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Final Fantasy VII Remake ganha gameplay e será lançado por episódio!

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Para quem assistiu Playstation Experience nesse sábado, sabe que a Sony anunciou algumas novidades, como último personagem de Street Fighter V, exclusividade do novo KoF para Playstation 4, gameplay de Final Fantasy VII entre tantas outras coisas.

Lançado em 1997 para Playstation 1, Final Fantasy foi o motivo de discórdia no mundo dos consoles, ao tirar a exclusividade do jogo nos consoles da Nintendo, saindo do Nintendo 64 e sendo transportado para os consoles da poderosa Sony.
Tudo bem que a Square Enix voltou a ser amiga da Nintendo, hoje lança diversos Dragon Quest com foco em especial no console da Nintendo, além do pivô Cloud ter virado personagem do Smash Bros de Nintendo 3DS e Wii U.

Com o gameplay, percebemos que o jogo deixou para trás a jogabilidade tradicional, se aproximando de Kingdom Hearts e Final Fantasy XV. Também percebemos que o foco será maior no Cloud na jogabilidade o que irritou alguns fãs.

Gameplay

Final Fantasy VII por episódio?

Seguindo de praxe alguns outros jogos de mercado, a Square Enix anunciou que Final Fantasy VII será lançado por episódio. Que o conteúdo é muito vasto, teremos material inédito e por isso, a produtora lançará em diversos episódios.

Isso é bom ou ruim? Temos dois exemplos no mercado, um que é o excelente Resident Evil Revelations 2 e o Sonic 4 que não saiu do episódio 2. Qual será o caminho do Final Fantasy VII Remake? Apostamos que no mesmo caminho da série Resident Evil.

JWave #275 | Mai Waifu

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O JWave dessa semana começa com um tema complicado e que se vê em muita discussão por aí, mas raramente se entende… O que é Mai Waifu? Pronúncia japonesa de My Wife? Um jeito de vida? O que Mai Waifu influencia a forma dos japonesses hoje em dia e qual a visão estrangeira para isso?

Você prefere 3D ou 2D? Mulheres reais ou em desenho? Um Action Figure ou um travesseiro com sua personagem favorita? Calma que não estamos malucos, mas apenas trazendo algumas questões do dia a dia de quem adotou uma Mai Waifu em sua vida.

Juba e o Sasuke comentam tudo sobre esse estranho vício e pergunta pra vocês… Você tem uma Mai Waifu? Nos conte nos comentários!

PARTICIPANTES

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Também ouça JWave #267: 5 Centímetros Por Segundo (Byōsoku Go Senchimētoru)

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JWave #269: O Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa)

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JWave #273: Ijime – Bullying

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INDICAÇÃO

Harry Potter e a Pedra- ilosofal

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Pottermore
Coleção Completa de Harry Potter – Pottermore
Harry Potter – Edição de Colecionador
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Widescreen – DVD
Harry Potter e a Pedra Filosofal – Blu-ray
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Definitiva – 3 Discos Blu-ray + Livro

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Panini Comics anuncia One Puch Man e Vagabond no Brasil!

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A Panini realizou hoje evento ás 15:30 no CCXP e anunciou a republicação de Vagabond (em sua quarta vez no Brasil) e a publicação do mangá do momento, One Punch Man!

Beth Kodama anunciou que Vagabond será relançado desde o número 1 no formato de Planetes.

Estamos muito feliz com esses grandes anúncios do dia.

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Turma da Mônica ganha versão em live action!

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As novidades do CCXP não parar de chegar e somos grandes admiradores do Mauricio de Sousa, como também do editor Sidney Gusman que fez uma grande revolução nos últimos anos. Criador do MSP 50 e dos graphic novel MSP, Sidney ficou encarregado de anunciar a grande bomba do CCXP que é não só o primeiro filme da Turma da Mônica, como também baseado no graphic novel Turma da Mônica – Laços.

Turma da Mônica em Live Action?
Sim! Depois de 50 anos de sua criação, Mônica e toda turma ganhará versão com atores e se passando nos anos 80, igual a história que foi baseada. Notícia anunciada com grande emoção, marca parceria entre a Maurício de Sousa Produções e a Quintal Digital, que já trabalhou ao lado de grandes estúdios da indústria cinematográfica, como Disney e Universal.

