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McDonalds do Japão: O segredo está nos lanches regionais?

Bem conhecido no mundo inteiro, o McDonalds chegou em 1971, em Tóquio, sendo o primeiro da rede na Ásia. A rede no Japão é bem diferente da do Brasil, principalmente pela quantidade de lanches personalizados.

Um dos lanches que mais chama atenção é o Mega Mac, que seria um Big Mac duplo. É exatamente o que você está pensando, 4 andares de hambúrgueres do lanche mais tradicional do McDonalds.

Um das campanhas mais ousadas foi o lançamento do lanche Quarter Pounder, onde a rede criou lojas sem a marca, para vender esse novo lanche. A estratégia deu certa, gerando filas absurdas nessas lojas sem marca da rede. A loja anunciou Quarter Pounder oficialmente bem depois, numa grande festa onde Ronald Mcdonalds apresentou Quarter Pounder como novo lanche do menu das lojas.

Outro lanche que entrou no menu do McDonalds do Japão foi McHot Dog Mega Sausage, estreando primeiro em algumas cidades japonesas como Kyoto.

O mais recente lanche da rede Chisu Katsu, com um hambúrguer feito da tradicional carne dos pratos japonês, sendo que dentro dele, vem recheado de queijo.

Outra novidade é o Spicy Garlic, aonde é um enorme pedaço de franco, dentro de um envelope e vem acompanhado um pacote de pimenta. Você coloca a pimenta dentro do envelope, agita, abre a embalagem no meio e vê ele todo vermelho coberto de pimenta.

O caso do McDonalds é realmente fantástico e prometo fazer um post sobre seu cardápio para falar dos lanches regionais. O sucesso deles no Japão não vem só do preço, mas por se adaptar ao gosto nipônico. Fica a dica para a filial brasileira, do sucesso da rede no Japão.

Porém não ache que essa seja uma exclusividade só do McDonalds, outras redes tem seus diferenciais por lá, sendo uma verdadeira guerra para atrair consumidor. Assim somos bombardeados o tempo todo, sendo quem ganha com isso é o consumidor japonês.

E você, ficou com vontade de provar os lanches do McDonalds do Japão? Comente aqui no post.

Curiosidade: Ovas de Tartaruga Ninja feitos exclusivamente para o público japonês

Sendo uma febre dos anos 80 e 90 no mundo inteiro, o desenho Tartaruga Ninja (Teenage Mutant Ninja Turtles) veio de um quadrinhos obscuro de uma editora pequena chamada Mirage Comics.

Tendo uma origem que brincava com personagens da editora Marvel Comics, as Tartaruga Ninjas ganharam um enfoque mais humorístico com sua versão animada, tendo inclusão de novos personagens e até novas personalidades pra muitos personagens, o que acabou tornando a série mais interessante para a criançada.

No Brasil, a série fez um sucesso nas manhãs da Rede Globo com uma dublagem ao gosto bem nacional. Se para os fãs da animação japonesa, Yu Yu Hakusho era o sinônimo de uma boa dublagem com adaptações ao gosto do brasileiro, Tartaruga Ninja é o que pode ser dito de uma boa dublagem para animações americanas. Tendo referências ao Faustão, novelas da rede globo e até músicas da época, Tartaruga Ninja exibido no Brasil tinha uma identificação ainda maior.

No Japão, a coisa não foi muito diferente, ganhando aberturas próprias, e até ganhando episódios extras exclusivos pra eles. Tendo linhas e mais linhas de brinquedos pra eles, dizem alguns que foi baseada na série Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya no original). Tendo dois episódios, o ova Mutant Turtle: Chōjin Densetsu Hen tinha tudo ao gosto do público nipônico, cristais que faziam as tartarugas se fundir no Saint Turtles. No episódio seguinte, as tartarugas ganhavam armaduras, isso mesmo, bem ao estilo de Cavaleiros do Zodíaco.

A animação foi produzida em 1996, ao fim da animação americana que havia ficado no ar há 10 anos consecutivos. Tendo os mesmos dubladores da versão dublada no Japão, os ovas ainda ganharam abertura do cantor Hironobu Kageyama, figura velha conhecida por nós brasileiros. O cantor de Changeman, Cavaleiros do Zodiaco e Dragon Ball Z ainda cantaria outras aberturas de animações americanas, como Beast Wars no Japão.

Essa é uma de várias produções dos anos 90 que mistura animação americana com animês. Beast Wars ganhou versão animê no Japão, com a fase Neo, seguindo um caminho alternativo que os americanos fizeram com a série seguinte.

Para quem gosta da Tartaruga Ninja, vale a pena procurar esses dois ovas.


Top 10 Cinemas: Wolverine e outras estréias no Japão!

Semana de grandes mudanças no TOP 10 de bilheterias nos cinemas japoneses. Tivemos cinco novas estréias que faturaram cinco posições desse top 10, assim muita coisa mudou.
Essa semana tivemos cinco estréia fantásticas no cinema japonês e todos merecem estar no top 10. É uma pena que esses filmes, provavelmente poucos chegaram oficialmente aqui do outro lado do mundo.

