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SHINOBI: Art of Vengeance ganha DLC com Majima, Eggman e Death Adder em crossover da SEGA

A SEGA decidiu apostar no fator crossover para expandir SHINOBI: Art of Vengeance. O DLC SEGA Villains Stage chega em 3 de abril de 2026 trazendo três nomes que, à primeira vista, não deveriam dividir o mesmo espaço, mas funcionam perfeitamente dentro da proposta.

Joe Musashi encara Death Adder, Goro Majima e Dr. Eggman em confrontos que misturam estilos, universos e tons bem diferentes.

Novas fases e conteúdo

O pacote não se limita aos chefões. O DLC adiciona cinco novas fases com identidade visual inspirada nas franquias envolvidas, além de modos Boss Rush que reforçam o foco em desafio direto.

Também entram três novas Ninpo, roupas inéditas e seis faixas musicais, ampliando a experiência tanto em gameplay quanto em estética.

Atualização gratuita mira jogadores mais exigentes

Junto ao DLC, o jogo recebe uma atualização gratuita que adiciona o Hardcore Mode, pensado para quem busca uma experiência mais punitiva e técnica.

Além disso, o update traz ajustes no sistema de combate, melhorias visuais nos personagens e mudanças na interface, incluindo mapa e tutoriais. É uma atualização que tenta equilibrar acessibilidade com profundidade.

Como acessar o conteúdo

O DLC SEGA Villains Stage estará disponível em 3 de abril para PlayStation 4 e 5, Xbox One, Xbox Series, PC e Nintendo Switch. O conteúdo já está incluído na edição Digital Deluxe de SHINOBI: Art of Vengeance, enquanto jogadores da versão padrão poderão adquirir o pacote separadamente ou fazer upgrade.

No fim, o DLC funciona como uma celebração direta do catálogo da SEGA. Menos sobre narrativa e mais sobre colocar personagens icônicos frente a frente em combates que parecem feitos sob medida para fãs de longa data.

Invincible VS chega em abril com pancadaria 3v3

O universo brutal de Invincible está prestes a ganhar uma nova forma de expressão. Invincible VS chega em 30 de abril de 2026 apostando em combates 3v3, ritmo acelerado e uma fidelidade estética que não suaviza o que tornou a franquia popular.

Publicado pela Skybound Games e desenvolvido pela Quarter Up, o jogo nasce com pedigree. O estúdio reúne veteranos de Killer Instinct (2013), o que já indica um foco claro em gameplay técnico com pegada competitiva.

Sistema de luta aposta em velocidade e estratégia

O grande destaque é o sistema Omni-Tag, que permite trocar personagens em tempo real durante combos ou para interromper ataques inimigos. Na prática, isso aproxima o jogo de outros fighters em equipe, mas com um ritmo mais agressivo.

Outro elemento importante é o Heroic Boost, que intensifica golpes especiais e mobilidade em momentos críticos. A combinação desses sistemas cria uma dinâmica onde timing e leitura do adversário fazem diferença real.

Visualmente, o jogo também abraça o exagero. Cenários destrutíveis, dano progressivo e finalizações como Ultimate Finishers e Overkill reforçam a sensação de impacto, algo que dialoga diretamente com a violência gráfica da obra original de Robert Kirkman.

Modos que equilibram narrativa e competitivo

Invincible VS tenta não ficar preso apenas ao competitivo. O jogo inclui um modo história cinematográfico com narrativa inédita, além de opções tradicionais como Arcade e Treino.

No multiplayer, há modos casuais e ranqueados com rollback netcode, essencial para quem pretende levar o jogo mais a sério online.

Elenco mistura heróis e ameaças pesadas

O elenco inicial traz nomes importantes do universo, incluindo Invencível, Eve Atômica, Omni-Man e Fera de Batalha. Ao todo, serão 18 personagens no lançamento, com mais quatro previstos ao longo do ano.

