O EXAGERADO 2026 retorna a São Paulo entre os dias 23 e 27 de setembro, desta vez no Parque Ibirapuera. O festival de descontos reunirá mais de 80 marcas, com ofertas de até 90% em categorias como moda, decoração, beleza, esportes, gastronomia, tecnologia e produtos para o dia a dia.
Com entrada gratuita, o evento pretende combinar as compras com gastronomia, entretenimento, experiências de marcas e espaços de convivência, transformando a visita em uma programação que vai além do varejo.
Descontos e experiências no Ibirapuera
A edição de 2026 terá cinco dias de programação no Parque Ibirapuera, um dos principais espaços de lazer de São Paulo. A escolha do local coloca o festival em uma região que recebe tanto moradores quanto visitantes da capital.
Além das ofertas, o EXAGERADO contará com ativações de marcas, experiências gastronômicas, ações de bem-estar e atrações de entretenimento.
A organização também aposta no potencial do evento para movimentar outros setores da economia, como alimentação, transporte, hotelaria e serviços, especialmente com a expectativa de receber visitantes de diferentes regiões.
Segundo Victor de Castro, idealizador do EXAGERADO, a proposta é transformar o festival em uma experiência de consumo que combine oportunidades de compra e lazer.
Evento acontece em setembro
O EXAGERADO 2026 terá mais de 80 marcas participantes, com produtos de diferentes segmentos e descontos que podem chegar a 90%.
A entrada será gratuita durante os cinco dias de evento.
Serviço
EXAGERADO 2026
Data: 23 a 27 de setembro de 2026 Local: Parque Ibirapuera – São Paulo/SP Marcas participantes: mais de 80 Descontos: até 90% Entrada: gratuita
O Museu da Língua Portuguesa, localizado na Estação da Luz, em São Paulo, inaugura no próximo sábado (22 de agosto) a exposição temporária Luz da Língua. A mostra celebra os 20 anos do museu e revisita sua trajetória desde a criação até os dias atuais.
A exposição reúne fotografias, reportagens e documentos originais em uma linha do tempo que apresenta diferentes momentos da história da instituição. O percurso começa nas primeiras ideias para criar um museu dedicado à língua portuguesa na Estação da Luz e passa pela inauguração em 2006, o incêndio de 2015, o processo de reconstrução e a reabertura em 2021.
Além de revisitar o passado, a mostra terá um espaço destinado à participação dos visitantes, com atividades que poderão ser realizadas ao longo da exposição.
Vídeos reúnem diferentes vozes da língua portuguesa
Um dos destaques de Luz da Língua é uma instalação criada pelo artista Leandro Lima, que apresenta um mosaico de vídeos selecionados do acervo do próprio museu.
Os registros reúnem personalidades como Caetano Veloso, Maria Bethânia, Valter Hugo Mãe, Zahy Tentehar e Davi Kopenawa, entre outros nomes, cantando versos de músicas ou falando sobre suas relações com a língua portuguesa.
A proposta é mostrar como o idioma pode ser experimentado de diferentes maneiras por artistas, escritores e representantes de diferentes culturas.
Museu também celebra 70 anos de Grande Sertão: Veredas
A abertura da exposição acontece no mesmo dia de uma programação especial dedicada a João Guimarães Rosa. Em parceria com a Companhia das Letras, o Museu da Língua Portuguesa promove o evento 70 Anos de Grande Sertão: Veredas – Conversas e Leituras.
A programação contará com Milton Hatoum, Jeferson Tenório, Socorro Acioli, Heloisa Starling, Eduardo Giannetti e Rita Palmeira, em três mesas ao longo do dia.
Às 11h, Jeferson Tenório e Socorro Acioli participam da primeira conversa. Heloisa Starling e Eduardo Giannetti se apresentam às 15h, enquanto Milton Hatoum e Rita Palmeira encerram a programação às 16h30.
O encontro também marca o lançamento de uma edição comemorativa dos 70 anos de Grande Sertão: Veredas pela Companhia das Letras.
A escolha do tema tem ainda uma relação direta com a história do próprio museu: em 2006, ano de sua inauguração, a primeira exposição temporária da instituição foi justamente dedicada ao romance de Guimarães Rosa.
Luz da Língua será aberta ao público em 22 de agosto, no Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, em São Paulo.
IT: Bem-vindos a Derry foi oficialmente renovada para uma segunda temporada pela HBO. A série da Warner Bros. Television retorna para uma nova história ambientada décadas antes dos acontecimentos dos filmes dirigidos por Andy Muschietti.
A nova temporada terá Brad Caleb Kane como showrunner e será ambientada em 1935, durante a Grande Depressão. A trama acompanhará o massacre da Gangue Bradley, um grupo de assaltantes de bancos que chega a Derry para comprar munição e acaba se deparando com uma ameaça sobrenatural.
A primeira temporada, composta por oito episódios, está disponível na HBO Max.
Assim como a primeira temporada, os novos episódios vão explorar diferentes períodos da história de Derry e ampliar a mitologia criada por Stephen King em seu romance IT.
