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Jiraiya aparecerá em Shuriken Sentai Ninninger

Jiraiya Ninninger 3Os fãs de Metal Hero podem comemorar! O Incrivel Ninja Jiraiya participará do episódio de Shuriken Sentai Ninninger junto do NinjaRed e HurricaneRed.

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Como não poderia deixar de ser, o ninja será interpretado por Takumi Tsutsui. Ator que interpretou Touha Yamaji em sua série original em 1988.

A ultima aparição de Jiraiya foi no filme Super Hero Taisen Z quando os Gokaigers utilizaram as Metal Heroes Keys que foram dadas pelo Gavan Type G.

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Shuriken Sentai Ninninger é a 39º serie Super Sentai da Toei que está sendo exibida em 2015. O episódio com o team-up irá ao ar em Outubro.

Fonte: JeFusion

Anitta lança série sobre sua turnê no Japão!

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A cantora Anitta divulgou uma ilustração em mangá feita pela Paolla Pieretti e também lançou ontem uma série em duas partes sobre sua viagem ao Japão.

Anitta teve uma passagem relâmpago pelo Japão tocando principalmente para comunidade brasileira por lá, mas também fazendo sucesso com público local.

Turnê no Japão – Episódio 1 – Anitta

Review | Bidu – Caminhos

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A dupla talentosa de mineiros Eduardo Damasceno e Luís Felipe Garrocho nos conta a árdua jornada de um cãozinho até encontrar um porto seguro… e seu melhor amigo pelo resto da vida. Essa é a história de Bidu – Caminhos, a quinta Graphic MSP, publicada em 2014.

Franjinha, um garoto inteligente e levado, quer um cachorrinho para ser seu companheiro, assim como tantas crianças nessa idade. Por outro lado, seu futuro eleito está tão perto e tão longe, dependendo do ponto de vista de cada um.

Bidu é um cãozinho de rua que só deseja um abrigo. Após expulsar um ilustre morador de um carro num ferro velho, ele acaba se indispondo com um cão muito maior do que ele e… cai no mundo. Desse ponto em diante, Bidu e Franjinha cruzarão quase sempre os mesmos caminhos. Bidu fará outros amigos caninos e passará por muitos apertos; Franjinha continuará buscando seu parceiro enquanto cria novas invenções ao mesmo tempo até que, quando for a hora certa, os dois possam enfim encontrar-se.

Bidu – Caminhos é uma história bem criativa, singela e emocionante. O modo como os cães comunicam-se é único e nos faz pensar se não é assim mesmo que eles fazem. A persistência do Bidu e do Franjinha em continuar seguindo em frente é contagiante, bem como o modo como o garoto completou em sua cabeça a equação que o faria encontrar seu amigo.

Damasceno e Garrocho trabalham com ilustrações há alguns anos. Eles não se dividem entre arte e roteiro, apenas fazem tudo juntos e o resultado é sempre o mesmo: histórias cheias de possibilidades e belas mensagens.

Esta bela história ensina que, por mais, difícil que possa parecer a fase em que você está passando, a reta final sempre trará algo que fará você perceber que valeu a pena. No caso do cãozinho azul mais famoso dos quadrinhos, ele ganhou… um amigo para toda a vida.

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Review | Ultraman

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Um mangá de tokusatsu nas bancas brasileiras? Ta aí uma coisa que eu pensei nunca ver, mas a Editora JBC surpreendeu ao trazer o mangá baseado no popular personagem da Tsubaraya, o Ultraman.

Criado em 1966, Ultraman fez sucesso no Brasil para diferentes gerações, mas no meu caso, eu peguei a última reprise na Rede Manchete que tinha uma dublagem bem “inspirada” o que dava um ar engraçado a uma série que estava sendo exibida no final dos anos 90 pelo canal de Cavaleiros do Zodíaco.