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Mas você lembra de “Turma da Mônica – Laços”?
Terceiro MSP, a história tem como ponto forte do enredo será, claro, a amizade entre os quatro principais personagens dos quadrinhos de Maurício de Sousa – Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão – e terá ares de fime dos anos 80. “Quando pensamos na história, pensamos em algo com a cara de ‘Os Batutinhas’, ‘Os Goonies’ e ‘Conta Comigo’, que são filmes que gostamos”, conta Sidney Gusman, responsável pela produção editorial da MSP.

E o que mais rolou no evento?
Já viu aquele 80 nas revistas do Maurício, né? Então, o evento se comemorou os 80 anos do autor e quadrinista, com direito ao “Parabéns pra você” cantado pelo público, muito participativo durante toda a palestra. E se tratando de um evento nerd, tivemos a Mônica e o Cebolinha, na versão jovem – apareceram vestidos de Princesa Leia, da saga Star Wars, e Harry Potter, respectivamente.

Vivendo no Japão #07: Viajando no Tempo

12316586_1011035005624789_793566352238570501_nAcordo em cima da hora. Um banho rápido, engulo um pão de melão e empurro com um copo de café enquanto troco de roupas, coloco os últimos itens na mala e corro escada abaixo onde meus amigos me esperam para começar essa viagem. Neste momento eu não esperava que o final de semana ia me trazer tantas surpresas.

Ônibus, metrô, McDonalds e finalmente embarcamos no ônibus rodoviário que nos levará ao nosso destino: Nagasaki. Tendo vivido por um ano em Kyoto pode parecer estranho o que você dizer agora, mas partindo de Tenjin, o centro da metrópole Fukuoka, a sensação de chegar em Nagasaki é a de ter embarcado numa máquina do tempo. Vou me explicar. Kyoto obviamente tem uma aura mágica tradicional. Tudo na cidade é cuidadosamente planejado para manter a atmosfera que os turistas esperam da antiga capital do Japão e até hoje um dos principais destinos turísticos. Porém em Kyoto o tradicional parece harmonizar e mesclar-se com o moderno. Nagasaki, por outro lado, tem uma atmosfera completamente histórica. Nas ruas, bondes elétricos ainda são o principal meio de transporte (ao menos na região central), fachadas de lojas, ruas, outdoors, tudo passa uma sensação de cidade que cresceu sobre a necessidade, não há uma aparente preocupação em mostrar-se belo, limpo e asseado. Cidade montanhosa, de alguns ângulos a visão dos bairros não é muito diferente de um bairro de periferia de São Paulo, onde todas as casas parecem muito juntas e nada muito planejado. Enfim, Para um indivíduo que viveu a maior parte de sua vida no século XXI, o cenário desperta quase que uma nostalgia de uma outra era.

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Enquanto caminhamos ao hostel, onde outro amigo nos espera, me admiro com essa sensação tão peculiar que a cidade me passa. É diferente de qualquer experiência que eu tenha tido com viagens anteriormente. Libertos do peso de nossas bagagens, agora podemos explorar os arredores. Eu, tendo partido sem fazer qualquer pesquisa, tendo em mente apenas a noção de que Nagasaki foi a segunda cidade japonesa a ser devastada por uma bomba atômica norte-americana no final da Segunda Guerra Mundial, não sei o que esperar. Essa é uma experiência com a qual não estou acostumado. Geralmente quando escolho um destino para viajar faço questão de traçar planos, saber o máximo a respeito do local e dos arredores, salvar mapas e tudo mais. Mas nessa viagem eu estava apenas acompanhando meus amigos, então confiei a eles as decisões e me permiti apenas seguir o fluxo.

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Saímos do hostel , viramos uma esquina e estamos em Chinatown. Eu nem sabia que tinha uma Chinatown em Nagasaki. Bem, ao menos agora faz sentido os dragões chineses e pentagramas que estão por todos os lados da cidade. Também faz sentido o prato típico da cidade ser Chanpon, um prato japonês de origem chinesa. Após contornarmos ruas e esquinas chegamos a um templo confucionista, o sol prestes a se pôr. Eu não me recordo de ter visitado um templo confucionista antes, e conhecer esse reacendeu-me a vontade de pesquisar sobre o confucionismo, pois além de muito belo, é repleto de símbolos e imagens bastante fortes, que instigaram minha curiosidade. Completamos então o turismo do dia visitando um museu de arte. E pela primeira vez eu me dou o direito (e ao trabalho) de observar, admirar e quem sabe até tentar entender as obras de arte. Caramba! Nunca ouvi falar desse pintor, mas a arte dele é tão expressiva pra mim! Mas olha só, eu não imaginava que eu pudesse me interessar tanto por obras do Salvador Dali! Caramba,por que as pessoas criticam arte contemporânea? Essa é uma das exposições mais interessantes que já vi!

