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Fundação Japão retorna à Bienal do Livro de São Paulo após oito anos

Após oito anos longe do evento, a Fundação Japão em São Paulo volta a participar da Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A instituição estará presente na edição de 2026, realizada de 4 a 13 de setembro, no Distrito Anhembi, com uma seleção de publicações relacionadas à literatura e à cultura japonesa.

O estande reunirá livros de autores japoneses traduzidos para o português, mangás publicados no Brasil e materiais didáticos para o estudo da língua japonesa. A proposta é apresentar ao público diferentes formas de acesso à produção editorial do Japão disponível no país.

Entre os títulos selecionados estão Vou te Receitar um Gato, de Syou Ishida, e O Expresso de Tóquio, de Seicho Matsumoto. A seleção também inclui outras obras que fazem parte do acervo da Biblioteca da Fundação Japão em São Paulo.

Livros estarão disponíveis para consulta

A participação da Fundação Japão terá caráter cultural e não comercial. Os livros não serão vendidos no estande: os visitantes poderão consultar os exemplares e conhecer parte do acervo mantido pela instituição.

Localizada na Avenida Paulista, a biblioteca reúne publicações sobre diferentes aspectos do Japão, incluindo literatura, cultura e estudos japoneses. A presença na Bienal também funciona como uma oportunidade para apresentar esse acervo a um público mais amplo.

A Fundação Japão é vinculada ao Ministério das Relações Exteriores do Japão e atua no Brasil desde 1972, promovendo intercâmbios nas áreas de cultura, artes, língua japonesa e estudos japoneses.

Serviço

Fundação Japão na Bienal do Livro de São Paulo 2026

Data: 4 a 13 de setembro de 2026
Local: Distrito Anhembi, São Paulo (SP)
Estande: CC27
Atividade: exposição e consulta de livros de literatura japonesa traduzidos para o português, mangás e materiais didáticos de língua japonesa

Fundação Japão em São Paulo: Avenida Paulista, 52, 3º andar, São Paulo (SP)

‘Mapas’ usa o horror para explorar os lados ocultos de Brasília

Brasília ganha uma nova dimensão em “Mapas”, primeiro longa-metragem de Rafael Lobo. Selecionado para a Mostra Brasília do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o filme transforma a própria capital federal em parte da narrativa ao combinar investigação, memória e horror.

Na história, Júlia (Beta Rangel) e Sérgio (Caique Copque) procuram Rebeca, uma cicloativista desaparecida. A busca leva os dois por diferentes regiões da cidade, incluindo o Lago Paranoá, as Ruínas da UnB e a área onde existiu a Vila Amaury, antigo assentamento de trabalhadores da construção de Brasília posteriormente submerso pelas águas do lago.

É nesse percurso que o filme usa o gênero do horror para revisitar histórias que ficaram escondidas sob a imagem monumental da capital. Em vez de tratar Brasília apenas como cenário, “Mapas” transforma seus espaços e suas memórias em elementos da própria investigação.

Horror encontra a história de Brasília

A investigação conduzida pelos protagonistas também incorpora imagens de arquivo de filmes do cineasta Vladimir Carvalho. Os registros participam da narrativa e, ao mesmo tempo, funcionam como uma homenagem à trajetória do diretor e ao cinema produzido sobre a capital.

A presença desses arquivos reforça uma das propostas do longa: olhar para Brasília além de seus cartões-postais e recuperar histórias associadas à construção e às transformações da cidade.

O resultado é uma narrativa que combina drama, fantasia e horror para explorar memórias soterradas — algumas literalmente — pelo processo de formação da capital.

Produção reúne profissionais do Distrito Federal

Realizado majoritariamente por profissionais ligados ao audiovisual do Distrito Federal, “Mapas” marca a estreia de Rafael Lobo na direção de longas-metragens. O cineasta é graduado em Audiovisual e mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília e já havia dirigido curtas como Bartleby e Xarpi, além do documentário Luis Humberto: O Olhar Possível, codirigido com Mariana Costa.

Lobo também assina o roteiro de “Mapas” ao lado de Lucas Gehre e divide a montagem com Tainá Menezes.

A equipe mantém parcerias de trabalhos anteriores do diretor. Emília Silberstein, por exemplo, assina a direção de fotografia e venceu o prêmio de Melhor Fotografia no Cine PE pelo longa. Já Olivia Hernández ficou responsável pelo som direto, desenho e edição de som, trabalho que também lhe rendeu uma premiação no festival.

A produção é da Machado Filmes, em coprodução com Tao Luz e Movimento e Levante Filmes.

Filme estreia em circuito de festivais

“Mapas” teve sua estreia nacional no Cine PE, onde recebeu cinco prêmios, incluindo reconhecimentos para fotografia, montagem, edição de som, atuação e Júri Popular. O longa também foi selecionado para o 30º FAM – Festival Internacional de Cinema Florianópolis Audiovisual Mercosul.

Agora, o filme chega à Mostra Brasília do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, reforçando a presença de uma produção local dentro de um dos principais eventos dedicados ao cinema nacional.