A trama de 1935 será centrada na Gangue Bradley, que chega à cidade durante um período de crise econômica nos Estados Unidos. O encontro do grupo com Derry, porém, rapidamente transforma uma parada para comprar munição em um episódio marcado pelo horror.
A nova temporada continua expandindo o universo apresentado por Muschietti em IT: A Coisa e IT: Capítulo Dois, explorando acontecimentos anteriores à história de Pennywise e dos moradores da cidade.
Produção mantém os Muschietti
Andy e Barbara Muschietti continuam como produtores executivos da série. Os dois também participam da produção por meio da Double Dream, ao lado de Brad Caleb Kane, Roy Lee, Dan Lin, Jamie Travis e Dhana Gilbert.
Kane assume o posto de showrunner da segunda temporada, enquanto a produção segue sob responsabilidade da HBO e da Warner Bros. Television.
A renovação acontece após a primeira temporada se tornar uma das quatro maiores estreias de séries globais da história da HBO Max, segundo os dados divulgados pela plataforma.
A primeira temporada completa de IT: Bem-vindos a Derry, com oito episódios, já está disponível na HBO Max.
Chico Bento também está de olho no que acontece nas redes sociais. A edição mais recente da revista quinzenal do personagem colocou nas páginas dois memes que estão fazendo sucesso entre o público jovem: “farmar aura” e “Six-Seven”.
As referências aparecem em Chico Bento nº 6, da MSP Estúdios, levando para os quadrinhos uma linguagem que já faz parte do dia a dia da internet. A brincadeira mantém o humor tradicional do personagem, mas coloca Chico e sua turma em contato com algumas das expressões que dominam as redes atualmente.
Chico Bento foi farmar aura
Página retirada de “Chico Bento n°6”, da MSP Estúdios
A expressão “farmar aura”, adaptação brasileira de aura farming, virou meme nas redes para falar de alguém que faz de tudo para parecer estiloso, confiante ou simplesmente aumentar sua “aura” diante dos outros.
Já “Six-Seven” se tornou outro fenômeno entre o público mais jovem e ganhou diferentes usos como meme nas redes sociais. As duas referências agora fazem parte do universo de Chico Bento, em uma edição que brinca justamente com essa aproximação entre os personagens e a cultura digital.
A publicação chamou a atenção nas redes sociais e gerou comentários e compartilhamentos de leitores que reconheceram os memes presentes no quadrinho.
Não é a primeira vez que Chico Bento abraça a internet
Cena de episódio de “Cortes do Chico”, disponível no YouTube e TikTok
A relação do personagem com os memes não começou agora. Em 2025, a MSP Estúdios lançou Cortes do Chico, projeto que levou Chico Bento para uma linguagem mais próxima das redes sociais, com memes, gírias e referências da internet.
A primeira temporada passou dos 30 milhões de visualizações e a segunda já foi confirmada. Os episódios podem ser encontrados nos perfis oficiais do personagem no YouTube, em formato horizontal, e no TikTok, em vídeos verticais.
A ideia de atualizar Chico Bento sem abandonar sua identidade também aparece agora nos quadrinhos. Afinal, o personagem pode continuar vivendo no interior, mas isso não significa que ele esteja por fora do que está acontecendo na internet.
Um dos filmes mais marcantes do Studio Ghibli está de volta aos cinemas brasileiros. Túmulo dos Vagalumes, clássico dirigido por Isao Takahata, retorna às telonas a partir de 20 de agosto, com sessões pela rede Cinemark.
A programação contempla diferentes unidades da rede pelo país. Entre as opções estão salas em São Paulo e Osasco, como o Central Plaza Shopping, Shopping Aricanduva, Interlar Aricanduva, Shopping Interlagos e Shopping União de Osasco. A disponibilidade de sessões pode variar de acordo com cada complexo.
Uma história sobre guerra e sobrevivência
Lançado originalmente em 1988, Túmulo dos Vagalumes acompanha os irmãos Seita e Setsuko, duas crianças que tentam sobreviver durante os últimos meses da Segunda Guerra Mundial.
Depois que os bombardeios devastam sua cidade, os irmãos ficam sem o amparo dos pais e precisam enfrentar fome, perdas e a destruição provocada pelo conflito enquanto tentam encontrar um lugar para viver.
Em vez de retratar a guerra pelo campo de batalha, Isao Takahata concentra a narrativa nas consequências do conflito sobre a população civil, especialmente sobre as crianças. É justamente esse olhar que transformou a animação em uma das obras mais reconhecidas do Studio Ghibli.
Mais de três décadas após seu lançamento, o filme continua sendo considerado um dos grandes clássicos da animação japonesa e ganha agora uma nova oportunidade de ser visto na tela grande.
Filme retorna aos cinemas brasileiros
O relançamento permite que o público que já conhece a história possa reencontrar o filme no cinema, enquanto novos espectadores têm a oportunidade de descobrir a obra de Takahata em sua forma original.