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Jantamos, jogamos até tarde da noite, dormimos, pois amanhã será um longo dia.
Hoje é o principal dia de nossa viagem. Começamos pelo Parque da Paz, um recanto natural repleto de memoriais, presente de condolências de diversos países. Subimos uma longa escada ornada por flores multicoloridas, e logo o grupo se dispersa para observar e fotografar os mais diversos pontos do parque. Paro diante de uma fonte e é aí que a realidade me inunda subitamente.

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“Não suportava mais tanta sede.
Algo oleoso flutuava na superfície da água,
Mas eu queria tanto aquela água,
Que bebi mesmo assim.” – Memórias de uma certa garota naquele dia.
Não sinto tristeza, nem vontade de chorar. Sinto um vazio. Uma única dúvida que elimina qualquer convicção: “Por quê?”.

Esse pequeno relato, lido diante de uma bela fonte jorrando água límpida, é uma imagem que fica marcada à ferro em minha retina. Todos aqueles monumentos em memória das vidas perdidas, doados por outros países em sinal de suas condolências… o que tudo aquilo significa? Ouvimos falar nos números de mortos, mas quantas vezes pensamos que cada 1 daqueles cadáveres, era uma pessoa, uma história, uma família, que deixou de existir por questão de “força maior”.

Nos dirigimos então ao um observatório espacial, para tomar um fôlego. Em seguida, fazemos uma curta visita a uma igreja católica patrimônio cultural da cidade. E finalmente nos dirigimos ao Museu da Bomba Atômica de Nagasaki. Entre destroços da cidade, vestígios da explosão, explicações científicas sobre o funcionamento da bomba e seus efeitos, e objetos que foram encontrados no local, num primeiro momento o que mais me chama a atenção são os relógios. Relógios de parede encontrados destruídos, mas ainda assim marcando o horário exato do massacre. Esses relógios me fazem enxergar as inúmeras vidas cujo tempo foi para sempre paralisado. Próximo ao fim da exibição, passo então pelo corredor com diversos relatos de sobreviventes. Ser leitor é uma das minhas características como pessoa, e por isso, geralmente palavras me tocam muito mais do que imagens. Em meio a outras tantas histórias igualmente desesperadoras, relatos de crianças que se viram sozinhas no mundo, encontro a narrativa completa da garota da fonte. Mais adiante um pergaminho ilustrado mostra o cenário da catástrofe, que parece saído de um livro de fantasia, mas infelizmente, não é.

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Saio do museu com uma sensação de desilusão. De que adianta o sucesso de uma franquia como Hunger Games, se a maioria do público parece não notar o que está sendo ali criticado. Mas desilusão nunca foi freio para mim. Pelo contrário, saio com vontade renovada de fazer a diferença. Mas por hoje, vou tomar um delicioso café acompanhado de Cheesecake no Starbucks, vou visitar um incrível jardim com iluminação natalina, de uma casa colonial européia, de onde posso ainda ter uma visão privilegiada do topo da cidade. E terminar minha noite gastando toda minha voz no karaokê.

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Poucas horas de sono, mas não há tempo a perder. Estamos cansados e queremos casa. Mas ainda temos uma manhã para aproveitar em Nagasaki, e uma manhã ainda é tempo de muitas surpresas. Nossa última parada antes de partir é Dejima. A ilha que antigamente funcionava como porto internacional é hoje um sítio histórico onde podemos ver a forte presença de holandeses e portugueses, que chegaram ao Japão no período da expansão colonial europeia. Como se o ciclo da viagem se completasse, esse local me fez compreender finalmente a cidade de Nagasaki (mas não que eu consiga colocar em palavras, por isso, quando tiver a oportunidade, visite você mesmo e tire suas próprias conclusões, garanto que vale a pena). Mais uma vez um relógio me chama a atenção (é algum tipo de obsessão?). Ele mostra uma outra forma de calcular o tempo, diferente do padrão ocidental que se tornou padrão mundial. E isso me faz pensar, como todas as nossas percepções do mundo são pautas por um conjunto de elementos culturais predeterminados.