Ficha técnica

Mapas (Brasil, 2026)
Direção: Rafael Lobo
Roteiro: Lucas Gehre e Rafael Lobo
Produção: Alisson Machado
Fotografia: Emília Silberstein
Direção de arte: Lucas Gehre e Nadine Diel
Montagem: Rafael Lobo e Tainá Menezes
Som: Olivia Hernández
Mixagem: Micael Guimarães
Produção: Machado Filmes
Coprodução: Tao Luz e Movimento e Levante Filmes
Gênero: Drama/Horror
Duração: 115 minutos

Ciranda de Filmes retorna a São Paulo com mais de 50 produções sobre infância e juventude

Depois de dois anos dedicados à pesquisa e curadoria, a Ciranda de Filmes está de volta. A 9ª edição da mostra acontece entre 10 e 13 de setembro, no Espaço Petrobras de Cinema, em São Paulo, com mais de 50 filmes brasileiros e internacionais e uma programação gratuita que também inclui debates, oficinas e atividades educativas.

Criada em 2014, a Ciranda se apresenta como a primeira mostra cinematográfica brasileira dedicada especificamente às infâncias, juventudes e educação. Neste retorno, o evento adota como tema “Infância: força regeneradora da vida – reacender sonhos, cultivar o comum e regenerar nossa forma de estar no mundo”.

Mais do que reunir filmes voltados ao público infantil e jovem, a proposta da mostra é usar o cinema como ponto de partida para discutir educação, direitos, relações sociais, natureza, guerras, tecnologia e diferentes formas de viver a infância.

Filmes brasileiros e internacionais

A programação brasileira será aberta com Papaya, animação de Priscilla Kellen que acompanha uma pequena semente de mamão em sua tentativa de escapar do próprio enraizamento. O longa foi o primeiro filme de animação brasileiro selecionado para o Festival de Berlim e recebeu três prêmios no Festival Internacional de Animação Lanterna Mágica.

No encerramento, a mostra apresenta Do Colo da Terra, documentário de Renata Meirelles e David Vêluz. O filme acompanha crianças dos povos Guarani Kaiowá, Guarani Ñandeva, Baniwa e Kĩsêdjê, explorando a relação entre brincadeira, espiritualidade, aprendizagem, comunidade e território.

Entre os destaques internacionais estão A House Made of Splinters, documentário indicado ao Oscar que acompanha crianças em um abrigo no leste da Ucrânia durante a guerra; A Chave para a Liberdade, produção francesa dirigida por Claude Nuridsany e Marie Pérennou; e DJ Ahmet, sobre um adolescente da Macedônia do Norte que encontra na música uma forma de lidar com as expectativas de uma comunidade conservadora.

A seleção também recupera dois filmes importantes de décadas anteriores: A Língua das Mariposas, de José Luis Cuerda, e Rue Cases-Nègres, de Euzhan Palcy, vencedor do Leão de Prata no Festival de Veneza de 1983.

Cinema como espaço de debate

A programação não se limita às sessões. Entre os encontros previstos estão debates sobre infâncias em situações de guerra, deslocamento e crise climática, além de discussões sobre o papel do brincar e a representação de crianças e jovens no cinema brasileiro.

O documentário Amora, de Ana Petta, será exibido como ponto de partida para uma conversa sobre o direito das crianças à cidade, à natureza e ao brincar. Já o chileno Cien Niños Esperando un Tren, de Ignacio Agüero, acompanha uma oficina de cinema realizada com crianças durante a ditadura de Pinochet.

Outro destaque é Babystar, de Joscha Bongard, que aborda a exposição de crianças e adolescentes nas redes sociais.

A mostra também terá a oficina “Cinema como laboratório sensível: educação, subjetividade e invenção de mundos”, conduzida pelo cineasta e pesquisador Cezar Migliorin em parceria com o CineSesc.

Programação vai além do cinema

O Espaço Petrobras de Cinema também receberá a exposição Tecendo Saberes, de Marie Ange Bordas, além de obras da artista Renaya Dorea, responsável pela ilustração que inspirou a identidade visual desta edição.

Entre as atividades para o público estão ainda o Auto dos Barquinhos, que propõe a criação de uma instalação coletiva com elementos da natureza, e uma vivência conduzida por Leila Garcia, voltada ao corpo, movimento e percepção.

Parte da programação também será levada para as Fábricas de Cultura de São Paulo e para o Centro Cultural Casarão, em Campinas.

Depois da etapa presencial, uma seleção de filmes brasileiros ficará disponível gratuitamente na Itaú Cultural Play, entre 14 de setembro e 11 de outubro.

Desde 2014, a Ciranda já exibiu mais de 400 filmes e realizou quase 100 atividades de formação, alcançando mais de 39 mil pessoas.

Serviço

9ª Ciranda de Filmes

Quando: 10 a 13 de setembro de 2026
Local: Espaço Petrobras de Cinema — Rua Augusta, 1.475, Consolação, São Paulo
Entrada: gratuita

Programação online: 14 de setembro a 11 de outubro, na Itaú Cultural Play

Campinas: 19 e 20 de setembro, no Centro Cultural Casarão

Fábricas de Cultura: 25 e 26 de setembro, em São Paulo.

