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WAY BETTER | Cruzando 13 cidades brasileiras, Turnê Global Warming confirma preços e benefícios

A 2026 WAY BETTER WORLD TOUR — Global Warming (LATAM) teve seus preços e benefícios confirmados para o Brasil, consolidando uma das passagens mais interessantes do K-pop alternativo pelo país em 2026. A turnê reforça a proposta do selo WAY BETTER de circular por diferentes regiões, apostando em experiências diretas entre artistas e fãs e fugindo do formato tradicional concentrado em poucas capitais.

Entre março e abril, o projeto cruza o país com uma estrutura pensada para transformar cada show em algo além da apresentação de palco.

O line-up brasileiro terá os artistas:

from20
Ex-integrante do BIGSTAR, atua como cantor, compositor e diretor criativo. Seu trabalho solo combina pop eletrônico, estética visual forte e uma abordagem autoral que se tornou um dos pilares do WAY BETTER.

HELLO GLOOM
Ex-IMFACT, é produtor e artista solo conhecido por vocais intensos e produções sofisticadas. Dentro do projeto, representa o lado mais experimental e autoral da cena.

Lim Sejun (VICTON)
Reconhecido pela versatilidade vocal, construiu uma base sólida de fãs tanto no grupo quanto em atividades solo, equilibrando emoção e presença de palco.

Kang Yuchan (A.C.E)
Main dancer e performer, Yuchan se destaca pela energia e carisma ao vivo, sendo um dos nomes mais aguardados pelos fãs brasileiros.

A produção confirmou que YYJ não participa da etapa brasileira da turnê.

Ingressos e experiências VIP

Os ingressos estão divididos entre Plateia, VIP 2, VIP 1 e VVIP, com valores que variam conforme a cidade. Mais do que melhor visão do palco, os pacotes VIP oferecem acesso antecipado e contato direto com os artistas.

O VIP 2 inclui entrada antecipada, acesso ao merchandising antes do show, hi-touch e participação no soundcheck.
O VIP 1 adiciona a foto em grupo 4:10, ampliando a interação com o elenco da noite.
Já o VVIP reúne todas as vantagens anteriores, além da foto 4:1 e pôster autografado pelos artistas.

Selfie 1:1 com photocard exclusivo

Há ainda o upgrade de selfie 1:1, disponível apenas para quem já possui ingresso do show. O benefício garante uma foto individual com um dos integrantes e um photocard exclusivo correspondente, realizada após a apresentação.

Preços por cidade

Rio de Janeiro

  • Frisa: R$ 100 (meia) | R$ 200 (inteira)
  • Plateia: R$ 120 (meia) | R$ 240 (inteira)
  • Balcão 1: R$ 120 (meia) | R$ 240 (inteira)
  • Balcão 2: R$ 100 (meia) | R$ 200 (inteira)
  • Plateia Premium: R$ 150 (meia) | R$ 300 (inteira)

VIP Upgrade

  • VIP 2: R$ 60
  • VIP 1: R$ 230
  • VVIP: R$ 380
  • Selfie 1:1 + photocard: R$ 150

Porto Alegre

  • Plateia: R$ 125 (meia) | R$ 250 (inteira)
  • VIP 2: R$ 185 (meia) | R$ 310 (inteira)
  • VIP 1: R$ 355 (meia) | R$ 480 (inteira)
  • VVIP: R$ 505 (meia) | R$ 630 (inteira)
  • Selfie 1:1 + photocard: R$ 155

Florianópolis, São Paulo, Goiânia, Brasília, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Belém, Manaus e Salvador

  • Plateia: R$ 120 (meia) | R$ 240 (inteira)
  • VIP 2: R$ 180 (meia) | R$ 300 (inteira)
  • VIP 1: R$ 350 (meia) | R$ 470 (inteira)
  • VVIP: R$ 500 (meia) | R$ 620 (inteira)
  • Selfie 1:1 + photocard: R$ 150

Curitiba ficou de fora

Chamou atenção a ausência de Curitiba na lista inicial de cidades. A organização informou que a capital paranaense deve receber uma atualização específica em breve, indicando que novas informações ainda serão divulgadas.

