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Falece o ator de Spectreman

O ex-ator Tetsuo Narikawa morreu de câncer pulmonar no dia 1 de janeiro. Ele tinha 65 anos.

Narikawa começou carreira em 1968 e fez diversos programas da televisão japonesa. Ele foi o protagonista da série de Tokusatsu “Spectreman”, no início dos anos 70 pela PP Productions, a mesma produtora de Lion Man. Atualmente, o Tetsuo era conhecido por ser um artista marcial. Ele era o presidente e instrutor do estilo Seidokai Genseiryu de karatê.

A série Spectreman foi exibida no Brasil pelo SBT, nos anos 80 e 90, no Programa do Bozo. Até hoje, seus personagens são lembrados por aqui, como Dr. Gori.

Fonte: Tokyograph

Crítica | ROOKIES

Muitos podem dizer que é mais um dorama de esporte, porém ROOKIES impressiona desde o primeiro momento. Primeiro pelo seu elenco cheio de estrelas como Sato Ryuta, Koide Keisuke, Takeru Sato, Shirota Yu, Nakao Akiyoshi, Ichihara Hayato entre tantos outros. Segundo por ter sua música tema, do grupo GReeeeN e ter sido a música mais tocada em karaokês no Japão. Ainda em termos musicais temos a música Kiseki como destaque ao lado de Prisoner of Love da Utada Hikaru (do dorama Last Friends), no jogo Taiko no Tatsujin 12, sendo divulgada que era a música tema do dorama.

Quando comecei assistir a série, e percebi que seria uma série aonde um professor faria uma turma derrocada de baseball renascer, pensei que já tinha visto isso antes. Na verdade, já tinha mesmo, já que acompanhei a professora “yakuza” Yamaguchi Kumiko (interpretada por Nakama Yukie) em Gokusen, o professor “motoqueiro” Onizuka Eikichi em GTO (interpretado por Sorimachi Takashi) e por fim o advogado e também professor Sakuragi Kenji em Dragon Zakura. Será que o ator Sato Ryuta conseguiria-me surpreender e trazer uma nova faceta de um professor que luta pelos seus alunos? Pois bem, surpreendeu e foi muito mais além de que todos anteriores citados, pegando uma turma digna de viver no mesmo universo de Crows ZERO, portanto um caos na Terra.
Porém o que esperar de um mangá popular da Shounen Jump adaptado na forma de dorama? Não só isso, ROOKIES se orgulha de ser o nono título mais vendido da Shounen Jump, com 2.765.163 cópias vendidas. O mangá criado por Masanori Morita, demonstra ainda resquícios de uma violência exagerada, o que seria uma certa influência de quando trabalhou como assistente com Tetsuo Hara em Hokuto no Ken, outro clássico da Jump. E precisamos lembrar que a Shounen Jump é o berço da maioria das produções japonesas exibidas na televisão brasileira e lançadas nas bancas brasileiras?
Se as maiorias das produções da Jump viram anime, ROOKIES foi adaptado em dorama, nas mãos de Izumi Yoshihiro. E que não é nada desconhecido, tendo trabalhado em Yaoh, Sailor Fuku to Kikanju, Hanayome to Papa e no especial Anmitsu Hime.

Na maior parte da série, tivemos como diretor, Hirakawa Yuichiro que só tem série de nome em seu currículo. Só pra ver um pouco do currículo dele: Temos desde o excelente Stand Up!!, passando por Good Luck!!, Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu, Byakuyako, Sailor Fuku to Kikanju e até os sucessos de 2009, como MR. BRAIN e JIN.
Produzida pela TBS, um dos melhores canais de produção de doramas, a série foi exibida as noites de sábado às 20 horas, num total de 11 episódios. Faturando cinco prêmios da 58th Television Drama Academy Awards nas categorias: melhor dorama, melhor ator (Sato Ryuta), melhor ator coadjuvante (Ichihara Hayato), melhor tema (Kiseki – GreeeeN), e faturando o Special Award – Nikogaku Nine. Além disso, a série ganhou como melhor dorama renzoku da 2nd Tokyo Drama Awards e 13th Asian Television Awards. Portanto, haja fôlego que ainda nem entramos na série.

A história
A escola Futakotamagawa contrata o professor inexperiente para o cargo de literatura japonesa chamado Koichi Kawato (Sato Ryuta). Tendo um histórico nada animador, como ter espancado e arremessado um aluno do segundo andar, Koichi Kawato chega à escola com um sorriso pronto pra “domar” a difícil classe do segundo ano.