Um dos destaques recentes é a confirmação de Allen, o Alien, reforçando o plano de expansão contínua do roster.

Pré-venda e plataformas

Invincible VS já está em pré-venda em plataformas como Steam, PlayStation Store e Microsoft Store, além do Hype Games. Quem garantir o jogo antecipadamente recebe o traje Zero Suit Mark como bônus.

Com lançamento marcado para 30 de abril, o título chega mirando tanto fãs da série quanto jogadores de fighting games que buscam algo mais agressivo, técnico e visualmente sem concessões.

Nekofest 2026 | Sakura aposta no “faça seu próprio sushi” e leva Kit Sushi para festival em SP

O Nekofest chega à edição de 2026 ocupando o Largo da Batata com uma proposta que vem ganhando força na cidade: reunir diferentes culturas asiáticas em um único espaço, sem diluir identidade.

Marcado para o dia 21 de março, o evento mistura gastronomia, música, arte e consumo em um ambiente que vai do street food à estética contemporânea de marcas asiáticas independentes. Japão, Coreia, China, Tailândia e outros países aparecem não como tema, mas como presença ativa na curadoria.

Sakura entra no jogo com proposta prática

É nesse cenário que a Sakura Alimentos marca presença com uma estratégia direta: aproximar a culinária asiática do dia a dia. A empresa leva ao festival sua linha Kit Sushi, pensada para quem quer reproduzir em casa uma experiência que normalmente fica restrita a restaurantes.

A ideia dialoga com um movimento crescente. Cozinhar comida japonesa em casa deixou de ser nicho e passou a ser quase um ritual entre fãs de cultura pop asiática. A Sakura tenta ocupar esse espaço oferecendo praticidade sem abrir mão da tradição.

Mais que comida, um espaço de pertencimento

O Nekofest vai além da gastronomia. O evento reúne marcas de moda, beleza, arte e design com curadoria 100% asiática, o que garante um nível de autenticidade raro em eventos desse tipo.

Esse cuidado transforma o festival em algo mais próximo de um ponto de encontro cultural do que apenas uma feira. É onde fãs de anime, K-pop, culinária e estética asiática acabam se cruzando naturalmente.

Uma marca que aposta na cultura para crescer

Com mais de 85 anos de história e presença consolidada no Brasil, a Sakura usa eventos como o Nekofest para reforçar posicionamento. Não apenas como fornecedora de produtos, mas como parte ativa da cultura que ajuda a difundir.

A campanha “Inspirando Novos Sabores” segue essa lógica. Menos sobre vender ingredientes e mais sobre incentivar experiências, especialmente em um momento em que o público busca conexão mais direta com o que consome.

Serviço

Evento: Nekofest 2026
Data: 21 de março de 2026
Horário: 11h às 20h
Local: Largo da Batata, Pinheiros
Entrada: gratuita e pet friendly

Cinemark leva prêmio inédito do Guia da Folha e reforça liderança nos cinemas

A Cinemark acaba de conquistar um marco importante em sua trajetória no Brasil. A rede foi eleita a Melhor Rede de Cinemas de São Paulo no prêmio O Melhor de São Paulo – Cinema, organizado pelo Guia da Folha.

O detalhe que chama atenção é que esta foi a primeira vez que a categoria foi incluída na premiação, o que transforma a vitória em um reconhecimento inaugural dentro de um dos rankings mais tradicionais da cidade.

Mais do que salas, uma experiência completa

A premiação avalia diferentes aspectos da experiência cinematográfica, desde qualidade técnica até conforto e serviços. Nesse cenário, a Cinemark se destaca por um modelo que mistura tecnologia e experiência do público, com salas equipadas, formatos premium e ambientes pensados para permanência, não apenas para assistir a um filme.

No Brasil, a rede também foi responsável por popularizar conceitos como salas VIP e tecnologias como XD, que ampliam a escala visual e sonora das exibições.