Serviço

WAY BETTER WORLD TOUR — Global Warming (LATAM)
Cidades: Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo, Goiânia, Brasília, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Belém, Manaus, Salvador e Rio de Janeiro
Período: março e abril de 2026
Line-up: from20, HELLO GLOOM, Lim Sejun e Kang Yuchan
Ingressos: vendas a partir de 08 de janeiro
Pacotes VIP e selfie 1:1 vendidos separadamente
Benefícios válidos apenas para quem já possui ingresso do show

Mais informações

De Repente Grande estreias nas plataformas digitais

A Elite Filmes traz ao público brasileiro a comédia italiana De Repente Grande, que acompanha quatro amigos que acordam adultos após desejarem crescer durante uma comemoração de aniversário. Apesar da aparência madura, o comportamento infantil permanece, gerando situações cômicas e reflexões sobre responsabilidades.

Dirigido por Fausto Brizzi, o filme equilibra humor e crítica social de forma acessível. Já está disponível nas plataformas Prime Video, Apple TV, Claro tv+, Vivo TV, Google TV e YouTube Filmes.

Trailer

Elite Filmes amplia o acesso a produções diversas no digital

Com esses lançamentos, a Elite Filmes reforça sua atuação como distribuidora focada em diversidade narrativa e alcance digital. Do cinema europeu ao drama nacional, todos os títulos citados já estão disponíveis nas plataformas Prime Video, Apple TV, Claro tv+, Vivo TV, Google TV e YouTube Filmes, ampliando as opções para quem busca filmes fora do circuito mais comercial.

Com Jackson Antunes, Não Quero Te Perder estreia nas plataformas digitais

Entre os lançamentos distribuídos pela Elite Filmes, Não Quero Te Perder se destaca como um drama brasileiro sensível e atual. A trama acompanha Pedro, um homem diagnosticado com Alzheimer, e sua relação com Gabi, a neta que ele criou como filha, enquanto ambos enfrentam os impactos da doença.

Com direção de Marcelo Zambelli, o filme aposta em uma narrativa direta e emocional. O longa já está disponível nas plataformas Prime Video, Apple TV, Claro tv+, Vivo TV, Google TV e YouTube Filmes.

Trailer

Elite Filmes amplia o acesso a produções diversas no digital

Com esses lançamentos, a Elite Filmes reforça sua atuação como distribuidora focada em diversidade narrativa e alcance digital. Do cinema europeu ao drama nacional, todos os títulos citados já estão disponíveis nas plataformas Prime Video, Apple TV, Claro tv+, Vivo TV, Google TV e YouTube Filmes, ampliando as opções para quem busca filmes fora do circuito mais comercial.

EP Games leva semifinais e finais sul-americanas de e-sports para Campinas

O interior de São Paulo vai respirar videogame competitivo em janeiro. Entre os dias 15 e 18 de janeiro de 2026, o Shopping Iguatemi Campinas recebe o EP Games, evento que já nasce com status de maior feira gamer do interior do Brasil e que vai além do entretenimento. A programação inclui a semifinal e a grande final sul-americana do Rematch, finais presenciais de campeonatos importantes e uma agenda pensada tanto para quem joga quanto para quem vive o ecossistema dos games.

Idealizado pelo Grupo EP em parceria com a Black Duck e a Faro Agência, o EP Games chega com um recado claro: não é preciso estar em uma capital para receber eventos de peso no cenário competitivo. A Garena, publisher de Free Fire, está confirmada no projeto, reforçando o interesse das grandes empresas pelo público gamer fora do eixo tradicional.

Interior gamer em alta e números que explicam o movimento

Caio Maciel, diretor de Marketing do Grupo EP, comenta sobre EP Games, feira gamer que acontece em janeiro, em Campinas (SP) – Crédito- Divulgação

O crescimento do evento conversa direto com o tamanho do público no Brasil. Segundo dados da Pesquisa Game Brasil e da Newzoo, quase 80% dos brasileiros jogam algum tipo de game, e o país segue como o maior mercado gamer da América Latina, figurando entre os dez maiores do mundo. O celular continua sendo a principal plataforma, o que ajuda a explicar o sucesso de títulos como Free Fire e a forte presença do mobile competitivo no evento.

