Bubble Bobble: Sugar Dungeons. Alguns jogos que já haviam sido testados em 2024 voltaram em versões finais, mostrando que o feedback do público realmente fez diferença.

Fandom Box e o Bot_GS

Giuliano Peccilli

A Fandom Box chamou atenção com um estande que mais parecia uma vitrine de cultura pop. O destaque foi o colecionável Bot_GS, mascote da edição 2025. Entre os produtos, estavam figuras de Sonic, Sílvio Santos e outros personagens icônicos.

O retorno tímido da Sony com Ghost of Yōtei

Giuliano Peccilli

Se existe uma ausência sentida na BGS, é a da Sony/PlayStation. Mas este ano, com Ghost of Yōtei, a empresa marcou seu retorno, ainda que tímido. O estande foi menor que no passado, mas já é um sinal de que a Sony pode voltar mais forte em edições futuras.

The Pokémon Company celebra a Mega Evolução

Giuliano Peccilli

O estande da The Pokémon Company foi um dos mais chamativos da feira, coroado por uma enorme Pokébola no topo. A empresa destacou Pokémon Legends: Z-A e a expansão Mega Evolução.

Apesar de o jogo ainda não ter tradução oficial em português, a presença da empresa mostra que ela valoriza o público brasileiro e o suporte em eventos como a BGS é sempre bem-vindo.

Brawl Stars domina com arena de 5 mil m²

Giuliano Peccilli

Um dos grandes destaques da edição foi Brawl Stars, com uma arena de 5 mil m² para sediar as últimas vagas do World Finals. O espaço reforçou a força dos jogos mobile na BGS, sinalizando que essa tendência só deve crescer nos próximos anos.

Top Game BGS Arcade mantém a nostalgia viva

Giuliano Peccilli

O BGS Arcade continua evoluindo e é parada obrigatória para os fãs de fliperama. Este ano, trouxe máquinas raras e a novidade de poder conversar com os responsáveis e até levar as cabines para casa ou para empresas.

Títulos como Pump, Mario Kart Arcade GP 2 e Street Fighter 6 foram alguns destaques que chamaram a minha atenção, mas o que não faltam são máquinas tantas novas, como clássicas, o que rendem horas e horas de jogatinha lá na BGS.

Devolver Games e o charme indie

Giuliano Peccilli

Com um estande que lembrava uma barraca de feira, a Devolver Games trouxe quatro títulos inéditos: BALLxPIT, Forestrike, Skate Story e Quarantine Zone. Nove estações de teste garantiram atenção constante do público, consolidando a empresa como destaque no cenário indie.

Final Fantasy Orchestra Live at BGS 2025

Giuliano Peccilli

Um dos momentos mais memoráveis da edição foi ouvir, ao vivo, as trilhas de Final Fantasy. Em duas apresentações, a orquestra entregou um show emocionante e, sem dúvida, um dos mais bonitos que já passaram pelo palco da BGS.

O concerto começou com Besaid (Final Fantasy X) e Gold Saucer (Final Fantasy VII), seguindo com Valse di Fantastica (Final Fantasy XV) e Chaos Shrine (Final Fantasy I).

O ápice foi One Winged Angel (Final Fantasy VII), tema do Sephiroth, cuja execução poderosa arrancou aplausos. Outro momento icônico foi Chocobo Medley 2014, trazendo diferentes músicas feitas para Chocobo ao longo das quase quatro décadas da franquia.

A presença de Naoki Hamaguchi, visivelmente emocionado com a paixão dos fãs brasileiros, reforçou o vínculo da Square Enix com o público nacional.

Opinião — uma BGS que reencontra seu DNA

Giuliano Peccilli

Falar da BGS como um todo está ficando cada vez mais difícil. Com tantas atrações acontecendo ao mesmo tempo, é quase injusto tentar cobrir tudo em uma visão geral. Mas vale tentar, porque cada edição traz algo novo e especial.