Os alunos do clube de baseball não freqüentam as aulas, causam confusão, usam a sala do clube pra jogos e até pra sexo com alunas da escola. Os alunos foram proibidos de jogar, depois que foram suspensos por agressão durante um jogo, sendo proibidos de jogar por seis meses. A escola para não expulsar todo mundo, dá certos privilégios aos alunos, e a contratação do esquentado Kawato seria ideal para expulsar a turma da escola.
Porém, todavia, no entanto não é bem isso que aconteceu já que Koichi Kawato compra o sonho de jogar baseball e as muitas discussões e porradarias (você nunca vai ver tanto sangue, porradaria e um professor sofrer agressões, como nessa série), ele consegue convencer Mikoshiba Toru (Koide Keisuke) a não abandonar a escola por seu sonho de jogar baseball. De brinde, o professor ganha a chave da sala de baseball e começa uma enorme revolução, tirando tudo que não remetia ao sonho do time de ir jogar em Koshien.

O segundo a acreditar no professor é o Sekikawa Shuta (Nakao Akyoshi) que acaba levando uma porrada de Shinjo Kei (Shirota Yu) desmaiando inconscientemente ao ter sua cabeça estourando a janela do banheiro.
Assim os alunos vão acabando entrando aos poucos pro time, na porradaria, o Kawato solta uma frase celebre que eles são amigos que não conseguem conversar e resolvem na porrada suas diferenças.

Desde o primeiro momento, Kawato não recebe apoio nem do diretor, e nem mesmo dos professores da escola. Todos ali, com raras exceções, estão esperando que sonho do Kawato se despedace entre as brigas dos alunos.

E bom, sobre as brigas, o próprio Kawato faz muita vista grossa, esperando a união do time, que ele como treinador, está aprendendo e sabe bem menos que todos ali.

Aniya Keiichi (Ichihara Hayato), o melhor arremessador do time, está de volta e com isso o time está quase completo. A sua volta é bastante tempestuosa porque ele também tinha um sonho e tinha receio desse retorno inesperado por causa do professor.

Participando de treino com uma escola vizinha, o grupo ganha confiança e volta a treinar intensamente. Porém ainda falta o retorno de Shinjo Kei que é digno de ser um personagem misterioso e confuso, que só quer jogar com os amigos, mas não se aceita parte do grupo.
Kawato decide que o inseguro Mikoshiba tem que ser o capitão do time, assim sendo um desafio pessoal e do time, em manter unido, e atravessar os obstáculos criados por ele mesmo de insegurança.
O maior desafio do time é enfrentar seus fantasmas do passado, assim começa um jogo amistoso com uma escola vizinha em que um dos principais jogadores é um ex-parceiro do time. Um dos culpados pela briga de seis meses atrás e que trocou de escola continuando ser violento e bagunceiro, como eles eram no começo da série.
Será que eles vão conseguir ir pra Koshien? Tem muito chão pela frente, mas Kawato claro que não só eles vão pra Koshien, mas que ambos vão sorrir em sua formatura daqui um ano.
A série ainda ganhou um filme nos cinemas, lançado em maio de 2009, chamado ROOKIES: A graduação, chamando grande atenção e sendo um sucesso.

ROOKIES é altamente recomendável, principalmente para que gosta de séries como Gokusen, GTO, além de ser uma boa pedida, pra quem esperava uma série de baseball desde H2 – Kimi to Itahibi.

Opinião | Entre Amor e Ódio, E o Fim do Power Rangers!

Mighty Morphin Power Rangers

Muita gente aqui adorou o podcast sobre Power Rangers e foi com certeza um dos temas polêmicos quando estamos entre o público que gosta de cultura pop japonesa. Por que? Justamente porque uma fatia desse público aprendeu a gostar de cultura japonesa graças as séries japonesas como Jaspion e Changeman, que pertencem ao um gênero japonês chamado Tokusatsu.

A invasão de Power Rangers no Brasil veio depois que o tokusatsu alcançou seu desgaste na televisão brasileira. Lembrando que começo dos anos 90, tivemos a cerca de 12 séries de tokusatsu exibidas ao mesmo tempo no país o que gerou um desgaste da mesma.
Power Rangers está ai há 17 anos no ar e sábado agora está acabando e entrando na “era da reprise” com a estréia de Mighty Morphin Power Rangers em alta definição. Sinceramente gosto muito da cronologia de Power Rangers até o espaço, por isso adorei saber desse relançamento, porém tenho minhas ressalvas.

A volta de Power Rangers trás o fim das séries atuais, como também o fim das produções na Nova Zelândia. Ruim ou bom, as séries na mão Disney, evoluíram não tanto em roteiro e carisma, mas em termos de filmagem e lutas. Cansamos de ler opiniões de fãs de ambas as produções, que Power Rangers teve lutas muito melhores coreografadas do que as suas versões originais Super Sentai.