51% dos brasileiros esperam gastar mais com assinaturas nos próximos cinco anos, aponta pesquisa

Crédito: Pakutaso

O mercado de assinaturas continua avançando no Brasil, mas o modelo de pagamento recorrente já vai muito além dos serviços de entretenimento. Uma pesquisa da Vindi em parceria com a Opinion Box mostra que 51% dos brasileiros esperam aumentar seus gastos com assinaturas nos próximos cinco anos.

O percentual vem crescendo. Em 2025, eram 48% dos entrevistados com essa expectativa, enquanto em 2024 a parcela era de 46%. Para os próximos 12 meses, entretanto, o cenário é mais conservador: 62% acreditam que manterão os gastos estáveis, enquanto 22% esperam gastar mais.

O levantamento também mostra que novas categorias estão entrando nesse mercado. O consumo de serviços relacionados a inteligência artificial aparece para 34% dos entrevistados, enquanto assinaturas de nuvem chegam a 43%. Alimentação representa 42% e serviços para pets, 23%.

Streaming ainda domina, mas assinaturas se espalham pela rotina

O entretenimento continua sendo uma das principais portas de entrada para o modelo. 79% dos consumidores utilizam serviços digitais de vídeo, enquanto 55% possuem assinaturas de música e podcasts e 33% recorrem a cursos online.

Ao mesmo tempo, serviços considerados essenciais já fazem parte da rotina de grande parte dos brasileiros. 87% dos entrevistados possuem algum pagamento recorrente nessa categoria. Internet aparece em 77% dos casos, seguida por energia elétrica (74%), celular pós-pago (64%) e água (62%).

Serviços relacionados a atividade física, como academias, natação, pilates, personal trainer e Gympass, também aparecem entre as assinaturas, com 44% de adesão.

O resultado indica uma mudança no papel das assinaturas: elas deixam de estar associadas principalmente ao acesso a conteúdo e passam a representar também conveniência e serviços utilizados no cotidiano.

Consumidor está mais atento ao preço

O crescimento do mercado não significa que os consumidores estejam menos criteriosos. A pesquisa aponta que preço e qualidade estão entre os principais fatores considerados na decisão de manter ou cancelar uma assinatura.

Nos últimos 12 meses, 47% afirmaram que seus gastos permaneceram estáveis, enquanto 35% disseram ter aumentado o valor destinado a assinaturas. Outros 18% reduziram os gastos.

O orçamento mensal também mostra uma concentração maior em faixas de valor mais elevadas. 29% gastam entre R$ 51 e R$ 100 por mês, enquanto outros 29% desembolsam entre R$ 101 e R$ 200. A faixa de R$ 201 a R$ 500 reúne 17% dos consumidores.

Em contrapartida, caiu a parcela daqueles que gastam entre R$ 11 e R$ 50 mensais: de 27% em 2024 para 19% em 2026.

Cartão continua à frente do Pix

Apesar do avanço de novas formas de pagamento, o cartão de crédito continua sendo o principal meio utilizado nas assinaturas, escolhido por 65% dos consumidores.

O Pix aparece em segundo lugar, com 16%. O índice representa uma alta em relação a 2025, quando era utilizado por 13%, mas ainda mantém uma distância considerável do cartão.

A pesquisa também registra o uso de débito em conta corrente (9%), boleto bancário (5%), carteiras digitais (3%) e cartões de loja (2%).

A expansão do Pix Automático, que permite autorizar previamente cobranças recorrentes, pode alterar esse cenário ao reduzir a necessidade de novas ações do consumidor a cada ciclo de pagamento.

IA e serviços especializados ampliam o mercado

A presença da inteligência artificial entre as categorias de assinatura mostra como o modelo acompanha a incorporação de novas tecnologias ao cotidiano. Ferramentas de IA passam a disputar espaço com serviços que já possuem modelos consolidados de recorrência, especialmente nas áreas de produtividade e trabalho.

O mesmo movimento aparece em categorias como nuvem, alimentação e serviços para pets, indicando que o mercado brasileiro de assinaturas está se tornando mais diversificado.

O Relatório Assinaturas 2026, realizado pela Vindi e pela Opinion Box, ouviu 1.040 pessoas pela internet entre junho e julho de 2026. A pesquisa contemplou todas as regiões do país e possui margem de erro de três pontos percentuais.

Fonte: Vindi/Opinion Box.

Os Farofeiros 3 leva turma ao Caribe em nova aventura; confira o trailer

OS FAROFEIROS 3 - Foto Desirée do Valle

A turma de Os Farofeiros vai deixar as praias brasileiras para trás. A franquia de comédia retorna aos cinemas em 5 de novembro com Os Farofeiros 3, que acaba de ganhar trailer e cartaz.

Desta vez, os personagens embarcam para a fictícia ilha de San Martinez, no Caribe, onde deveriam participar de um casamento em um resort de luxo. O problema é que, como costuma acontecer com esse grupo, a viagem rapidamente sai do roteiro.

A nova produção reúne novamente Cacau Protásio, Maurício Manfrini, Danielle Winits, Antônio Fragoso, Elisa Pinheiro, Charles Paraventi, Aline Campos e Nilton Bicudo. A direção é de Roberto Santucci, com roteiro de Paulo Cursino, responsáveis pelos dois filmes anteriores.

