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Editora Nemo lança álbum de tiras “Cerrado em Quadrinhos”

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Pensando em despertar a consciência do leitor para os problemas que o bioma do Cerrado Brasileiro enfrenta, o cartunista Alves idealizou este lindo álbum de tiras, “Cerrado em Quadrinhos”, uma publicação da Editora Nemo. Segue breve sinopse sobre o título:

“‘Cerrado em Quadrinhos’ é um álbum divertido que apresenta detalhes do segundo maior bioma brasileiro. Em um misto de bom humor e denúncia, o cartunista Alves resgata a importância desse local que abriga milhares de espécies e comunidades e esconde incontáveis riquezas.

Alves nos transporta ao bioma apresentando os perfis do Cerrado por meio de uma narrativa temporal e comparativa, onde o antigo e o atual se encontram para uma conversa direta com o leitor. Retratando um Cerrado que reúne também populações de indígenas, quilombolas, sertanejos e ribeirinhos, o cartunista tem o objetivo de unir suas forças às daqueles que já lutam pela preservação desse ambiente.

Com prefácio do biólogo e geógrafo Bernardo Gontijo, o álbum de Alves utiliza a arte a serviço da ciência ao capturar a essência do Cerrado e denunciar a interferência humana no espaço por meio de seu talento e traços únicos.”

Serviço:

CERRADO EM QUADRINHOS

Autor: Alves
Preço: R$29,90
Páginas: 64
Formato: 24 x 17 cm
ISBN: 978-85-8286-267-4
Editora: Nemo

Agradecemos à assessoria da Editora Nemo, que gentilmente nos encaminhou o release para divulgação.

Editora Nemo lança livros baseados no mundo de Minecraft

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Que Minecraft é uma das maiores febres do momento, todo mundo já percebeu. Pensando nos fãs do jogo, a Editora Nemo lança dois livros não-oficiais baseados neste universo: “A Batalha da Colina Zumbi” e “A Espada de Herobrine”. Seguem breves sinopses sobre os títulos:

“Em A Batalha da Colina Zumbi, primeiro livro da série Os Guardiões do Mundo da Superfície, a autora do premiado romance humorístico Cuba 15, Nancy Osa, apresenta Rob, um pacífico fazendeiro que, ao cair de um avião no Mundo da Superfície, se une aos membros do Batalhão Zero para encontrar o caminho de volta para casa. Juntos, eles tentam superar os desentendimentos para lutar contra zumbis, esqueletos, e vencer seu maior inimigo: o Doutor Sujeira.

Já em A Espada de Herobrine, o brasileiro Jim Anotsu, também autor de Rani e o Sino da Divisão (Gutenberg, 2014), nos apresenta Arthur e Mallu, irmãos que obrigatoriamente se unem para descobrir um caminho para casa quando são transportados para o Mundo da Superfície. A única esperança da dupla está em uma lenda muito antiga que envolve o ser mais perigoso e poderoso de que já se teve notícia. Nessa missão, os dois travarão embates incríveis contra aranhas, zumbis e demais seres noturnos daquele mundo, como os creepers e os endermen.”

Para quem ainda não conhece Minecraft, os livros são uma boa opção para tentar se aventurar despretensiosamente pelo universo e, além disso, se divertir com histórias bem bacanas.

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Serviço:

A BATALHA DA COLINA ZUMBI
Autora: Nancy Osa
Tradução: Ana Carolina Oliveira
Preço: R$ 24,90
Série: Os Guardiões do Mundo da Superfície
Páginas: 240
Formato: 14×21 cm
ISBN: 978-85-8286-258-2
Editora: Nemo

A ESPADA DE HEROBRINE
Autor: Jim Anotsu
Preço: R$ 24,90
Páginas: 208
Formato: 14×21 cm
ISBN: 978-85-8286-260-5
Editora: Nemo

Agradecemos à assessoria da Editora Nemo, que gentilmente nos encaminhou o release para divulgação.

JBook Review #09: De Volta para o Futuro – Os Bastidores da Trilogia

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Uma das franquias mais amadas do cinema completou 30 anos em 2015, mas não é apenas um aniversário; 2015 também é o ano em que Martin Mc Fly, protagonista da trilogia “De Volta para o Futuro”, desembarca no futuro (mais precisamente em 21 de outubro de 2015). Para celebrar esta data de forma apropriada e deixar os fãs tão malucos quanto o adorável Doc Brown, a editora Dark Side Books lançou um livro obrigatório para os fãs da trilogia: “De Volta para o Futuro – Os Bastidores da Trilogia” (We Don’t Need Roads: the making of The Back to the Future Trilogy, no original).

O autor

Cassen Gaines é um fã como muitos, porém com um diferencial: não ficou satisfeito só assistindo dezenas de vezes a trilogia. Desde que a viu pela primeira vez quando saiu mais cedo da aula por conta de uma febre e foi apresentado aos filmes em VHS pela sua tia, sua mente ansiava por saber cada vez mais sobre a história que o fascinou.