Desde Galáxia Perdida, os americanos optaram não ter mais um elenco fixo, e sim um elenco por série, assim toda mitologia de Power Rangers foi jogada no lixo em troca de uma cópia do sistema japonês.
Não bastando isso, a última série Saban e a primeira Disney eram cópias xerocadas das suas respectivas versões originais.

A única série que fez questão de voltar a mitologia foi Dino Trovão que fez um trabalho muito interessante e bastante superior a série versão japonesa, Abaranger. Dizem as lendas que Abaranger foi feito para homenagear os americanos com o legado criado em Power Rangers.

Os fãs graças a internet que evoluiu nesses 10 anos, que existia um mundo novo a ser explorado, ao encontrar download de episódios das versões originais dos Power Rangers. As séries principalmente da época Disney o público conseguiu comparar com as originais. Porém por que essa relação amor e ódio?
Power Rangers foi feito porque o público rejeitava as séries japonesas, assim não adianta questionar. O público ocidental tem uma ressalva e as empresas não apostam suas fichas quando o assunto é cinco heróis japoneses defendendo seu país Japão.

A adaptação deu certo, gerou dinheiro, e foi um grande marco no segmento infanto juvenil nos anos 90. É inegável a entrada de dinheiro na companhia que fez ela crescer a ponto de engolir a Fox Kids do grupo Fox.

Como qualquer outro boom, Power Rangers teve problema de ser levado adiante, não foi a toa que a série quase foi cancelada em Power Rangers Turbo. A série mesmo reformulando elenco, mesmo com uma outra proposta, sofreu e conseguiu se manter até Força do Tempo.
Os brasileiros acostumados com séries japonesas e tendo a maior colônia japonesa do mundo, não foi suficiente para a invasão americana bem sucedida que aconteceu por aqui a maior emissora do país, a Rede Globo.

E sinceramente, comparar Super Sentai a Power Rangers sempre vai ser a mesma coisa que comparar filme japonês com remake americano,ou novela mexicana com remake no Brasil. Comparações são inevitáveis, mas a eficácia de cada uma em sua região é o que realmente importa.

Sobre Power Rangers, o erro da série foi desviar de sua rota, porque ela deveria ter feito algo como Robotech fez com Macross, em ter criado sua cronologia e sua história. A tal ponto que o último filme de Robotech foi feito no Japão com roteiro feito pelos americanos.

Power Rangers poderia ter evoluído a tal ponto que não precisaria mais existir a partir de séries japonesas. Sua cronologia e personagens como Ninjor, Alpha, Auric, Ranger Fantasma desapareceram porque as séries originais acabaram e uma nova série japonesa seria adaptada pelos americanos. Todos esses personagens poderiam ter sido melhor utilizados se a Saban não fosse tão mesquinha em investir em outras séries, ao invés de investir nos próprios Power Rangers.

A Saban tentou fazer um novo Power Rangers, mas fracassou em todas as tentativas, como VR TROOPERS, Masked Rider, Bettleborgs e até algumas produções totalmente americanas. Deixou seu carro chefe em um rumo que se tornou uma série genérica do que foi Power Rangers. Power Rangers como nos quadrinhos podia ter tido uma cronologia própria com personagens próprios mesmo que ainda utilizasse uma série japonesa pra ser adaptada.
É inquestionável o sucesso de Bulk e Skull na época, porque nunca foi pensado levar eles a diante numa série spin off de Power Rangers? Não teria sido mais sensato fazer isso do que aquelas adaptações medonhas da Saban?

Outra coisa alarmante é que com 17 anos, Power Rangers nunca chegou a ser visto como uma série americana pelos americanos. Prestem atenção e nunca vimos os americanos falando de Power Rangers como qualquer outro sitcom ou série animada.
O legado de Power Rangers morre em RPM, que estréia ano que vem no Brasil pela Disney XD. A volta de Mighty Morphin Power Rangers faz que essa série seja lembrada e por sua reprise em exaustão, numa remasterização que promete diminuir a falta de efeitos especiais na época.
Assistir esse tipo de série pra quem viveu a época, chega a ser nostálgico, mas é uma pena que isso não fará voltar o melhor que Power Rangers já teve. Não teremos episódios novos com vilões tão bacanas como Rita Repulsa, Divatox e Astronema. Tudo não passa de uma reprise de uma série bacana dos anos 90, uma forma barata e sensata da Disney continuar com o nome sem gastar muito.