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Volto para Fukuoka com um turbilhão de novas sensações, reflexões e pensamentos. Talvez nada mude em minhas atitudes, mas sinto que encaro o mundo com um olhar renovado. Às vezes visitamos o passado para tentar entender o presente ou perceber o futuro. Mas neste caso, visitar o passado me faz entender ainda menos o presente, mas me impele a tentar de novo e de novo.

PS. Minha obsessão desta semana é  ̶u̶m̶ ̶r̶e̶l̶ó̶g̶i̶o̶ Pokémon TCG! Desde que cheguei aqui no Japão tenho voltado a colecionar os cards de Pokémon, que há tantos anos eu não jogava. E ao voltar de Nagasaki, meu amigo e eu resolvemos sair da aposentadoria, compramos um deck e voltamos a jogar. Eu estou absolutamente obcecado, me controlando para não comprar um monte de cartas, pois natal está chegando e Tokyo me espera (mas tá difícil).         DSC_1289

CCXP 2015: Evangeline Lilly lança livro no evento

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A Evangeline Lilly esteve no primeiro dia do CCXP 2015 para lançamento de seu livro infantil. Mas não lembra da atriz de nome? A atriz ficou conhecida pela trilogia “O Hobbit” com a elfa Tauriel, mas se você ainda não associou a atriz por Lost e Homem-Formiga.
Evangeline Lilly veio ao Brasil para lançar o seu livro infantil “Os Molambolengos”, e no auge de sua empolgação revelou: “Sou atriz por acidente, minha paixão é escrever”.

A atriz também tentou explicar, afinal, o que são as carismáticas e estranhas criaturas do livro. “Eles são humanos, mas não são humanos. Simplesmente essa é a forma que consigo descrevê-los”. Via vídeo, o ilustrador Johnny Frasser-Allen também falou sobre Os Molambolengos. “Não havia nenhuma descrição de como eles eram. Apesar disso sei que os Molambolengos são felizes”.

O livro “Os Molambolengos” ganhou edição nacional pela Editora Aleph e pertence a uma série de 18 publicações. O segundo livro ainda não tem previsão de publicação.

Agradecimentos Editora Aleph pelo release

CCXP 2015: Marcelo Adnet e Dani Calabresa estarão em “Angry Birds”

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Nessa quinta se iniciou a segunda edição do CCXP e teve painel da Sony Pictures. Entre as novidades do estúdio, a Sony relevou algumas informações da animação de Angry Birds para o cinema terá um ar ainda mais humorístico. Como podem imaginar, a versão brasileira terá o casal Marcelo Adnet e Dani Calabresa como dubladores dos personagens “Red” e “Matilda”.

Mas qual a história da animação?
Red possui sérios problemas para controlar sua raiva e terá a ajuda de Matilda, uma especialista em estresse.

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Quer ir no CCXP 2015?
O evento acontece de 3 a 6 de dezembro no São Paulo Expo, próximo à estação Jabaquara do Metrô, com conteúdos para fãs de quadrinhos, cinema, programas de TV, desenhos animados e outras áreas da cultura pop. Mais de 120 mil pessoas são esperadas nos quatro dias.

Lembrando que só sexta ainda tem ingressos na bilheteria.

CCXP 2015: Painel do Steve Cardenas nessa quinta feira!

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O segundo Power Ranger Vermelho, Steve Cardenas estreou na segunda temporada de Mighty Morphin Power Rangers nos anos 90, logo depois de uma conturbada saída de três rangers que interpretavam Zack, Triny e o Jason. Fazendo sucesso como Power Ranger Vermelho, Steve Cardenas, acabou mudando de “cor” na quarta temporada em Power Rangers Zeo, quando virou “azul”.

No painel do CCXP, Steve Cardenas convidou um fã que disse ser praticante de taekwondo a lutar com ele no painel “A Hora de Morfar”, no primeiro dia da segunda edição da CCXP – Comic Con Experience.

Entre as curiosidades do painel, Cardenas contou que foi escolhido entre quatro mil candidatos para o papel sem ter experiência em atuação, apenas em artes marciais. As gravações duravam em média 12 horas por dia.