Lar Center e a força regional

Além do prêmio principal, a unidade da Cinemark no Shopping Lar Center foi eleita o Melhor Cinema da Região Norte de São Paulo. O reconhecimento reforça a consistência da rede também em nível local, destacando atendimento, conforto e qualidade de exibição.

A pipoca que virou tradição

Se existe um elemento quase tão icônico quanto o filme em si, ele está na bomboniere. A pipoca da Cinemark foi eleita a melhor da cidade pelo quarto ano consecutivo, consolidando um detalhe que virou parte da identidade da marca.

É um reconhecimento curioso porque mostra como a experiência de cinema não se resume à tela. O ritual completo ainda pesa na decisão do público.

Liderança que se mantém em escala nacional

Com cerca de 640 salas espalhadas por 47 cidades, a Cinemark segue como uma das principais forças do circuito exibidor no Brasil, representando aproximadamente 30% do mercado.

Enzo | Novo drama francês chega aos cinemas nesta semana

Entre o silêncio desconfortável das casas de luxo e o barulho bruto de um canteiro de obras, Enzo constrói um drama que parece pequeno na superfície, mas cresce conforme suas tensões aparecem. Dirigido por Robin Campillo, o longa estreia nesta quinta-feira, 19 de março, exclusivamente nos cinemas brasileiros.

A história acompanha um protagonista que decide sair do roteiro que já estava escrito para ele. Aos 16 anos, Enzo troca a segurança de uma vida burguesa por um trabalho como aprendiz de pedreiro, movimento que não é só profissional, mas também existencial.

O peso das expectativas familiares

Dentro de casa, o conflito é constante. A família não entende a escolha do jovem, e o que poderia ser apenas rebeldia ganha contornos mais profundos. Existe ali uma recusa clara a um modelo de vida confortável, mas também engessado.

Campillo trabalha esse atrito sem exageros. Em vez de confrontos explosivos, o filme aposta em desconfortos sutis, olhares e silêncios que dizem mais do que qualquer discussão direta.

O encontro que muda tudo

É no ambiente de trabalho que o filme encontra seu ponto de virada. Vlad, colega ucraniano, surge como uma presença que desestabiliza Enzo. Não apenas como amizade, mas como possibilidade de um outro tipo de vida, mais imprevisível, menos controlada.

Essa relação funciona como motor emocional do longa, abrindo espaço para questionamentos sobre identidade, desejo e pertencimento.

Um filme marcado por legado

Há um peso extra na produção. O roteiro foi desenvolvido por Campillo ao lado de Laurent Cantet e Gilles Marchand, sendo este o último trabalho de Cantet, que faleceu antes do início das filmagens. O filme acaba funcionando também como uma homenagem indireta à sua trajetória.

A estreia como filme de abertura da Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes 2025 reforça essa relevância dentro do circuito internacional, além das indicações em festivais europeus e da boa recepção crítica.

Elenco e presença em cena

O jovem Eloy Pohu assume o papel principal com uma atuação contida, que acompanha o tom do filme. Ao seu lado, nomes como Pierfrancesco Favino e Élodie Bouchez ajudam a sustentar o drama familiar com naturalidade.

Quando e onde assistir

Enzo estreia em 19 de março de 2026, com distribuição da Mares Filmes, chegando aos cinemas de São Paulo, Belo Horizonte, Vitória e Salvador. Um drama direto, silencioso e incômodo na medida certa, que encontra força justamente naquilo que não é dito.

Direto da DC Comics, confira 5 motivos para assistir “O Alvo Humano”

Se a ideia de um guarda-costas que literalmente vira outra pessoa para salvar seus clientes já parece exagerada, O Alvo Humano prova que esse conceito funciona melhor do que deveria. Disponível no Adrenalina Pura+, a série aposta em ação direta, espionagem e um protagonista que carrega mais camadas do que aparenta.