Agora, pra uma empresa que tem séries como Hannah Montana, Jonas Brothers e Magos de Waverly Place, fácil analisar que esse tipo de produção sai muito mais barato e faz muito mais sucesso com a criançada hoje do que Power Rangers. Para que adaptar uma série japonesa, gastando em novos efeitos, elenco e o escambau, se temos séries com orçamentos mais enxutos e sucessos comerciais que geram produtos como cds musicais e filme nos cinemas?

E assim Power Rangers acaba no ocidente sendo algo ultrapassado que não funcionam mais com seu público alvo, as crianças.

Japão, Gaijin e entretenimento!

A palavra “Gaijin” significa, literalmente, “pessoa de fora”, pois é formado pelo kanji de pessoa(jin) e o kanji de fora(gai). É a maneira que os japoneses chamam as pessoas de outras nacionalidades. Existem também outras formas que eles utilizam, já que essa é considerada desrespeitosa.

Passada a explicação, a novidade é que teremos personagens Gaijin, um em um filme live-action e o outro em um anime. Não que isso seja uma novidade, mas o caso é que nesses lançamentos em especial, o fato deles serem estrangeiros é um dos pontos em destaque.

O primeiro personagem é no filme live-action Darling wa Gaikokujin(que foi traduzido como My Darling is a foreigner, ou seja, meu querido é um estrangeiro) . Ele será baseado no mangá de mesmo nome que foi escrito por Saori Oguri, que se baseou em sua própria experiência de ter um marido não-japonês.

Para assistir o trailer é só entrar aqui e esperar o vídeo aparecer. Confira uma foto do mangá abaixo:

O segundo Gaijin aparecerá no longa Junod, onde veremos Mercel Junod, que é o primeiro médico estrangeiro a pisar no Japão logo após os eventos da bomba de Hiroshima. O longa está previsto para 2010.

Você pode conferir o trailer aqui . É só clicar em uma das telinhas.

Fonte: Anime News Network
Anime News Network

Adaptações: games-animes e vice-versa

Eu não sei vocês, mas eu adoro games baseados em anime. É um assunto controverso no mundo dos games, muita gente argumenta que a maioria dos jogos são mal-feitos e servem apenas para os mais fanáticos pela obra.

Não sei, alguns jogos realmente são meio ruins mesmo, mas eu gosto mesmo assim, adoro a sensação de controlar algum herói de algum anime que eu gosto. Tanto que até coleciono jogos do tipo.

Veja abaixo uma foto da minha série favorita, a Ultimate Ninja, baseada em Naruto.

O mesmo não posso dizer de animes que vieram de games. Confesso que, tirando aquele Street Fighter V que passou no Brasil na década passada, eu não lembro de nenhum outro anime baseado em game que eu tenha gostado.

Enfim, opiniões pessoais a parte, o caso é que teremos alguns lançamentos dessa tabelinha games-animes, confiram abaixo:

1-Primeiro é de game para anime. O game em questão é Arcadia Saga, que é um MMORPG, ou seja, um rpg on-line, modalidade que tem Ragnarok como o mais conhecido em nossas terras.

Na verdade, não é que o game ganhou um anime inteiro, é apenas um vídeo promocional em anime que foi produzido pelo famoso estúdio Gonzo(o mesmo de NHK ni Youkoso, Afro Samurai, Chrono Crusade, entre vários outros).

Você pode conferir o vídeo aqui. É só baixar a tela.

2-Agora é de anime para game. É um novo game de Naruto Shippuuden para PSP.

Você pode conferir o site ofical aqui. O nome do game será Naruto Shippuuden: Kizuna Doraibu e essa é a única informação até agora. Vamos esperar

Fonte: Game Iro Iro
Anime News Network

JWave #4 | Caça Fantasmas

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[powerpress]

Who you gonna call??

Bem vindo ao mundo do J-WAVE…

Hoje, estamos lançando o quarto episódio do podcast do J-Wave. Eu (@jubakun), Calliban (@calliban), Marvin (@depoisdocomeco) e Maverick (@mavericko) estamos reunidos para falar de Caça Fantamas.

Se existe algo estranho na vizinhança, quem você chama? No último podcast do ano, vamos comemorar os 25 anos de Caça Fantasmas. Vamos falar do primeiro filme, do segundo filme, do desenho dos anos 80, a série spin off do Geléia, os Novos caça Fantasmas, os jogos , os boatos em torno de Caça Fantasmas 3 e muito mais.

Então liguem suas mochilas de prótons, porque está na hora de caçar alguns fantasmas.

O formato do podcast é quinzenal.