Mas o que isso tem a ver com o mangá? O título é uma continuação direta do primeiro Ultraman e começou a ser publicado no Japão em 2011, pela Shogakukan na revista Monthly Hero´s. Só que como dica ao leitor, o mangá resume o que você precisa saber de Ultraman em poucas páginas iniciais e você não precisa assistir a série pra entender o que está sendo abordado na obra.

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Se você é fã de Ultraman, provavelmente sabe que Ultraman ganhou uma série de “irmãos”, inclusive universos alternativos (como Ultraman Tiga exibida pela Rede Record), mas fica o aviso que o mangá ignora os fatos e segue um outro caminho.

Mas não tem nada? O autor, Eiichi Shimizu, optou simplificar e criar um universo alternativo e com isso a série é focada no Hayata e na Patrulha Cientifica, considerando apenas a primeira série do Ultraman.

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A História

Se passou duas décadas desde que Ultraman foi embora. Shin Hayata  se tornou Ministro da Defesa enquanto sua antiga base, Patrulha Cientifica, se tornou um museu em homenagem ao Ultraman.

O engraçado dessa história toda é que Hayata não se lembra de nada referente a Ultraman. Isso acaba numa conversa com antigo amigo da Patrulha Cientifica e percebe que por mais o lugar tenha virado um museu, na verdade tudo está ativo exatamente porque todos desconfiavam que Hayata fosse o Ultraman. Sem contar que além disso, também porquê a qualquer momento poderia ter uma invasão alienígena.

A história acaba pulando mais 12 anos, quando conhecemos Shinjiro Hayata, filho adolescente do hospedeiro do Ultraman (O Shin Hayata)  e que acabou não se tornando um jovem normal, devido o “Fator Ultra”. Não sabemos como funciona o “Fator Ultra”, mas sabemos que dá super força ao Shinjiro e ele precisa bancar de “Clark Kent” para controlar seus poderes. Também sabemos que esse “Fator Ultra” é provavelmente derivado aos poderes do Ultraman original que seu pai havia sido hospedeiro há 3 décadas anteriores.

A partir daí que veremos as diferenças de Shin e Shinjiro, não só por um ser experiente e o outro não, mas também em explorar os poderes que o “Fator Ultra” dá a eles e o uso que cada um utiliza.

O ponto alto do autor é explorar o universo do Ultraman de uma forma “adulta”, focando e transformando cada peça desse universo de uma forma totalmente diferente da que conhecemos e aceitando esse lado “dark” inserido na obra.

Ultraman aqui não é mais aquele ser gigante que lutou contra os monstros, mas uma armadura tecnológica que protege aquele que tem o “Fator Ultra”. É nesse instante, que temos Shin e Shinjiro como possíveis candidatos a utilizar essa armadura e derrotar qualquer horda de alienígenas que possa aparecer.

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Versão brasileira

A editora caprichou na edição que chega com nada menos que 16 páginas coloridas e totalmente em offset. Sem contar rascunhos originais, carta do autor e preview do próximo volume que engradecem ainda mais a obra. Talvez tenha faltado um material extra que servisse de link pro público que conheceu a série original na televisão brasileira, mas é uma opinião sem saber como funcionou o licenciamento e se pode ou não inserir conteúdo adicional no título.

Tendo uma publicação bimestral, a revista chega ao preço de 14,90, sendo bem convidativo para quem não está acostumado a comprar mangás no mês. Numa opinião pessoal, Ultraman pelo formato escolhido, poderia até ganhar um destaque em livrarias, como Zero Eterno, Therma Romae, porém a Editora JBC optou lançar nas bancas, sendo facilmente encontrado nas bancas da cidade de São Paulo. Não vale a desculpa que não encontrou, exatamente pela grande quantidade de volumes nas bancas.

Vale uma curiosidade que Ultraman irá intercalar nas bancas com o mangá Gangsta que será lançado mês que vem. O título é a moda da temporada de animês e também é um “seinen”, tendo quase a mesma quantidade de volumes e sendo pensado para o mesmo público no Japão.