Chegando ao Distrito Anhembi, a BGS se adaptou muito bem ao novo espaço. A primeira impressão pode até enganar: o evento pode parecer menor em comparação aos anos anteriores, mas logo no primeiro dia você percebe que isso não é verdade. Andando pelo local, dá para ver três praças de alimentação bem distribuídas, que ajudam a dimensionar o tamanho do evento e dão conforto para o público do final de semana.

A Nintendo, de longe, caprichou no estande deste ano. Maior do que em edições anteriores, ela se tornou um ponto de referência imediato, mostrando a força da marca com o lançamento do Switch 2. É daqueles estandes que você encontra só de olhar o espaço — impossível não passar por lá.

A Samsung também se destacou, com estandes cada vez maiores e uma experiência completa. Além de poder testar muitos equipamentos, era um dos poucos lugares que oferecia descontos realmente bons à vista, permitindo que você levasse uma televisão, telefone ou soundbar na hora, sem complicação.

A SEGA, mesmo com um espaço menor que nos anos anteriores, manteve seu charme e identidade, sendo um lugar agradável de visitar e que conquistou fãs antigos e novos.

Brawl Stars me fez perceber que o futuro dos eventos de games provavelmente vem do mobile. Com uma arena de 5 mil m² e competições acirradas, ficou claro que títulos populares de celular vão assumir cada vez mais protagonismo nos próximos anos. Um jogo mobile não é menos jogo; ele já forma uma geração inteira de jogadores e fãs.

Infelizmente, não testei os meets este ano, então não posso comentar sobre essa parte da experiência. Tivemos convidados de peso, mas minha escolha foi focar nos jogos e nos concertos, o que me impediu de trazer um feedback completo sobre encontros e sessões de fotos.

De forma geral, o evento estava muito bem organizado e bem espaçado, pensado para o público de fim de semana. Sim, tinha fila e muitas filas imensa, mas nada que tirasse a experiência. E o mais importante: havia muitos jogos para testar. Esse é o ponto que, para mim, define que a BGS voltou a se destacar como feira de games.

Não sei como serão os próximos anos, mas a BGS 25 mostrou caminhos importantes: o novo local trouxe frescor, novas marcas participaram, e o evento reafirmou sua relevância no calendário gamer.

No fim, a edição de 2025 fica marcada como uma das melhores dos últimos anos. Mostrou que a feira ainda sabe ouvir seu público e que tem energia para se reinventar sem perder sua essência. Pra mim, isso é o que faz a BGS continuar sendo o maior evento gamer da região, um lugar que todo fã quer conhecer.

Galeria

Agradecimentos ao Brasil Game Show pela cobertura do JWave deste ano.

Comemorando 26 anos, One Piece terá 26 episódios por ano a partir de 2026

One Piece

O anime de One Piece está prestes a entrar em uma nova fase. Durante uma transmissão ao vivo especial, a equipe da Toei Animation anunciou que a partir de 2026 a série seguirá um cronograma diferente: serão exibidos até 26 episódios por ano, divididos em dois cours, com um hiato programado entre janeiro e março. Ryuta Koike, produtor do anime, explicou que a decisão é estratégica, voltada para sustentar a evolução do projeto e a qualidade da animação.

Até o momento, detalhes como a quantidade de episódios por cour ou a data exata de estreia do segundo cour ainda não foram divulgados. A transmissão, conduzida pelo editor-chefe Hiroyuki Nakano, também trouxe uma nova imagem promocional do aguardado Elbaph Arc, incluindo arte conceitual de Luffy e os demais Chapéus de Palha.

One Piece

O anime e sua história

One Piece estreou em 1999 e celebra 26 anos de aventuras no Japão. Monkey D. Luffy, que ganhou habilidades de borracha ao comer a Gomu Gomu no Mi, continua sua jornada pela Grand Line em busca do tesouro lendário que pode torná-lo o Rei dos Piratas. Ao longo de duas décadas e meia, Luffy e os Piratas do Chapéu de Palha conquistaram fãs pelo mundo, e hoje o anime está disponível completo na Crunchyroll, com transmissão simultânea em diversos serviços de streaming.

Para marcar o 26º aniversário, o animador veterano Masayuki Sato desenhou uma ilustração especial de Gear 5 Luffy, celebrando a longevidade e o impacto da série.