TEMAS ABORDADOS
Caça Fantasmas – o filme de 1984
Caça Fantasmas 2 – de 1989
Série animada dos “Verdadeiros” Caça Fantasmas
O spinoff da série animada “Geléia e os Caça Fantasmas
Os “caça fantasmas” da Filmation
A série Caça Fantasmas de 1975

VÍDEOS SOBRE O PODCAST

Trailers
Trailer de Caça Fantasmas 1
Trailer de Caça Fantasmas 2
Trailer de Ghostbusters the videogame
Trailer da edição Blu-ray de Caça Fantasmas
Trailer do Fan Film do Return of the Ghostbusters
Trailer do filme Ghost Busters de 1954

Aberturas
Abertura de Caça Fantasmas
Abertura de Geléia e os Caça Fantasmas
Abertura dos Novos Caça Fantasmas
Abertura da série Live Action de Ghost Busters de 1975

Comerciais e Extras
Comercial de brinquedos dos Caça Fantasmas
Comercial do Cereal dos Caça Fantasmas
Comercial do DVD Collection da série animada de Caça Fantasmas
Extra da versão Blu-ray sobre a restauração do Ecto-1
Videoclipe do Ray Parker Jr com tema dos Caça Fantasmas
Alvin & the Chipmunks fazem cover do tema de Caça Fantasmas na série animada
Participação especial de Caça Fantasmas no desenho Super Mario Bros Super Show
Videogame
Trailer de Ghostbusters the videogame
Jogo ainda beta dos Caça Fantasmas que foi feito sem os direitos da série
Timeo – O mesmo jogo de cima, na versão final sem referências a Caça Fantasmas
Ghostbusters Nes
Ghostbusters Sega Master System
Ghostbusters Mega Drive

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Tempo de duração: 72 min

Opinião | A derrota do otaku brasileiro

Há muito tempo queria escrever esse texto, mas tava um pouco relutante de expor minha opinião do mercado brasileiro pelo J-Wave. Porém, com a derrota de uma tentativa de oficializar e fidelizar o público brasileiro, com o canal Animax, a cada dia vemos o canal se tornar o mais próximo de um irmão mais novo do Sony Television e AXN.

Um público nada interessante comercialmente

Hoje, qualquer emissora, qualquer programa, qualquer intervalo é direcionado a um público especifico. Se os mangás foram populares em roubar aos poucos o mercado que era especificamente de comics, e não só Isso, como aumentar conquistando o público feminino. Por que os animes não tiveram o mesmo êxito?

Para responder essa pergunta, temos que ir em direção a simples e óbvia pirataria. Algo que cresceu nessa década, veio em decorrência, porque fãs se juntaram pra legendas animes gratuitamente na internet. Em resumo, os primeiros fansubbers nasceram ainda fora do meio digital, utilizando somente para vender as VHS a preço de custo e manter esse “clubinho” fechado.

Foi assim que nasceram propostas como Shin Seiki, Lum´s Club, BAC, Anime Gaiden entre tantos outros que fizeram a alegria de muita gente, numa época que a Rede Manchete entrava em decadência e iniciativas como U.S. Manga não existiam mais na programação.

Não vou entrar aqui no mérito de julgar se é pirataria ou não o produto de um fansub, já que não sabendo o idioma japonês, esta foi à única forma pra muita gente descobrir séries magníficas que nunca ganhariam a luz do dia na televisão brasileira. Porém, os fansubbers tinham um critério bastante importante que acabou sendo ignorado alguns anos mais tarde, em que séries que fossem lançadas oficialmente no Brasil, o seu trabalho de fã serie retirado da internet.
A culpa é dos fansubbers?

A resposta é não, já que a questão foi sites na internet e lojas que acabaram comprando desses fansub e revendendo sem dó e piedade formando e fidelizando um público, o condicionando a consumir esse produto a preços mais salgados.
O sucesso desses VHS continuaram quando vieram os DVDS, se por um lado a internet brasileira havia mudado e os fansub da era anterior fechavam as suas portas, trocando VHS por disponibilizar o conteúdo na Internet, as lojas acabaram aprendendo a “baixar” e tranformar em DVD por preços módicos.

Assim, paralelo a invasão do mangás pelas JBC e Conrad nas bancas brasileiras, aumentava os leitores, mas também aguçava em conhecer animês obscuros. Isso aliado a uma drástica reformulação que aconteceu no segmento, sendo como exemplo mais óbvio a mudança de lojas no bairro da Liberdade em São Paulo.

Saiam os donos japoneses que vendiam VHS gravado da televisão japonesa, uma herança das locadoras ilegais que foram febre dos anos 80, e entrava as lojas com DVDs que agora seus donos não tinham nenhuma descendência japonesa.

Enquanto isso, o público descobria facetas da cultura pop japonesa, mas por serem caros e inacessíveis, aprenderam com DVDS, que a customização se torna mais viável que importar algo. Assim nascia jovens viciados em animês a busca de artigos, como bandana do Naruto, ou camisetas com transfer, cadernos do Death Note, Mokona em pelúcia e os chaveiros.