Semana passada, o ator Hugh Jackman veio ao Japão para o lançamento de Wolverine: X-men Zero, sim é com esse nome que o filme chegou por lá. Enquanto no resto do planeta, Wolverine já estreou, fez um enorme sucesso e já está saindo em DVD e Blu-ray, na terra do sol nascente, teve sua estréia semana passada. Na coletiva de imprensa, foi muito comentado sobre a continuação de Wolverine se passar no Japão e o ator Sato Ryuta (de ROOKIES) que acompanhou Hugh, demonstrou interessado em querer participar dessa continuação.

Wolverine fez bonito nos cinemas japoneses e estreou em segundo lugar por lá. Ele só perdeu para a última parte de 20th Century Boys que deve ficar no topo dessa lista por muito tempo ainda.

Na terceira posição temos Ballad: Namonaki Koi no Uta que tem os atores Kusanagi Tsuyoshi (SMAP) e Yui Aragaki como protagonistas. Seu roteiro é uma adaptação do filme de 2002, Crayon Shin-Chan: Arashi wo Yobu Appare! Sengoku Daikassen. Lembrando que mesmo sendo uma adaptação de um filme do personagem Shin-Chan, o mesmo não está no filme. Este filme está sendo muito comentado e perdeu uma posição em relação à semana passada, com a estréia de Wolverine: X-men Zero.

Entre as estréias, temos Katen no Shiro que é baseado no romance escrito por Kenichi Yamamoto sob a construção do castelo Azuchi, às margens do lago Biwa, requisitado pelo poderoso daimyo Oda Nobunaga (interpretado aqui pelo Kipeei Shiina). Azuchi é considerado o maior castelo da história do Japão, que reúne beleza, prodigalidade com utilitária e defesa. No elenco temos Toshiyuki Nishida como genioso carpinteiro e Shinobu Otake como sua esposa. Saki Fukuda estréia no seu primeiro papel num drama de samurai como filha dos dois. O filme é distribuído pela Toei e estreou na quarta posição.

Na quinta posição, temos a também estréia de Symbol ( Shinboru) que é protagonizado, escrito e dirigido por Hitoshi Matsumoto. O filme é uma comédia sobre a história de um homem que planeja fugir, porém muitas coisas irão acontecer que vão acabar dificultando esse seu objetivo. Distribuido pela Shochiku, o filme basicamente é um monologo, já que Matsumoto é o único protagonista e demais personagens são bem secundários.

Na sétima posição, temos Tajomaru, que tem como protagonistas o Oguri Shun e a Yuki Shibamoto. Para Curiosidade, o filme é baseado no conto Yabu no Naka do escritor Ryunosuke Akutagawa e este já ganhou uma versão nos cinemas pelas mãos de Akira Kurosawa em 1950, com o filme Rashomon.

Nessa nova adaptação, o conto ganhou um novo enfoque que é no personagem Tajomaru. Agora contando um pouco da história, Oguri Shun fará o papel de Naomitsu, o segundo filho do clã Hatakeyama e é noivo da princesa Ako interpretada pela Yuki Shibamoto. Um dia, ele decide fugir de casa, fugindo para as montanhas e é atacado pelo ladrão Tajomaru, porém Naomitsu mata o ladrão e decide assumir a identidade dele.

O filme ainda tem tema do B´z, com a música Pray, ficando uma mistura muito interessante jrock com temática de samurais.

Por fim, na nova posição, estréia Killer Virgin Road que pra mim é a melhor estréia da semana. Tendo Juri Ueno (Last Friends, Nodame Cantabile e Swing Girls) e Kimura Yoshi no elenco, esse filme tem um dos trailers mais divertidos que eu já vi, além de um roteiro totalmente sem sentido.

Imagina uma mulher que quer casar, uma mulher que quer morrer, um assassinato por engano e muita perseguições. Distribuído pela Toho, esse é um dos filmes mais sem noção e mais engraçados de todos os tempos.

O animê Summer Wars que é distribuído pela Warner japonesa, que já chegou a sair da lista e voltou para a sétima posição na semana passada, agora está na décima posição.

Quem dançou:

Kamen Rider Decade saiu da lista, era previsível, que com a estréia de Kamen Rider W e sem a campanha do filme na televisão, este perderia a força. Porém, a música Next Decade continua no Top 30 da Oricon, cantada por Gackt.

Outra perda sentida, foi o décimo segundo filme do Pokémon que depois de 2 meses, perdeu força e caiu fora do top 10. Este foi o filme que mais faturou da história da franquia então foi merecido esses dois meses.

Quem permanece:

Agora, um filme que está relutante nos cinemas japoneses é Harry Potter e o Enigma do Príncipe está na oitava posição. Estando a dois meses e uma semana em cartaz, o filme finalmente parece estar caindo lentamente e tem tudo para cair fora desse top nas próximas semanas.

Entrevista comigo no Chou Henshin na rádio Tokusatsu


Desculpa avisar bem em cima da hora, mas o Thiago do portal Jlyrics gravou uma entrevista comigo na sexta feira, sobre a importância da música japonesa em produções como animês e tokusatsu. A conversa acabou indo para Kamen Rider W e bom, ela está passando agora na Rádio Tokusatsu no programa Chou Henshin.

O programa é sempre todo domingo das 19 horas às 21 horas.