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Mas… Por que um livro sobre a trilogia?

Quando a série se aproximava do trigésimo aniversário e não havia indício de que ganharia um guia definitivo, Gaines arregaçou as mangas e foi atrás da realização do seu sonho de fã: entrevistaria a maior quantidade de pessoas envolvidas com a trilogia e que o ajudassem a desconstruir histórias fantasiosas sobre alguns fatos ocorridos durante a produção dos filmes.

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A história por detrás da história

Gaines abraçou a missão auto-imposta de bom grado e devo dizer que ele conseguiu: além de conseguir entrevistas muito relevantes e reveladoras com atores, diretores, produtores, bandas e com a maior quantidade possível de pessoas envolvidas com a produção, o autor ainda vai mais longe. O livro é uma verdadeira pesquisa não só sobre a história da trilogia como também do cinema, revisitando curiosidades impressionantes.

Em nenhum momento Gaines bajula os fãs, mostrando apenas as “flores”, pelo contrário; ele mostra que o caminho para que os filmes povoassem a imaginação das pessoas por três décadas (e contando) foi bem espinhoso, passando por episódios como as muitas rejeições sofridas por Robert Zemeckis e Bob Gale até a Universal aceitar fazer o filme; a escolha de Eric Stoltz para viver o protagonista Martin McFly e o modo como este infelizmente não se adaptou, sendo substituído assim que a primeira escolha, o então queridinho da América Michael J. Fox ficou disponível; a frustração da equipe como um todo quando Crispin Glover não quis participar dos outros filmes da trilogia por questões financeiras, o que obrigou os diretores a escolherem um ator parecido e isso ter causado problemas posteriores; o acidente quase fatal da dublê Cheryl William, que também causou um processo judicial, o motivo pelo qual o velocímetro deveria marcar 88 milhas (essa foi uma grande surpresa para mim), entre outras peculiaridades que só uma fuçada bem completa nos bastidores poderia trazer aos fãs.

"Back to the Future II" (1989)

A edição

A edição brasileira de “De Volta…” ficou muito bem feita. O livro está recheado de referências, imagens não só da trilogia como também de filmes contemporâneos a ela e nota-se que a tradução foi feito de forma bem cuidadosa, levando em consideração as duas dublagens do filme no Brasil. Só deu vontade de ver mais material colorido além das contra-capas, mas não sabemos o que foi disponibilizado para o autor.

Opinião

Pra ser sincera, nunca fui entusiasta desta franquia em específico, mas devo dizer que, mesmo assim, o livro foi um deleite. A cada página lida, um verdadeiro resgate da época e, porque não, uma nostalgia bem vinda daquele tempo em que nossa única preocupação era tirar notas boas e ser obediente. Nunca é demais reforçar, mas o livro está muito bem feito e é o tipo de presente que deixaria muitos geeks felizes neste Natal. Se puderem, não deixem de dar uma conferida. É mágico, ou deveria dizer, ciência pura?

Agradecemos imensamente ao pessoal da Darkside Books, que gentilmente nos encaminhou o exemplar para análise.

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JWave #272 | O Quinto Elemento

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O JWave dessa semana continua as comemorações de aniversário com o clássico “O Quinto Elemento”.

Já pensou se num dia normal cai uma ruiva e você descobre que ela pode salvar o nosso planeta do caos? É assim que começa as aventuras de “O Quinto Elemento”.

Juba, Calliban e o Mavericko que falam tudo desse clássico dos anos 90.

PARTICIPANTES


INFORMAÇÕES
Bruce Willis
Gary Oldman
Milla Jovovich
Luc Besson
Robert Mark Kamen

Também ouça JWave #87: De volta à Lagoa Azul
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Harry Potter e a Pedra- ilosofal

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Pottermore
Coleção Completa de Harry Potter – Pottermore
Harry Potter – Edição de Colecionador
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Widescreen – DVD
Harry Potter e a Pedra Filosofal – Blu-ray
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Definitiva – 3 Discos Blu-ray + Livro

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JWave #271 | Kimi ni Todoke

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[powerpress]

O JWave dessa semana é de Kimi ni Todoke.

Clássico dos shoujos, Kimi ni Todoke surgiu em 2005 e o podcast irá explorar o filme de 2010.

Você já conheceu alguém que sofria bullying por parecer alguém famoso na escola? Sim? E se fosse a Sadako da saga Ringu? Kimi ni Todoke conhecemos uma garota que se parece com a Sadako e sofre com isso, mas com as pessoas certas, acaba tirando vantagens disso e descobrindo grandes amigos.

Juba e o Sasuke comentam tudo sobre essa história e comparam com mangá e o animê, mas dando foco na adaptação em live action.