Viagem internacional vira novo perrengue

Na história, Rocha (Charles Paraventi) decide bancar o casamento da filha e convida Alexandre (Antônio Fragoso), Lima (Maurício Manfrini) e Diguinho (Nilton Bicudo), acompanhados de suas famílias, para a celebração.

O grupo chega ao Caribe esperando encontrar praias paradisíacas, festas e um hotel sofisticado. A realidade, porém, é bem diferente: eles descobrem que Rocha precisou economizar para bancar o casamento e colocou todos no hotel mais barato da América Latina.

A partir daí, a viagem se transforma em mais uma sequência de confusões. Renata (Danielle Winits) começa a criar problemas antes mesmo da chegada ao destino, enquanto Vanete (Elisa Pinheiro) enfrenta a pressão do casamento da filha. Ellen (Aline Campos) terá sua autoconfiança colocada à prova e Diguinho precisará lidar com questões do passado.

Enquanto isso, Lima e Jussara (Cacau Protásio) levam o tradicional “jeitinho brasileiro” para o novo cenário. O filme ainda terá participação especial do cantor Leo Jaime.

Terceiro filme da franquia

Os Farofeiros 3 dá continuidade à franquia que já levou milhões de espectadores aos cinemas brasileiros. O novo longa mantém a equipe responsável pelos dois primeiros filmes e amplia a escala da história ao levar os personagens para sua primeira viagem internacional.

A produção é da Camisa Listrada, em coprodução com Panorama Filmes, Globo Filmes e Telecine, e distribuição da Downtown Filmes.

Os Farofeiros 3 estreia nos cinemas brasileiros em 5 de novembro de 2026.

Imagineland On The Road 2026 terá astros de High School Musical, One Piece e Power Rangers em Campina Grande

Campina Grande recebe entre 25 e 27 de setembro a segunda edição do Imagineland On The Road, versão itinerante do festival de cultura pop que reúne cinema, séries, games, quadrinhos e outras atrações. Entre os convidados confirmados estão atores de High School Musical, One Piece, Power Rangers e The Vampire Diaries.

O evento será realizado no Centro de Convenções de Campina Grande, que terá uma área de aproximadamente 18 mil metros quadrados dedicada às atrações. Os painéis serão realizados no Teatro Shaolin, com capacidade para 1.900 pessoas.

Atores de séries e filmes estão entre os convidados

O elenco internacional reúne nomes conhecidos de diferentes gerações da cultura pop. Corbin Bleu, Lucas Grabeel e Monique Coleman participam das comemorações dos 20 anos de High School Musical.

Também estão confirmados Lera Abova, que interpreta Nico Robin em One Piece: A Série; Lee Jin-hyuk, cantor e ator sul-coreano; Walter Emanuel Jones, o primeiro Ranger Preto de Power Rangers; e Zach Roerig, de The Vampire Diaries.

Os convidados também participarão de sessões de fotos e autógrafos, realizadas separadamente e com cobrança adicional.

A programação nacional terá ainda dubladores como Guilherme Briggs, Jéssica Vieira, Fabrício Vila Verde e Maíra Góes, que trabalham em Miraculous: As Aventuras de Ladybug, além de Analu Pimenta, Taís Feijó e Thadeu Matos, de Guerreiras do K-pop. Bianca Alencar, conhecida por trabalhos em Gravity Falls e My Little Pony, também estará no evento.

Games e quadrinhos ganham espaço

Os games terão uma programação própria com a Imagineleague 2026, torneio de e-sports que reúne competições de CS2, Street Fighter 6 e League of Legends. O evento também terá um Torneio Social de Street Fighter.

A premiação anunciada para as competições chega a R$ 112 mil.

Já o Artists’ Alley terá 34 mesas e contará com artistas como Mike Deodato, Eddy Barrows, Shiko, Paulo Moreira, Jefferson Costa, Regiane Braz, Helô D’Angelo, Daniel HDR, Ilustralu, Glitch Tellend, Phellip Willian e Melissa Garabeli. A área terá curadoria de Sidney Gusman.

Outra atração será a Vila Medieval, montada na área externa do Centro de Convenções. O espaço terá atividades inspiradas no período medieval e participação do grupo argentino Newbery Combate Medieval.

Programação também terá cinema e cultura pop

Entre os conteúdos anunciados estão a apresentação do documentário Uma Odisseia Criativa: Em Busca de Tolkien, com Erico Borgo e Laís Almeida, além de painéis com convidados e ativações de marcas.

O público também poderá acompanhar o tradicional Red Carpet, onde os convidados passarão antes de participarem das atividades, além de uma área dedicada a encontros com artistas.

A estrutura contará ainda com uma Arena Dancer, lojas licenciadas e diferentes ativações espalhadas pelo pavilhão.

Ingressos para o Imagineland On The Road

Os ingressos estão à venda pela plataforma oficial do evento. Há opções para um ou três dias, além do passaporte premium Legend.

No segundo lote promocional informado pela organização, os ingressos custam R$ 67 para sexta-feira e R$ 87 para sábado ou domingo. O passaporte para os três dias custa R$ 177, sem taxa de serviço.