Espero que o público que curte tokusatsu, tenha curtido a minha critica e opiniao sobre como anda a música hoje em dia nesse tipo de produção.

Vou pedir pro Thiago o arquivo da entrevista pra disponibilizar aqui em breve pro publico que lê o J-Wave.

NHK World Podcast entrevista autor de Gen Pés Descalços


A NHK mantém um podcast diário em português no portal NHK WORLD Portuguese, e foi uma grande surpresa ver que o tema do dia 8 de setembro, foi nada menos que uma entrevista com mangaká Keiji Nakazawa.

A entrevista é bem bacana e é traduzida em português, sobre curiosidades desse mangá que já foi publicado no Brasil pela Conrad.

Release do podcast:

“Divulgando um mangá antinuclear para o mundo

A série japonesa de mangá “Gen – Pés Descalços” fala sobre o bombardeio atômico dos Estados Unidos sobre a cidade de Hiroshima e a tragédia das pessoas afetadas pela radiação. Trata-se da obra autobiográfica do desenhista Keiji Nakazawa, e chegou a vender mais de 10 milhões de exemplares. O autor enviou a versão em inglês de “Gen – Pés Descalços” ao presidente norte-americano Barack Obama, que, por sua vez, tem pregado pela abolição das armas nucleares. Nossa reportagem aborda o desejo de Keiji Nakazawa por um mundo livre desse tipo de armamento.”

Lembrando que quando visitei Hiroshima, encontrei dentro do museu da bomba atômica, os mangás do Gen pra vender. Fiquei espantado que o mangá é muito mais longo do que foi publicado no Brasil.

Ouça o podcast aqui. http://www.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/radio/asx/sunday.asx

Ouça outros podcasts no site http://www.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/podcasting.html

Top 10 Bilheteria dos cinemas japoneses: Ballad: Namonaki Koi no Uta estreia em 2º!

Essa semana foi uma semana cheia de mudanças na bilheteria japonesa, tendo alguns filmes perdido a força em relação a semana anterior. Tivemos a estréia de Ballad: Namonaki Koi no Uta e O seqüestro do Metrô 1 2 3 nos cinemas japoneses.

Mantendo a primeira posição tivemos a terceira parte de 20th Century Boys que estreou na semana passada. Esse parece ser um filme que irá permanecer por um bom tempo nesse Top 10.

Sobre Ballad: Namonaki Koi no Uta, ele é um caso bem interessante de ser analisado. Estrelado por Kusanagi Tsuyoshi, do grupo Smap, e a Yui Aragaki, seu roteiro foi uma adaptação do filme de 2002, Crayon Shin-Chan: Arashi wo Yobu Appare! Sengoku Daikassen. Irônico que o personagem Shin chan foi retirado do filme, sendo substituído por um personagem aleatório e mais comedido. O filme é um romance entre um general interpretado pelo Kusanagi por uma princesa interpretada por Yui Aragaki. Estreando na segunda posição, o filme é bom e tem uma boa campanha de marketing, em torno dele. Muitos sites internacionais estão comentando sobre esse filme, sendo provável que ele venha aparecer no top 10 pelas próximas semanas.
Sobre O seqüestro do Metrô 1 2 3, o filme estreou também no Brasil semana passada, ele teve um apelo bastante forte, porém duvido que tenha essa boa bilheteria nas próximas semanas. Principalmente porque não tem um apelo forte pra ser assistido por muito tempo.

O filme Uma noite no museu 2 continua muito bem na bilheteria japonesa e está surpreendendo, mesmo com sua janela de estréia bem atrasada. Será isso culpa dos Jonas Brothers?

Para quinta posição temos Harry Potter que parece depois de 2 meses nos cinemas japoneses, está perdendo força. Dessa vez, nem preciso exaltar o quanto Harry Potter é querido no Japão. Acho que todo mundo aqui já viu o hit do Youtube que é a entrevista realizada por uma fã japonesa no set do filme.

Hachiko e Summer Wars mantiveram as mesmas posições da semana passada. O filme com Richard Gere sobre a história do cachorro Hachi anda me surpreendendo no ranking japonês, porem vale frisar que só veremos o filme em dezembro por aqui.


Kamen Rider Decade e Shinkenger caíram para a oitava posição essa semana. Comentários? Era natural que ele caísse no ranking assim que estreasse o novo Kamen Rider W. Nova série, sem mais a campanha de Decade na televisão, provável que semana que vem, Decade nem apareça no ranking. Lembrando que foi anunciado novo filme do Decade para dezembro, vamos ver o final seja digno e principalmente, ele se saia bem nos cinemas, sem ter série de tevê.

Outro filme que perdeu força foi o décimo segundo filme de Pokémon que está na nona posição. Comemorando 2 meses de exibição esse filme já entrou para a história de ser o mais lucrativo da franquia. Verdade seja dita, Pokémon virou eterno, assim como Doraemon e Shin-Chan são, assim Ash e Pikachu continuaram na televisão japonesa ainda por muitos anos.

Você assiste novela japonesa ou dorama?