Para os fãs de tokusatsu, o que podemos esperar é que Ultraman seja o mangá bem vendido no Brasil, para trazer outros títulos do gênero para cá (Alguém disse Kamen Rider Black?).

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Review | Parasyte

JMangá Capa Parasyte Post

O planeta Terra não é mais “seguro”. Extraterrestres com aparência indefinida (uma mistura de ouriço com minhoca ou algo assim) resolveram invadi-lo e tomar os corpos daqueles que, em sua opinião, estavam contribuindo para a extinção de todas as criaturas: a humanidade.

Uma dessas criaturas não se deu bem em sua missão; ao tentar invadir o corpo do colegial Shinichi Izumi pelo nariz, foi impedido por mero acaso e não viu outra saída senão fazer uma nova tentativa pela palma da mão direita. Imaginando que estava no meio de um sonho muito bizarro, Shinichi luta bravamente contra seu destino, cortando temporariamente a circulação de seu braço direito com um torniquete. Quando seus pais entram no quarto preocupados com a gritaria, o garoto percebe que não há nada de errado (nem mesmo uma marca onde a criatura teria, supostamente, entrado) e volta a dormir. Durante o sono intranquilo, Shinichi ouve uma voz frustrada, lamentando-se por ter falhado.

Seu dia seguinte na escola é bem movimentado; sua mão direita age independente de sua vontade e molda-se como borracha de forma impossível em circunstâncias normais. Após algumas confusões, a criatura então revela-se ao seu hospedeiro e propõe que compartilhem o corpo. Ele começa a aprender sobre a sociedade humana, bem como tudo sobre o planeta Terra e suas particularidades. Agora, Shinichi e seu estranho parasita Miggy (derivado de “migi”, que significa “direita” em japonês) deverão conviver em harmonia, ao mesmo tempo em que tentam evitar que as criaturas que foram bem sucedidas na missão de invadir os corpos dos humanos tomem conta da Terra, matando seus hospedeiros.

Essa é a história de Parasyte, integrante da leva dos lançamentos do mês de setembro da JBC. O mangá estreou na revista Morning Open Zokan da Kodansha em 1988 e, posteriormente, foi serializado na revista Afternoon, em 1990, tendo 10 volumes publicados no total. O mangá, de autoria de Hitoshi Iwaaki, tem um traço bem característico dos anos 80 e alguns momentos bem humorados. Ao mesmo tempo em que o protagonista fica extremamente incomodado com a situação em que se encontra, ele meio que acaba se acostumando a ter um parasita vivendo em sua mão direita e tenta fazer com que essa relação evolua sem que ninguém se machuque (o que nem sempre é possível, já que as criaturas parecem ter algo que as atrai, fazendo com que confrontos sejam inevitáveis).

A edição brasileira conta com capas exclusivas, uma vez que os japoneses já não possuíam mais arquivos das capas feitas por lá na primeira publicação. Além disso, o papel (como todos os lançamentos vindouros) é offset, o que dá uma boa valorizada na coleção. A periodicidade será mensal.

Para amantes de histórias bizarras com um toque de humor, Parasyte é uma ótima opção.

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Review | Tokyo Ghoul

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Bem vindos a mais uma JMangá!

Nesta edição irei comentar sobre a nova aposta da editora Panini: Tokyo Ghoul.

Agradecemos a Panini por enviar o mangá para esta analise.

História

Estranhos assassinatos começam a acontecer em Tokyo. Devido à evidência líquida nos casos, a polícia concluiu que os ataques são resultados de uma criatura que se alimenta de outros seres, um “ghoul” do tipo “eater”. Dois amigos de faculdade, Kaneki e Hide, criam a teoria de que os ghouls estão imitando os humanos, por isso nunca são vistos ou capturados. Eles nem imaginam que essa teoria pode ser verdade e a coisa sair do seu controle. Kaneki acaba se envolvendo sem saber com uma dessas criaturas, que ao atacar o garoto acaba morrendo acidentalmente, mas o deixa seriamente ferido e a ponto de morrer. A única salvação? Um transplante envolvendo a própria criatura, mas que poderá trazer consequências terríveis para Kaneki. Não quero entrar muito em detalhes, mas o que acontece decorrente da cirurgia foram o que me cativou. Aliás, a história poderia acabar nesse primeiro volume visto que tem um final em aberto, deixando algumas pontas em que serão abordadas nos demais volumes.