As sessões estão sendo distribuídas pela rede Cinemark, e os horários podem variar entre as unidades. A programação e a classificação indicativa podem ser consultadas no site oficial da rede.
Serviço
Túmulo dos Vagalumes
Estreia: 20 de agosto de 2026 Exibição: rede Cinemark
Entre as unidades com sessões estão:
Central Plaza Shopping Av. Dr. Francisco Mesquita, 1000 – Vila Prudente, São Paulo/SP
Shopping Aricanduva e Interlar Aricanduva Av. Aricanduva, 5555 – Vila Matilde, São Paulo/SP
Shopping Interlagos Av. Interlagos, 2.255 – Interlagos, São Paulo/SP
Shopping União de Osasco Avenida dos Autonomistas, 1.400 – Vila Yara, Osasco/SP
Consulte a programação da Cinemark para verificar as sessões disponíveis em cada cidade e unidade.
A Ubisoft Brasil ampliou o Programa de Licença de Torneios de Rainbow Six Siege, iniciativa que permite a empresas, marcas, comunidades e criadores organizarem competições oficiais do jogo. A proposta busca abrir espaço para novos formatos de torneios e ativações dentro do ecossistema competitivo do título.
Os parceiros aprovados poderão desenvolver seus próprios formatos de competição, ações de marca e oportunidades de patrocínio, contando com suporte da Ubisoft em áreas como operações de liga, transmissão e comunicação. A iniciativa também contempla possibilidades de premiação e diferentes modelos de organização, de acordo com o porte de cada projeto.
Duas modalidades de licença
O programa oferece duas opções para interessados em realizar torneios de Rainbow Six Siege.
A Licença de Comunidade é voltada para competições sem fins lucrativos. Nessa modalidade, o valor total da premiação e a participação de patrocinadores podem chegar a US$ 10 mil, criando uma alternativa para iniciativas menores e eventos direcionados à comunidade.
Já a Licença Personalizada atende projetos de maior porte, incluindo torneios com premiações ou patrocínios superiores a US$ 10 mil, além de competições que necessitem de formatos ou estruturas específicas.
Em ambos os casos, os organizadores precisam obter a autorização oficial e podem contar com suporte da Ubisoft para diferentes etapas da realização do torneio.
Espaço para novas ativações no cenário competitivo
Segundo Leandro Montoya, Esports Director LATAM da Ubisoft, o programa pretende ampliar as possibilidades de participação no cenário competitivo de Rainbow Six Siege, especialmente em um mercado como o brasileiro.
A iniciativa chega em um momento de destaque para o cenário nacional. Times brasileiros protagonizaram a final da modalidade de Rainbow Six Siege durante a Esports World Cup (EWC), realizada em Paris na última sexta-feira, reforçando a presença do Brasil entre as principais comunidades competitivas do jogo.
Com o novo modelo de licenciamento, empresas e criadores podem desenvolver competições com propostas próprias, enquanto a Ubisoft mantém participação na estrutura oficial dos eventos e amplia as possibilidades de relacionamento entre marcas e a comunidade de jogadores.
Empresas, marcas, comunidades e criadores interessados podem consultar as regras e realizar a inscrição por meio da página oficial do Programa de Licença de Torneios de Rainbow Six Siege.
A pré-venda de ingressos para Linkin Park: Unshatter já está disponível no Brasil. O documentário dirigido por Joe Hahn, integrante do Linkin Park, estreia nos cinemas em 30 de setembro de 2026, incluindo sessões nos formatos 2D, 4DX e SCREENX.
O longa acompanha um período importante da trajetória recente da banda, desde as primeiras sessões de gravação realizadas em 2022 até o processo de criação de From Zero, álbum que marcou o retorno do grupo aos palcos após um hiato de sete anos.
Os ingressos podem ser adquiridos pela página oficial de venda do filme.
Documentário acompanha nova fase do Linkin Park
Unshatter combina imagens de arquivo, registros de bastidores, momentos em estúdio e apresentações ao vivo para mostrar o processo que levou à reconstrução da banda e à preparação de seu retorno.
Além de acompanhar a produção de From Zero, o documentário aborda a relação entre os integrantes e o processo de reinvenção do grupo, agora formado por Mike Shinoda, Brad Delson, Joe Hahn, Dave Farrell, Emily Armstrong e Colin Brittain.
A produção também registra apresentações realizadas durante a nova fase do Linkin Park, incluindo momentos registrados em São Paulo.
Para Joe Hahn, que também participa diretamente dessa trajetória como integrante da banda, o filme representa uma oportunidade de apresentar um período marcado por perda, incerteza, amizade e reconstrução.
Trilha sonora terá gravações ao vivo em São Paulo
Paralelamente ao lançamento do documentário, a banda prepara a trilha sonora Unshatter (Live in São Paulo), que será lançada em 25 de setembro.
O álbum reúne apresentações gravadas na capital paulista e inclui músicas de diferentes momentos da carreira do Linkin Park. Algumas das performances estarão disponíveis apenas no álbum e não fazem parte do documentário.