Esses dias, um amigo veio brigar comigo porque eu postei num tópico aqui no blog o termo “novela” e não “dorama” ou “jdrama”, como ele gostaria que fosse. Eu sei que novela brasileira carrega o estigma pra fãs do gênero, de ser ruim, porém não podemos achar que só porque a estrutura de um “dorama” é diferente do ocidente, deixa de ser um “dorama”.

O termo “dorama” é apenas um rótulo que deve ser usado da mesma forma que mangá significa quadrinhos japoneses e animê é animação japonesa. Porém, nunca você deve negar a origem da palavra.

Tanto os “doramas” como as novelas, vieram da mesma origem, a Soap Opera, se elas evoluíram pra caminhos diferentes, ai já é outra coisa. Enquanto as nossas novelas tiveram toda uma origem construída na novela cubana, depois caindo sua própria característica ao gosto do brasileiro, as japonesas também aconteceram isso.

No Japão, os doramas são baseados em livros e quadrinhos, até porque sua cultura de massa é bem diferente da nossa. Os mangás são voltados ao cotidiano, sendo identificação para aquele segmento da população, assim quando adaptado para televisão, faz um repeteco para o mesmo público. No Brasil, quadrinhos ainda caminha entre o infantil e o adulto, infelizmente a passos largos. Nossa escola de novelas se baseia também em livros, porém de uma maneira totalmente diferente dos japoneses.

Revistas como Nippo Brasil, utilizam o termo “novela japonesa” sem problemas, porém o termo “dorama” está sendo adotado, inclusive a Rede Globo chegou a usar numa matéria sobre animê e mangá.

O professor Mauro Neves Junior, que publicou sua tese comparando novelas brasileiras e japonês na Universidade de Sofia em Tóquio, também pensa da mesma forma.

Sinceramente, não muda nada chamar de “novela japonesa”, são apenas denominações pra chamar aquela produção. Ou por acaso você ficaria ofendido de um japonês falar “burajiru dorama” ao se referir as nossas novelas?

Chamar de “novela japonesa” ou dorama dá na mesma, são apenas denominações diferentes. Eu não fico ofendido se alguem chamar animê de desenho japonês por ser a mesma coisa.

Falar que as novelas brasileiras pioraram? Eu concordo, mas isso é outra discussão que não será analisada agora. Porém, parece que ofende comparar produções japonesas com brasileiras, tentando nivelar doramas as novelas brasileiras.

A cultura pop japonesa é rica, mas não precisa de um preconceito bobo desse. Caso quiserem entender as origens da novela brasileira leia o livro “A hollywood brasileira” do autor Mauro Alencar. Sobre novelas japonesas, existem um livro em inglês sobre o assunto que pretendo comprar em breve pra estudar as origens do “dorama”.

Curiosidade: Ayrton Senna na Shonen Jump


Entre 1991 a 1992, a revista Shonen Jump patrocinou a Mac Laren, assim produzindo uma história com Ayrton Senna para popularizar a F-1 no Japão. Tendo corridas ocorrendo de madrugado, a F-1 não conseguia emplacar por lá.

A revista não só conseguiu transformar F-1 popular no Japão, como tornou Ayrton Senna um ídolo. Muitos artistas da casa desenharam capas e ilustrações remetendo ao ídolo. Em especial, as capas eram ilustradas pelo Tsukasa Hojo (do City Hunter) e do Akira Toriyama (de Dragon Ball) e Masakazu Katsura (de Video Girl Ai) que homenageavam o piloto brasileiro.

A Jump publicou três histórias sobre F-1, sendo a primeira GP Boy em que o piloto brasileiro ainda não era protagonista. A próxima história veio com F. no Senkou – Ayrton Senna no Chousen (que pode ser traduzido como O relâmpago do F – O desafio de Ayrton Senna). De curiosidade a história começa com os jovens Nelson Piquet, Roberto Moreno, Maurício Gugelmin (todos pilotos da F-1 na ativa na época), além do próprio Ayrton Senna que assistiam a vitória de Emerson Fittipaldi no GP de Interlagos em 1973.

Esse é do tipo de material mesmo que publicado pela Shonen Jump é bastante obscuro pra nós brasileiros. Acredito que por serem obras curtas, teria uma certa recepção no país, sendo que elas provavelmente devem ser licenciadas no Brasil pela Viz que cuida desse tipo de licenciamento na América.

Fica a curiosidade que quando a Hqmaniacs licenciou Senninha e anunciou interessado em publicar mangás, mostrei pra eles sobre Senna ter saído na Shonen Jump, porém na época eles não se interessaram por essas três séries.

Vale lembrar que a maioria dos mangás publicados no Brasil são de séries publicadas na Shonen Jump. Desde Dragon Ball, Death Note, Bleach, Naruto, Video Girl Ai, entre tantos outros, são obras de sucesso que saíram nessa famosa antologia de quadrinhos.

Agradecimentos ao Marcus Marinho e ao Alexandre Nagado por alguns dados publicados dessa época no Nihon Site.

Crítica | 200 pounds beauty


O premiadíssimo filme coreano “200 pounds beauty” realmente chama atenção onde passa. Abusando do humor e ousadia, o filme produzido em 2006, reinventou o conceito sobre abordar “obesidade” já visto em casos como Professor Aloprado, com Eddie Murphy.