Do mangá ao anime, uma franquia que ultrapassa gerações

O mangá de One Piece, criado por Eiichiro Oda, é publicado desde 1997 e já conta com mais de 1.140 capítulos compilados em 111 volumes. Oda inicialmente planejou a série para durar cinco anos, mas o mundo que ele construiu cresceu muito além do esperado. O mangá é reconhecido por seus personagens marcantes, narrativa envolvente e criatividade em batalhas e habilidades.

O anime, produzido pela Toei Animation, também gerou 14 filmes, OVAs e episódios especiais, expandindo o universo de Luffy para além das páginas e da TV. No Brasil, o anime já foi exibido em diversos canais e atualmente é transmitido pela Crunchyroll e pela Netflix com dublagem atualizada em português.

O mundo de One Piece

O universo de One Piece é vasto e detalhado, habitado por humanos, homens-peixe, gigantes e anões. A Grand Line, o mar central da história, é cercada por desafios naturais e criaturas marinhas perigosas, tornando cada viagem uma aventura única. Junto à tripulação, Luffy enfrenta desde piratas rivais até agentes do Governo Mundial, sempre em busca de liberdade, amizade e do lendário tesouro One Piece.

O que esperar dessa nova fase

Com o novo cronograma de 26 episódios anuais, a expectativa é que a qualidade da animação aumente e os Arcos como o Elbaph Arc recebam atenção especial em termos de direção e design. Para os fãs, a mudança promete uma experiência mais consistente, sem perder o ritmo épico e as batalhas memoráveis que fizeram de One Piece um ícone da cultura pop japonesa.

A jornada continua, agora com um ritmo mais estratégico, mas mantendo o espírito aventureiro que conquistou gerações.

Com informações da Crunchyroll,  ONE PIECE no YouTube, Conta oficial no X (antigo Twitter) e Eiichiro Oda Staff on X (formerly Twitter)

Hana-Kimi | Clássico dorama japonês com Maki Horikita e Shun Oguri estreia na Netflix Brasil

O dorama japonês Hana-Kimi estreou hoje, 2 de novembro de 2025, na Netflix Brasil. O título, que já conquistou fãs ao redor do mundo desde sua estreia em 2007, retorna com sua mistura icônica de comédia romântica e drama escolar, em uma história cheia de confusões, corações em disputa e personagens inesquecíveis.

Mizuki Ashiya, interpretada por Maki Horikita, é uma jovem atleta japonesa-americana que decide se transferir para o Japão para se aproximar de seu ídolo, o saltador Izumi Sano (Shun Oguri). O problema? Sano estuda na Osaka High School, um colégio exclusivo para meninos.

Disfarçada de garoto, Mizuki precisa navegar pelos desafios da vida escolar masculina. A situação se complica quando Sano descobre seu segredo e começa a se aproximar dela, enquanto Shuichi Nakatsu (Toma Ikuta) também se envolve emocionalmente, sem saber que ela é uma garota.

O elenco de apoio inclui nomes como Mayuko Iwasa, Yuma Ishigaki, Nobuo Kyo, Yuu Shirota, Junpei Mizobata, Ryo Tajima, Natsuki Harada, Shunsuke Daito e Goro Inagaki.

Direção, roteiro e charme da Fuji TV

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Dirigido por Hidetomo Matsuda e escrito por Shogo Muto, Hana-Kimi manteve o público japonês cativado com sua abordagem leve, mesclando situações cômicas e dramas pessoais. É considerado um dos exemplos clássicos de comédia romântica escolar, característico do estilo Fuji TV.

O duo que marcou uma geração, Maki Horikita e Shun Oguri

Maki Horikita, nascida em Tóquio em 1988, construiu sua carreira com atuações intensas em filmes como A Samurai Chronicle (2014) e Memoirs of a Teenage Amnesiac (2010). Seu papel como Mizuki continua sendo uma das performances mais lembradas da atriz.