Essa base massiva transforma Campinas em um ponto estratégico. O EP Games aposta nessa força regional para criar um espaço onde competição, cultura geek e mercado caminham juntos, sem a sensação de feira engessada.

Competições que colocam Campinas no mapa dos e-sports

O coração do EP Games está nas arenas. A final sul-americana do Rematch acontece dentro do evento, reunindo as equipes classificadas ao longo do torneio e dando peso internacional à programação. Também está confirmada a final da Circuit X de Counter-Strike 2 Feminino, ampliando a visibilidade do cenário competitivo feminino.

Além disso, o público pode participar diretamente em campeonatos abertos de Street Fighter e EA FC, ambos com finais presenciais e premiação em dinheiro. Free Fire entra com disputas que rendem diamantes dentro do jogo, enquanto o campeonato Super Legacy, em parceria com a Mont, leva partidas presenciais e prêmios em dinheiro ao longo dos quatro dias.

Times, criadores e nomes que movem a cena

O line-up competitivo chama atenção. Estão confirmadas organizações como W7M Esports, Stellae Gaming, MIBR, Vivo Keyd Stars, Fluxo e Los Grandes. Cada uma carrega uma história forte no cenário nacional e ajuda a transformar o EP Games em vitrine para quem acompanha campeonatos de perto.

A presença de criadores e hosts também reforça a experiência. A narradora Ana Marcella “Anyazita” Muniz comanda o Palco Principal, enquanto o Palco Meet and Greet, apresentado por Arizinha, aproxima o público de nomes como Wendell Lira, Carol The Queen, Rakin, Gordox, WZY e integrantes do Creative Squad. A ideia é menos palco distante e mais troca direta.

Debates, acessibilidade e cultura gamer além do controle

O evento não se limita às partidas. Painéis como “A evolução da acessibilidade nos Fighting Games” e “Cenário feminino nos jogos de luta” trazem discussões atuais do meio, conectando competição e inclusão. O MIBR participa com debates e ainda leva ao palco o MIBR Rap Club, misturando música, rimas improvisadas e cultura gamer em um formato pouco comum em feiras do gênero.

Outro destaque é a gamificação em formato ARG, desenvolvida com a Comando Geek, que transforma o próprio evento em um jogo acessado pelo celular, com desafios, fases e recompensas espalhadas pelo espaço.

Área free play, cosplay e economia criativa

Para quem prefere jogar sem pressão de campeonato, a Área Free Play oferece consoles atuais, jogos retrô, board games e espaços para experimentar diferentes estilos. O campeonato de cosplay aberto ao público reforça o clima de convenção geek, enquanto a Artist Valley dá espaço para artistas independentes venderem seus trabalhos e fortalecerem a economia criativa.

O Escape 60’ também marca presença com enigmas interativos espalhados pelo evento e uma palestra que conecta o design de jogos à criação de experiências imersivas no mundo real.

Um evento que também olha para inclusão

Entre os detalhes que ajudam a definir o EP Games está o investimento social. Dez por cento da bilheteria será destinada a jovens de escolas públicas, ampliando o acesso a um universo que, muitas vezes, ainda parece distante fora dos grandes centros.

EP Games e o peso da mídia regional

A cobertura do evento será ampla, com o Grupo EP levando conteúdo para EPTV, Globo Esporte, g1, ge, acidade on e redes sociais, além de collabs com mais de 40 influenciadores. Os números explicam o interesse das marcas: metade dos gamers brasileiros assiste à Globo, quase todos consomem notícias online e a Rede EPTV alcança até um milhão de jovens por semana.

Esse alcance transforma o EP Games em uma vitrine relevante não só para o público, mas também para patrocinadores e projetos ligados ao mercado gamer.

Serviço

Local: Shopping Iguatemi Campinas – Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina, Campinas – SP, 13092-902

Data: 15 a 18 de janeiro

Horário: 10h às 22h

Inscrições:www.ingresse.com/ep-games/ 

VALORANT abre 2026 com nova temporada chega com arma inédita, modo caótico e ajustes que vão além do gameplay

A Temporada 2026 do VALORANT já começou mostrando que a Riot quer ir além do pacote tradicional de novidades. O Ato 1 chega com uma nova arma pensada para rodadas econômicas, mudanças importantes em mapas conhecidos, um modo de jogo que abraça o caos e ajustes profundos no competitivo. Tudo isso vem acompanhado de um recado claro: o comportamento da comunidade também entrou na mira.