Baseado no manga “Kanna-San, Daiseikou Desu”, da criadora Yumiko Suzuki, 200 Pounds Beauty foi uma produção muito comentada em 2006. Recentemente, o filme foi exibido no Brasil, no evento “Expo Cultura, Mídia e Arte Digital da Coréia 2008” organizado pelo consulado da Coréia, mostrando para os brasileiros um pouco da sua tecnologia digital empregada na Coréia. O evento reuniu emissoras, empresas de animação, jogos estreitando assim o relacionamento Brasil e Coréia.

200 Pounds Beauty reunindo uma trilha sonora de peso, cheio de regravações de sucessos internacionais, na voz de cantores coreanos consagrados, com certeza um dos pontos mais forte desse filme, fica para a escolha da trilha sonora.

Acredite, depois de ver esse filme, com certeza você não vai conseguir tirar da sua cabeça a canção “Maria”, cantada por Kim Ah-jung, cover do sucesso do grupo Blondie.

Conheça Kang Han-na, de tele-sexo a cantora dubladora.

Kang Han-na é uma cantora frustrada, pois mesmo tendo uma belíssima voz, ao estar acima do peso, ela está bem longe dos padrões de beleza mundial. Assim, ela usa sua voz sendo telefonista de um tele-sexo, como também empresta sua voz, para a cantora Ammy, que não passa de um corpo bonito, mas que tem uma voz que é uma lástima.

Mesmo atuando nos bastidores, Han-na sonha estar no palco, sempre dançando na sala aonde ela dubla a Ammy. Ela também sente uma paixão platônica por seu produtor, Sang-jun. Galã, Sang-jun se preocupa com Han-na e seu carinho por ela, faz com que ela interprete que ele também gosta dela.
Ela também está quase que diariamente na clinica aonde seu pai está sendo tratado. Ele a confunde com sua antiga esposa, e Han-na aceita esse sonho, dançando com ele, todas as noites, como ele dançava com sua mãe.

Um presente de mau gosto

Sang-jun convida Han-na para o seu aniversário, ela apaixonada por ele, aceita na hora o convite. No dia seguinte, ela recebe uma caixa com um vestido vermelho, e ela veste cegamente, confiante que é um presente do Sung-jun.

Chegando a festa, todos olham com maus olhos, ela vestida com aquele vestido tão apertado. Para surpresa de todos, Ammy aparece com o mesmo vestido, que realça sua beleza, deixando claro, que foi uma peça dela contra a pobre Han-na.
Prometendo nunca mais passar por humilhação igual a aquela, Kang Han-na se despede de sua vida. Assim, ela se despede do seu cachorro, rompendo os laços de sua vida.

Um ano depois…

Os shows da Ammy, foram cancelados, com o sumiço de Kang Han-na, a única solução é o reality show que a falsa cantora fará para levantar algum prestígio. As buscas atrás pela cantora acima do peso continuam, sendo que Sung-jun nunca perdeu a esperança em achá-la.

Há um ano atrás, Han-na procurou um cirurgião plástico que era cliente dela, no tele sexo. Revelando que ele usa esse serviço porque transformou sua esposa numa mulher tão perfeita que não consegue toca-la, Han-na convence o medico a opera – lá.
Uma nova mulher surge, entre plásticas, condicionamento físico, sendo que nem a própria se reconhece. Linda e sem traço de uma gordura, Han-na vira a mulher mais cobiçada do pedaço.

O corpo perfeito e a voz perfeita.

Tendo um corpo perfeito e uma voz perfeita, Han-na agora tinha as duas coisas fundamentais pra subir a um palco e se tornar a mais famosa cantora de todos os tempos. Para não ser reconhecid, Han-na, decide criar um pseudônimo, tornando-se Jenny.

Indo atrás de Sung-jun, ela acaba deparando com uma seleção de aspirantes a artistas, que almejavam se tornar uma estrela. Sem dificuldades, Jenny entra na seleção e chama atenção do produtor Sung-jun.
Sung-jun compra a idéia de tornar Jenny, a nova cantora das paradas de sucesso, com um marketing “100% Natural”. Não sabe ele, que a Jenny fez cirurgia plástica do fio de cabelo até a unha dos pés.

Ammy que não é boba nem nada sabe que ser bonita e talentosa, e, além disso, ser algo natural é completamente impossível. Assim, ela se aproxima de Jenny, com intenção de destruí-la. Até porque, com a chegada de Jenny, a gravadora já se esqueceu quem é Ammy e de continuar as buscas atrás de Han-na.

O primeiro amor de Han-na

Chega a ser meio engraçado da inocência de Han-na, quando é paquerada na rua. Sua inocência é tanto, que ela vibra de alegria, quando recebe elogios, fazendo os homens ficarem confusos. Num dos momentos mais engraçados, dessa inocência é quando ela bate o carro, e o policial e o motorista do carro, ficam prontos em lhe ajudar, apaixonados por sua beleza e ela não sabe como reagir.

Acreditando que agora ela poderia chegar próxima de Sung-jun, Jenny tenta fazer ele se apaixonar por ela. Ironicamente, quanto mais próxima ela fica dele, mais detalhes de sua antiga vida como Han-na, ela encontra. Começando por encontrar seu antigo cachorro morando com ele, Sung-jun também cuida do pai de Han-na, além de lhe mostrar um vídeo para lhe servir de inspiração, que não é nada menos que o teste de Han-na na gravadora.