“Sinto falta de estar no set de filmagens, mas tento tocar minha vida e espero fazer uma participação futuramente” Steve Cardenas

Steve Cardenas ainda revelou que gostaria de ter participado de “Power Rangers: Megaforce”, mas acabou não conseguindo ir por conflito de agenda. O ator agradeceu o carinho que recebe dos fãs até hoje.

Agradecimentos a assessoria do CCXP 2015.

CCXP 2015: Evento terá Spotify Zone com Call of Duty!

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Já marcou presença no CCXP 2015? O evento começou nessa quinta-feira e está repleto de atrações internacionais, mas quando o assunto é música, temos Spotify como trilha sonora do evento.

Está de bobeira no CCXP? Então vale a dica em visitar a Spotify Zone, um espaço com 72m2 com a temática apocalíptica.

Mas o que do Spotify estará no evento? Além de zumbis do Call of Duty: Black Ops III, teremos estações para experimentar o serviço de música.

Spotify Zone terá ainda uma arena com vários Playstations pra matar muitos zumbis e concorrer a prêmios de acordo com sua pontuação.
E aonde fica o espaço? Ao lado da Food Court e ainda receber informações sobre o Spotify.

E falando de Spotify, que tal algumas playlists do evento para escutar em?
Comic Con Experience
Call of Duty: Black Ops III (Official Soundtrack)
Agradecimentos a assessoria do Spotify Brasil

CCXP 2015: Painel com ilustrador da Marvel, Will Conrad

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Nessa quinta-feira começou a segunda edição do Comic Con Experience, e repleto de atrações internacionais, o evento está de volta e promete uma movimentação de nada menos de que 70 milhões de reais.

Reunindo artistas de mais diferentes áreas, CCXP 2015 tem como uma das principais atrações o painel com Will Conrad, ilustrador oficial da Marvel no Brasil. O papo com Will Conrad é uma produção da editora Novo Século, que tem lançado livros com adaptações da Marvel. Até o momento a editora lançou: “Homem-Aranha entre trovões”, “X-Men: espelho negro”, “Homem de Ferro: vírus”, “Vingadores: todos querem dominar o mundo”, “Homem-Formiga: inimigo natural” e “Guardiões da Galáxia: Rocket & Groot.

E como isso tem sido recebido pelo público? Nada menos que 8% do faturamento total da empresa em 2014 vem dos livros da Marvel.

Mas quais as novidades que a editora trouxe para CCXP 2015? O épico “Guerras Secretas”, de Alex Irvine, que narra um encontro destruidor entre os maiores heróis e vilões do universo Marvel. Outra novidade é a versão especial capa dura do livro “Guerra Civil”, ficção que está na lista das mais vendidas desde julho deste ano.

E o público do CCXP é importante para editora? Não só importante, como uma pequena fração das mais de 6 milhões de pessoas engajadas mensalmente através das redes sociais. Homens (57%) e mulheres (43%), com idade entre 18 e 35 anos, onde a maioria esmagadora (94%) faz compras pela web (quando a média nacional é de 20%).

A editora já confirmou que para 2016 e 2017: “Deadpool”, “Wolverine: arma X”, “A morte do Capitão América” e “Homem-Aranha: a última caçada de Kraven” serão os próximos lançamentos.

Agradecimentos a assessoria da editora Nova Século

NewPop Day – Editora NewPop anuncia 19 lançamentos!

Sabemos que foi no sábado (postamos lindos vídeos para vocês na fanpage do Facebook do JWave além de fotos, vocês viram??), mas mesmo assim segue resumo do que foi anunciado no New Pop Day.