Se hoje virou piada os chaveiros do público Otaku, sendo até uma forma de “aviso” que tem um chegando, os fãs aprenderam a arte de customização e com isso largaram qualquer iniciativa e espera de uma indústria sólida tentar ganhar e oficializar o mercado.
O mercado se fecha em si mesmo

A customização e logicamente a total ausência dos direitos autorais, acabou tornando o público fiel a esse tipo de produto. Hoje podemos ver jovens usando camisetas de bandas de jrock e visual kei pela rua, mas em nenhum momento alguém nesse meio tentou oficializar isso.

Sendo o Brasil um dos países que tem mais pirataria no mundo, sendo que vire e mexe entra e sai da lista negra de algumas empresas, fica difícil do país vender uma imagem de país consolidado.

Quando veio o canal Animax no Brasil, a maioria pensou que seria o pontapé inicial de uma invasão de DVDs nas lojas, e itens de consumo para a massa que gosta desse tipo de produto, porém não é bem assim que as coisas evoluíram.

O público otaku se tornou um público não interessante comercialmente, portanto a Sony descobriu que esse consumidor não vale de nada. Ele não consome nada, além de mangás e itens customizados, assim o mercado de DVDs legais bateram de frente com ao de piratas e perdeu feio. Foi assim que DVDs como a Focus não foram concluídos, aliados a péssimas estratégias de marketing.

Será porque o público otaku é jovem e não tem poder aquisitivo? Sim, tem isso, porém o mesmo público se esforça e compra mangás completos em eventos, ou compra itens importados, e ainda compra itens que remete a seus animês favoritos e seu ritmo musical também.

Cada um faz do uso de consumo como quiser, mas isso não muda que invés de alimentar a indústria para que ela cresça, o público vai pro outro lado e parte para a pirataria. Foi assim que as lojas se tornaram fortes e não só cresceram, como se tornaram presente nos principais eventos do país, na mesma proporção que stand das editoras de mangás no país.
O Brasileiro está condicionado a não comprar original?

Você pode falar que a maioria dos brasileiros compram DVDs piratas nos famosos camelôs e que o otaku tem seu próprio nicho. Esta correto? Sim, está correto, porém ta ai uma diferenciação entre brasileiros e japoneses, já que os japoneses valorizam o artista e sua série favorita, comprando tudo que tem pela frente “oficial”, assim alimentando a empresa que produz a série que ama. Aqui as pessoas baixam, consomem pirataria e invés de injetar dinheiro, acaba fechando portas.

O Animax tentou se salvar usando estratégias de aumentar o público das animações japonesas, tacando seu carro chefe Lost, mas fracassou e agora aumentando gradativamente as séries não japonesas, acaba resgatando o que foi o canal Locomotion numa mistura de programação pra adolescente e adulto.

Agora o que dizer de um jovem que tem como exemplo uma família inteira que não consome produto original? Sejamos francos, a indústria de cinema e televisão vem sofrendo em países como o nosso, por causa do mercado ilegal. Lojas como Blockbuster foi engolida pela lojas Americanas por causa do público consumidor que não é mais o mesmo. O pensamento de ir à locadora de bairro não existe mais, graças ao pensamento de com 10 conto, você tem 3 dvds em envelopes plásticos com capas má xerocadas na sua coleção.
O que fazer para mudar isso?

O correto seria apoiar a indústria brasileira, mas fica difícil, quando a mesma toma atitudes errôneas como o lançamento de Cavaleiros do Zodíaco: Lost Canvas com a ausência da versão em Blu-ray. Num mundo onde o jovem está migrando de mídia mais rápido, e vivemos num país aonde podemos pagar parcelado, um Cavaleiros do Zodiaco: Lost Canvas em blu-ray seria uma atitude sensata de atrair jogadores e colecionadores que tem em sua casa um Playstation 3, por exemplo.

Não da pra entender uma indústria que prejudica a si mesmo, lançado séries com legendas feitas sem revisão como foi o lançamento de Jiraya pela Focus. Também não dá pra entender episódios com logotipo de uma emissora de TV a cabo japonesa nos DVD de Changeman, também lançado pela Focus.

O que adianta uma embalagem legal se o conteúdo é uma droga? Então o público brasileiro e a indústria brasileira precisa mudar, o primeiro tem que exigir um produto de qualidade e exigir recall de um produto de qualidade insatisfatória, enquanto a indústria brasileira tem que investir e se fazer presente a esse público de jovens em formação que podem se tornar colecionadores em potencial no futuro.