Formato

As dimensões são as já conhecidas 13,7 x 20 cm, o formato padrão da editora. O papel da edição é o Brite 52g. Não podemos esquecer que o mangá possui impressão interna nas capas. O preço da edição é R$12,90 a cada dois meses. Em Tokyo Ghoul, a Panini apitou por testar outra gráfica, a Ideal Industria Gráfica. O maior diferencial foi uma notável diferença no papel, ele é notavelmente mais claro que o usual das publicações da editora.

Tradução e Adaptação

A tradução ficou a cargo de Fernando Mucioli. Como padrão da editora, possui honoríficos. Confesso que não lembro de ter pego algum outro mangá traduzido pelo Fernando, mesmo sendo o “primeiro mangá traduzido” por ele, o texto em si está muito bom e fluido, apesar da quantidade de nomes e honoríficos e contribui para a obra te conquistar.

Considerações finais

Tokyo Ghoul me conquistou muito facilmente, tanto pelo conteúdo da edição quanto pela história. Esse “novo” papel é realmente muito bom, não chega a ser tão branco quanto o offset mas é bem superior ao usado anteriormente (mesmo  aparentemente sendo de gramatura menor).

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JWave #258 | Tokyo Game Show 2015

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Essa semana aconteceu o Tokyo Game Show 2015 no Japão e vieram muitos anúncios das produtoras japonesa, em especial uma série de jogos de luta que realmente abasteceu o Playstation 4 até a próxima geração.

O site do JWave publicou algumas novidades anunciadas no mesmo dia que foram anunciadas no Japão, mas decidimos fazer um apanhado com a maioria das novidades em um formato de podcast.

Juba e Sasuke Rk destacam o que teve de bom e o que teve de ruim na edição 2015 do Tokyo Game Show.

PARTICIPANTES

Sobre JWave #258: Tokyo Game Show 2015
Leia as notícias
One Piece: Burning Blood é novo jogo de luta da série!
The King Of Fighters XIV é anunciado para Playstation 4!
Umbrella Corps: Novo jogo da série Residente Evil é anunciado!
Street Fighter V: Karin é anunciada no TGS!
Persona 5: Novo trailer e nova data de lançamento!
Ace Attorney: Phoenix Wright ganhará animê no Japão!
Ataque dos Titãs ganha jogo para Playstation 4!

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Ore Monogatari: Novo trailer do filme!

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No dia 31 de outubro, Ore Monogatari está chegando aos cinemas. Sucesso da Shueisha, o título é publicado pela Bessatsu Margaret, mesma publicação de “AohaRaido”, “Lovely Complex”, ‘High School Debut!”, “Orange” e tantos outros títulos que fazem sucesso entre as garotas no Japão.
Estrelado por Ryohei Suzuki no papel de Takeo Goda, Kentaro Sakaguchi no papel de Makoto Sunakawa e Mei Nagano como Rinko Yamato.

A história é sobre Takeo Gouda e Makoto Sunakawa que são amigos de infância, apesar da diferença de porte físico e psicológico de cada um. Takeo não é um exemplo de beleza, apesar de se mostrar forte e durão, ele também é bastante sensível e nunca é correspondido. Do outro lado temos, Makoto que é bonito, mas é indiferente em relação as garotas apaixonadas por ele.

Acaba que um dia, Takeo protege a Rinko Yamato de um tarado do trem ao bom estilo Densha Otoko. A Rinko fica grata ao Takeo, mas acaba que ele se apaixona por ela, mas acredita que esteja apaixonada pelo amigo Makoto. Está formado o triangulo amoroso de Ore Monogatari.