Para quem não foi ao evento e não viu nossos vídeos, segue um resumão do que foi anunciado:

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– Relançamento do box Speed Racer e do primeiro mangá da New Pop, o 1945;

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– Relançamento do mangá Dark Metrô na versão “max” (equivalente ao big da JBC), englobará as três edições em uma única, com papel off-set;

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– Puella Magi Madoka Magica – Rebellion Story (3 volumes);

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– Puella Magi Suzune Magica (3 volumes);

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– Puella Magi Madoka Magica – Homura Revenge (2 volumes)

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– A continuação de Corpse Party, Another Child;

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– Calling (one-shot);

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– Girls und Panzer (4 volumes);

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– Morte (light novel em andamento com 3 volumes até o momento);

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– Star of Eroman (apelidado gentilmente pelo Junior Fonseca como “Bakuman de peitos”, conta com 2 volumes);

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– Velvet Kiss (4 volumes)

Quatro obras do mestre Osamu Tezuka, todas one-shot:

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– Niji no Prelude (a tradução literal seria “Prelúdio do Arco-Íris”, mas o título da versão brasileira ainda não foi definido);

– Pinocchio;

– Shin Takara-jima (A Ilha do Tesouro);

– Mangá Daigaku (um guia de “como desenhar mangá” elaborado pelo próprio Tezuka! ^^)

Alguns títulos baseados em jogos:

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– The Last of Us (one-shot);

– Tomb Raider (3 volumes até o momento, baseado no jogo de 2013);

– Halo: Initiation (volume único);

– Halo: Escalation (4 volumes até o momento);

Os últimos três anúncios foram os mais ovacionados pela galera presente no evento:

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– Helter Skelter (volume único), josei vencedor do prêmio Tezuka em 2004;

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E, finalmente as novels e o mangá de Log Horizon, um dos títulos “sensação” do momento. A novel conta até o momento com 8 volumes publicados e o mangá com um volume.

Quais desses farão parte de suas estantes?

Top 10 – Mangás que mereciam ser republicados no Brasil

Por: Giuliano Peccilli e Luana Tucci

A gente aqui no JWave sabe que o pessoal adora um ranking. Então, pra começar com chave de ouro, resolvemos revelar quais os mangás que, na nossa opinião, merecem uma republicação caprichada no Brasil.

Depois de muita discussão, voadora no dente e outros critérios de escolha que não vamos contar (ahahahahaha), segue nossa lista. São dez títulos no total e duas menções honrosas. Confiram:

Menção Honrosa Luana: Inu-Yasha (Rumiko Takahashi)

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Uma das coleções mais longas já publicadas aqui no Brasil, com 112 edições no total. Inu-Yasha foi publicado na íntegra, mensalmente, em formato meio-tanko de agosto de 2002 a julho de 2009. A história de Inu-Yasha e sua parceira humana (e irritante) Kagome Higurashi em busca da Joia de Quatro Almas é bem legal, alterna momentos de drama com o humor característico da Takahashi-sensei e acreditamos que merece uma segunda oportunidade de brilhar nas bancas brasileiras. Talvez agora num formato bacanudo como o BIG ou o do Death Note Black Edition. Eu comprava.

Menção Honrosa Juba: Shaman King (Hiroyuki Takei)

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Lançado em meio-tanko por aqui em 2013, o mangá acabou sendo cancelado no Japão e recebeu um final apressado. Quando foi relançado no formato para colecionador, acabou que o mangá recebeu o final idealizado, o que é muito desejado pelos leitores brasileiros. Se pensarmos num formato, temos um público de Rurouni Kenshin e Yu Yu Hakusho que podem acabar migrando para um relançamento do título por aqui.

10 º lugar: A Princesa e o Cavaleiro (Osamu Tezuka)

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Bem, só de falar Tezuka já dá pra sacar que o título é bom. A versão japonesa para as princesas Disney teve sua publicação por aqui de 2002 a 2003, porém em meio-tanko. Já que a publicação das obras de Tezuka no Brasil foi retomada, seria bacana que esse mangá fosse relançado num formato legal como o de Buda ou Dororo.

9 º lugar: Kekkaishi (Yellow Tanabe)

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Kekkaishi foi uma das gratas surpresas que a Panini trouxe no meio da avalanche de títulos que inundou as bancas no ano de 2010. Parecia um shonen como qualquer outro: garoto com potencial a ser explorado tem irmão que quer superar embora seu poder seja superior. Some-se a isso tudo o que a gente gosta: youkais, barreiras, humor; bata no liquidificador somado à capas mais legais do que as originais japonesas e você tem como resultado um título com “T” maiúsculo.

O problema é que, não faço ideia do porquê, mas o título não recebeu publicidade necessária e acabou sendo obliterado no meio de tantos outros títulos. Conclusão: sumiu das bancas no volume 19 e muitos fãs ficaram na dúvida. No Anime Friends deste ano, o título foi da “geladeira” para um “freezer”, meio que confirmando que as chances do título voltar são de mínimas a quase nulas.

