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Crítica | Morrendo e Aprendendo. A morte não é o fim de tudo

No final dos Anos 50 Penny( Alfre Woodard),Uma Mãe trabalhadora, Milo(Tom Sizemore) Um ladrão que está tentando se acertar na vida,Harrison(Charles Grodin) um frustrado aspirante a músico e Julia(Kyra Sedgwick)uma garçonete que vive “enrolando” seu noivo têm as vidas cruzadas ao embarcarem em um ônibus. Perto dali Um carro leva o casal Reilly onde a Sra. Reilly está prestes a dar a luz.Graças a um vacilo do motorista do ônibus, ambos veículos quase colidem. o Carro escapa mas o ônibus não tem a mesma sorte e cai de uma ponte matando todos os ocupantes. Mas ao invés de “irem pro Céu” (ou pra qualquer lugar que se vá após a morte) os espíritos dos 4 passageiros acabam ficando ligados ao pequeno Tommy que acabou nascendo no meio da confusão.Os 4 acabam se acostumando a ficar junto do garoto e o acompanham nos primeiros anos de vida.

Mas quando percebem que isso pode fazer mal ao garoto, já que só ele pode vê-los e falar com e falar com eles(o pessoal começa a desconfiar que Tommy é biruta),resolvem que é melhor desaparecerem pra sempre.Apesar de continuarem “presos” ao garoto eles não terão mais contato. E Assim o tempo passa.

Agora Tommy(Robert Downey Jr) é um homem crescido.Mas o homem que ele é não é motivo de orgulho pra ninguém. Thomas se tornou um homem de negócios praticamente sem sentimentos onde só o que importa é fazer seu trabalho não importando se passa por cima de alguém no processo.

É quando finalmente os 4 espíritos ficam sabendo o porque ficaram presos à Terra: tinham que contar com a ajuda do Tommy para resolver assuntos inacabados de suas vidas.Sem isso não poderiam “seguir em frente” mas agora chegou a hora de partir mesmo sem esses assuntos terem sido resolvidos. Mas como eles não sabiam de nada acabam ganhando um tempinho extra para resolver os tais assuntos.Mas o problema maior agora é: Será que Thomas vai ajudá-los ou vai achar que ficou louco de vez por estar vendo espíritos?

Walk like a man, talk like a man .Walk like a man my son!♪

Eu não sou uma pessoa que costuma se emocionar fácil..Principalmente com filmes,desenhos etc. Mas lembro que “Morrendo e Aprendendo” foi o primeiro filme que me deixou com um “Nó na garganta” e isso faz uns 15 anos.Sempre procurei esse filme seja em DVD ou por COFdownloadCOF mas nunca havia encontrado por uma razão muito simples: Em minha memória eu tinha certeza que o filme era com o Matthew Broderick e não com o Downey Jr não sei porque. Mas o que importa é que finalmente consegui Assistí-lo novamente e é tão bom quanto eu me lembrava.O filme é uma comédia mas tem os momentos em que até o mais coração de pedra vai ficar com os olhos marejados todos os 5 atores principais dão um show, em especial o Downey Jr. as cenas onde ele fica “possuído” por algum dos espíritos são impagáveis.O ator estava em alta na época já que no ano anterior(1992) havia estrelado o também ótimo Chaplin. e Com Morrendo e Aprendendo ele ganhou o prêmio de Melhor Ator pela Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films.

Outra coisa que eu quero elogiar é a trilha sonora.Não só as trilhas instrumentais são bem colocadas como a música tema “Walk like a man” é viciante e é impossível não ficar cantarolando ela por muito tempo depois.

Enfim, “Morrendo e Aprendendo” é uma bela história, uma ótima comédia como a muito não se vê em Hollywood e um drama que não chega a dar sono.No fim, o filme trata,como bem diz o cartaz promocional,de uma história onde 4 almas precisam de um corpo, e um cara que precisa de alguma alma.

Completamente recomendado.


Postado por Macgaren do Blog Clarim Diário

JWave #20 | Akira – Parte 1

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Bem vindo ao J-WAVE…

No dia 07 de novembro de 2009 nascia o podcast do JWave e de lá pra cá, muita coisa aconteceu. Hoje, o podcast é o segundo podcast mais baixado do Kombo Podcast e tem parcerias com sites como Jstation e Rádio Blast.