A primeira faixa disponibilizada foi “Somewhere I Belong (Live in São Paulo)”.
Retorno aos cinemas em setembro
O documentário chega aos cinemas após a nova fase iniciada pelo Linkin Park em 2024, quando a banda anunciou seu retorno com Emily Armstrong nos vocais e Colin Brittain na bateria.
O grupo lançou From Zero no mesmo ano, marcando o início de uma nova etapa após a morte de Chester Bennington em 2017 e o período de hiato que se seguiu.
Linkin Park: Unshatter estreia nos cinemas brasileiros em 30 de setembro de 2026.
Depois da parceria com Jackie Chan em Ride On, em 2023, Larry Yang está de volta com Operação Sombra, filme de tirar o fôlego que marca a segunda parceria entre o diretor e o ator.
E se por um lado conhecemos Jackie Chan por filmes que misturam comédia e artes marciais, o ator também é lembrado principalmente por sagas como Police Story, que tem muito a ver com Operação Sombra, em que ele também interpreta um policial.
O filme nasceu como um remake de Eye in the Sky (2007), sendo um projeto de Larry Yang que demorou anos para ganhar forma justamente por atualizar a trama. A ideia era deixar os roubos tradicionais de lado e trazer a inteligência artificial como um dos pilares da nova história.
E aqui temos Jackie Chan com 71 anos, voltando a fazer o que sabe de melhor. Ao mesmo tempo, temos uma nova geração brilhando, como a atriz Zhang Zifeng, que interpreta uma jovem policial que divide o caso com o veterano Wong.
Ainda do lado dos veteranos, temos Tony Leung Ka-fai, que atuou em Eye in the Sky (2007) e retorna no remake interpretando novamente o antagonista. Quase 20 anos depois, ele volta a dividir a tela com uma história que mantém a conexão com o filme original.
Para os fãs de K-pop, Wen Junhui, do grupo Seventeen, também está no filme. Do lado dos vilões, o cantor e ator chinês Ci Sha também marca presença na produção.
Juntando estes ingredientes, Operação Sombra é uma mistura dos clássicos da antiga Sessão Kickboxer da Band, com uma roupagem atual de IA e K-pop para as novas gerações.
Mas vamos falar da história?
A trama
A polícia de Macau tenta acompanhar uma quadrilha especializada em grandes roubos, capaz de manipular sistemas de vigilância e desaparecer sem deixar pistas. Depois de um assalto envolvendo chaves de criptomoedas, no qual os criminosos fazem os policiais de tolos, a polícia se vê sem respostas e precisa olhar para o próprio passado.
É aqui que o policial aposentado Wong, vivido por Jackie Chan, acaba convocado para resolver um crime que conseguiu enganar a inteligência artificial da polícia.
Aposentado e cuidando de cachorros, Wong aceita a missão, volta à polícia e identifica os criminosos em poucos segundos pelas câmeras de segurança.
Descobrindo que os novos tempos trouxeram economia e comodismo para a polícia, Wong sugere montar sua própria equipe para investigar o caso em campo. É algo que a polícia já não faz, apostando cada vez mais na identificação dos criminosos por meio das câmeras e da tecnologia.
É aqui que nasce uma amizade e um respeito mútuo com He Qiuguo (Zhang Zifeng). Querendo atuar nas ruas, ela acaba colocando seu disfarce em risco, o que traz de volta lembranças de um caso do passado de Wong, quando o pai dela morreu justamente ao revelar que era policial.
Adotando um tom paternal, Wong quer o melhor para He Qiuguo e a ensina a ter paciência e confiar nos próprios instintos, em uma época em que apostamos mais nos filtros da IA do que no nosso próprio feeling.
Os vilões e o passado com o próprio Wong
Tony Leung Ka-fai interpreta Fu Lung-sang, um antagonista que não é apenas um vilão, mas um grande ladrão que desapareceu por 20 anos. Intitulado O Sombra, Fu Lung-sang era um criminoso que Wong perdeu de vista no passado e que agora está de volta com uma nova geração, executando crimes digitais, mas usando artifícios do passado.
É justamente isso que engana a polícia atual, despreparada e sem o histórico necessário para entender os métodos utilizados por Fu.
Se o crime agora envolve chaves de criptomoedas e invasões a lugares que executam grandes operações financeiras, Fu Lung-sang traz técnicas nas quais é mestre, como os inúmeros disfarces que fazem a polícia perder seu rastro.
Enquanto isso, temos Ci Sha interpretando os irmãos gêmeos Xi Wang e Xi Meng, que tratam Fu Lung-sang como um pai. Os dois são mestres em hackear e roubar criptomoedas, o que combina perfeitamente com seu “pai” adotivo em uma combinação explosiva.
Jackie Chan continua sendo o grande destaque
Quando Operação Sombra parte para a ação, é quando vemos Jackie Chan em sua melhor forma.