Talvez assim conseguimos ser respeitados pelas empresas nacionais e ter séries excelentes em nossas prateleiras de maneira oficial aqui no país.

JWave #3 | TV Cultura

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[powerpress]

“Bem vindo ao mundo do J-WAVE…

Hoje, estamos lançando o terceiro episódio do podcast do J-Wave. Eu, Calliban, Schias e Mad Max (do Dimensão Nerd) estamos reunidos para falar de TV Cultura.

Numa viagem nostálgica ao auge dos anos 90 da TV Cultura, aonde todo mundo comentava sobre as noites na emissora. Era chegar da escola e acompanhar Pedra dos Sonhos, depois Rá-Tim-Bum, Mundo da Lua e chegava ao auge da noite com Mundo de Beakman e Anos Incríveis.

Reviva essa nostalgia ou conheça essa boa época que não volta mais.
O formato do podcast é quinzenal.

LEITURA DE E-MAILS
Você lembra de Mighty Moshin Emo Rangers? Está aqui a série que o Calliban comenta nos e-mails.
O fusca de Billy não é invenção dos Power Rangers e está aqui a prova. (enviado por @liscraudjo)
Toda a repercussão sobre o podcast sobre Power Rangers e polêmicas sobre os boatos de pornô do ator do Jason.
Por que o Power Rangers antigo não voltava?
O Power Rangers acabou com Super Sentai no Brasil?
Descubra isso e muito mais sobre na leitura de e-mails.

TEMAS ABORDADOS
Doug
Tintin
As Aventuras de Babar
Pedra dos Sonhos
Animais do bosque dos vinténs
Rá-Tim-Bum
Glub Glub
Castelo Rá-Tom-Bum
Mundo da Lua
Confissões de Adolescente
X-Tudo
Anos Incríveis
Família Twist
Mundo de Beakman

VÍDEOS SOBRE O PODCAST
Doug
Abertura Doug – Fase Nickelodeon
Abertura Doug – Fase Disney

Tintin
Abertura de Tintin

Aventuras de Babar
Abertura de As Aventuras de Babar

Pedra dos Sonhos
Abertura de Pedra dos Sonhos

Animais do bosque dos vinténs
Abertura de Animais do bosque dos vinténs

Rá-Tim-Bum
Abertura de Rá-Tim-Bum
Rá-Tim-Bum Senta Que Lá Vem História
Rá-Tim-Bum Euclides e Silvia
Rá-Tim-Bum Doutor Barbatana E As Sereias Da Água Doce
Rá-Tim-Bum Professor Tibúrcio

Castelo Rá-Tim-bum
Ratinho do castelo Rá-tim-bum tomando banho
Abertura do Castelo Rá-tim-Bum
Castelo Rá-tim-bum Passarinhos – Gaita
Castelo Rá-Tim-Bum – Show da Dedolândia
Castelo Rá-tim-bum – Lavar as mãos
Castelo Ra-tim-Bum – Bastidores
Ratinho Castelo Rá-tim-bum
Tíbio e Perônio – Como os peixes dormem

Glub Glub
Abertura de Glub Glub
A Minhoquinha que morava na maçã – Glub Glub
Abertura Jimbo – Glub Glub
Ernest: o vampiro – Glub Glub
Bojan – Glub Glub
Pipe e Cuco – Glub Glub
Os Companheiros – Glub Glub

Mundo da Lua
Mundo Da Lua – Bem-Vindos Ao Mundo Da Lua
Comercial do Mundo da Lua

Confissões de Adolescente
Confissões de Adolescente – Abertura

X-Tudo
Abertura de X-Tudo
X-Tudo – Gerson de Abreu – Experiência do gelo, barbante e sal
Trechos X-Tudo

Anos Incríveis
Documentário Especial 10 anos depois do seriado Anos incríveis
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Anos Incríveis – Primeira Abertura
Anos Incríveis – Segunda Abertura

Família Twist
Família Twist

Mundo de Beakman
Abertura do Mundo de Beakman

FOTOS
O ouvinte Barone enviou fotos vestido de Homem Codorna na festa de final de ano da empresa que ele trabalha.


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Show da Hatsune Miku, uma idol virtual!

A figura do idol é muito presente no Japão. Esse é o termo utilizado na terra do sol nascente para denominar pessoas, geralmente do sexo feminino, que desenvolvem alguma atividade e usam bastante da sua beleza como linha de frente para se promover.