Inspirada nos quadrinhos da DC Comics, a produção acompanha Christopher Chance, vivido por Mark Valley, um ex-assassino que transforma proteção em um jogo de identidade.

1. Adaptação de HQs com abordagem diferente

Ao invés de apostar em superpoderes, a série trabalha com tensão e estratégia. A origem nos quadrinhos está presente, mas adaptada para um formato mais pé no chão, focado em conspirações e jogos mentais.

2. Ação constante com cenários variados

Cada episódio funciona quase como uma missão independente. Aviões, trens, embaixadas e até monastérios entram no radar da série, criando uma sensação constante de movimento. É o tipo de narrativa que evita monotonia ao trocar de cenário o tempo todo.

3. Equilíbrio entre ação e humor

Mesmo em meio ao perigo, a série abre espaço para humor pontual, especialmente nas interações entre os personagens. Isso ajuda a manter o ritmo leve sem comprometer a tensão.

4. Elenco familiar para fãs de séries

Além de Mark Valley, o elenco inclui Indira Varma, Lennie James, Amy Acker e Robert Patrick, nomes conhecidos que ajudam a sustentar o peso dramático da série.

5. Mistério que cresce com o tempo

A narrativa vai além das missões isoladas. Aos poucos, o passado de Chance entra em cena e revela uma conspiração maior, elevando os riscos e conectando os episódios.

Extra: trilha sonora com pegada épica

A trilha de Bear McCreary é um destaque à parte. Com orquestra completa, a abertura entrega uma sensação de aventura clássica que reforça o tom da série.

Vale o play?

Com duas temporadas já disponíveis no Adrenalina Pura+, O Alvo Humano é uma escolha direta para quem busca ação com identidade e um toque de espionagem. Uma adaptação da DC Comics que foge do óbvio e aposta mais em estratégia do que em espetáculo.

Tudo que você precisa saber antes de voltar para Elmore com Gumball

A nova temporada abraça temas atuais sem perder o tom ácido. Episódios como “A Assistente” colocam uma inteligência artificial chamada Ori no centro da narrativa, explorando aquela paranoia moderna de substituição digital de forma exagerada e desconfortavelmente familiar.

Já “O Aplicativo” transforma redes sociais em uma espécie de epidemia, com habitantes de Elmore virando versões automatizadas de si mesmos. É o tipo de crítica que funciona porque não tenta ser sutil, vai direto ao exagero.

Estilo visual continua sendo um show à parte

Criada por Ben Bocquelet, a série mantém sua principal assinatura, a mistura de estilos visuais. Só que agora isso vai ainda mais longe.

Os novos episódios brincam com glitches, realidade virtual e até estética inspirada em animes modernos. O resultado é uma animação que parece constantemente quebrar suas próprias regras, o que reforça a sensação de que qualquer coisa pode acontecer a qualquer momento.

Vilões clássicos e ameaças absurdas

Os fãs antigos vão reconhecer rostos conhecidos. Rob, o clássico antagonista, retorna com uma presença mais sombria, vindo do Vazio com sede de vingança.

Ao mesmo tempo, novos vilões entram na equação, como o Sr. Bilderburger, um hambúrguer bilionário que controla a comida da cidade. A série continua tratando ameaças absurdas com a mesma seriedade que daria a um drama épico, e é exatamente isso que faz funcionar.

As bizarrices seguem elevadas ao máximo

A essência de Gumball nunca foi lógica, e isso continua intacto. Histórias onde o tédio pode parar o tempo, estômagos ganham consciência própria ou personagens envelhecem por estresse mostram que a série ainda aposta no inesperado como regra.

Essa combinação de absurdo, crítica e experimentação mantém a animação relevante mesmo depois de anos. Não é só nostalgia, é evolução dentro do próprio caos.

Já disponível para maratonar

Os nove primeiros episódios da nova temporada de O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball já estão disponíveis na HBO Max.