Com Wong percebendo que está diante de um bandido do passado, ele não precisa apenas investigar, mas também lutar para manter seu disfarce convincente diante de Fu Lung-sang.
É aqui que talvez o filme se torne levemente cansativo, com os dois atores tentando enganar um ao outro sobre suas identidades civis, enquanto temos a sensação de que ambos já sabem quem o outro realmente é.
Mas, sem a paciência dos mais experientes, Xi Wang e Xi Meng logo mandam atacar Wong, enganando as câmeras da polícia. É durante essa briga que Jackie Chan mostra que ainda consegue lutar de igual para igual com a geração mais nova.
Enquanto isso, a pressa para pegar o dinheiro digital faz com que atacar a polícia de Macau vire uma recompensa no mercado negro, despertando a atenção de diferentes criminosos.
Mas será que Wong conseguirá finalmente capturar Fu Lung-sang?
Veredito
Ver Jackie Chan onde ele realmente brilha, que é nos filmes de ação e artes marciais, acaba sempre sendo um show à parte. Porém, não dá para negar que, com tantos plot twists, o roteiro não só acaba pesando a mão, como suas reviravoltas trazem um ritmo bem irregular, dando uma sensação de barriga à trama.
Porém, o carisma de Wong, aliado à trama em que os veteranos dão as cartas, é o que realmente rouba a atenção e faz com que você não tire os olhos do filme.
Seja por Fu Lung-sang, que cuida do lado dos bandidos e consegue respeito mesmo sem entender de tecnologia, ou por Wong, do lado da polícia, mostrando que algumas técnicas e estratégias são atemporais, Operação Sombra encontra sua melhor ideia justamente nesse conflito entre experiência e modernidade.
É como se o filme dissesse que, enquanto a tecnologia facilita o trabalho da polícia, também pode fazer com que ela esqueça algo importante: a experiência de quem já esteve nas ruas.
O filme ainda surpreende com uma cena pós-créditos digna de homenagem a Alvo Duplo. Ao revelar que Xi Wang e Xi Meng têm um outro irmão trigêmeo, chamado Xi Tai, a produção abre espaço para uma possível continuação, enquanto ele tenta reunir as palavras-chave necessárias para conseguir transferir as criptomoedas.
Zhang Zifeng também brilha como a policial que aprende as técnicas de Wong e ajuda a manter vivo esse jeito antigo de capturar bandidos.
Jackie Chan e Tony Leung Ka-fai conseguem surpreender ao entregar personagens que funcionam muito bem em lados opostos. Um é o policial e o outro, o bandido, mas ambos entregam personagens ricos e, quando precisam lutar, mostram que a idade não os impede de dar o melhor em cena.
Em tempo, com a trama se passando em Macau, que foi uma colônia portuguesa no passado e ainda mantém viva a influência do idioma português, podemos ver escritos em português pela cidade e, em especial, nos prédios da polícia. Para o público brasileiro, isso pode gerar um certo estranhamento, mas funciona como uma curiosidade interessante da influência portuguesa na região.
No fim, Operação Sombra é um thriller de ação competente e que agrada em cheio aos fãs de Jackie Chan. Traz um elenco que segura a trama e entrega boas cenas de ação, muito além de somente artes marciais. Com uma história cheia de reviravoltas e um policial saindo da aposentadoria atrás de um bandido das antigas, Operação Sombra tem tudo para agradar aos fãs do gênero.
Ficha técnica
Nota: 4,5 (de 5)
Título original:The Shadow’s Edge (捕风追影)
Direção e Roteiro: Larry Yang
Baseado em:Eye in the Sky (2007), de Yau Nai-hoi
Produção: Victoria Hon e Zhang Chao
Elenco: Jackie Chan, Zhang Zifeng, Tony Leung Ka-fai e Ci Sha
Leve, divertido e sincero, Quinze Dias, dirigido por Daniel Lieff, é baseado no livro de Vitor Martins e traz uma história que parte de situações simples para falar sobre temas importantes da adolescência. Com nomes como Débora Falabella no elenco, o filme chegou aos cinemas este ano com uma divulgação intensa, mas acabou não alcançando todas as salas do país.
Se você é fã de Hoje Quero Voltar Sozinho e até mesmo do recente O Melhor Amigo, Quinze Dias é uma boa opção para quem procura uma comédia romântica adolescente que não deixa de lado problemas como gordofobia, aceitação na adolescência e a relação entre pais e filhos quando o assunto é LGBTQIA+.
Com tantos dilemas, Quinze Dias parte de uma trama simples e certeira. Felipe (Miguel Lallo) é um jovem tímido que, quando criança, gostava de ir à piscina do prédio, mas acabou sendo zoado por estar acima do peso. Aos poucos, trocou as diversões ao ar livre por filmes, séries e mangás. Adolescente e abertamente gay, ele não tem muitos amigos e encontra na mãe, Rita (Débora Falabella), seu principal apoio.