PARTICIPANTES

INFORMAÇÕES
Karuho Shiina
Shueisha
Bessatsu Margaret
Mikako Tabe
Haruma Miura

Também ouça JWave #267: 5 Centímetros Por Segundo (Byōsoku Go Senchimētoru)
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JWave #269: O Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa)

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Harry Potter e a Pedra- ilosofal

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Pottermore
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Vivendo no Japão #05: Um Otaku em Fukuoka

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Yo! Como prometido na semana passada, estou de volta esta semana com a segunda parte das minhas narrativas sobre ser um Otaku no Japão. Se você perdeu o texto da semana passada, confere aqui, porque tem uma visão mais geral sobre os lugares que visitei em Tokyo, Osaka, Kyoto e arredores. E depois de conhecer todos esses lugares, confesso que fiquei um pouco receoso quando ficou decidido que eu viria para Fukuoka, que fica bastante afastado do eixo  ̶R̶i̶o̶-̶S̶ã̶o̶ ̶P̶a̶u̶l̶o̶  Tokyo-Osaka. Porém, meu receio não poderia ter sido mais incorreto.

Primeiro, ouvi dizer que há algum tempo, Fukuoka era uma cidade teste de Marketing (e na verdade todas as pessoas que mencionaram esse fato disseram não saber se isso acabou ou ainda funciona). O que isso significa? Que Fukuoka era uma das primeiras, senão a primeira cidade a receber novas redes de lojas ou novas estratégias de marketing, como forma de averiguar se o mercado está quente para aquele determinado negócio. Isso significa que a cidade é muito rica em comércio e você pode encontrar de tudo aqui. Obviamente que isso no centro da cidade, não no meio das montanhas onde o campus de Ito (onde moro) fica situado.

Bem, Fukuoka não tem sua própria versão de Akihabara (como a Nipponbashi de Osaka), também não é um destino tão popular para os personagens de mangá, tal qual Kyoto, e não é terra natal de um Osamu Tezuka. Ainda assim, Fukuoka fica próximo de Nagasaki, e é lá que fica ancorado o navio da tripulação dos Chapéu de Palha (YEAHHHHHHHH! Não fui lá ainda, mas está nos meus planos para muito breve). Além disso, o centro de Fukuoka, onde fica a principal concentração de áreas de comércio e lazer, é bastante variado, “extenso” e ao mesmo tempo “compacto”. (COMO ASSIM?!) Eu diria que é extenso porque basicamente há uma faixa por onde esses locais se espalham, que passa por cerca de 4 estações de metrô, partindo de Hakata (a principal estação da cidade) até Tenjin (a área do fervo). E compacto, porque você pode facilmente caminhar entre estas duas estações (que possuem outras duas entre elas), em cerca de vinte minutos a passos rápidos.  Vamos parar de enrolação e falar de todos os lugares que um bom otaku deve conhecer (ou como eu chamo: “sábado nosso de cada semana”).

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Pokémon Center: Como de praxe, meu primeiro passei na cidade não poderia terminar sem uma passada pelo Pokémon Center. Localizado no oitavo andar da estação de Hakata, é uma parada obrigatória e rotineira, já que sempre há novos produtos, além da distribuição de pokémons para os jogos da geração atual. Tendo em mente a imagem nostalgica do PokéCenter de Osaka, eu confesso que achei bem pequena a loja de Fukuoka à primeira vista, mas recentemente fiz uma viagem para Osaka, e ao passar na loa de lá senti que minha memória estava uma pouco afetada pela nostalgia e ela não era tão impressionante quanto eu me lembrava, ela é maior sim, mas também tem uma espaçamento muito maior entre as prateleiras, o que, no final das contas significa que seu acervo não é assim tão maior que o daqui. Visitar o PokéCenter de final de semana é garantia de receber alguns olhares estranhos, visto que você vai ser um dos poucos adultos que não está acompanhando seu filho. Lá você encontra desde pelúcias, chaveiros, capinhas de celular e card games, a tolhas, peças de vestuário, material escolar e doces, tudo estampado por Pikachu e cia.

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Partindo da estação você pode dar uma passada pela enorme Yodobashi Camera (uma rede de lojas de departamento que existe espalhada por todo o Japão, que vende todos os tipos de eletrônicos e eletrodomésticos, além de ter uma linda seção de games e brinquedos, onde você pode comprar aquele seu Gundam montável por um décimo do preço que ele é vendido no Brasil), pode também dar uma parada no Book Off (outra rede de lojas que se encontra em todo o país, esta de produtos de segunda mão… melhor opção para você comprar as coleções de todos os seus mangás favoritos por 100yen cada, ou ainda comprar jogos, cds, dvds e até roupas e brinquedos, por preços bem atraentes – e vale ainda dizer que segunda-mão no Japão merece o uso do termo “semi-novo”), e após uns 7 minutos de caminhada você estará no save point da jornada: Canal City.