O filme irá adaptar o mangá ainda em publicação e ganhou uma série animada no primeiro semestre, agora chegando em live action nos cinemas.

Ore Monogatari será lançado nos cinemas japoneses no dia 31 de outubro.

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Vagabond muda de Editora no Brasil!

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A Editora Nova Sampa se pronunciou pelo Facebook sobre o licenciamento de Vagabond e sua situação no Brasil. Publicado originalmente pela Editora Conrad em seu formato tradicional, acabou que depois de um período de publicação, a editora substituiu e relançou em um formato luxuoso que acabou sendo suspenso no número 14.
Anos depois, Marcel Del Greco quando saiu da Editora JBC e começou uma nova fase da Nova Sampa, acabou licenciando Vagabond e continuando de onde a editora anterior parou.

Só que continuar um título parado no mercado há anos é um risco grande e fez com que as baixas vendas complicassem um relançamento no mesmo formato dos primeiros números e numa renovação de licenciamento o que fez que o título mudasse de casa no Brasil.

Ainda não sabemos qual editora publicará Vagabond no Brasil, mas levando em conta que Vagabond e Slam Dunk estavam meio que juntos nessa negociação, podemos pensar e supor que essa nova editora irá anunciar esses dois títulos.

Agora, considerando os mais de 30 títulos da Editora JBC, podemos esperar mais dois títulos de peso? Ou os dois títulos irão para Panini? Lembrando que a Editora JBC relançou Evangelion, Cavaleiros do Zodiaco que era Conrad, enquanto a Panini relançou One Piece, Dragon Ball e Monster (além de publicar 20th Century Boys que era uma promessa da Conrad quando concluísse Monster). Lembrando que dos títulos da Conrad, a editora retomou e concluiu Battle Royale, continuou Cavaleiros do Zodíaco: Episódio G, mas Blade – Lâmina Imortal e Nausicaa continuam ainda sem destino.

A Panini tem uma palestra com a editora de mangá Beth Kodama esse final de semana e talvez o anúncio de Vagabond em nova casa pode vir muito em breve.

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Leiam a mensagem da Editora Nova Sampa:

Caros amigos leitores, ontem à noite, recebemos uma notícia não muito boa para nós. Foi muito impactante e realmente pegou nos de surpresa.

Estávamos em renegociação sobre a republicação do Vagabond. No Começo, nosso ideal era continuar a publicação de luxo da Conrad, que parou no número 14, e paralelamente recomeçar do número 1, para os novos leitores. Infelizmente a crise nos abateu no final de 2014 e que paralisou a publicação. Em fevereiro de 2015 retomamos a renegociação do relançamento, e essa desenrolou até então.

Infelizmente a Editora Nova Sampa, não tem mais o direito de publicações das obras de Takehiko Inoue. Por isso informamos que estamos sendo obrigados a CANCELAR a publicação de Vagabond pela Editora Nova Sampa.
Agradecemos Takehiko Inoue pela oportunidade, e desejamos sucesso para a sua obra com a sua nova parceria.
Aos leitores, e amigos, muito obrigado pelo carinho.

JENS – EDITORA NOVA SAMPA

Bakuman: Live action ganha 4 Trailers!

0ad45160e8efb71d87ca25b0670c84fc1435713675_fullFalta menos de um mês para a estréia de Bakuman nos cinemas japoneses e assim a Toho liberou 4 novos trailers baseado nos valores que normalmente são abordados nos mangás da antologia semanal Shonen Jump. Estamos falando de Amizade, Amor, Esforço e Vitória,

Baseado no mangá de mesmo nome, Bakuman foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata que também ficaram famosos por Death Note.

Na versão cinematográfica, Takeru Sato (Samurai X/ Rurouni Kenshin) será Moritaka Mashiro, enquanto Ryunosuke Kamiki (Summer Wars) será Akito Takagi. A história segue o mangá que mostra dois jovens tentando emplacar um sucesso para a revista Shonen Jump, lar de diversos mangás famosos, como Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco, Samurai X/Rurouni Kenshin e tantos outros.