Foram 28 podcasts produzidos, sendo 20 podcasts e 8 podcasts pocket, aonde abordamos eventos, viagens, séries, filmes e música. Foram mais de 200 horas na produção desses podcasts, sendo produzidos mais de 25 horas de podcasts.

O JWave para comemorar o seu primeiro ano como podcast, muda de visual e agradece a parceiros e amigos. O novo logo do JWave é assinado pelo Yuki/ Fábio do AyuBrasil e S A R A N G i N G A Y O e agradecemos pelo carinho e comprometimento. Realmente, nós gostamos muito do novo logo e valeu mesmo Yuki.

Em setembro desenvolvemos a votação do público para o podcast de aniversário, e recebemos inúmeras sugestões, sempre divulgando o top 5 de podcasts mais votados naquela semana.

O público compareceu e escolheu Akira como o nosso podcast de aniversário e este podcast foi feito em parceria com o pessoal do Jcast. Ele ficou um pouco grande e assim, optamos dividir esse podcast em dois, assim falaremos desse clássico da animação japonesa hoje e na semana que vem.

Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban), Darkonix (@darkonix), Laivindil(@Laivindil) do Jcast vão analisar a obra que mudou a história da animação japonesa “Akira”.

PS: Essa edição não terá correios, por causa do especial de aniversário.

A HISTÓRIA DO JWAVE
Participação especial do Marvin (@depoisdocomeco) num breve resumo do que aconteceu em um ano de podcast no JWave.

TEMAS ABORDADOS
Katsuhiro Otomo
Akira mangá

VÍDEOS
Trailer Akira
Trailer da versão Blu-ray de Akira

FEED
http://feed.jwave.com.br

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Crítica | Resident Evil : Recomeço

Alice(Milla Jovovich) a super-heroína de Resident Evil está de volta.Depois de um pequeno desvio na sede principal da Umbrella,ela vai tentar reencontrar seus amigos dos quais se separou no final do filme anterior. Após descobrir que Arcádia, a tal terra prometida não fica no Alasca,Alice reencontra Claire (Ali Larter) e acabam indo parar(por algum motivo) em Los Angeles. lá a dupla se junta à um grupo de sobreviventes onde por coincidência um deles era Cris Redfield(Wentworth Miller) Irmão da Claire.

Juntos eles seguem para o verdadeiro Arcadia..mas no caminho terão de passar por uma horda de Zumbis famintos, cachorros de cabeça divididas e um enorme monstro com um machado maior ainda.Para enfim ficarem cara a cara com o líder da Umbrella : Albert Wesker.

Antes de mais nada devo dizer que não sou daqueles fãs chatos que xingam os filmes pelo fato deles não terem nada a ver com os games. Eu os encaro como uma realidade alternativa.e no mais, pelo menos pra mim,os jogos já se perderam a muito tempo quando deixaram de estourar cabeças de zumbis para perseguirem Espanhóis e Haitianos doidos.Resident Para mim só até o Code Verônica.

Dito isso vamos ao filme.

Pelo fato de eu só ter gostado realmente do primeiro filme, achado o segundo fraquinho e o terceiro uma droga sem tamanho,fui assistir à esse quarto capítulo com a expectativa lá em baixo e mesmo assim saí com um gosto amargo do Cinema. Ok, ele é melhor que o terceiro(coisa que não é muito difícil) mas isso não significa que seja bom.

O filme parece uma grande junção de cenas que no fim não levam a lugar algum.Coisas inexplicadas (como diabos a Alice escapou da queda do Avião no início?O que é aquele clone mal feito do Piramid Head(Silent Hill)? O bichão chega fica batendo num portão trancado com seu martelo/machado gigante(e mesmo assim não o derruba) quando invade o local, a cena parece apenas uma desculpa pra usar a modinha do 3D e acaba rapidamente. Outra coisa que me incomodou foram as cenas em Câmera Lenta.Ok.Uma vez ou outra, cenas assim causam impacto MAS NÃO A CADA 5 SEGUNDOS!!!Sério, se tirassem todas as câmeras lentas o filme ficaria uns 30 minutos menor.Ainda não havia assistido a um filme nessa modinha do 3D e digo que se todos forem iguais a esse, não perdi nada.As cenas consistem apenas em ficar jogando coisas em direção da tela. tirando a cena com o “Bag Head” e seu machado, nada realmente impressiona. Já vi 3D melhores até no Sexta-feira 13 parte 3 láááá de 82.Parece que fizeram o filme inteiro só pensando nessas cenas “Pô, mas isso não faz sentido!” “Não importa..fica legal em 3D e o pessoal vai esquecer todo o resto. Afinal o recente filme dos Smurfs piratas ensinaram que Pra quê história? Basta colocar uns efeitozinhos que o pessoal sai elogiando”.