“Corrida dos Bichos” transforma o Rio em arena distópica e leva o Brasil ao SXSW

O Prime Video revelou o primeiro teaser de Corrida dos Bichos, thriller de ação brasileiro que já chega com um diferencial relevante. O filme teve sua estreia global no SXSW, marcando o primeiro título latino-americano do serviço a ocupar esse espaço.

A prévia indica um projeto que mistura espetáculo e desconforto. A proposta é simples na superfície e incômoda quando se observa de perto. Em um Rio de Janeiro de futuro próximo, devastado por um colapso ambiental, a sociedade se reorganiza em torno de um sistema brutal onde pessoas se tornam peças de um jogo controlado por elites.

Um Rio reimaginado entre ruínas e natureza

CENA

O cenário é um dos pontos mais interessantes. Após um desastre ambiental, o mar avança e recua, deixando para trás uma cidade fragmentada. Bairros de classe média viram zonas ocupadas e a Mata Atlântica retoma espaços urbanos.

Dentro desse contexto nasce a Corrida dos Bichos, um jogo onde magnatas controlam participantes de classes mais baixas em uma disputa por dinheiro. A ideia dialoga com referências conhecidas da cultura pop, mas ganha identidade própria ao incorporar desigualdade social brasileira como motor da narrativa.

Protagonista entre resistência e sobrevivência

A história acompanha Mano, vivido por Matheus Abreu, líder de um grupo que tenta sabotar o sistema. Ele atua resgatando participantes e interrompendo as corridas, operando em uma zona chamada Perímetro da Morte.

O conflito ganha peso quando sua irmã, Dalva, interpretada por Thainá Duarte, é colocada como garantia dentro do jogo. A partir daí, o personagem é forçado a fazer o que sempre combateu, entrar na corrida.

Esse tipo de dilema moral funciona como eixo clássico do gênero, mas aqui ganha uma camada mais próxima da realidade brasileira, especialmente na forma como poder e desigualdade são retratados.

Elenco de peso e ambição internacional

O elenco reúne nomes conhecidos como Rodrigo Santoro, Isis Valverde, Anitta, Bruno Gagliasso, Grazi Massafera e Seu Jorge, reforçando o peso da produção.

Por trás das câmeras, o projeto carrega a assinatura da O2 Filmes, com produção de Fernando Meirelles, nome que ajuda a posicionar o longa dentro de uma tradição de cinema brasileiro com alcance global.

A estreia no SXSW também sinaliza esse movimento. Mais do que lançar um filme, Corrida dos Bichos parece tentar reposicionar o Brasil dentro do cinema de gênero internacional, apostando em narrativas que dialogam com o mundo sem perder identidade local.

Quando estreia

RETRATOS

Após a première no SXSW, Corrida dos Bichos chega ao catálogo do Prime Video ainda em 2026.

“Uma Babá Milionária” estreia no Globoplay e aposta em drama familiar em formato de novelinha vertical

Da esquerda para direita: Raphael Vianna, Juju Teófilo e Laryssa Ayres | Créditos: Ricardo Bufolin

O Globoplay amplia sua aposta em conteúdos de consumo rápido com a estreia de Uma Babá Milionária, novelinha vertical que chega com 51 capítulos de até dois minutos cada. A proposta segue uma lógica cada vez mais comum no streaming atual, histórias pensadas para serem assistidas no ritmo do scroll, sem abrir mão do drama clássico.

No centro da trama está Eduarda, vivida por Juju Teófilo, integrante da poderosa família Vergara. A chegada de uma nova babá desencadeia uma sequência de conflitos que misturam segredos do passado, reencontros e disputas familiares.

Entre traumas e reencontros

A narrativa acompanha Carolina, personagem de Laryssa Ayres, marcada pela perda da filha após uma troca no hospital. Anos depois, o destino a leva justamente para dentro da família ligada a esse passado, agora como babá de Eduarda.