As atividades que elas desenvolvem são variadas: existe dubladoras que são bonitas e cantam bem, então são lançadas como idol; Existem garotas que não desenvolvem nenhuma atividade específica, mas fazem sucesso com suas fotos de biquíni(essas são chamadas de gravure idol); Tem até algumas que viram idols da Internet, cuidando de blogs e postando vídeos “bonitinhos”, cativando assim muitos fãs. Essas em especial até inspiraram a engraçada personagem Chisame Hasegawa, do mangá Negima de Ken Akamatsu. Veja a garota abaixo:

Mas o mais curioso dessas idols é a existência de uma que não existe no mundo real. Seu nome é Hatsune Miku e sua voz é feita por um software criado pela Yamaha que se utiliza de samples da voz da dubladora Saki Fujita .

Mais curioso ainda é saber que a cantora ganhará um show solo. Ela já se apresentou ao vivo antes, mas no caso dividindo o evento com outros artistas. Agora, será sua primeira vez solo e será no dia 9 de Março no Japão.

Mais detalhes virão em breve, mas parece que será utilizado um telão onde a cantora aparecerá, com um situação que me parece com a que acontece no anime Macross Plus, aonde temos também a existência de uma cantora virtual que se apresenta através de um telão.

Veja abaixo uma foto da estilosa Hatsune:

E também um vídeo aonde ela canta!

Fonte: Anime News Network

Alternativando #43 – Giuliano Peccilli


Saiu mais um podcast e agora no Kombo, voltei ao Alternativando depois de um ano. Gravei minha primeira participação quando eu estava no Japão. Não estranhem, eu estava meio timido na gravação desse podcast. Primeira vez q eu sou solo. XDDDD

O Alternativando entra em maratona de especiais como preparativo para o #50. Nestas edições, alguns dos melhores convidados que já participaram do programa retornam para tocar suas playlists.

Tiago Andrade e Vinícius Schiavini trazem até você oito músicas escolhidas e apresentadas por Giuliano Peccilli.

“Ice Ice Baby vs. U Can´t Touch This”, Vanilla Ice vs. MC Hammer
“I Heard It Through The Grapevine vs Feel Good Inc “, Marvin Gaye vs Gorillaz
“Dancing On The Fire”, Superfly
“TABOO”, Koda Kumi
“What a feeling”, Namie Amuro
“Kimi no Uta”, Abingdon Boys School
“Prisoner Of Love”, Utada Hikaru
“Man In The Mirror”, Michael Jackson

DURAÇÃO: 38 minutos.

Top 10 de músicas de anime do karaokê japonês!

A empresa japonesa JoySound lançou o ranking anual de músicas mais tocadas em karaokê, em diferentes listas. Vocês podem conferir a lista aqui:
Top 10.

Infelizmente, só em japonês, mas eu trago a lista abaixo do ranking de músicas de anime:

1-Cruel Angel Thesis, de Evangelion e cantada por Yoko Takahashi
2-Lion, de Macross Frontier e cantada por May’n
3-Genesis of Aquarion, de Sousei no Aquarion e cantada por Akino
4-Ponyo on the Cliff, do anime de mesmo nome e cantada por Fujioka Fujimaki
5-God Knows, de Suzumiya Haruhi no Yuuutsu e cantada por Aya Hirano

(heroína de Macross abaixo)

6-Seikan Hikou, de Macross Frontier e cantada por Megumi Nakajima
7-Touch, de Touch e cantada por Yoshimi Iwasaki
8-Uso, de Full Metal Alchemist BrotherHood e cantada por SID
9-Hare Hare Yukai, de Suzumiya Haruhi no Yuuutsu e cantada por Aya Hirano, Chihara Minori e Yuko Goto.
10-Sobakasu, de Rurouni Kenshin e cantada por Judy and Mary

Termino o post com esse vídeo onde as seiyuus de Suzumiya Haruhi, Aya, Minori e Yuko, cantam e dançam o tema de Hare Hare Yukai.

Fonte:Anime Anime

Dimensão Nerd #64 – BíBlias Celeblais Silenciosas Copiadas 64

Divulgando aqui o podcast que fui convidado, Dimensão Nerd 64.

APRESENTAÇÃO DE: Tiago Andrade e Vinícius Schiavini
PARTICIPAÇÃO DE: Camila Barbieri, Giuliano Peccilli e Thiago Iorio
CONFIRA AINDA: As estreias de cinema da semana com Laila e os Applebits de Eddie Schäfer.


Ouça pessoas substituídas por Skrulls, porradas silenciosas, quem é o Zé Mayer das séries e quem não pode entrar pro Mortal Kombat! Além de novidades da Kombo!

Participe de nossas campanhas:

DAN, LIBERA O DOTCAST E O MARGARINA NERD PRA KOMBO!

RADIOFOBIA, VEM PRA KOMBO!

PERÍODO DAS NOTÍCIAS: 23 a 27 de novembro de 2009.

DURAÇÃO: 58 minutos

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