Shun Oguri, nascido em 1982, é um dos rostos mais icônicos da TV japonesa, conhecido por Hana Yori Dango (2005), Crows Zero (2007) e Gintama (2017). Como Sano, Oguri equilibra charme e vulnerabilidade, tornando seu personagem memorável para fãs antigos e novos.

Por que revisitar Hana-Kimi na Netflix?

Mesmo anos após sua estreia, Hana-Kimi continua relevante graças ao elenco carismático, às situações engraçadas e ao enredo que mistura romance e drama juvenil. Com legendas em português, o streaming oferece a chance de assistir à história de Mizuki, Sano e Nakatsu em qualquer lugar.

Para quem já conhece, é uma oportunidade de revisitar a nostalgia do dorama. Para novos espectadores, é um mergulho direto no universo das comédias românticas escolares japonesas.

Além da Netflix, a série também pode ser encontrada na Rakuten Viki, ampliando seu alcance para fãs de doramas clássicos.

Ficha técnica

Título Original: 花ざかりの君たちへ イケメン♂パラダイス

Diretor: Hidetomo Matsuda

Roteirista: Shogo Muto

Rede: Fuji TV

Episódios: 12

Exibição Original: 3 de julho – 18 de setembro de 2007

Idioma: Japonês

Elenco Principal: Maki Horikita, Shun Oguri, Toma Ikuta, Hiro Mizushima, Yusuke Yamamoto, Masaki Okada, Ryo Kimura, Mahiru Konno, Seiko Matsuda, Takaya Kamikawa

Beleza Verdadeira: O Filme | A versão japonesa do fenômeno dos Webtoon estreia no Brasil

O fenômeno do webtoon True Beauty agora ganha vida no cinema japonês e já está disponível no HBO Max. Beleza Verdadeira: O Filme acompanha Reina Tanigawa, interpretada por Kōki, uma estudante que transforma sua vida ao dominar a arte da maquiagem. Ao chegar a uma nova escola, Reina se vê no epicentro de um triângulo amoroso com dois rapazes de personalidades opostas: Shun Kanda (Keisuke Watanabe), inteligente e reservado, e Yu Igarashi (Keito Tsuna), sonhador e apaixonado pela música.

Por trás da aparência perfeita, escondem-se segredos e inseguranças que podem mudar tudo. A narrativa em duas partes – Before (20 de março de 2025) e After (1º de maio de 2025), explora não apenas a beleza estética, mas a complexidade emocional de seus personagens.

O filme, dirigido por Kazunari Hoshino e baseado na webcomic de Yaongyi, é uma viagem entre autoestima, desejo de aceitação e o poder de se reinventar. A produção ainda conta com Sumire Suzuki no roteiro, Mari Furubayashi e Hiroyuki Goto na produção, e Hajime Kanda na direção de fotografia.

Comparação inevitável com a versão sul-coreana

No Brasil, a versão sul-coreana True Beauty já conquistou fãs pelo Viki e pela Netflix. A história acompanha Im Ju-kyung (Moon Ga-young), que sofre bullying por sua aparência e descobre na maquiagem uma forma de se transformar em uma “deusa”. O triângulo amoroso se forma com Lee Soo-Ho (Cha Eun-woo) e Han Seo-Joon (Hwang In-Yeop), criando a mesma dinâmica de charme e tensão que agora ganha uma releitura japonesa.

Enquanto a versão coreana se desenrola em 16 episódios de 70 minutos cada, a adaptação japonesa condensa a trajetória de Reina em duas partes de 102 minutos, oferecendo uma experiência cinematográfica mais concentrada e visualmente estilizada. Fãs do dorama original poderão perceber paralelos entre Ju-kyung e Reina, mas também as nuances únicas da narrativa japonesa.

Por que assistir à versão japonesa

Além de Kōki, Keisuke Watanabe e Keito Tsuna, o filme reúne um elenco que reforça o clima teen e os dilemas do ensino médio: Ami Kawashima, Yuuka Sugai, Karen Miyama e Amu Fukao dão corpo a amigos e rivais que intensificam os conflitos emocionais de Reina.