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Canal City é um imenso shopping center (um dos poucos que tem uma estrutura similar ao que chamamos de shopping center no Brasil) com lojas de todos os tipos, desde redes de roupa popular, até lojas de grife. No meio da construção passa um rio (é daí que vem o nome Canal), e esta área sempre está enfeitada de acordo com a estação (como agora no Natal), ou com algum tema especial (como dinossauros na época de divulgação de Jurassic World). O que realmente importa é que nos confins desse shopping incrível se esconde a maravilhosa Jump Shop. Simplesmente uma loja temática dos mangás pertencentes ao selo Jump (isso inclui Shonen Jump, V Jump, Young Jump, Jump SQ etc). A variedade de produtos segue a mesma linha do Pokemon Center, mas aqui, ao invés do Pikachu você terá Naruto, Dragon Ball, One Piece, Hunter x Hunter, assim como recentes sucessos como One Punch Man, Tokyo Ghoul, Haikyu, etc.

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E falando em One Piece, como vocês já estão cansados de saber, em uns 10 minutos de caminhada a partir de Canal City, finalmente chegamos em Tenjin, onde acima de tudo fica a Mugiwara Store! Localizada no sétimo andar do prédio Parco, aqui os atendentes estão vestidos de Marines, e suas compras são calculadas em Berrys *-*. A loja tem um estoque tão variado quanto o Pokémon Center, e aqui é possível encontrar produtos exclusivos de nossos piratas preferidos. Além disso, a loja tem um sistema de fidelidade, onde a cada 500 yen gastos (cerca de 5 dólares), você ganha um carimbo, e a cada 10 carimbos você recebe um pequeno cartaz de procurado de personagem, seguindo a ordem do sistema (que começa pelo Luffy, vai pela tripulação dos chapéu de palha, e depois entra nos coadjuvantes). A loja também oferece diversos brindes, tem algumas exibições bacanas (no momento a estátua do Sabo), e promove eventos, como a feira de exclusivos do Trafalgar Law, em comemoração ao mês de seu aniversário, em outubro.

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Após gastar suas Berrys todas com os tesouros da Mugiwara Store, você ainda precisa resistir à tentação das lojas que ficam na frente. Animega é uma loja de animês, que possui uma área sazonal, ou seja, as principais prateleiras variam seu conteúdo de acordo com o período. Há alguns meses a loja era toda preenchida por Naruto, devido ao lançamento do filme de Boruto, mas agora é algum tipo de animê de baseball. To na expectativa de acabar logo essa fase. Nesta loja também já ganhei diversos pôsteres e adesivos de brinde pelos meus gastos. E ao lado temos Village Vanguard, uma das minhas lojas preferidas da vida! Ela não é bem focada no publico otaku, é mais uma loja de variedades e importados. Ela possui diversas “áreas” com um tipo diferente de produtos. Por exemplo há prateleiras de mangás separadas por gêneros, prateleiras de produtos relacionados ao estúdio Ghibli, prateleira de Sailor Moon, outra de Dr. Slump, uma de Card Captor Sakura, e outras como Comics americanos, Disney, Super Mario, Yaoi e acessórios de moda, mochilas, óculos de sol. Enfim, qualquer coisa que você possa querer, talvez tenha aqui. É uma loja incrível para entender um pouco a moda urbana japonesa. Há também uma na Yodobashi Camera de Hakata, e uma na estação perto da minha casa (SOS!).

Se chegar 10 horas da manhã em Hakata, e procurar não perder noção do tempo em todos esses lugares descritos até aqui, ainda dá tempo de explorar Tenjin e visitar lojas como Mandarake, um acervo infinito de coleções de mangás, dvds, jogos e brinquedos, incluindo várias raridades; Tora no Ana, uma das principais redes de lojas otaku, aqui é seu destino se quer comprar doujinshis (fanzines); Animate, rede de lojas de goods oficiais de praticamente todos os animês da temporada, além de outros que continuam fazendo sucesso, mesmo não estando mais em exibição (Essa eu visitei muito em Kyoto, Osaka e Tokyo), vale dizer, que, pela minha impressão, a maioria das animates que já visitei parecem ter um forte apelo para o público feminino, com vários fanservices para fujoshi; Yellow Submarine, se você curte RPG e TCG, aqui é seu paraíso; etc. Não posso finalizar esse texto sem mencionar minha amada Tsutaya, uma rede que mescla livraria e locadora, onde você encontra livros e mangás novos ou de segunda mão, assim como CDs e DVDs em preços bem bacanas. Por ser também locadora, eles tem uma prateleira fixa de mangás que eram locáveis, mas que não tem mais utilidade, então eles revendem a preço de banana. Foi lá também que comecei minha incrível coleção de CDs, graças a uma promoção monstruosa onde, caso você compre mais de 3 CDs da prateleira de até 500 yen, você pega 50% de desconto e todos eles. Ou seja, menos de 3 dólares por CD. E já comprei CDs duplos, CD-DVD, DVD duplo por esse preço (sem contar que tem muitos CDs de 100-200yen nessa prateleira).