Não sei se a Milla já está de saco cheio da franquia ou se estava com a cabeça em outra coisa, mas é nítida a falta de emoção que ela coloca em sua personagem.Tudo bem que ela não é uma coisa que se possa dizer: “Minha nossa! que boa atriz (Atriz boa sim, Boa atriz? não) que ela é”..mas isso é ridículo. A Alice está mais canastrona do que nunca. Sobre os irmãos Redfield não tenho o que dizer. Tanto Wentworth Mille quanto a “Bonitosa” Ali Larter fazem o básico e não decepcionam.Nos personagens o destaque vai mesmo para Shawn Roberts. Seu Wesker está, ao menos visualmente perfeito. até seus movimentos estão idênticos aos do Personagem. Ao menos nos vídeos que vi do resident 5 (Não, eu não joguei isso). Ainda sobre personagens,fiquem de olho na cena do meio dos créditos.Ao menos o pessoal que gosta de RE5 deve gostar (ou não).

No fim Resident Evil O Recomeço é um filme fraco, baseado exclusivamente nessa tecnologia 3D.Mas se você já aguentou o Resident Evil Extinção ou gosta desse negócio de 3D,esse não vai lhe parecer tão ruim. Do contrário é um filme para esperar sair em DVD e só.



Postado por Macgaren do Blog Clarim Diário

Fala Série Chris #35 – Florescer

Ola,

O Giuliano Peccilli do JWave participou do Fala Série Chris dessa semana sobre a série Blossom e estamos divulgando por aqui.

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Olá, amiguinhos!

Este é o FALA SÉRIE CHRIS, podcast com o universo das séries televisivas mais bacanas, fofinhas ou bizarras, apresentado por Chris Marques!

Nesta semana maldita, Chris recebe Giuliano Peccilli para falar de Blossom. Tudo bem que, no meio do caminho, eles falam de Power Rangers e outras coisas… e fazem uma promessa. Confira!

DURAÇÃO: 69 minutos.

Alternativando #91 – Entrevista: Calliban

Este é o Alternativando, programa que traz boas músicas com grandes convidados.

Neste programa, Tiago Andrade e Vinícius Schiavini recebem, em um programa maluco, Calliban, falando sobre Meninas Superpoderosas, INPE, bolachinhas (IT’S PEOPLE!), nerds porradores…

TRACK LIST DO PROGRAMA:
“Stand By Me”, John Lennon
“Sleeping Awake”, P.O.D.
“Mediócritas”, Karnak
“Eu sou 1337″, Desce a Letra

Mande seus e-mails para alternativando@dimensaonerd.com!

DURAÇÃO: 49 minutos.

Se você gosta de música, leia a revista eletrônica Psicodelia!

Crítica | Jogos Mortais: O Final

O último jogo mortal…ou não?

Olá Leitores..Depois de 6 filmes a “saga” do assassino Jigsaw chega ao fim. Estreou nesta Sexta no Brasil Jogos Mortais : O final (Ou Saw 3D) mas será que tudo isso valeu a pena ou a série foi mais longa do que deveria ter sido? continuem lendo porque…Eu quero jogar um jogo.
O filme começa no momento em que o Sexto filme termina, com o Hoffman tendo metade do rosto rasgado pela armadilha da Jill. E agora o sucessor do Jigsaw só quer se vingar. e Jill procura a ajuda do policial Gibson para protegê-la do serial Killer.