Se a versão coreana emocionou pelo ritmo episódico e pelo charme dos protagonistas, Beleza Verdadeira: O Filme aposta na estética impecável e na intensidade condensada de cada cena. Maquiagem, fotografia e direção de arte criam um universo visual que reflete tanto a perfeição aparente quanto a vulnerabilidade interna da protagonista.

Entre maquiagem e verdade

No fim, seja em Seul ou Tóquio, o coração da história é o mesmo: encontrar confiança e se aceitar. Reina e Ju-kyung podem habitar mundos diferentes, mas ambas nos lembram que a beleza verdadeira é construída tanto por dentro quanto por fora. Com a estreia do filme japonês no HBO Max, é hora de revisitar essa narrativa sob uma nova luz, comparando olhares e estilos, e se perder no universo da maquiagem, da moda e do romance adolescente.

Quem Viu o Pavão Dançar na Selva? chega à HBO Max com suspense e mistério

A mais recente produção japonesa “Quem Viu o Pavão Dançar na Selva?” desembarca na HBO Max, trazendo uma trama carregada de mistério, suspense e drama familiar. Com 10 episódios, a série mergulha na vida de Komugi Yamashita, uma jovem cujo cotidiano tranquilo é destruído pelo assassinato de seu pai. Agora disponível para maratona, o dorama promete prender a atenção com reviravoltas e uma investigação que revela segredos do passado.

Investigação que atravessa gerações

Komugi Yamashita (Suzu Hirose) vive uma vida simples ao lado do pai, ex-policial, depois da morte de sua mãe. Um dia, ele é brutalmente assassinado, deixando para trás uma carta que contém nomes de pessoas supostamente inocentes em casos antigos, incluindo o suspeito de seu próprio assassinato. A jovem decide então buscar respostas, determinada a descobrir a verdade por trás da tragédia familiar.

Ao lado do advogado criminal Yoshiteru Matsukaze (Kenichi Matsuyama), que se envolve ao descobrir seu nome na carta do pai, Komugi inicia uma investigação que revela conexões surpreendentes entre o presente e crimes do passado. A dinâmica entre a fé de Komugi em seu pai e a lógica fria da lei cria um suspense contínuo, mantendo o espectador em constante tensão.

Um elenco que carrega a trama

Além de Suzu Hirose e Kenichi Matsuyama, a série conta com Lily Franky, Hayato Isomura, Win Morisaki, Kumi Takiuchi, Toshiya Sakai, Yoshi Sakou, Ryo Narita, Takahiro Fujimoto e Naomi Nishida, entre outros. Cada personagem acrescenta camadas à narrativa, tornando a investigação mais complexa e emocionalmente envolvente.

Os episódios foram dirigidos por Kenta Tanaka, Takahiro Aoyama, Ryosuke Fukuda e Takayoshi Tanazawa, com roteiro baseado no webcomic de Rito Asami, adaptado por Tomoki Kanazawa, Shima Nagahana e Jun Hagimori. A série ocupou o tradicional horário de sexta-feira às 22h na TBS, mantendo média de audiência de 6,6%.

Por que acompanhar

“Quem Viu o Pavão Dançar na Selva?” combina investigação, drama familiar e mistério em ritmo ágil, entregando uma atmosfera que lembra os melhores dramas japoneses. Cada episódio revela novos detalhes, questiona verdades e expõe injustiças, tornando a experiência intensa e envolvente.

Para fãs de doramas e histórias de suspense, a série é um prato cheio de tensão, emoção e reviravoltas. A busca de Komugi pela verdade transforma cada episódio em um mergulho psicológico, onde passado e presente se entrelaçam de maneira imprevisível.

Bebês Assassinos Todos os Dias! chega à HBO Max

O dorama Bebês Assassinos Todos os Dias! que mistura ação, comédia e absurdos já está disponível no streaming, trazendo a dupla de assassinas adolescentes que conquistou o Japão.

Chisato Sugimoto (Akari Takaishi) e Mahiro Fukagawa (Saori Izawa) dividem uma casa, mas suas vidas estão longe de serem comuns. Entre risadas e confusões, as duas enfrentam missões perigosas que testam tanto a amizade quanto a moral. Cada episódio é uma corrida eletrizante de humor excêntrico e ação estilizada, perfeita para quem gosta de dramas que quebram as regras.