Pronto, agora estamos pobres, bora fazer igual o Onoda de Towamushi Pedal, e voltar pra casa de bike, pedalar por 1 hora e meia, porque gastamos até o dinheiro da condução. Mas ao menos estamos voltando pra casa com sacolas cheias de alegria e amor!

PS. Minha obsessão essa semana é perigosa. Então existe essa rede de restaurante chamada Sweets Paradise (já sabe onde quero chegar?). Pois bem, neste lugar fascinante você paga 1500 yen por um buffet à vontade de doces. Claro que também tem algumas opções de comida para você forrar o estômago e justificar que fez uma refeição antes de se empaturrar de bolos, tortas, mousses e tudo mais o que sua imaginação permitir. Bem, o nome é auto-explicativo, se você gosta de doces você vai se sentir no paraíso (e se for diabético, talvez você termine a noite no paraíso). Uma ótima pedida pra quem está querendo ganhar peso (QUEM?!). Bem, não bastava eu descobrir que existe um restaurante desse no acima mencionado Parco (eu já havia ido em um dessa rede em Kyoto), quando chegamos lá, a decoração do momento é toda especial de Shingeki no Kyojin *-*. Não preciso explicar mais nada né?

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JWavecast participa do BondcastOFF de Cavaleiros do Zodíaco

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O JWave participou essa semana do BondcastOFF de Cavaleiros do Zodíaco. Podcast especialista em 007, criou seu selo OFF e aborda temas de cultura nerd e fomos convidados para falar de Cavaleiros do Zodíaco por lá.

Gosta do JWave? Dá uma escutada no BondcastOFF.

Retire seu terno, guarde sua Wather PPK, vista sua armadura e eleve seu cosmo! Sabemos que todos estão esperando o Bondcast sobre 007 contra SPECTRE, então resolvemos deixar vocês ainda mais ansioso para falar de um animê que fez e faz parte da vida de muitos brasileiros: Saint Seiya ou Os Cavaleiros do Zodíaco!

Sergio Vasconcelos, Giuzão Chagas, Lucian Novo e Rildon Santos recebem Dr. Bruno Tucano e Juba (JWave) para falarem sobre os guardiões do universo, com destino de combater por um mundo ideal, Cavaleiros do Zodíaco, lutadores com poder astral, se o bate papo é demorado, o assunto é legal!
Com foco maior na saga das 12 casas e com muitas curiosidades, mostramos o porqueSaint Seiya ainda faz parte da vida de crianças e adultos.

BondcastOFF volta no mês que vêm com a edição #0010
Comente também no Facebook, Twitter ou mande seu e-mail para bondcast@bondcast.com.br

Aviso: O BondcastOFF não é jornalístico e não busca trazer um documentário completo sobre o assunto. O objetivo do nosso podcast é levar entretenimento com muito humor e as vezes um pouco de seriedade para aqueles que gostam de nos escutar.

Assine nosso feed:
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Tempo de Duração: 134 minutos
Lançado em: 18/11/2015

JWave #270 | Aladdin

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JWave está comemorando 6 anos e para comemorar estamos falando de um dos clássicos da Disney.

Direto de 1992, Aladdin cativou gerações com “Um Mundo Ideal”, ao traduzir para telas o conto do garoto árabe que ao encontrar uma lâmpada tem a chance de refazer sua vida. Será que o príncipe Ali vai conseguir se casar com Jasmine?

Juba, Camis, Leo e Calliban comentam tudo sobre esse clássico da Disney.

PARTICIPANTES



No JWave #270: Aladdin
Scott Weinger
Jonathan Freeman
Robin Williams
Linda Larkin
Frank Welker
Gilbert Gottfried
Douglas Seale
Ron Clements
John Musker
Ted Elliott
Terry Rossio
Ron Clements
John Musker
Walt Disney Pictures
Buena Vista International
Aladdin: O Retorno de Jafar
Aladdin e os 40 Ladrões
Série de TV
Videogames

Ouça também!
JWave #24: Nostalgia Disney Musical
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JWave #31: Enrolados
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JWave #47: Encantada
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JWave #64: O Rei Leão
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JWave #81: A Bela e a Fera
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JWave #152: A Pequena Sereia
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JWave #160: Frozen – Uma Aventura Congelante
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JWave #226: Cinderella
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Harry Potter e a Pedra- ilosofal

Harry Potter e A Pedra Filosofal – Pottermore
Coleção Completa de Harry Potter – Pottermore
Harry Potter – Edição de Colecionador
Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição Widescreen – DVD
Harry Potter e a Pedra Filosofal – Blu-ray

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JWave #269 | O Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa)

JWave Capa  269 Post site

[powerpress]

O JWave dessa semana é sobre o filme Makoto Shinkai de aproximadamente 40 minutos.

Já imaginou deixar a vida de lado e descansar ao som da chuva? E se você encontrasse uma pessoa que procura o mesmo descanso que você?

Juba e o Sasuke comentam tudo sobre essa história do mesmo diretor de 5 Centímetros por segundo e pode se dizer a melhor obra do diretor até então.