Ao mesmo tempo, um grupo de sobreviventes das armadilhas de filmes anteriores formam um grupo de auto ajuda para trocarem experiencias e tentarem superar o trauma. O grupo foi criado por Bobby Dagen um sobrevivente que fez fama e fortuna escrevendo um livro contando sua história de vida. Mas quando Dagen é novamente pego pelo Jigsaw o pesadelo recomeça.

Devo admitir que quando o primeiro Jogos Mortais estreou eu não me interessei muito pois mesmo que eu seja fã de filmes de terror,não gosto desses filmes gore onde apelam pra membros decepados e litros de sangue cenográfico sem propósito algum (vide “O albergue”) então só fui assistir muito tempo depois e me surpreendi muito.O filme tinha uma história bem amarrada reviravoltas e principalmente: um final que me deixa de queixo caído até hoje.Sem contar o próprio “vilão” que tinha como ideologia fazer suas vítimas darem valor às suas vidas(mesmo que isso significasse deixar um membro pelo caminho no processo.)

Como o filme foi realizado quase que de forma independente(tanto que o próprio escritor se escalou no elenco pra poupar gastos) e arrecadou milhões de dólares de bilheteria, a continuação era praticamente inevitável então veio o segundo filme que apesar de muito inferior ao primeiro,ainda era um bom filme e também contava com um final que surpreendia.A partir daí, começou a decair. não gostei dos filmes 3 e 4 apesar que tiveram a ótima idéia de matar o Jigsaw mas ainda continuar usando o personagem sem trazê-lo de volta indefinidamente. Quando Hoffman entrou em cena logo em sua primeira armadilha já vimos que ele, ao contrário do Jigsaw, não era lá muito chegado nisso do pessoal dar valor à vida . Pra ele pouco importava se as vítimas morreriam ou não.Ele queria era ver sangue.Mas apesar de algumas tramas paralelas interessantes Jogos mortais caiu naquela mesmice onde o carro chefe se tornou mostrar armadilhas cada vez mais elaboradas e sangrentas.Sem contar que o Hoffman não tem o mesmo carisma do John(Jigsaw). Afinal nós até nos compadecemos com a história do John e mesmo sendo errado, entendemos os motivos que o levam a fazer o que faz.

Mas é justamente essa em cima do 3D.

Mas é justamente essa mesmíce que faz com que Jogos Mortais :O final não seja tão bom quanto poderia ser.

A formula é praticamente a mesma do último filme com o Dagen seguindo um caminho pré determinado e encontrando pessoas conhecidas presas em armadilhas obrigando-o a fazer sacrifícios para tentar salvá-las.

O problema é que as tramas paralelas não é suficiente para nos importar-mos com elas. Por exemplo,todas as cenas envolvendo o policial Gibson são dispensáveis. a cena das metralhadoras chega a a ser bizarra. nem as armadilhas empolgam muito dessa vez. a do ferro-velho apesar de ter tido um propósito , serviu mais pra exibir o vocalista do Linkin Park que interpreta a vítima da vez.A única que chega a dar uma agonia é a que envolve um anzol no estômago de uma mulher mas nada mais que isso.e o 3D..ah..o 3D..se no Resident Evil,essa técnica tão alardeada atualmente só servia pra umas poses bonitas, em Jogos Mortais ela serve pra ficar jogando sangue,tripas e partes de corpos em você Ou seja nada que o Jason já não tenha feito em Sexta Feira 13 parte 3.Apesar de eu ter desviado de um destroço na hora de uma explosão, ainda não vi motivo pra tanta alardeação em cima do 3D.


Mas no saldo geral, Jogos Mortais 7 não é dos piores.Não sei se foi pelo fato de que eu esperava algo pior mas consegui me divertir com o filme. e particularmente duvido que esse seja realmente o final(Já que continua faturando horrores) mas se terminar por aí terá sido um fim digno,com uma história fechadinha e só pela ótima música tema (que acho uma das melhores) já terá valido a saga.Jigsaw marcou sua passagem pelo mundo dos seriais Killers do cinema.E Game Over.


Postado por Macgaren do Blog Clarim Diário

JWave #19 | Beetlejuice

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Bem vindo ao J-WAVE…

Estamos de volta no segundo dos podcasts especial de Halloween do J-Wave, sendo esse sobre Beetlejuice. Um dos primeiros do filme do Tim Burton, que foi lançado por aqui com o título: “Os Fantasmas se Divertem”, sendo um grande sucesso comercial e gerando um desenho de mesmo nome que fez a alegria da criança dos anos 90.