Bakuman faz referência ao universo dos criadores de mangás, fazendo homenagens e falando dos bastidores da publicação.

Paralelo a isso, a série em live action do Death Note acabou essa semana, e a Warner Bros japonesa anunciou um novo filme para a série.

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Fonte: Otaku PT

Review | Variante (completo)

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Depois de quatro volumes regados com muito sangue e vísceras voando por todo lado, “Variante – Requiem for the World” despede-se das bancas brasileiras. O quarto volume fecha com chave de ouro a saga de Aiko Honshô e seu braço a la Witchblade, numa conclusão eletrizante.

O assassinato brutal da família Honshô é o início de uma busca por respostas, especialmente depois que um de seus membros, uma garota de 15 anos, volta à vida misteriosamente após ser dada como morta. Seu coração voltou a bater pouco antes da autópsia e seu braço esquerdo, que foi praticamente separado do corpo, estava intacto.

O investigador Hiromi Sudô, a princípio designado apenas para tentar desvendar pistas sobre o crime, acaba conhecendo Aiko, despertando nela a vontade de continuar vivendo apesar das circunstâncias. Ele também vê nela a oportunidade para consertar erros de seu passado, do qual nunca se separou.

Aiko, por sua vez, encontra-se num dilema; ao mesmo tempo em que ganhou uma nova vida graças ao seu braço esquerdo híbrido, não consegue aceitar plenamente que seus dias de colegial e estudante de piano chegaram ao fim. Sem sua família e privada do convívio das pessoas, ela se vê num beco sem saída. Para legitimar seu direito de permanecer viva, Aiko deverá sujeitar-se à Atheos, uma organização misteriosa que realiza estudos um tanto quanto obscuros. A garota precisa lutar contra as quimeras, seres provenientes de manipulação genética mal-sucedida e que tornaram-se perigosos, pois estão descontrolados e sem supervisão, matando pessoas indiscriminadamente.

O problema é que, durante estes embates, Aiko começa a ter vislumbres do passado e passa a entender a verdadeira natureza das quimeras. Com essas revelações comprometendo tudo aquilo que tinha como uma nova verdade, a garota passa a questionar se realmente tem o direito de seguir em frente, deixando uma trilha de sangue atrás de si.

Sudô também precisa enfrentar os fantasmas do passado, ao mesmo tempo em que ajuda Aiko em sua missão e tenta desmascarar a Atheos.

“Variante” não tem um plot inovador, porém a forma como os fatos nos são apresentados motiva a permanência da leitura. Aiko é uma “mocinha” mais sofrida do que o usual; a vida não lhe dá trégua, mas mesmo assim ela continua seguindo em frente. Apesar de trazer um tema fantasioso, o mangá chama um pouco a atenção para questões éticas, como por exemplo o direito do ser humano à vida, não importa sob qual ângulo se analise.

Apesar de ser uma história um tanto quanto cruel, “Variante” cumpre seu objetivo; os personagens são carismáticos, possuem motivações legítimas e a trama surpreende a cada página, inclusive no final. Se você é fã de emoções fortes, não deixe de conferir.

Agradecemos à editora Sampa que, gentilmente, nos cedeu os exemplares para análise.

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Ataque dos Titãs ganha jogo para Playstation 4!

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Em época de diversos anúncios por causa do Tokyo Game Show, a KOEI Tecmo acaba de anunciar que Ataque dos Titãs ganhará um novo jogo para Playstation 3, Playstation 4, PS Vita.

O jogo está sendo produzido pela Omega-Force e irá cobrir toda a história que foi adaptada para animação na série de 2013. Além disso, a série terá algumas nocidades, como novas histórias dos protagonistas da série. Seguindo padrão de outros jogos de animação japonesa, o jogo terá os mesmos dubladores da série animada.

Foi liberado trailer e dá pra perceber que o jogo está mais bonito que os outros jogos lançados da série anteriormente.

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Fonte: Otaku PT