Tudo muda quando Caio (Diego Lira) vai passar alguns dias na casa de Felipe porque seus pais viajaram durante as férias. Depois de ser pego pelos pais fazendo uma festa em casa, eles decidem que Caio não pode mais ficar sozinho. O que para ele parece uma solução simples acaba virando um pesadelo para Felipe, que descobre que terá de conviver por 15 dias com seu antigo amigo de infância.
É aí que entra uma das questões mais interessantes do filme. Felipe vê Caio como tudo aquilo que gostaria de ser, magro, popular e aparentemente confortável consigo mesmo. Por isso, não apenas não quer se aproximar dele, como fica furioso com a mãe por ter aceitado receber o antigo amigo em casa.
Só que Felipe não percebe que também deixou de viver por causa do preconceito. Ao olhar para Caio, ele enxerga alguém que teve oportunidades que ele próprio abriu mão de experimentar por medo de ser julgado pelo seu peso.
Conforme os dias passam, Caio tenta se aproximar de Felipe e apresenta suas melhores amigas, que são lésbicas. Aos poucos, isso faz com que Felipe fique menos desconfiado e comece a se permitir viver um pouco mais fora do apartamento.
É justamente nessa simplicidade que o filme encontra seus melhores momentos. Felipe vai a uma festa, chega bêbado em casa e começa a experimentar situações que antes pareciam distantes de sua realidade. Ao mesmo tempo, as amigas de Caio revelam que ele também é gay, para surpresa de Felipe, que não consegue aceitar que alguém com o mesmo padrão que ele considera ideal possa compartilhar da mesma orientação sexual.
Enquanto Felipe precisa aprender a lidar melhor com o próprio corpo, também conhecemos o lado de Caio. Ele tem uma mãe homofóbica e, por isso, não se sente à vontade para assumir sua orientação sexual dentro de casa. É justamente ao observar a relação entre Felipe e Rita que ele percebe o quanto uma relação familiar baseada em aceitação pode fazer diferença.
Rita é uma figura importante para a felicidade do filho. Assistir a musicais todas as quartas-feiras, por exemplo, é algo completamente normal na relação dos dois. A mãe não transforma a sexualidade de Felipe em um problema e simplesmente está presente na vida dele.
Enquanto os dias passam e as amigas de Caio começam a “shippar” os dois, fica a pergunta. Será que Felipe e Caio realmente gostam um do outro?
Veredito
Quinze Dias, por mais leve que seja, não deixa de lado os problemas corriqueiros da adolescência, principalmente quando falamos sobre aceitação dentro da comunidade LGBTQIA+. Felipe se aceita como gay, mas ainda não consegue aceitar o próprio corpo por causa do preconceito que sofreu. Caio é praticamente o oposto. Parece mais confortável consigo mesmo, mas esconde sua orientação sexual dos pais por causa de uma mãe controladora e preconceituosa.
É nesse contraste que Miguel Lallo e Diego Lira carregam o filme. Os dois entregam personagens com personalidades bastante diferentes, mas que acabam se completando conforme a história avança. São duas facetas da adolescência que se encontram até chegar à descoberta do primeiro amor.
As referências geek, como O Senhor dos Anéis, ajudam a construir essa identificação, mas é nos conflitos mais simples que Quinze Dias funciona melhor. Aquele momento em que duas pessoas claramente gostam uma da outra, mas nenhuma delas consegue admitir o que está sentindo, é familiar para qualquer pessoa que já passou pela adolescência.
Como uma comédia romântica digna de Sessão da Tarde, a delicadeza com que o filme aborda o primeiro amor queer é um de seus grandes acertos. O roteiro não precisa transformar tudo em um grande discurso para falar sobre preconceito, corpo, família e aceitação.
Quinze Dias é honesto em sua história e, acima de tudo, representativo. Em um momento em que ainda sentimos falta de mais personagens LGBTQIA+ brasileiros que possam simplesmente existir dentro de histórias leves e populares, o filme encontra seu espaço justamente por não ter medo de ser simples.
Leve, divertido e sincero, Quinze Dias é quase uma Sessão da Tarde LGBTQIA+. Uma história sobre primeiro amor que consegue falar de assuntos importantes sem perder a ternura.
Ficha técnica
Nota: 5 (de 5)
Título:Quinze Dias País: Brasil Ano: 2026 Duração: 100 minutos Gênero: Drama, Romance Direção: Daniel Lieff Roteiro: Ray Tavares e Vitor Brandt Baseado em:Quinze Dias, de Vitor Martins Elenco: Miguel Lallo, Diego Lira e Débora Falabella Produção: Conspiração Filmes Distribuição: Manequim Filmes Lançamento: 18 de junho de 2026
Os anos 1980 foram marcados por filmes como E.T., Os Goonies, Cocoon, entre outros clássicos que caíram no gosto do público por abraçarem sem medo a ficção. É justamente nesse estilo que hoje o público reconhece mais produções como Stranger Things, e é nessa mesma lacuna de “filmes que não se fazem mais hoje em dia” que O Fim da Rua chega aos cinemas.