Por que Assistir

“Bebês Assassinos Todos os Dias” combina o absurdo com carisma em cenas de ação de tirar o fôlego. É uma comédia de ação que mistura sequências energéticas, personagens magnéticos e um roteiro que brinca com as convenções do gênero. O dorama tem 12 episódios, cada um explorando as aventuras contínuas de Chisato e Mahiro enquanto elas tentam sobreviver e se adaptar à sociedade moderna.

Personagens Que Movem o Jogo

  • Chisato Sugimoto (Akari Takaishi): a mais impulsiva da dupla, sempre pronta para um combate inesperado.
  • Mahiro Fukagawa (Saori Izawa): mais calculista, mas igualmente perigosa, trazendo equilíbrio à parceria.
  • Susano (Tsubasa Tobinaga): presença enigmática que desafia a dupla em momentos cruciais.
  • Atom Mizuishi (Mamoru Tasaka): aliado em algumas missões e fonte de caos em outras.

Outros personagens, como Mana Miyauchi, Kei Natume e Yukio Miyahara, aparecem em arcos que adicionam camadas de humor e tensão à narrativa.

Da Tela Grande para a Série

A franquia Baby Assassins começou no cinema com três filmes dirigidos por Yugo Sakamoto:

  1. Baby Assassins (2021): introdução da dupla e de sua rotina letal em Tóquio.
  2. Baby Assassins 2 (2023): Chisato e Mahiro são perseguidas por assassinos rivais, com participação do grupo idol Atarashii Gakko!.
  3. Baby Assassins: Nice Days (2024): a dupla precisa lidar com um inimigo sanguinário em Miyazaki, expandindo o universo e o caos.

O dorama Baby Assassins Everyday! (2024) adapta essa narrativa para a televisão, mantendo o ritmo frenético e as situações absurdas que fizeram sucesso nos cinemas.

Direção e Produção

Yugo Sakamoto escreve e dirige todos os filmes e a série, com coreografia de ação assinada por Kensuke Sonomura. A fotografia de Moritada Iju e a trilha sonora de SUPA LOVE e ZIYOOU-VACHI complementam o tom vibrante do universo Baby Assassins.

Recepção

Críticos e público abraçaram a série e os filmes. O New York Times descreveu o primeiro filme como “uma blitzkrieg colorida e selvagem”, destacando o ritmo e a estética visual da franquia. No Japão, a estreia do segundo filme contou com um evento especial em Shinjuku Piccadilly, reunindo elenco e diretor, consolidando a popularidade da franquia.

Até Eu Destruir a Outra Família do Meu Marido | Marika Matsumoto e Terunosuke Takezai em em dorama intenso na HBO Max

A HBO Max acaba de lançar o dorama Até Eu Destruir a Outra Família do Meu Marido. Com Marika Matsumoto e Terunosuke Takezai, o dorama veio junto com outros 9 doramas, aumentando catálogo de produções japonesas no streaming.

Minori Kisaragi tinha tudo planejado: um casamento com o homem que amava desde a juventude, um filho de cinco anos e a vida aparentemente perfeita. Até descobrir que Yuta, seu marido, guarda um segredo há 15 anos. Traição, manipulação e conspirações familiares transformam a rotina em um campo minado de mistérios.

A vingança começa

Ao descobrir o caso de Yuta com Riko Miyake, Minori não apenas se revolta — ela decide agir. Cada passo é calculado, cada encontro cuidadosamente planejado, até que ela se aproxima de Wataru, filho da amante, sem imaginar o quanto sua própria história está entrelaçada com os segredos que ameaça revelar.

O que era uma investigação se transforma em um labirinto de revelações: segredos de nascimento, mentiras familiares e conspirações que desafiam a confiança e a moral. Minori se vê em um jogo perigoso, onde cada movimento pode mudar tudo — ou destruí-la por completo.