Estudantes de instituições públicas municipais, estaduais ou federais terão entrada gratuita na sexta-feira (25) mediante apresentação de comprovante de matrícula. A cada dois estudantes, um acompanhante também poderá entrar gratuitamente, dentro do limite disponibilizado pela organização.

O Legend, passaporte premium do evento, custa R$ 2.600 e inclui benefícios como sala VIP, foto e autógrafo com os principais convidados, estacionamento exclusivo, entrada antecipada e kit especial.

Também haverá transporte oficial entre João Pessoa e Campina Grande, com saídas do Espaço Cultural José Lins do Rêgo.

Serviço

Imagineland On The Road 2026
Data: 25, 26 e 27 de setembro de 2026
Local: Centro de Convenções de Campina Grande – Campina Grande (PB)

Ingressos: disponíveis pela plataforma Imagine.Club.

Monster Hunter Outlanders revela Ruger Aidal e abre pré-registro para celulares

Novo monstro original de Monster Hunter Outlanders, o dragão ancião "Ruger Aidal"

Monster Hunter Outlanders revelou durante a gamescom 2026 um novo monstro criado especialmente para o jogo. O Ruger Aidal, classificado como Dragão Ancião, será uma das principais ameaças da aventura e marca sua primeira aparição na franquia.

A revelação aconteceu nesta quarta-feira (26), acompanhada da abertura do pré-registro na App Store e no Google Play. O RPG de ação e caça é desenvolvido pela TiMi Studio Group, publicado pela Garena no Brasil e licenciado e supervisionado pela Capcom.

Quem é Ruger Aidal?

Descrito como uma criatura extremamente rara nas lendas de Aesolândia, Ruger Aidal possui enormes asas que emitem uma luz intensa. De longe, sua aparência pode ser confundida com a de um sol suspenso no céu.

O novo trailer mostra o Dragão Ancião surgindo durante um fenômeno de aurora e observando os aventureiros antes de liberar uma grande quantidade de energia. A origem da criatura e sua relação com os acontecimentos de Aesolândia ainda são mistérios que fazem parte da história do jogo.

A presença de Ruger Aidal também terá consequências para outros monstros. As chamadas Partículas Radiantes liberadas pela criatura podem alterar a aparência e o comportamento de monstros encontrados na região.

Entre as criaturas conhecidas da franquia que estarão em Monster Hunter Outlanders estão Rathalos, Rathian, Diablos, Kushala Daora, Anjanath e Nergigante. Algumas delas poderão aparecer em suas novas formas Radiantes.

Pré-registro já está disponível

O pré-registro de Monster Hunter Outlanders já pode ser realizado nas lojas digitais de dispositivos Android e iOS. Os jogadores serão notificados quando o jogo estiver disponível.

A campanha também possui metas coletivas de pré-registro e seguidores nas redes sociais. Caso os objetivos sejam alcançados, os jogadores poderão receber recompensas após o lançamento, incluindo 20 Contratos Padrão e a Aventureira SR Raya.

O jogo coloca os jogadores em uma experiência de caça e sobrevivência ambientada em Aesolândia, combinando exploração e combates contra criaturas da franquia Monster Hunter em dispositivos móveis.

Monster Hunter Outlanders ainda não teve sua data de lançamento informada no material divulgado.

Parada SP é homenageada pela Câmara Municipal enquanto projeto ameaça manifestações LGBT+ na Paulista

Richard Lourenço | Rede Câmara SP

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP) recebeu, na terça-feira (25), a Salva de Prata, uma das principais honrarias da Câmara Municipal de São Paulo. A homenagem reconhece os 30 anos de atuação da organização na defesa dos direitos da população LGBT+ e acontece enquanto um projeto em tramitação na própria Câmara pode afetar manifestações LGBT+ em espaços públicos da cidade.

A cerimônia foi realizada no Salão Nobre da Câmara e teve a presença de representantes do poder público, ativistas e integrantes do movimento LGBT+. A honraria foi recebida por Nelson Matias, presidente da APOLGBT-SP.

O reconhecimento ocorre poucos meses depois de a Câmara aprovar, em primeiro turno, o PL 50/2025, que prevê restrições a manifestações LGBT+ nas ruas, à presença de crianças e adolescentes nesses espaços e ao que o texto classifica como conteúdo impróprio. O projeto ainda não foi aprovado definitivamente.

Homenagem em meio à disputa pelo espaço público

A coincidência entre os dois acontecimentos foi destacada por Nelson Matias durante a cerimônia. Para o presidente da APOLGBT-SP, a homenagem representa o reconhecimento de uma trajetória construída justamente a partir da ocupação dos espaços públicos.

“A Parada SP nasceu ocupando o espaço público porque a visibilidade também é cidadania.”

A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo é realizada na Avenida Paulista desde 1997 e completa três décadas de história em 2026. Ao longo desse período, a manifestação se consolidou como uma das principais mobilizações LGBT+ do país.

A APOLGBT-SP, fundada em 1999, é responsável pela organização do evento e também atua em iniciativas relacionadas à defesa dos direitos humanos, combate à LGBTfobia e promoção da cidadania da população LGBT+.