Esse reencontro ganha novas camadas com a presença de Fernando, interpretado por Raphael Vianna, antigo amor de Carolina e pai da menina. O drama se intensifica com a interferência de figuras como Valentina, vivida por Fernanda Paes Leme, e Dolores, personagem de Bia Seidl, adicionando tensão ao núcleo familiar.

Formato curto, estrutura clássica

Apesar do formato enxuto, a novelinha não abre mão de elementos tradicionais do melodrama. Trocas de identidade, relações interrompidas e disputas emocionais continuam sendo o motor da história, agora condensados em episódios rápidos e diretos.

A direção é de Roberta Richard, com texto de Gustavo Reiz, nomes que ajudam a sustentar a estrutura narrativa mesmo dentro da proposta fragmentada.

Uma aposta na nova geração

Além da trama, o projeto também funciona como vitrine para Juju Teófilo, que já construiu presença nas redes e começa a consolidar sua trajetória como atriz. Natural de Fortaleza, a jovem integra uma geração que transita entre internet, televisão e streaming com naturalidade.

Uma Babá Milionária já está disponível exclusivamente no Globoplay.

Duna: Parte Três ganha primeiro trailer e promete um desfecho épico para a saga de Paul Atreides

A Warner Bros. Pictures finalmente revelou o primeiro trailer de Duna: Parte Três, encerrando uma das trilogias mais ambiciosas da ficção científica recente. Depois de dois filmes que transformaram o universo criado por Frank Herbert em espetáculo audiovisual de escala rara, o novo capítulo chega com a promessa de ir além do épico e mergulhar de vez nas consequências do poder.

Sob direção de Denis Villeneuve, a história avança para o momento em que Paul Atreides deixa de ser apenas um líder messiânico em ascensão para se tornar uma figura central em um império marcado por tensões políticas, religiosas e militares. O tom do trailer sugere um desfecho menos sobre conquista e mais sobre o peso das escolhas.

Elenco estelar e novos conflitos em Arrakis

O filme traz de volta Timothée Chalamet como Paul Atreides e Zendaya como Chani, agora em um cenário onde o romance e a política caminham lado a lado, muitas vezes em conflito direto.

O elenco reforça o peso dramático com nomes como Florence Pugh, Rebecca Ferguson, Jason Momoa, Javier Bardem e Robert Pattinson. A presença desses personagens amplia a sensação de que o conflito não será apenas físico, mas ideológico, com diferentes visões de poder colidindo dentro e fora de Arrakis.

Mais do que guerra, uma disputa de ideias

Se os filmes anteriores equilibravam construção de mundo e ação, Parte Três parece inclinar a balança para um conflito mais filosófico. A ascensão de Paul como líder religioso transforma a narrativa em algo mais complexo, onde fé, manipulação e destino se entrelaçam.

Há uma curiosidade interessante nesse ponto. A obra original de Herbert sempre foi menos sobre o herói e mais sobre o perigo de se acreditar demais nele. O trailer deixa pistas de que essa ambiguidade deve ganhar ainda mais espaço, colocando o protagonista em uma zona moral cada vez mais desconfortável.

Estreia confirmada nos cinemas

Duna: Parte Três chega aos cinemas brasileiros em 17 de dezembro de 2026, reforçando a aposta da Warner em grandes lançamentos de fim de ano.

FRAPA 2026 abre inscrições e reforça espaço para novos roteiros ganharem o mundo

​Premiados do 13º FRAPA - crédito Guilherme Fernandes

Se existe um lugar onde ideias saem do papel e começam a circular de verdade na indústria, esse lugar atende pelo nome de FRAPA. O Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre chega à sua 14ª edição com inscrições abertas para o tradicional Concurso de Roteiros e Argumentos, mantendo a proposta de conectar novos autores ao mercado de forma direta.

O evento acontece entre 2 e 6 de novembro de 2026, na Casa de Cultura Mario Quintana, reunindo roteiristas de todo o Brasil e também convidados internacionais. Ao longo dos anos, o festival se consolidou como uma espécie de hub criativo onde projetos deixam de ser promessa e passam a disputar espaço real na indústria audiovisual.