PARTICIPANTES

INFORMAÇÕES
Makoto Shinkai
Kotonoha no Niwa
Daisuke Kashiwa
Monthly Afternoon

Também ouça JWave #267: 5 Centímetros Por Segundo (Byōsoku Go Senchimētoru)
JWave Capa  267 Post site

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Doctor Who está de volta ao Brasil em novo canal!

Doctor Who S9 - Series Iconic

Para os fãs de Doctor Who, acabou sendo um baque quando a BBC anunciou que estava mudando sua programação e uma das séries que dançou foi a do “Doctor”. Agora, o Brasil volta a ter a série que emociona os britânicos há mais de 50 anos pelo canal Syfy.

Assim a BBC Worldwide e a NBC Universal International Networks finalmente fecharam um acordo para América Latina trazendo Doctor Who no Syfy.

E daonde a série será transmitida?
Teremos a reapresentação da oitava temporada, como também a estreia exclusiva da nona temporada.

Teremos reprise das primeiras temporadas?
Sim. As temporadas cinco a sete farão parte da programação do canal durante 2015 e 2016.

Mas o que é o Doctor Who?
Se você nunca viu, a série tem 52 anos e é a mais antiga série de ficção científica da televisão, e parte significativa da cultura popular britânica. A história segue as aventuras de um doutor, um Lorde do Tempo, que viaja pelo universo com uma sucessão de companheiros em uma nave espacial que viaja no tempo sob a forma de uma antiga estação da polícia britânica. O doutor combate uma variedade de inimigos, enquanto trabalha para salvar civilizações e ajudar as pessoas necessitadas.

“Mais de 50 anos e oito temporadas exibidas em redes próprias da BBC na América Latina ajudaram o programa Doctor Who a desenvolver um público fiel na região, onde a série tem um número excepcional de fãs fervorosos”, disse Anna Gordon, vice-presidente executiva e diretora gerente da BBC Worldwide América Latina/US Hispanic. “Nossa parceria com o Syfy reintroduz um dos shows mais aclamados de nossa empresa para a América Latina e traz a ficção científica e a fantasia aos dedicados fãs.”

“Syfy é conhecido por desafiar os limites da imaginação, e é, sem dúvida, o lugar perfeito para o icônico Doctor Who”, disse Klaudia Bermudez-Key, vice-presidente sênior e gerente geral da NBCUniversal Networks International América Latina. “Esta série é um complemento ideal ao rico conteúdo que podemos encontrar no Syfy, que atrai um numeroso público na região. Nossos telespectadores têm grandes expectativas no que se refere à qualidade de nossa programação e é exatamente o que estamos oferecendo”.

“Estamos muito felizes em contar com Doctor Who no Syfy Brasil. A série faz parte da história da ficção científica e a cada nova temporada conquista uma legião de fãs; é um programa que acompanha várias gerações. Certamente a novidade será recebida com muito entusiasmo pelos assinantes do canal que buscam uma programação diferenciada, que os leva a imaginar mais”, diz Paulo Barata, CEO da NBCUniversal International Networks Brasil.

E o que podemos esperar da nova temporada?
Chegando com a nona temporada, Doctor Who irá revelar o Doutor e Clara desfrutando a vida, embarcando em arriscadas aventuras no espaço e no tempo. A temporada contará com a participação de Michelle Gomez e Maisie Williams. Também teremos novos e antigos monstros e vilões, além de uma jornada para o fim do próprio tempo.

Expectativa
Altissima.

Quando estreia?
Ainda não sabemos, mas assim que tiver uma data, o JWave irá divulgar com mais detalhes.

Agradecimentos a assessoria do canal Syfy

Review | Turma da Mônica Lições

monica

Uma escolha impensada pode trazer consequências mas, ao mesmo tempo, ensinará uma lição inesquecível. Esse é o pano de fundo de Lições, a oitava Graphic MSP e a segunda da coleção trazendo Vitor e Lu Cafaggi como autores.

Tudo começa quando, por motivos diferentes para cada um, a turminha esquece de fazer a lição de casa. Com medo de nunca mais sair da escola se forem descobertos, Cebolinha propõe aos amigos que fujam da escola para não ter que confrontar a professora. O problema é que ao pular o muro, Mônica se desequilibra e o rei dos planos infalíveis não consegue segurá-la. O saldo disso é um braço engessado, uma semana de suspensão para cada um e, como se a situação já não estivesse feia o bastante, os pais de Mônica decidem transferi-la de escola.

Separada dos amigos, nossa dentucinha e sabichona agora terá que tentar fazer novos amigos, tornar-se mais feminina e lidar com as lembranças, que mais doem do que consolam. Já Magali, Cebolinha e Cascão terão que adaptar-se às novas atividades propostas por seus pais, o que pode parecer meio problemático sem uma pitada de criatividade e a certeza de que tudo irá se ajeitar no final.