Ativistas históricos também foram homenageados

A cerimônia também reconheceu pessoas que participaram da construção da Parada SP ao longo de sua história. Entre os homenageados estavam Roberto de Jesus, Paulo Giacomini, Regina Facchini e Silvetty Montilla.

Representantes das Paradas do interior de São Paulo também receberam homenagens, em reconhecimento ao trabalho realizado por organizações LGBT+ em diferentes municípios do estado.

A Salva de Prata foi proposta originalmente pela então vereadora Adriana Ramalho. A entrega ocorreu oito anos depois, com apoio do vereador Marcelo Messias, representado na solenidade por Rita de Cassia Fernanda da Silva.

A cerimônia teve ainda a participação de representantes das secretarias municipal e estadual ligadas às políticas de diversidade, além de integrantes da própria APOLGBT-SP e apoiadores históricos da Parada.

30 anos de Parada do Orgulho LGBT+

Criada em 1997, a Parada SP transformou a Avenida Paulista em um dos principais símbolos da mobilização LGBT+ no Brasil. A organização afirma que o movimento cresceu a partir da participação de voluntários e posteriormente deu origem à associação responsável pela realização do evento.

Em 2026, a Parada completa 30 anos, período marcado pela ampliação de sua atuação para além do evento anual e pela realização de outras iniciativas voltadas à população LGBT+.

Agora, a homenagem concedida pela Câmara acontece em paralelo à discussão sobre os limites da presença dessas manifestações no espaço público paulistano, colocando novamente a relação entre direito à cidade, visibilidade LGBT+ e liberdade de expressão no centro do debate.

Biduzidos ganha revista em quadrinhos com histórias de Bidu, Mingau e outros pets

Divulgação MSP Estúdios

Biduzidos agora também está nos quadrinhos. A animação da MSP Estúdios, que já soma mais de 155 milhões de visualizações no YouTube e TikTok, ganhou sua primeira revista pela Panini.

A publicação coloca os animais de estimação da Turma da Mônica no centro das histórias, seguindo a mesma ideia da série animada: mostrar situações do cotidiano a partir da perspectiva dos pets.

Entre os personagens estão Bidu, Mingau, Floquinho, Monicão, Chovinista, Mostarda e Giselda. Os donos dos animais aparecem em segundo plano, enquanto os bichos assumem as situações e conflitos das histórias.

Revista aposta em histórias visuais

Uma das diferenças do gibi está na forma como as histórias foram construídas. A revista utiliza pouco texto, apostando em expressões dos personagens, onomatopeias e sequências de imagens.

A escolha faz com que a publicação possa ser acompanhada também por crianças que ainda estão começando o processo de alfabetização. A primeira edição inclui ainda passatempos, curiosidades e conteúdos sobre cuidados com animais de estimação.

A revista também abre espaço para os leitores enviarem fotos de seus próprios pets, criando uma ligação direta entre as histórias e os animais que fazem parte da rotina das famílias.

Bidu volta a protagonizar uma publicação

A presença de Bidu dá à novidade uma conexão direta com a origem dos quadrinhos de Mauricio de Sousa. Criado em 1959, o cachorro azul foi o primeiro personagem publicado pelo autor, antes mesmo da criação da Turma da Mônica.

Agora, ele volta a ocupar o papel de protagonista ao lado de outros animais já conhecidos do universo da MSP. A proposta mantém o humor visual de Biduzidos, mas utiliza as possibilidades dos quadrinhos para criar novas situações para os personagens.

A versão impressa também chega enquanto a animação continua crescendo. A segunda temporada foi lançada em julho, no canal oficial da Turma da Mônica no YouTube, e uma terceira temporada já está em produção.

Lançamento acontece na Bienal do Livro

Biduzidos nº 1 já pode ser encontrado em bancas, livrarias e nos canais da Panini. O lançamento oficial acontece durante a Bienal do Livro de São Paulo 2026, em 9 de setembro.

No estande da editora, os visitantes poderão participar de um photo opportunity relacionado à publicação.

Biduzidos nº 1 tem 32 páginas, formato de 17 x 26 cm e preço sugerido de R$ 19,90. A periodicidade informada pela editora é semestral.

Serviço

Biduzidos nº 1
Editora: Panini
Formato: 17 x 26 cm
Páginas: 32
Periodicidade: semestral
Preço: R$ 19,90
Disponibilidade: bancas, livrarias, Panini Points e canais da Panini
Bienal do Livro: 9 de setembro de 2026, no estande da Panini.

ECA Digital muda regras para jogos no Brasil e restringe loot boxes para menores

Young black girl using a digital tablet

O ECA Digital já está em vigor no Brasil e começa a mudar a forma como empresas de tecnologia precisam lidar com crianças e adolescentes no ambiente online. Para a indústria de games, uma das alterações mais relevantes está na regulamentação de recursos de interação e monetização, incluindo a proibição de loot boxes em jogos direcionados a menores ou de acesso provável por esse público.

A Lei nº 15.211/2025, que instituiu o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, entrou em vigor em 17 de março de 2026 e estabelece obrigações para produtos e serviços digitais destinados a crianças e adolescentes ou que possam ser acessados por eles. A legislação inclui expressamente os jogos eletrônicos nesse grupo.