Eu (@juba_kun), Calliban (@calliban), Marvin (@depoisdocomeco), Tiago “Mad Max” Andrade (@madmaxandrade) e Vinicius “Schias” Schiavini (@Schias) do Dimensão Nerd, vamos relembrar outro clássico filme da Sessão da Tarde nesse Dia das Bruxas.

Essa foi a última semana que lemos o TOP 5 dos temas mais votados para ser podcast de aniversário. Semana que vem, vocês irão descobrir qual foi o tema escolhido pelos ouvintes do J-Wave.

CORREIOS
Tetsuo Kurata cantando o tema do Kamen Rider Black

TEMAS ABORDADOS
Tim Burton
Bettlejuice – Os Fantasmas se Divertem
O desenho do Beetlejuice
Os jogos de Beetlejuice

VÍDEOS
Trailer do Beetlejuice de 1988
Abertura do desenho de Beetlejuice
Beetlejuice – Cena do Banana Boat
Beetlejuice de Nes

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Meisa Kuroki, estrela japonesa em ascensão

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O nome de Meisa Kuroki, 21 anos, pode não soar tão familiar à maioria dos ouvidos brasileiros, mas certamente está fazendo barulho em outros pontos do planeta. O rosto da atriz, cantora e modelo é encontrado com facilidade na mídia japonesa, seja atuando em filmes e doramas (novelas japonesas) ou estampando campanhas publicitárias. Agora, ela conquista o mundo.

Para além do Japão, ela é representante da grife italiana Emporio Armani e foi convidada, recentemente, para estrelar uma campanha mundial da L’Oreal Paris, tornando-se a primeira japonesa a ocupar o posto de musa da marca de cosméticos.

Ela é um dos rostos nipônicos que vêm ganhando popularidade nos últimos anos, ao lado de nomes como Keiko Kitagawa. No Japão, foi eleita a celebridade com os olhos mais atraentes do país em uma votação intitulada “Olhos Brilhantes”, realizada em agosto de 2009.

Entre seus trabalhos atuais, Meisa interpretará a personagem Lola (Yuki Mori, no original em japonês) na adaptação para cinema do desenho animado Patrulha Estelar (Space Battleship Yamato, exibido no Brasil durante os anos 80, na Rede Manchete). O filme terá estreia simultânea no Brasil e no Japão, em dezembro de 2010, e está sendo produzido com tecnologia 3D.

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Quem é

Com mãe japonesa e pai meio japonês e meio brasileiro, Meisa é a caçula de quatro irmãs. Ela nasceu no dia 28 de maio de 1988, na cidade de Nago, em Okinawa. Seu nome verdadeiro é Satsuki Shimabukuro. A modelo, atriz e cantora foi descoberta por um olheiro, quando cursava o segundo ano do ensino médio, em Okinawa. Começando como modelo, ela estudou na Escola de Atores de Okinawa, onde se formou em 2007.
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Carreira de atriz
Meisa teve sua estreia no teatro em 2004, com a peça Atami Satsujin Jiken Pyonyang Kara Kita Onna Keiji. Seu primeiro papel principal no cinema foi no filme Onaji Tsuki o Miteiru, em 2005. Em 2007, seu talento como atriz foi reconhecido com o prêmio de Revelação do Ano do Golden Arrow Awards.

Desde sua estreia profissional, Meisa tem conciliado trabalhos como modelo e atriz de filmes e doramas. Um de seus papéis memoráveis na televisão foi a personagem Angela, da série 1 Pound no Fukuin, de 2008. O seriado é a adaptação do mangá (história em quadrinhos japonesa) de mesmo nome, criado pela autora Rumiko Takahashi, e conta a história de um boxeador com grande potencial que se apaixona por uma freira, chamada Angela.

Em 2009, a adaptação para cinema de Patrulha Estelar, um dos animes mais populares no Japão, foi confirmada com grande alarde. Meisa foi selecionada para o papel de Lola. A escolha lhe deu a oportunidade de contracenar ao lado de outro ícone pop do Japão, Takuya Kimura, ator e cantor no grupo Smap, que fará o papel de Wildstar.