Apesar disso, acredito que a trama de Kekkaishi é boa demais para ficar no limbo, então não custaria nada dar uma segunda chance, dessa vez com a atenção que a história merece.

8 º lugar: Peach Girl (Miwa Ueda)

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Um dos títulos cancelados pela Editora Panini. Sua edição brasileira era espelhada e meio-tanko, algo até comum na época (2003), mas potencialmente problemático, já que as outras editoras traziam o material na versão original. Verdade seja dita, a demografia shoujo não tem a atenção merecida pelos editores de mangá no Brasil, mas isso tem mudado desde o sucesso de Sailor Moon. Tivemos Aoharaido, Orange, Lovely Complex, entre outros títulos que prometem cativar este público.

Tendo um total de 18 volumes, a pergunta quer não quer calar é que, se shoujo vende relativamente bem, por que não investir no formato Big (ou formato Max, a versão da editora New Pop)? Teríamos 9 volumes (como Eden, por exemplo), e seria o primeiro título voltado para garotas nesse formato.

Peach Girl foi cancelado com a trama passando da metade, o que acabou deixando de lado a possibilidade de levantar debates e conversar com adolescentes, afinal este era um dos poucos títulos em publicação na época que falavam de problemas como gravidez na adolescência, prostituição, bullying, entre outros. Momo Adachi era divertida e tinha uma história intensa que merecia uma segunda chance no Brasil. Seja Big ou não, o que interessa é que Peach Girl merece a mesma atenção de Eden.

7 º lugar: Slam Dunk (Takehiko Inoue)

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Publicado pela Conrad em 2005, achamos que agora seria o momento ideal para Slam Dunk retornar às bancas. Se existe a rivalidade Kuroko no Basket X Slam Dunk, temos que ressaltar que o mangá além de divertidíssimo, teve as últimas edições lançadas apenas em eventos, numa fase em que a Conrad já vivia um momento complicado.

Considerando que a Nova Sampa perdeu os direitos de Vagabond e, consequentemente de Slam Dunk, estamos contando mais com a volta deste último do que com um novo relançamento das aventuras de Miyamoto Musashi em nossas bancas.

6 º lugar: XXX Holic & Tsubasa Chronicles (Clamp)

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Um dos últimos títulos da JBC lançados meio-tanko, ao lado de Tsubasa e Negima, XXX Holic merece uma republicação aos moldes de Rurouni Kenshin, Yu Yu Hakusho, Sakura Card Captors, Guerreiras Mágicas de Rayearth entre outros relançamentos da editora.

Mas só XXX Holic? Sabemos da conexão do mangá com Tsubasa Chronicles e, por essa razão, o lançamento intercalado com XXXHolic. Isso poderia ser trazido de volta e termos ambos os títulos num formato muito mais “agradável” para o colecionador.

Vale lembrar que no Japão os mangás ganharam uma versão de colecionador em capa dura e tal, porém não achamos que o mercado brasileiro esteja maduro para um lançamento desse porte e nem tem tiragem para tal, por isso o formato criado em Sakura Card Captors seria o ideal na nossa opinião.

5º lugar: Sanctuary (roteiro: Sho Fumimura/arte: Ryuichi Ikegami)

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Lançado pela (quase) finada Conrad já no formato tankohon em junho de 2006, Sanctuary fazia parte daquela linha de mangás meio alternativos nos quais a editora vinha apostando. A trama era bem densa e contava a história de dois jovens sobreviventes dos campos de extermínio no Camboja que resolvem refazer sua vida no Japão; Akira Hojo torna-se chefe de uma família yakuza e Chiaki Asami abraça a carreira política. A intenção dos dois é mudar o Japão, fazendo com que o país seja governado por pessoas jovens e não pelos babyboomers que já se conformaram em viver a vida sem as ousadias que esta proporciona.
Com uma trama dessas e o traço estonteante de Ikegami-sensei, fico chocada que este mangá não tenha vingado, sendo cancelado no sexto volume de 12. Acredito que ele poderia ser republicado tranquilamente, com as capas originais japonesas (muito lindas). Muita gente ficaria feliz (inclusive nós).