A mudança acontece em um mercado no qual os games também funcionam como espaços de socialização. Segundo dados citados no texto, 52% das crianças e adolescentes brasileiros participaram de jogos online com outras pessoas em 2023, mostrando que a experiência vai muito além de simplesmente jogar uma partida.

Loot boxes passam a ser proibidas para menores

O ponto que mais chama atenção para o mercado de games está no artigo 20 do ECA Digital. A legislação proíbe caixas de recompensa, conhecidas como loot boxes, em jogos eletrônicos direcionados a crianças e adolescentes ou de acesso provável por esse público, considerando a classificação indicativa.

A lei define loot box como uma funcionalidade que permite adquirir, mediante pagamento, itens virtuais ou vantagens aleatórias sem que o jogador saiba previamente o conteúdo.

O decreto que regulamenta o ECA Digital também determina que a classificação indicativa dos jogos considere riscos relacionados a loot boxes, microtransações e mecanismos que possam estimular o uso problemático ou excessivo.

Isso não significa que o Brasil tenha proibido loot boxes de maneira geral. A restrição está relacionada aos jogos direcionados a crianças e adolescentes ou de acesso provável por eles. A própria ANPD afirma que essa é a única vedação expressa do ECA Digital especificamente relacionada aos jogos eletrônicos.

Games online terão de reforçar ferramentas de segurança

Os jogos que permitem comunicação entre usuários também entram no novo conjunto de exigências. Games destinados a menores ou de acesso provável por esse público precisam observar salvaguardas relacionadas à moderação de conteúdo, proteção contra contatos prejudiciais e atuação dos responsáveis.

A legislação determina ainda que essas funcionalidades de interação sejam limitadas por padrão, com a necessidade de consentimento dos pais ou responsáveis para sua utilização.

Na prática, sistemas de chat, mensagens, áudio, vídeo e compartilhamento de conteúdo passam a exigir uma atenção maior das desenvolvedoras e publishers, especialmente em títulos com comunidades formadas por crianças e adolescentes.

Para Rodolfo Reis, CEO da Afterverse, responsável pelo PK XD, a mudança representa uma alteração na própria concepção de segurança dentro dos produtos digitais.

“O ECA Digital traz uma mudança importante porque coloca a segurança de crianças e adolescentes dentro do próprio desenho das experiências digitais.”

A avaliação é que ferramentas de moderação, denúncia, privacidade e controle parental deixam de ser apenas recursos complementares e passam a fazer parte da arquitetura dos produtos.

Idade também ganha importância

Outra mudança relevante envolve a aferição de idade. O ECA Digital estabelece mecanismos para identificar a faixa etária dos usuários e impedir o acesso de menores a conteúdos inadequados ou proibidos para sua idade. A legislação não determina, porém, que todo jogo precise necessariamente realizar uma verificação restritiva de idade.

A questão ganhou atenção da ANPD, que iniciou em 2026 um processo de monitoramento da implementação dessas soluções. A primeira etapa concentrou-se em lojas de aplicativos e sistemas operacionais, incluindo Apple, Google e Microsoft.

O cronograma atual prevê um período de adaptação e monitoramento entre agosto e novembro de 2026, enquanto ações de fiscalização relacionadas às obrigações de aferição de idade estão previstas a partir de janeiro de 2027.

Para jogos que utilizam loot boxes, a regra é ainda mais direta: o decreto determina que os fornecedores realizem a verificação de idade dos usuários para impedir que crianças e adolescentes tenham acesso a essa funcionalidade.

Pais continuam tendo papel importante

O ECA Digital não transfere toda a responsabilidade para as empresas. A proteção é tratada como uma responsabilidade compartilhada, envolvendo famílias, sociedade, Estado e fornecedores de produtos e serviços digitais.

Por isso, os mecanismos de supervisão parental também ganharam espaço na legislação. Entre as exigências estão configurações que possam restringir comunicações com usuários não autorizados e limitar recursos destinados a prolongar artificialmente o tempo de utilização, como determinadas notificações, reprodução automática e recompensas pelo tempo de uso.

A proposta é criar um ambiente no qual os responsáveis tenham ferramentas para acompanhar a experiência digital dos filhos sem transformar a proteção em uma simples proibição de acesso.

“O caminho está em oferecer ferramentas para que os pais possam participar dessa jornada, ao mesmo tempo em que as empresas criam experiências proporcionais à idade e respeitam a autonomia progressiva dos adolescentes”, afirma Reis.

O que muda para a indústria de games

Para desenvolvedoras e publishers, a principal mudança é que segurança infantil passa a fazer parte do desenvolvimento do produto, e não apenas da moderação posterior.

Isso envolve revisar sistemas de comunicação, ferramentas de denúncia, controles parentais, tratamento de dados, mecanismos de monetização e processos de identificação de idade.

A regulamentação também coloca mais atenção sobre recursos capazes de estimular o uso excessivo ou problemático dos jogos. O decreto inclui entre os riscos considerados na classificação indicativa elementos como microtransações, práticas manipulativas e mecanismos de engajamento compulsivo.