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Opinião
Os irmãos Cafaggi conseguiram se superar mais uma vez. É possível notar que no período transcorrido entre Laços e Lições, a turminha amadureceu um pouco, pois já se passou mais de um ano desde o resgate de Floquinho. A turminha mais nova desenhada pela Lu (que povoa as lembranças especialmente da Mônica) está ainda mais fofa, pois as lembranças daquilo que nos faz muita falta nada mais é do que saudade, e a saudade embeleza as lembranças. Vitor também fez sua parte com louvor, pois além do amadurecimento já mencionado, ele teve o cuidado de fazer com que os personagens que apareciam pela primeira vez acompanhassem essa evolução, o que resultou numa história ainda mais redondinha.

A continuação de Laços está lotada de referências com gosto de infância, como o Yakult na mesa do Cebolinha, a referência aos valentões de “De Volta Para o Futuro” e às musiquinhas do disco da Turma da Mônica, lançado nos anos 80. Além disso, o carro abandonado que aparece em Lições também apareceu em Laços e em Bidu – Caminhos. O final da história surpreende e facilmente abre possibilidade para um terceiro volume, que fecharia o ciclo. Os “extras”, parecidos com as cenas pós-créditos dos filmes da Marvel, deram um toque ainda mais especial à conclusão.

Lições cumpriu seu objetivo não apenas como entretenimento, mas também no sentido literal de seu título: as escolhas que fazemos ao longo de nossas vidas são trampolins para o nosso futuro. Só depende da gente mesmo se as lembranças decorrentes dessas escolhas serão potencializadas pela saudade e, portanto, belas, ou se serão mergulhadas na tristeza, tornando-se amargas. De qualquer forma, qualquer que seja o gosto da lição aprendida, com certeza ela terá sido de grande ajuda para dar aquele passo importante ao seu crescimento interior.

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Vivendo no Japão #04: Um Otaku no Japão

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Yo! Depois de ter ficado uma semana sem postar, estou agora a todo vapor!

Nas minhas três primeiras postagens aqui eu falei um pouco sobre meu histórico e sobre a universidade de Kyushu. Na semana passada, saí um pouco da seriedade para relatar a experiência cultural do Halloween no Japão. No meio do relato, mencionei minha passagem pela One Piece Store. Imagino que alguns devam ter ficado curiosos sobre a loja, então pra hoje, resolvi preparar uma postagem especial sobre como é ser um “otaku” no Japão contar um pouquinho sobre as lojas que temos por aqui, etc.

(Antes de mais nada eu preciso esclarecer que eu sou estudante de cultura japonesa e eu sei de todo o conceito que o termo carrega. Porém, quando eu aplico essa palavra, estou usando no sentido que se consolidou fora do Japão, de fã de animê e mangá. Dito isso, vamos entrar no assunto principal.)

Quem me conhece há mais tempo sabe que eu já vivi em Kyoto por um ano, nesta época frequentei bastante Osaka, e também fiz duas viagens para Tokyo. Por que estou dizendo isso tudo? Porque estas são regiões muito “ricas” para otakus. Tokyo não é nem necessário falar, além de Akihabara, que é o paraíso na terra, ainda há diversas outras áreas que reúnem diversas lojas de encher os olhos de qualquer fã de animê, ou ainda que foram cenário de nossas séries favoritas.

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Entre elas posso mencionar:
Shibuya – grande área comercial e de diversão, foi cenário de animês como Chaos;Head e do game The World Ends With You, indispensável para fãs de música por suas lojas magnânimas, e também é o local onde fica a estátua do cão Hachiko, cuja história inspirou filmes, e personagens de mangás (como o cão da primeira ilha visitada por Luffy, e o apelido da Nana Komatsu em Nana).
Ikebukuro – lar da Otome Road, rua cheia de lojas de animês e mangás, porém em sua maioria mais tematizada para o público fujoshi (pra quem quer comprar yaois, aqui é seu lugar), e cenário icônico de Durarara!!
Odaiba – Nome famoso entre os fãs de Digimon, em Odaiba fica o famoso prédio da Fuji TV (destruído durante o ataque de Miyotismon), mas também é onde fica o Gundam em tamanho real (assim como o Gundam café, e um pequeno museu Gundam), onde o navio dos chapéu de palha aporta por um período durante o verão e onde é realizado o Comiket.
Nakano Broadway – Talvez o nome menos famoso desta lista, nesta região há um grande conglomerado de centros comerciais cujo andar superior é praticamente inteiro tomado por lojas de mangás e goods de animê de segunda mão. Um verdadeiro ponto de caça ao tesouro.
Sem contar, é claro, a saudosa Torre de Tokyo, que figurava os pesadelos de nossa querida Sakura, e quase todos os heróis do CLAMP.