Personagens que movem o jogo

Minori Kisaragi, interpretada por Marika Matsumoto, é a protagonista que mistura dor e determinação em cada passo da vingança. Yuta Kisaragi, vivido por Terunosuke Takezai, é o marido traidor cujo passado guarda mais do que apenas um caso extraconjugal. Riko Miyake, papel de Maho Nonami, é a amante que parece controladora, mas também esconde suas próprias cartas. Wataru Miyake, interpretado por Kota Nomura, é o jovem inocente que se vê no meio de uma guerra adulta sem entender totalmente. O elenco se completa com Yumi Asou, Rina Ohta, Miku Tanaka, Masaki Ota e Moeko Nakashima, todos inseridos em uma narrativa de tensão e suspense que cresce a cada episódio.

Quando assistir

Disponível na HBO Max, a série reúne 12 episódios, originalmente exibidos entre 8 de julho e 30 de setembro de 2024 na TV Tokyo. Cada capítulo termina com pequenas faíscas de suspense que deixam a trama em constante aceleração, prendendo a atenção até o último segundo.

Por que se prender à história

“Até Eu Destruir a Outra Família do Meu Marido” não é apenas sobre traição. É sobre até onde alguém pode ir quando confiança e amor se transformam em dor e obsessão. Cada episódio mistura drama psicológico, tensão familiar e um toque de mistério que provoca reflexões sobre escolhas, destino e a própria natureza humana.

Com direção de Jin Ueda, Takehito Muroi e Daizo Yoshida e roteiros de Mana Akaishi, Ayuka Kishimoto e Ayako Kato, a série combina a força de uma protagonista intensa com revelações que mudam o jogo a cada cena.

Com Yuya Yagira e Ryota Bando, A Toca do Leão chega à HBO Max

Acaba de ser lançado na HBO Max o dorama A Toca do Leão. A produção havia sido lançado anteriormente na Netflix e agora também está disponível em português pela HBO Max.

Na trama, Hiroto Komori (Yuya Yagira) vive uma rotina marcada pelo cuidado ao irmão Michito (Ryota Bando), um jovem com autismo que brilha na arte, mas encontra dificuldades na comunicação. A vida tranquila da dupla se transforma quando Lion (Tasuku Sato) aparece, alegando ser sobrinho de Hiroto e afirmando que sua irmã desaparecida está viva. Entre segredos, revelações e desafios inesperados, os três começam a entender o que realmente significa ser família.

Uma história que toca fundo

“A Toca do Leão” (originalmente Light of My Lion) mergulha no delicado equilíbrio entre amor fraternal e mistério. Cada episódio traz camadas de emoção e tensão, explorando como a perda, a culpa e a esperança moldam relacionamentos. Com 11 episódios transmitidos originalmente pela TBS, o dorama conquistou uma audiência sólida e uma recepção calorosa de 88% de aprovação.

Elenco principal e personagens

  • Yuya Yagira como Hiroto Komori, irmão protetor e coração da história.
  • Ryota Bando como Michito Komori, artista talentoso com autismo.
  • Tasuku Sato como Lion, garoto misterioso que muda o rumo da família.
  • Asuka Saito como Mio Makimura, apoiando as decisões do grupo.
  • Taiiku Okazaki como Yota Sadamoto, peças de um quebra-cabeça familiar.

O elenco ainda conta com Yuki Sakurai, Takumi Ozaki, Hayato Kakizawa, Masaaki Hirai, Noriko Iriyama, entre outros, construindo um universo rico em nuances emocionais e dramáticas.

Direção e roteiro

Dirigido por Toshio Tsuboi, Takahiro Aoyama e Masahide Izumi, o dorama combina estética cuidadosa com narrativa sensível. O roteiro assinado por Koji Tokuo e Yoshino Ichinohe equilibra momentos de tensão, ternura e reflexão sobre relações humanas.

Por que assistir na HBO Max

Para quem gosta de histórias que misturam emoção, mistério e personagens complexos, A Toca do Leão oferece uma experiência intensa. É um dorama que vai além do drama familiar: é um jogo de descobertas, onde cada segredo revelado muda completamente a perspectiva sobre lealdade e afeto.