Concursos que funcionam como porta de entrada

O coração do FRAPA continua sendo seus concursos. O Concurso de Roteiros recebe projetos inéditos de ficção nas categorias Longa-Metragem e Piloto de Série, enquanto o Concurso de Argumentos foca em ideias ainda não roteirizadas, divididas entre Ficção e Documentário.

Mais do que premiar, a proposta aqui é desenvolver. Os finalistas ganham visibilidade, acesso a profissionais do mercado e a chance de apresentar seus projetos em sessões de pitching. É aquele momento em que um bom argumento precisa se provar em poucos minutos.

Mentorias, laboratório e dinheiro na mesa

O festival mantém uma das suas iniciativas mais relevantes, o FRAPA[LAB], realizado em parceria com o Projeto Paradiso. O laboratório reúne finalistas e oferece consultorias com profissionais do setor, funcionando como uma ponte entre o roteiro e sua possível produção.

Nos prêmios, o incentivo financeiro segue como diferencial. O melhor Piloto de Série leva R$ 5 mil, enquanto o vencedor de Longa-Metragem recebe o Prêmio Paradiso de R$ 10 mil. Já no Concurso de Argumentos, além de mentorias, os participantes também concorrem a ferramentas profissionais como o WriterDuet, bastante usado por roteiristas no mercado.

Um detalhe interessante é como o festival mantém um ciclo contínuo de desenvolvimento. O vencedor de Argumento de Ficção já garante vaga no FRAPA[LAB] do ano seguinte, criando uma progressão real para projetos que ainda estão em estágio inicial.

Mercado, networking e bastidores da indústria

Além dos concursos, o FRAPA também aposta forte na Rodada de Negócios, que abre inscrições em maio. É nesse espaço que roteiristas se encontram com produtoras, plataformas e canais. Na prática, é onde muitos projetos começam a sair do papel.

O histórico do evento ajuda a entender seu peso. Nomes como Kleber Mendonça Filho e Bráulio Mantovani já passaram pelo festival, assim como players relevantes do mercado, incluindo Netflix e Amazon. Não é apenas vitrine, é um ambiente onde conexões profissionais realmente acontecem.

Prazos, valores e como participar

As inscrições já estão abertas e seguem até 4 de maio de 2026 para os concursos. O primeiro lote tem valores reduzidos até 29 de março, com preços a partir de R$ 150 para Argumentos e R$ 200 para Roteiros. Associados da ABRA têm 10% de desconto.

A programação completa, regulamentos e envio de projetos estão disponíveis no site oficial do festival. Para quem escreve, o FRAPA segue sendo um dos poucos espaços no Brasil onde talento, mercado e oportunidade dividem o mesmo roteiro.

Serviço

Inscrições abertas XIV FRAPA | Regulamentos e registro de obras em frapa.art.br

Associados/as da ABRA têm 10% de desconto em todas as categorias

XIV FRAPA – Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre: de 2 a 6 de novembro de 2026

Inscrições

  • Concurso de Roteiros | Inscrições até 4 de maio de 2026
    • Lote 1 – até 29 de março – R$ 200,00
    • Lote 2 – de 30 de março a 12 de abril – R$ 250,00
    • Lote 3 – de 13 de abril a 4 de maio – R$ 270,00
  • Concurso de Argumentos | Inscrições até 4 de maio de 2026
    • Lote 1 – de 16 de março a 29 de março – R$ 150,00
    • Lote 2 – de 30 de março a 12 de abril – R$ 190,00
    • Lote 3 – de 13 de abril a 4 de maio – R$ 230,00
  • Rodada de Negócios | inscrições até 10 de julho de 2026
    • Lote 1 – de 18 a 31 de maio – R$ 120,00 (20 players) / R$ 170,00 (40 players)
    • Lote 2 – de 1º a 14 de junho – R$ 140,00 (20 players) / R$ 200,00 (40 players)
    • Lote 3 – de 15 de junho a 10 de julho – R$ 180,00 (20 players)/ R$ 260,00 (40 players)
  • Credenciais | inscrições até 26 de outubro de 2026
    • Lote 1 – de 23 de março a 7 de junho, ou até esgotarem as 100 primeiras credenciais – R$ 540,00
    • Lote 2 – de 8 de junho a 26 de julho, ou até esgotarem 100 credenciais – R$ 670,00
    • Lote 3 – de 27 de julho a 26 de outubro, ou até esgotarem as vagas – R$ 780,00