Dirigido por David Robert Mitchell, conhecido por trabalhos como Corrente do Mal e O Mistério de Silver Lake, o filme acompanha Denise Platt (Anne Hathaway), o marido Greg (Ewan McGregor) e os filhos Audrey e Brian diretamente em 1982. A família americana comum vive uma crise doméstica, com um casamento em cacos que tenta se manter de pé a todo custo.
E é justamente aqui que o fantástico acontece. Uma rua tranquila começa a ser palco de acontecimentos misteriosos, que vão de luzes intensas a pilhas de cocô misteriosas, desencadeando no desaparecimento de toda a região.
Um dia, depois de um clarão, Denise e Greg percebem que sua casa está sem luz. Com os dois filhos com medo, ambos decidem deixar as mágoas de lado enquanto dormem na sala, juntos, para superar esse estranho mistério.
Quando percebem que a luz não voltou e que estão sem água, os dois decidem investigar a região, percebendo que estão cercados por uma estranha floresta. Não só isso: estranhos dinossauros começam a surgir entre as casas, assustando os vizinhos e atacando alguns deles.
Sem saber como reagir, Denise e Greg inicialmente decidem se trancar em casa, utilizando qualquer madeira que encontram para bloquear as janelas e portas. Mas ambos sabem que aquilo é apenas uma solução paliativa e que não resolve o problema.
E é aqui que a trama permite que conheçamos melhor cada personagem. Temos uma Denise que deseja se tornar escritora e deposita todas as suas mágoas do casamento atual em seu futuro livro, enquanto Greg revela que estava fugindo de contar que foi demitido e fazendo bicos, como entregar pizza, justamente para manter a família de pé.
Dinossauros são apenas parte do problema
Literalmente o “fim da Rua” – Divulgação
Se O Fim da Rua leva a trama para o fantástico ao revelar que toda a rua foi transportada para o passado, é justamente a crise familiar e a necessidade de Denise e Greg se unirem para sair dali que torna as relações mais humanas.
É justamente aqui que ambos decidem investigar e entender o que aconteceu com a rua e se existe alguma forma de voltar para casa.
Mas será que é possível voltar no tempo?
Uma aventura com cheiro de cinema dos anos 80
Divulgação
O Fim da Rua é um filme que respira os anos 80 e traz, não só na fotografia, mas também em sua narrativa, uma forma de contar histórias que lembra muito Steven Spielberg. A referência a filmes como E.T. e Jurassic Park é clara, sendo uma grande surpresa nos cinemas.
Não me recordo de Anne Hathaway e Ewan McGregor atuando juntos, mas seus personagens funcionam muito bem. Por mais que reproduzam um passado, a discussão sobre o papel do casamento e a crise entre eles contextualiza e humaniza a família. Anne Hathaway entrega uma personagem forte e destemida, que sabe lutar quando for preciso, enquanto Ewan McGregor interpreta um personagem que pensa positivo e acredita que tudo dará certo e que a família voltará para casa.
Os personagens Audrey e Brian também trazem seu carisma, em especial Brian, que quer a todo custo salvar seu cachorro Starbuck. O que nos faz pensar se o cachorro, que some bem no começo desta aventura, não seja a chave para eles finalmente voltarem para casa.
Falando em efeitos visuais, o filme traz dinossauros bem diferentes dos de Jurassic Park, optando por uma visão mais atual dos animais pré-históricos, com criaturas que possuem penas e pelos, o que os torna ainda mais aterradores.
David Robert Mitchell consegue entregar um bom suspense, que nos faz ficar presos na cadeira, tentando entender o que realmente aconteceu ali.
Mas nem tudo são flores. Por mais que o filme tenha DNA de produção dos anos 80, temos que ser sinceros: eles exageram na mão. A violência gráfica, além dos corpos espalhados pelo caminho, torna o filme mais “real”, mas, ao mesmo tempo, nos distancia da sensação de estarmos diante de um filme com cara de antigo.
Divertido e com uma trama que traz seu próprio estilo, O Fim da Rua se foca na sobrevivência, trazendo apenas superficialmente a resposta para tudo aquilo ter acontecido. O que, sinceramente, até prefiro, já que evita explicações piegas, quando, na verdade, procuramos apenas a aventura.
Com uma trama absurda, mas simples como tem que ser, O Fim da Rua não reinventa o cinema e nem tenta ser Jurassic Park. Mas, com uma história tão absurda, não estranharia caso ele se tornasse uma franquia.
Ficha técnica
Nota JWave: 4 (de 5)
O Fim da Rua Título original:The End of Oak Street Direção: David Robert Mitchell Roteiro: David Robert Mitchell Elenco: Anne Hathaway, Ewan McGregor, Maisy Stella, Christian Convery, Jordan Alexa Davis e P. J. Byrne Música: Michael Giacchino Fotografia: Michael Gioulakis Duração: 99 minutos Gênero: Ficção científica, aventura, terror País: Estados Unidos Distribuição: Warner Bros. Pictures
O filme japonês Nigero Ojousan (逃げろお嬢さん) teve seu pôster oficial divulgado. A produção mistura drama e comédia a partir de um conto do escritor Yoshida Shuichi, autor de Kokuho, e chega aos cinemas japoneses em 2 de outubro de 2026.