A escolha de Meisa para o elenco gerou certa polêmica. Houve boatos de que o papel seria, originalmente, concedido à atriz Erika Sawaijiri, que tem fama de “encrenqueira”. Também especulou-se sobre a possibilidade de a opção por Meisa ter ocorrido por conta de sua relação com a agência Johnny’s, que administra a carreira de Kimura.
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Carreira musical
Em 2007, Meisa estreou como cantora, participando da trilha sonora da adaptação para cinema do mangá Crows Zero, na qual também atuou. A versão cinematográfica para os quadrinhos de Hiroshi Takahashi foi dirigida por Takashi Miike (Yatterman).

A história gira em torno de Takiya Genji (Oguri Shun), filho de um chefe da Yakuza que chega ao colégio Suzuran All-Boys com o objetivo de conquistá-lo. O filme ganhou uma continuação, tornando-se bastante popular nos cinemas japoneses.

O primeiro single da artista, chamado Like This, veio em 2008, pela Sony Music Records. Lançado de forma digital, a canção foi utilizada para um comercial da Toshiba, de que Meisa participou.

Em 2009, lançou seu primeiro álbum, Hellcat, que chegou à nona posição no ranking musical japonês Oricon. O trabalho mais recente de Meisa como cantora foi o lançamento do EP Attitude, que chegou às lojas pelo selo Studioseven Recordings, da Sony Music.
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Publicado originalmente no Portal Made in Japan

Relembrando o Famicom Disk System

Em 1986, chegava às prateleiras japonesas um complemento para o Famicom (NES no Ocidente), que poderia ser chamado de revolucionário, já que traria jogos na forma de disquetes, sendo mais baratos de ser comercializados e também os jogos ganharam pela primeira vez a função de salvar durante o progresso no jogo.


Assim, surgia o Famicom Disk System, um acessório que era encaixado no slot do cartucho e seu Famicom ganhava um drive de disquete. A Nintendo americana, estranhamente, nunca gostou disso, nunca lançando o Disk System no Ocidente, como também tendo que adaptar jogos desse sistema, como The Legend Of Zelda, para cartuchos e inventar uma alternativa para salvar os progressos de seus jogos (colocando baterias internas nos cartuchos).


Muitos jogos antigos, como Super Mario Bros., acabaram sendo relançados no Disk System, como fosse uma linha de grandes títulos. A idéia aqui era semelhante às publicações semanais japonesas, como a antologia em mangá Shonen Jump, lar de títulos como Naruto, Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco, que toda semana traz uma história nova pra contar. Aqui, com o Disk System, você ia numa loja de conveniência que tem praticamente em toda esquina no Japão, e comprava esse jogo em máquinas que ficavam ao lado de seu mangá favorito.


Foi assim que surgia títulos como Super Mario Bros. 2 (Super Mario: The Lost Levels, no ocidente) que eram praticamente versões mais difíceis do que já existia antes. Lembrando que muitas vezes os jogos tinham lado A e lado B, bastando virar o disquete e inserir de novo no drive.


A Nintendo tentou fazer algo semelhante no N64, trazendo o 64DD, porém, mais uma vez, o projeto acabou morrendo na praia e não trazendo nenhum lucro para a empresa.

Hoje, talvez, as lojas virtuais do Wii e do Nintendo DSi sejam herdeiros espirituais do Famicom Disk System.


Publicado originalmente no Portal Nintendo World

Super Mario World, a última série animada do Mario

Dando continuidade a série de desenhos do Super Mario Bros., chegou à vez de falar da terceira série baseada nos jogos do personagem, dessa vez Super Mario World. Dessa vez, a série foi produzida e lançada junto com Capitão N (na temporada anterior já haviam feito isso, mas a versão que chegou aqui não tinha o Capitão N), e os até então 22 minutos do desenho acabou virando 10 minutos para Super Mario World e 10 minutos para Capitão N, sendo os demais para abertura e encerramento das séries.

Sendo a mais curta das três séries, Super Mario World foi produzida em 1991, tendo apenas 13 episódios. Ela foi exibida no Brasil no programa TV Colosso, na Rede Globo, chegando bem mais tarde que as duas séries anteriores por aqui.