No caso brasileiro, portanto, o impacto do ECA Digital vai além das loot boxes. A legislação estabelece uma mudança mais ampla na relação entre games, menores de idade e segurança digital, enquanto empresas e órgãos reguladores avançam na implementação das novas regras.

O mercado ainda está entrando no período de adaptação, mas a direção já está definida: para jogos acessíveis ao público infantil e adolescente, monetização, comunicação, privacidade e segurança passam a ser questões diretamente relacionadas à própria experiência de jogo.

Leia a íntegra da Lei nº 15.211/2025 no Planalto

Confira as orientações e o cronograma do ECA Digital na ANPD

“A Maravilhosa Árvore Encantada” usa fantasia para falar sobre o excesso de telas na infância

A relação cada vez mais intensa com celulares, tablets e outras telas está no centro de A Maravilhosa Árvore Encantada, novo filme da Diamond Films que chega aos cinemas brasileiros em 10 de setembro. Inspirado na obra de Enid Blyton, o longa transforma a discussão sobre hiperconexão em uma aventura familiar repleta de fantasia.

Na história, Tim (Andrew Garfield) e Polly (Claire Foy) decidem abandonar a vida na cidade grande e recomeçar com os três filhos no interior. A mudança, porém, revela um problema que já existia dentro de casa: apesar de estarem constantemente conectados aos dispositivos eletrônicos, os integrantes da família estavam cada vez mais distantes entre si.

Uma aventura longe das telas

A nova rotina muda quando a pequena Fran (Billie Gadsdon) encontra a fada Seda, interpretada por Nicola Coughlan, que apresenta à menina a misteriosa árvore que dá nome ao filme.

O local é habitado por criaturas peculiares e funciona como passagem para diferentes mundos. Para Fran e seus irmãos, Beth (Delilah Bennett-Cardy) e Joe (Phoenix Laroche), a descoberta abre espaço para brincadeiras, aventuras e experiências que não dependem de uma tela.

A fantasia funciona também como uma forma de aproximar pais e filhos. Em vez de tratar a tecnologia como uma vilã, o filme coloca em contraste o tempo dedicado aos dispositivos e aquilo que pode ser descoberto por meio da imaginação, da natureza e da convivência familiar.

Clássico infantil ganha nova adaptação

A Maravilhosa Árvore Encantada adapta o livro publicado por Enid Blyton em 1943, mas atualiza sua premissa para dialogar com questões presentes na vida das famílias contemporâneas.

O roteiro é assinado por Simon Farnaby, responsável por trabalhos como As Aventuras de Paddington 2 e Wonka. A direção é de Ben Gregor, com um elenco que também inclui Rebecca Ferguson, Jessica Gunning, Nonso Anozie e Jennifer Saunders.

A produção aposta, portanto, em uma aventura fantástica para discutir um tema bastante concreto: como recuperar o espaço da imaginação e das experiências compartilhadas em uma rotina cada vez mais dominada por dispositivos digitais.

A Maravilhosa Árvore Encantada estreia nos cinemas brasileiros em 10 de setembro, com distribuição da Diamond Films.

Paris Filmes e Housi levam “Minha Melhor Amiga” para além das salas de cinema

A chegada de “Minha Melhor Amiga” aos cinemas ganhou uma campanha que combina cinema, experiências e estilo de vida. A Paris Filmes e a Housi firmaram uma parceria para promover o longa estrelado por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli, com ações voltadas a convidados, clientes e integrantes da comunidade Housix.

A primeira iniciativa aconteceu em São Paulo, com uma sessão especial seguida de uma roda de conversa no rooftop da Flagship da Housi. O encontro teve mediação de Jana Rosa e Marcela Ceribelli e contou com a participação das protagonistas e da diretora Susana Garcia, além de ativações criadas para a ocasião.

Filme ganha ações dentro e fora do cinema

A parceria também estará presente na pré-estreia marcada para 26 de agosto. A comunidade Housix terá acesso a um espaço exclusivo, enquanto uma ativação com totem fotográfico e distribuição de brindes será realizada durante o evento.

A campanha ainda leva a Housi para dentro das salas de cinema. Antes da exibição do longa, o público poderá conferir um vídeo de 60 segundos baseado no conceito “Em cada cidade, uma história. Em todas elas, Housi”, relacionando a proposta da empresa às diferentes histórias e experiências vividas pelos personagens do filme.

Outro benefício foi criado para os clientes da plataforma. Durante o período da campanha, quem realizar duas ou mais reservas na Housi receberá um par de ingressos para assistir a “Minha Melhor Amiga”.

Uma viagem que muda os planos

Dirigido por Susana Garcia, o filme acompanha Julia e Clara, melhores amigas que chegam aos 50 anos e decidem aproveitar a viagem das filhas para um intercâmbio em Portugal para também embarcar rumo à Europa.

O que deveria ser apenas uma viagem para se divertir com as filhas, porém, toma outros rumos quando as coisas não saem como planejado. A experiência acaba levando as duas amigas a repensarem suas próprias vidas.

“Minha Melhor Amiga” chega aos cinemas brasileiros cercado por uma campanha que explora justamente temas presentes em sua história, como amizade, viagens, novas experiências e mudanças de vida.