Jenny fica confusa, porque Sung-jun mostra tantas coisas de Han-na par ela? Será que ele já sabe? Ele realmente amava a Han-na? Jenny não compreende que mesmo assim, Sung-jun também gosta dela.

Ammy descobre o segredo de Han-na

Indo constantemente na clinica onde está o pai de Han-na, um dia ela houve a seguinte frase: “Deus que pode dar o dom as pessoas. As pessoas não tem esse poder, apenas sendo boa em algumas coisas”. Ficando com essa frase na cabeça, sobre não é qualquer um que pode virar cantor, mas precisa ter o dom, algo que as pessoas não conseguem fabricar, Ammy, acaba ouvindo a mesma frase, dias depois, de Jenny, que comenta que cresceu ouvindo essa frase de seu pai.

Pensando rápido, Ammy começa armar contra Jenny/Han-na, espalhando aonde ela passa, mensagens do tipo”Você é uma farsa!”.

A tempestuosa estréia de Jenny

Sung-jun começa a analisar suas lembranças e percebe que Jenny só pode ser Han-na, e o sentimento de ter sido enganado, a primeira coisa que ele faz é pedir para que ela esqueça a noite que eles ficaram juntos.

Percebendo que está perdendo todos amigos a sua volta, em troca da beleza, Jenny se sente como uma panela de pressão, no dia de sua grande estréia. Para piorar as coisas, Ammy apronta mais uma e manda mensagem pra todos da gravadora, de Han-na e Jenny, revelando que são a mesma pessoa, deixando o chefe da gravadora irado, pedindo o cancelamento do show.

Sung-jun a defende e fala que ele é um dos responsáveis a dar dinheiro pra gravadora, por isso irá manter o show. Defendendo Han-na, Sung-jun quer que ela se dê bem como Jenny no palco.
Entrando no palco, ela se derrama em lágrimas e pede perda pro público e conta a verdade. Sung-jun põe a imagem de Han-na ainda gorda nos telões do palco, chocando o público, sobre a transformação de Han-na em Jenny.

Numa das cenas mais emocionantes de todo o filme, Han-na pede perdão a todos que a perdoam, assim se encontrando com a velha Han-na. A Jenny não existe mais e agora Han-na só quer ser ela mesma.

Tendo os cd recolhidos nas lojas, Jenny não passou de uma ilusão, em contra partida, o primeiro cd de Han-na chega as lojas e vendendo muito bem. Começa a nova fase da Han-na feliz com ela mesma.

No amor, ela e Sung-jun, ainda é meros amigos, mas dessa vez Sung-jun está profundamente apaixonado por ela.

Top 10 Celebridades com as pernas mais bonitas

Eu sei que vocês adoram esses TOP 10, e pois bem, a Oricon fez mais uma pesquisa que nos agrada tanto. Quais são as pernas mais bonitas, segundo os japoneses? Tudo bem. que se fosse no Brasil seria Top 10 de bundas, porém ainda espero esse “bom senso” dos japoneses.

Porém, vale frisar que eu não entendi porque Yamapi está nessa lista, porem a lista está como foi publicada. Estranho é ver um homem na lista daquele que em as melhores pernas, porém vai entender.

01 – Goto Maki
02 – Satoda Mai
03 – Sawajiri Erika
04 – Shima Yuika
05 – Yamashita Tomohisa
06 – Nakamoto Suzuka
07 – Fukuhara Haruka
08 – Kashino Yuka
09 – Yotsumoto Naomi
10 – Kinouchi Midori

Crítica | Prince of tennis Live action

Exibido pelo canal Animax, o animê Prince of tennis é um dos grandes animês que estreou junto com o canal aqui no Brasil. No ano retrasado foi produzido o seu primeiro live action que na semana de estréia ficou entre os dez mais assistidos no Japão.

O mangá

As histórias do tenista Ryoma Echizen começaram a ser publicadas em 1999. Atualmente a série conta de Ryoma, um estudante vindo dos EUA, que mesmo muito jovem tem a fama de ser um excelente jogador de tennis. Entrando para a escola Sengaku, ele enfrentara hostilidade por ser muito jovem, mas nem por isso ele abaixara o nariz. A série foi encerrada ano passado, ganhando uma continuação logo em seguida.

O animê

Criado por Takeshi Konomi virou animê em 2001, sendo exibido pela TV Tokyo. Constituído de 178 episódios e uma série ova de 13 episódios, recentemente foi anunciado uma nova série ova que dará continuidade aos capítulos recentes do mangá. No Brasil foi exibido apenas a primeira leva de 52 episódios ainda sem previsão para episódios inéditos virem ao país.

O Musical

O que poucas pessoas sabem é que Prince of Tennis, como outros animês de sucesso, foi convertido em um musical. Suas principais sagas do animê viraram músicas contracenadas por um elenco rotativo, que troca depois de três apresentações.