O longa é estrelado por Iguchi Satoru, vocalista do King Gnu, e Fukagawa Mai. Iguchi interpreta Kota, proprietário de uma pequena pousada de águas termais herdada dos pais, enquanto Fukagawa vive Ayukawa Maiko, uma ex-ídolo que o protagonista admira desde os tempos de escola.
Um fã diante de seu maior ídolo
A rotina tranquila de Kota muda quando ele percebe um carro dirigindo de maneira estranha à sua frente. Ao parar para ajudar a motorista, ele descobre que se trata justamente de Maiko, a ex-ídolo que acompanha há anos.
O encontro, porém, acontece em circunstâncias bastante complicadas. Pouco antes, Kota havia assistido a uma reportagem sobre a prisão do marido de Maiko por envolvimento com drogas. A própria ex-ídolo está desaparecida e passou a ser considerada suspeita no caso.
Diante da situação, Kota decide proteger Maiko e fazer o que estiver ao seu alcance para ajudá-la. A história acompanha esse inesperado encontro entre um fã e sua antiga paixão, colocando em cena a ideia de até onde alguém está disposto a ir para acreditar e proteger uma pessoa que admira.
Adaptação de Yoshida Shuichi
Nigero Ojousan adapta um conto de Yoshida Shuichi publicado na coletânea Tōbō Shōsetsushū. O escritor também é responsável pelo romance Kokuho, que posteriormente ganhou uma adaptação cinematográfica de grande repercussão no Japão.
A direção e o roteiro ficam a cargo de Chihiro Ito, que anteriormente comandou Hitoribocchi Janai, filme que também teve Iguchi Satoru como protagonista. O longa de 2023 marcou a estreia de Ito na direção de cinema.
Para Iguchi, Nigero Ojousan representa seu retorno a um papel principal no cinema depois de Hitoribocchi Janai. O elenco também conta com Kota Asaka, Aoba Kawai e Taketo Tanaka.
Nigero Ojousan estreia nos cinemas japoneses em 2 de outubro de 2026.
JDrama de comédia de ação retorna à DMM TV em setembro com Non e Taisuke Fujigaya novamente nos papéis principais
A segunda temporada de Shiawase Kanako no Koroshiya Seikatsu ganhou seu pôster oficial. O JDrama de comédia de ação da DMM TV terá novamente Non como Kanako Nishino e Taisuke Fujigaya como Sakurai, além do retorno do elenco de apoio da primeira temporada.
A nova temporada tem estreia marcada para 17 de setembro de 2026 e dará continuidade à história da protagonista, uma ex-funcionária de escritório que acabou encontrando uma carreira bastante incomum depois de deixar o antigo emprego.
De funcionária de escritório a assassina profissional
Na história, Kanako decide deixar seu trabalho após sofrer assédio de seu chefe e começa a procurar uma nova oportunidade. O que ela não esperava era descobrir, durante uma entrevista, que a empresa interessada em contratá-la funciona, na verdade, como uma agência de assassinos profissionais.
Apesar da insegurança inicial, Kanako demonstra uma habilidade surpreendente para a profissão. Depois de passar pelo processo de seleção, ela começa uma nova vida como assassina enquanto tenta se adaptar ao ambiente de trabalho e conquistar o respeito de Sakurai, seu colega de comportamento mais reservado.
A combinação entre situações absurdas, violência e o jeito inseguro da protagonista é justamente um dos elementos centrais da obra, que equilibra comédia e ação a partir da rotina pouco convencional de Kanako.
Elenco retorna para a segunda temporada
Além de Non e Fujigaya, o elenco que retorna inclui Yūma Yamato como Kazuo Takehara, Hirona Yamazaki como Ōmori e Yūka Sugai como Kiyomi Yoshioka. Também estão confirmados Shun Sugata, como o chefe da yakuza; Tae Kimura, como a mãe de Kanako; e Atsuro Watabe, como o presidente da empresa de assassinos.
A primeira temporada foi lançada pela DMM TV em fevereiro de 2025, com seis episódios. A segunda temporada mantém o elenco e a equipe principal da produção original.
Mangá deu origem ao JDrama
Happy Kanako’s Killer Life é baseado no mangá de Toshiya Wakabayashi, publicado originalmente como webcomic no Pixiv em 2018. A obra posteriormente passou a ser serializada pela Kodansha e utiliza o formato de yonkoma, tradicionalmente composto por histórias em quatro quadros.
A adaptação em live-action estreou em 2025, enquanto o mangá chegou ao nono volume em maio de 2026.
Estreia
A segunda temporada de Happy Kanako’s Killer Life estreia em 17 de setembro de 2026, pela DMM TV no Japão.