Descaracterização

Se em The Super Mario Bros. Super Show e Super Mario Bros. 3 haviam algumas mudanças em relação aos jogos originais, nada se compara ao que a DIC fez na produção desse desenho.

Por exemplo, se desde a primeira série Toad estava acompanhando os personagens, em homenagem a Super Mario Bros. 2, aqui o personagem roda e é substituído pelo garoto das cavernas Oogtar. No original, os dois personagens eram dublados pela mesma pessoa, o John Stocker, porém Oogtar é uma criação exclusiva na série animada.

A História

Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario, Luigi e a Princesa Toadstool acabam indo parar para Dinossaur Land. Nesse mundo, homens das cavernas vivem por lá, e Rei Koopa e os Koopalings aparecem para dominar esse mundo também.

Para quem nunca viu o desenho, pode parecer estranho, mas o Rei Koopa aqui já havia virado um personagem cômico, e mesmo seqüestrando a princesa algumas vezes, o seu plano de dominar aquele lugar beirava o ridículo muitas vezes.

Para se ter uma noção disso, no episódio Rock TV Koopa decide trazer uma invenção do mundo real, que é a Televisão, sendo que você paga uma moeda de ouro por hora. Mario chega a fazer uma ironia com Luigi, comentando que se fosse no mundo real ele teria que trabalhar para isso, mas aqui não havia problema, porque é só quebrar tijolos e estava resolvido. Logicamente, Koopa queria as televisões na casa dos homens das cavernas, para hipnotizá-los e fazê-los atacar Mario.

Outro episódio é quando Rei Koopa e seus filhos decidem juntos criar um circo em seu Castelo de Neon (sim, esse era o nome do castelo no desenho!), para atrair os homens das cavernas pra lá. Nesse episódio, eles adaptam Rei Koopa como chefe final em sua nave voadora, seqüestrando a princesa no final e ficando bem fiel a essa parte no jogo.

Porém, nada se compara a fama que o Luigi ganhou na Internet, graças a essa série. No episódio Mama Luigi, Yoshi está na cama e pede para o Luigi contar uma historia e ai é contada a origem do Yoshi. Luigi conta como eles chegaram naquele mundo e que Rei Koopa teria seqüestrado a princesa, enquanto novos inimigos, haviam rachado a terra, o feito cair por horas no centro da Terra. Misteriosamente, o desenho ignora a ilha dos Yoshis, como também que ele pode ser facilmente encontrado nas fases, optando dizer que Yoshi era um ovo que estava no centro da Terra. Luigi ao pegar o ovo e salvando ele de outros dinossauros maiores, acaba sendo chamado de Mamãe Luigi por Yoshi, gerando a piada que até hoje circula por sites, como You Tube.

Super Mario World ainda tem um especial de Natal em pleno mês de agosto, no qual Mario para acabar com as brigas entre os homens das cavernas traz a lenda do Papai Noel e de que apenas os garotos comportados ganhariam presentes. Rei Koopa tenta acabar com Natal das Cavernas, roubando os brinquedos, e acaba com o Mario vestido de Papai Noel e usando o Yoshi como rena para resgatar os presentes.

Mesmo descaracterizada, Super Mario World é uma série que deixa saudades. Agora que Mario realmente tem uma história como em Super Mario Galaxy, uma série baseada no jogo talvez fosse totalmente diferente do que foi feito antes.

Dublagem

Mais uma vez, o elenco que havia dublado as duas séries anteriores voltou reprisando seus papéis. Assim temos Antonio Patiño como Mario e Jomery Pozzoli como Luigi. Para o papel da princesa Toadstool, a dubladora Guilene Conte também reprisou o papel.

Abertura

Episódio Dublado

Publicado originalmente no Portal Nintendo World

As aventuras de Super Mario Bros. 3

Dessa vez, vamos falar da série As aventuras de Super Mario Bros 3, produzida pela DIC em 1990. Podendo ser considerada a segunda temporada de The Super Mario Bros. Super Show!, essa série traz algumas mudanças, deixando de ter seu bloco Live Action, como também novidades, advindas do grande lançamento da Nintendo daquele ano, o Super Mario Bros. 3. Nessa segunda série o grande destaque fica com os Koopalings, os filhos do Rei Koopa, que trazem bastante personalidade e um novo clima para a série.