Semelhante ao animê Sailor Moon, o musical foi à ponta de entrada para ganhar uma versão com atores reais. Lembrando que mesmo que soe estranho para nós brasileiros, é normal no Japão se produzir musicais de animês de sucesso, como foi produzido: Bleach, Cavaleiros do Zodíaco, Sailor Moon e Prince of Tennis. Recentemente Prince of tennis o musical está em sua quarta geração de atores em exibição no Japão.

O filme

O filme veio em maio de 2006 e cumpriu uma difícil missão em resumir uma longa história em apenas uma hora e quarenta minutos.

Recontando a origem do mangá e indo até o jogo entre a Seigaku e a Hyotei, o live action conseguiu ser fiel como também inserir novidades a franquia.
Echizen Ryoma chega dos EUA, não gostando nada da idéia de se transferir a escola Sengaku. A idéia foi de seu pai, assim ele veio passar um tempo no Japão. Chegando a escola, ele acaba se envolvendo numa briga que é resolvida num jogo de tênis, mas que acaba sendo suspensa pelo capitão do clube de tennis. Ryoma acaba se tornando um membro do Sengaku, mesmo sendo muito mais novo e tendo sua fama mundialmente, o capitão do time promete que ele será normal como todos ali para a diretora.

Semelhante ao animê e mangá, Ryoma permanece inalterado, esnobe e sem um pingo de humildade. Brilhante atuação do ator Hongo Kanata que soube manter toda essência do personagem.

Outro personagem muito bem interpretado em tela foi o Nanjiro Echizen, por Kishitani Goro. Ele manteve todo o bom humor e deboche na relação pai e filho com o Ryoma. Trazendo seu filho pro Japão, Nanjiro acredita que Ryoma tem muito o que aprender para se tornar um grande jogador de tennis, e isso acabamos descobrindo no desenrolar do filme.

O grande vilão do filme é o Egate Mcleod Higaki, interpretado por Rikiya. Ele desafia Ryoma numa batalha final de encher os olhos no final do filme. Será que Ryoma consegue superar as táticas sujas do inimigo?

Analisando o filme

O filme trouxe algumas novidades visuais, valendo atenção para tenistas voadores, efeitos de chamas, raquetes explodindo, efeito de luz negra, além de “ki” para os personagens. Todas essas novidades visuais foram muito bem vindas, mas que também deu um ar caricato a exemplo de Shaolin Soccer. Se isso descaracterizou a série? Não, porque toda a essência de cada personagem está ali. Mudanças visuais como essas apenas engradeceu o filme, trazendo um novo diferencial para o público que já conhecia a série, como também encheu os olhos de quem nunca teve contato com a série.

Esse tipo de mudança ocorre naturalmente quando uma série muda de mídia (mangá para animê, mangá para live action), tendo que ser recriada novas formas de narrativa visual. Isso faz lembrar as mudanças que Sailor Moon sofreu para se transformar um live action, como a mudança de cores de cabelo apenas na transformação, uma luna de pelúcia e um enredo mais sério e fiel ao mangá do que o animê.

Como dissemos antes, o live action pegou emprestado muito do que deu certo no musical, por exemplo trazendo vários atores da segunda geração do teatro no elenco do filme. Agora não confunda, porque você não irá ver Ryoma cantando no filme.

O elenco

O protagonista Echizen Ryoma, foi interpretado pelo jovem Hongo Kanata de 17 anos. No Brasil, podemos ver ele no filme O retorno (Returner). Outros filmes de sucesso que ele atuou foi Nana 2 (baseado no mangá de mesmo nome) e Moon Child (o famoso filme de Gackt e Hyde). Em doramas, Hongo atuou em poucos doramas, sendo o mais recente o “Seito Shokun!”. Para fãs do garoto, ele nasceu no dia 15 de novembro de 1990 em Miyagi e ele tem 1,68 de altura, sendo do signo de Escorpião. Ele é agenciado pela Stardust.

O personagem Tezuka Kunimitsu, por sua vez foi interpretado por Shirota Yuu, que é modelo, ator e cantor no Japão. Ele reencontrou o ator Hongo no dorama “Seito Shokun!”. Shirota pertence a boy band D-boys. Ele nasceu no dia 26 de dezembro de 1985, em Tóquio. Ele tem 1,85 de altura e 74 quilos e é do signo de capricórnio. O filme mais recente do ator é Waruboro também lançado esse ano. Shirota é agenciado pela Watanabe Entertainment.
Keigo Atobe, o personagem popular com as garotas em Prince of tennis, foi interpretado por Sainei Ryuji. Ele é velho conhecido para quem gosta de tokusatsu, por interpretou o Akaza Ban Ban/Deka Red de Tokusou Sentai Dekaranger (adaptado no ocidente como Power Ranger SPD). Ele nasceu no dia 8 de outubro de 1981, em Hiroshima. Ele tem 1,81 de altura de 62 quilos, sendo do signo de Libra. Ele é agenciado pela Horipro.

A personagem muda Higaki Shioin, que seria um par romântico para o Ryoma, foi interpretada pela Iwata Sayuri. Ela é cantora e atriz, sendo que Prince of tennis foi seu primeiro filme. Sayuri nasceu no dia 21 de julho de 1990 em Shizuoka. Ela tem 1,60 de altura.