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Já Osaka tem sua própria “versão” de Akihabara, a região de Nipponbashi. Assim como em Akiba, ali estão reunidas lojas de eletrônicos, games e animês… tudo pra vc perder um final de semana inteiro sem perceber.
Kyoto, por sua vezes, não possui uma área voltada para o público Otaku, suas poucas lojas especializadas ficam espalhadas e pela região comercial central. Porém, em Kyoto você encontra o incrível Museu Internacional do Mangá (que era bem perto da minha casa, por sinal), que contém um acervo gigantesco de mangás, que não dá pra dar conta de ler nem em uma vida, além de ter exposições especiais frequentes e reunir cosplayers todos os finais de semana. Kyoto também é um dos destinos prediletos das viagens escolares dos mangás, e você com certeza já viu a icônica cena do Rin (Ao no Exorcist), empolgado com a não-tão-empolgante-assim torre de Kyoto, ou a visita à Vila do Cinema pelos personagens de Negima, ou ainda o esplendoroso templo Kiyomizudera, cujas escadarias figuram praticamente todas as viagens para Kyoto. Vale lembrar que em 2013 foi ao ar um animê totalmente situado na cidade, chamado Uchouten Kazoku.
Ainda na região de Kansai, próximo a Kyoto e Osaka, fica a pequena cidade de Takarazuka, berço do teatro feminino, que inspira muitos shoujos, e também, poucos sabem, terra do Deus do Mangá, Osamu Tezuka. A cidade totalmente temática para o turismo relacionado ao teatro, esconde um pedacinho de um sonho, num prédio que abriga o museu do Tezuka. É um daqueles lugares que você deve ir uma vez na vida.

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E ainda nem mencionei o Museu do Ghibli e a Disneyland em Tokyo, o Universal Studios em Osaka, e os Pokémon Centers, que existem em várias cidades do Japão, inclusive nestas duas.
Dito tudo isso, chegamos finalmente em Fukuoka. Bem, Fukuoka fica bem afastada do eixo Kyoto-Tokyo, separada da ilha principal do Japão, na longínqua Kyushu. Fukuoka também não é um destino tão popular quanto Kyoto nas histórias, e não possui sua própria versão de Akihabara. Mas nem por isso os otakus aqui devem sentir-se desolados. Mas por hoje, acho que já falei demais, então na semana que vem eu volto pra falar realmente como um otaku se vira por aqui.

(TO BE CONTINUED…)

PS. Minha “Weekly obsession” é… One Piece! Ok, quem me conheceu por estes posts pode apontar que eu sou um viciado em One Piece, visto que 2, das minhas 3 weekly obsessions, foram relacionadas à ele (O boné e o Cosplay do Law). Mas veja bem, eu nunca me considerei um fanático por One Piece. Eu não coleciono o mangá, nunca assisti a nenhuma temporada do animê, não devo saber de cor o nome de nem metade dos personagens, e com certeza não sei o nome de metade dos ataques do Luffy. Por outro lado, eu li o mangá todo (e acompanho semanalmente), e considero provavelmente o melhor arrasa-quarteirões da Jump (e nem me fale em Hunter X Hunter, porque eu não acho Togashi tudo isso). Porém, ele nem passa pela minha cabeça quando alguém me pergunta sobre meus animês favoritos.
Acontece que, recentemente me dei conta que, parado no meu quarto, agora, se eu olho pra mesa à minha frente, ela é forrada por uma toalha de mesa do One Piece, à minha esquerda o Luffy me encara sorrindo sinistro da minha toalha de banho, no meu guarda roupa uma ecobag da One Piece Store escorrega pela porta, na parede o cartaz de procurado do Law, espalhado pela cama boné, chapéu, bandana, protetor de ouvido, chaveiro, action figure do mesmo personagem. Volto então os olhos pra mim mesmo e percebo que minha bermuda de dormir também é do One Piece, se bobear também estou usando uma das minhas cuecas do One Piece. Se por um lado isso pode parecer fanatismo, por outro, só mostra quanta mercadoria inspirada na série tem, a baixo custo e fácil acesso em qualquer canto do Japão.

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A razão para eu ter citado como minha obsessão da semana, no entanto, é outra. Essa semana enquanto passeava por entre as prateleiras das minhas lojas favoritas, me deparei com a edição 78 do mangá numa pilha em destaque. Esta edição já havia sido lançada há meses, mas só ao vê-la em destaque parei para prestar atenção na informação contida na luva sobressalente. Eu provavelmente já tinha visto esta notícia anteriormente, mas só agora fui tocado por ela. A luva comemorava a entrada da série no livro dos records, como a história em quadrinhos de um artista solo com o maior número de cópias impressas do mundo. Eu acho que nem preciso dizer mais nada, só puxar uma salva de palmas para o Oda, que há quase vinte anos vem publicando a série, quase que ininterruptamente, sem perder a linha, e sempre trazendo uma maior profundidade, pois quem acompanha a história toda, sabe que aquele mundo aparentemente maluco, esconde na verdade um cenário político bastante rico, que o autor vem desenhando aos poucos. Parabéns Oda, você carrega não apenas do legado do Toriyama, mas de toda a história da Jump e do shonen mangá.