A história

Mario e Luigi haviam salvado o Reino dos Cogumelos e voltado para casa, no Broklyn. A luta final com Rei Koopa havia resultado no banimento dele e em uma construção de um muro de 10 mil tijolos, tampando a entrada desse tirano.


Tudo estava em grande paz, quando Koopa foge e dessa vez volta com seus 7 filhos para invadir o reino numa ameaça nunca vista antes. Os filhos do Rei Koopa são: Cheatsy Koopa, Big Mouth Koopa, Kootie Pie Koopa, Hop Koopa, Bully Koopa, Hip Koopa e Kooky Von Koopa.


A série dessa vez acaba ganhando foco nos filhos do Koopa, na qual eles tentam a todo custo tentar dominar o Reino dos Cogumelos ao lado do pai. Assim, eles terão alguns planos bem bizarros, como ir para o Mundo Real e dominar a Casa Branca, pintar todos os moradores do Reino de Azul e Vermelho para entrarem em guerra entre si e até construir um objeto que dá direito a todos os Power-ups do Mario para o Rei Koopa.

Bastidores

Num total de 26 episódios, a série baseada no jogo Super Mario Bros. 3 teve alguns problemas durante sua produção. Seja os nomes errados dos filhos do Rei Koopa, como também as músicas que eles fizeram pra todos os episódios, que acabaram sendo substituídas ou regravadas.


Sobre a mudança dos nomes dos filhos do Rei Koopa, a DIC fala oficialmente que ela começou a fazer o desenho antes da versão americana do jogo da Nintendo e que seus nomes foram baseados na versão japonesa do jogo. Existe outra versão que diz que eles foram rebatizados pra não pagar royalties.


Veja adiferença dos nomes:

Desenho animado – Jogo
Kooky Von Koopa – Ludwig Von Koopa
Hip Koopa – Lemmy Koopa
Bully Koopa – Roy Koopa
Hop Koopa – Iggy Koopa
Kootie Pie Koopa – Wendy O. Koopa
Big Mouth Koopa – Morton Koopa Jr.
Cheatsy Koopa – Larry Koopa

A dublagem brasileira

Aqui, todo o elenco da série anterior voltou reprisando seus papéis: assim temos Antonio Patiño como Mario e Jomery Pozzoli como Luigi. Para o papel da Princesa Toadstool, a dubladora Guilene Conte também reprisou o papel, como também Oberdan Jr. dublou Toad novamente.


Porém, a série foi relançada em DVD recentemente e foi totalmente redublada, sem o elenco original e com qualidade inferior.

A dublagem original

A redublagem


Publicado originalmente no Portal Nintendo World

King Koopas Kool Kartoons

O sucesso dos desenhos do Super Mario Bros. nos EUA,acabou fazendo que seu rival, o Rei Koopa (Rebatizado de Bowser anos depois) acabou ganhando também uma versão em Live Action. Comparado ao Bozo pelos americanos, King Koopa´s Kool Kartoons era um programa no qual Rei Koopa apresentava desenhos e presenteava a criançada com brinquedos e acessórios de videogame da Nintendo, como o coqueluche da época, a Power Glove.


O programa acabou ganhando apenas uma temporada entre 1989 e 1990, sendo exibida pela KTTV Fox 11 em Los Angeles. Tendo um alcance tão pequeno, o programa passou despercebido, sendo relembrado graças a fãs daquela época.

Rei Koopa foi interpretado pelo ator e dublador Chris Latta, que na mesma época fazia a voz dos personagens Moe e Sr. Burns na primeira temporada de Simpsons. O ator usava uma fantasia e uma máscara que usava as feições do personagem, criado para os desenhos da DIC da época.


Durante o programa, passava diversas animações da década de 20 e 30, que eram de domínio público. Algumas séries mais recentes, como Muppet Babies, também foram exibidas no King Koopa’s Kool Cartoons.

Mesmo parecendo um programa de gosto bem questionável, King Koopa’s Kool Kartoon ganhou prêmios na época que foi pro ar.


Publicado originalmente no Portal Nintendo World