No papel da Diretora Ryuzaki-sensei, foi escalada a cantora Shimatani Hitomi. A cantora recentemente pode ser vista no Disney Channel cantando a música tema de High School Musical em japonês. Entre seus trabalhos, destaca-se a dublagem que ela fez em Doraemon, no filme “Nobita no wannyan jikuuden”. Ela nasceu no dia 4 de setembro de 1980, em Hiroshima. Ela tem 1,61 de altura e é do signo de Virgem. Ela é agenciada por PROCEED.

Por fim, o pai do Ryoma, o Nanjiro Echizen, foi interpretado pelo veterano Kishitani Goro. Entre os filmes que ele atuou, foi o filme “Taiyou no Uta”, com a adorável cantora Yui. Ele é casado com a cantora Kishitani Kaori da banda Princess Princess. Goro também já atuou ao lado do próprio Ryoma, o Hongo Kanata no filme “O Retorno” (Returner) lançado no Brasil pela Columbia Pictures. Ele nasceu no dia 27 de setembro de 1964. Ele tem 1,75cm de altura e 66 kg e é do signo de libra. Ele é agenciado pela Amuse.

Top 10 dos cinemas japoneses: 20th Century Boys em primeiro lugar!

Essa semana teve uma estréia de peso nos cinemas japonesas, nada menos que a terceira e ultima parte do 20th Century Boys. Baseado no mangá do Naoki Urasawa (mesmo autor de Monster publicado por aqui pela Conrad).

20th Century Boys – The Final Chapter estreou na primeira posição, lembrando que os outros dois primeiros filmes também estreou muito bem no cinema. A série de 22 volumes, teve do 1 ao 5 adaptado no primeiro filme, do 6 ao 15 no segundo filme, sendo do 16 ao 22. Porém, não sabemos se 21th Century Boys que encerra a série, e teve dois volumes, deve ser adaptado também nas telonas.

Em segundo lugar, tivemos Uma noite no museu 2, o filme da Fox perdeu força, mas ainda mantém uma boa recepção pelos japoneses. Lembrando que o filme está há 3 semanas em cartaz e estreou por lá com uma boa janela de atraso.

Harry Potter vai completar dois meses em cartaz semana que vem e parece não perder força, estando na terceira posição. O mago realmente tem uma legião de fãs no Japão pra manter essa excelente bilheteria por lá.

Agora vamos falar de Kamen Rider Decade The Movie: All Riders vs. Dai-Shocker, que caiu uma posição, estando na quarta posição. O filme que faz dobradinha com Samurai Sentai Shinkenger The Movie: The Fateful War, está há 4 semanas em cartaz. A série Kamen Rider Decade acabou sábado, com o anúncio de um novo filme em 12 de dezembro que dará as respostas sobre a série de televisão. Kamen Rider Decade foi uma série de 31 episódios, sendo que seu segundo filme está mantendo uma excelente bilheteria nos cinemas. Não sabemos se é por fãs da série, se é pela homenagem aos kamen rider antigos, ou se é pelo cantor Gackt. Sabemos que Gackt é o principal garoto propaganda do filme, sempre indo nos programas musicais e de entrevista, pra tocar a música Next Decade (tema do filme) e falar um pouco sobre sua participação. Talvez a formula de sucesso tenha sido misturar tudo isso, mas Kamen Rider Decade pode estar exagerando um pouco, porque com o anuncio de novo filme nos cinemas, teremos oficialmente 3 filmes do mesmo personagem no mesmo ano nos cinemas. Um pouco de exagero pela parte da Toei, mas se o personagem está dando dinheiro, eles vão sugar até a última gota.

O filme Kamen Rider Decade The Movie: All Riders vs. Dai-Shocker pode ser interpretado como um final alternativo, porém todos esperavam um novo final na televisão, coisa que a Toei prometeu num novo filme. Sacanagem? Muita.

Semana que vem estréia Kamen Rider W, e acredito que Kamen Rider Decade The Movie: All Riders vs. Dai-Shocker deve começar a cair na bilheteria. Até então, Kamen Rider Decade com certeza, foi uma série que fez bonito nos cinemas japoneses, completando um mês no top 10.
Pokemon Diamond & Pearl: À Conquista do Espaço-Tempo já é o filme com maior bilheteria de Pikachu e companhia, também conhecido como Pokémon 12, está o mesmo período nos cinemas que Harry Potter. Pokemon é uma franquia que virou eterna e esse filme é uma prova viva, que esse segmento se renovou mantendo essa boa bilheteria por lá.

Hachiko com Richard Gere caiu algumas posições, indo para sexta posição. O filme é uma adaptação americana baseada na famosa história do cachorro Hachi. Esse filme só estréia nos Estados Unidos em dezembro, e sinceramente tenho grande expectativa por esse filme.

Tivemos a estréia também de Oblivion Island: Haruka and the Magic Mirror (Hottarake no Shima – Haruka to Mahou no Kagami no original), que é um filme em animação 3D realizado pela I.G Production. O filme é bastante interessante, sobre Haruka que nota o sumiço do espelho dado por sua mãe antes de falecer e ela vai atrás, indo parar num mundo de fantasia. O filme se baseia no conceito de aonde vão parar as coisas que somem ou você perde.