Dead by Daylight entra no ritmo do K-pop com All-Kill: Comeback

Dead by Daylight

Existe algo curioso em como Dead by Daylight sempre flertou com o exagero performático do terror. Em All-Kill: Comeback, esse flerte vira conceito central. O capítulo retorna à Coreia do Sul não apenas como cenário, mas como linguagem estética e sonora. Neon, ruas urbanas, boates e mercados se fundem a uma atmosfera que parece saída de um MV de K-pop que deu errado no melhor sentido possível.

O novo Mapa Desilusão do Trapaça traduz bem essa proposta. Não é só um espaço jogável, é quase uma extensão da mente fragmentada do assassino. A sensação é de estar dentro de um palco permanente, onde cada perseguição vira um show violento. Para quem acompanha K-pop, há um charme estranho em reconhecer elementos visuais familiares sendo distorcidos em algo mais sombrio.

Kevin Woo e a trilha na batida do K-pop

A música sempre esteve no DNA do capítulo All-Kill, mas aqui ela deixa de ser pano de fundo e assume protagonismo. Kevin Woo não só participa como consultor, mas compõe e grava No Escape, faixa original pensada para dialogar diretamente com o jogo.

O resultado é interessante porque não soa como trilha licenciada jogada ali. A música conversa com o ritmo da gameplay e com a dualidade estética entre glamour e brutalidade. Para fãs de K-pop, há um detalhe curioso: a estrutura da faixa segue aquela progressão emocional típica de hits do gênero, mas aplicada a um contexto de perseguição e tensão.

Além disso, Woo também empresta voz ao sobrevivente Kwon Tae-young, reforçando essa ideia de crossover orgânico entre música e narrativa. Não é só marketing, é integração de identidade.

Trapaça ainda mais cruel

All-Kill: Comeback

No gameplay, a grande mudança gira em torno do Trapaça. O assassino ganha um refinamento que tenta reposicioná-lo como uma ameaça mais técnica e menos dependente de situações específicas.

O novo sistema de Classificação de Estilo é a chave dessa reformulação. Ele incentiva precisão, ritmo e criatividade, quase como se o jogador estivesse montando uma performance. Quanto melhor a execução, mais rápido se chega ao Evento Principal, habilidade que transforma o personagem em uma máquina de pressão constante.

Na prática, isso aproxima o Trapaça de um arquétipo mais competitivo. Menos sobre spam de habilidades e mais sobre domínio mecânico. Para quem já jogava com ele, a mudança pode ser a diferença entre frustração e flow.

MiNA

All-Kill: Comeback

Como traje lendário do Trapaça, MiNA não funciona só como skin. Ela é apresentada como um ídolo virtual criado à imagem do assassino e dentro da Névoa, isso se traduz em novas falas, mas mantendo o mesmo DNA perturbador.

Para quem acompanha o universo de idols virtuais e inteligência artificial, o paralelo é inevitável. MiNA parece uma versão extrema desse fenômeno, onde imagem e violência coexistem como produto.

Já disponível

Dead by Daylight: All-Kill: Comeback já está disponível em todas as plataformas compatíveis, incluindo PC, PlayStation e Xbox, além do Nintendo Switch.