4º lugar: Tokyo Babylon (Clamp)

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Considerado quase “prequel” de X, Tokyo Babylon por mais que pareça um meio-tanko, na realidade foi publicado exatamente como saiu no Japão. Trazendo um clima que lembra as histórias de XXX Holic, temos em Tokyo Babylon a investigação de alguns crimes sobrenaturais em Tóquio, como também discussões retratando problemas da sociedade japonesa (e que funcionam para nossa também).

O responsável pela investigação desses crimes é o jovem ginasial Subaru Sumeragi, um onmyouji (uma espécie de sacerdote). Nas horas vagas, sua irmã gêmea Hokuto empurra-o descaradamente para o charmoso veterinário Seishiro Sakurazuka, o que não dá muito certo no final, já que Sei-chan tem um segredo um tanto quanto complicado. O mangá já foi relançado no Japão em uma versão de 3 volumes (algo parecido com o nosso formato BIG), o que poderia ser uma boa no mercado brasileiro, que já tem um espaço cativo para obras do Clamp.

3º lugar: Fullmetal Alchemist (Hiromu Arakawa)

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O mangá dispensa apresentações. A saga dos irmãos Elric em busca da Pedra Filosofal para restaurar seus corpos é muito amada no mundo todo, e não é diferente no Brasil. Contrariando a expectativa de muitos fãs, a edição brasileira das aventuras do Alquimista de Aço saíram por aqui em formato meio-tanko, o que fez com que alguns leitores boicotassem a edição. As 54 edições saíram com periodicidade quinzenal (a partir da edição 29, a periodicidade virou mensal) de fevereiro de 2007 a abril de 2011 e, além da saga completa, a JBC também trouxe os três guides. Nós particularmente achamos que a editora tem algo planejado para FMA assim que a republicação de YuYu terminar, mas fica a dica: as capas dos kazenbans japoneses são muito lindas! ^^

2º lugar: Fushigi Yuugi (Yuu Watase)

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Este título foi publicado completo no Brasil pela Conrad, mensalmente, de fevereiro de 2002 a janeiro de 2005, em 36 volumes (meio-tanko). O mangá contava a história da espevitada e gulosa (pra Magali nenhuma botar defeito) Miaka Yuki que, para fugir das pressões do Vestibulinho, fica fazendo hora na biblioteca e vai parar dentro de um livro cuja história se passa num mundo semelhante à China Antiga. Lá, ela se torna a Suzaku-no-Miko (Sacerdotisa do Deus Suzaku) e, junto com os sete Seishis (algo como “guerreiros estelares”), deverão chamar seu deus protetor para proteger o país. O traço da Watase-sensei, ainda que no começo de carreira, é muito lindo e os personagens carismático, tanto que chorei baldes em mais de uma cena (Watase-sensei é uma insensível às vezes). O problema é que, do volume 24 (acho) em diante, houve uma troca de papel e a coleção ficou meio esquisita, metade off set e metade pisa brite. Além disso, algumas opções editoriais na época com relação à tradução deixaram muitos fãs de cabelo em pé e, somando tudo isso, acreditamos que o mangá merecia uma republicação cheia de pompa (quem sabe, num formato BIG, por que não?), mas infelizmente não sinto cheiro disso acontecer.

1º lugar: Nausicaä do Vale dos Ventos (Hayao Miyazaki)

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Esse cancelamento fez todo mundo chorar rios de lágrimas. Uma história com uma mensagem ecológica muito próxima da realidade (haja visto os últimos acontecimentos no Brasil), a saga da princesa Nausicaä e sua luta para proteger a natureza que já não parece mais ter salvação emociona. O mangá chegou timidamente em julho de 2006 pela editora Conrad, mas não figurava nas bancas, apenas nas livrarias e lojas especializadas. A periodicidade era bem espaçada, mas o mangá parecia ir bem, ainda mais depois de um elogio dos japoneses, que disseram que a edição brasileira era a melhor edição de Nausicaä publicada ao redor do mundo. O título resistiu até o quinto volume, publicado em 2009, deixando muitos fãs chateados. Uma reedição do mangá seria muito bem-vinda, pois além de ser um pouco complicado de encontrar a edição da Conrad por um preço justo, a mesma está incompleta. Por mais que a arte seja linda, desanima.

Esse foi o nosso Top 10. Concordam com a gente? Façam sua lista nos comentários! 😉