Bandit nasce para bagunçar as rodadas econômicas

A grande estreia da temporada é a Bandit, uma arma que ocupa um espaço curioso entre a Ghost e a Sheriff. Ela é capaz de eliminar inimigos com Armadura Leve com um único tiro na cabeça, exatamente onde a Ghost começa a perder eficiência.

Na prática, isso muda o jeito de pensar as rodadas de meia-compra. A Bandit não é feita para todo mundo, mas quem confia na mira vai encontrar nela uma ferramenta perigosa. É aquela arma que recompensa precisão, pune erro e adiciona um novo elemento psicológico à economia das partidas.

Breeze volta diferente e mapas recebem ajustes cirúrgicos

O Breeze retorna à rotação competitiva após um rework focado em resolver um problema antigo: espaços grandes demais e poucas opções reais de controle. O mapa agora favorece uma variedade maior de Controladores e deixa os confrontos menos estranhos em áreas abertas.

Para suavizar a adaptação, as perdas de CR foram reduzidas em 50 por cento nas duas primeiras semanas. Uma decisão justa, considerando o quanto o mapa mudou.

Além disso, Haven e Corrode passaram por ajustes mais pontuais, especialmente na forma como a penetração de paredes funciona. Nada chamativo, mas o tipo de mudança que afeta diretamente rounds decisivos.

AR1S é o modo feito para o imprevisível

O novo modo AR1S, sigla para All Random, One Site, chega como uma variação caótica da Disputa da Spike. Aqui, cada rodada traz um Agente aleatório, habilidades no estilo Modo Mata Mata, fases de compra em tiers e mapas reduzidos que concentram toda a ação em um único ponto.

Com mais Ultimates em jogo e menos espaço para respirar, o AR1S cria situações improváveis, combinações absurdas de habilidades e aquele tipo de momento que normalmente só aparece em clipes. Não é um modo para levar a sério, mas é exatamente isso que o torna interessante.

MMR passa por ajustes que prometem partidas mais justas

A Riot também confirmou mudanças no cálculo do MMR oculto ao longo de 2026. A ideia é refletir melhor a habilidade individual e reduzir a sensação de partidas desequilibradas.

Para a maioria dos jogadores, o ranque deve se manter parecido, mas alguns podem notar variações. O foco é melhorar a consistência dos lobbies e garantir que cada jogador caia em partidas mais alinhadas ao seu nível real.

Segundo os desenvolvedores, a prioridade do ano é simples de entender: entrar no competitivo e sentir que a partida faz sentido.

Comportamento entra no centro das atenções

Outro ponto forte da temporada é o reforço no combate a comportamentos inadequados. Um novo Pacto da Comunidade passa a ser aceito anualmente por todos os jogadores, deixando mais claro o que é esperado dentro do jogo.

Nos bastidores, a Riot promete punições mais consistentes para smurfs, comunicação abusiva e infrações graves. A novidade mais interessante é a Situação Comportamental, que permitirá acompanhar como o próprio comportamento impacta os outros, quais penalidades já foram aplicadas e quais riscos futuras atitudes podem trazer.

É uma tentativa clara de tornar o sistema menos opaco e mais educativo.

Ayakashi traz mitologia japonesa em versão sombria

No campo visual, a Coleção Ayakashi mergulha na mitologia japonesa com uma estética mais obscura. As armas parecem consumidas por uma chama amaldiçoada, enquanto a máscara Kitsune simboliza o limite entre dois mundos.

A coleção inclui Phantom, Ghost e o destaque vai para a Kogitsune, um confronto com katanas duplas curtas que foge do óbvio e adiciona personalidade ao pacote.

Um começo de ano que diz muito sobre o futuro do jogo

A Temporada 2026 deixa claro que o VALORANT segue em constante ajuste. Nem tudo aqui é chamativo à primeira vista, mas muita coisa afeta diretamente a experiência de quem joga todo dia.

Entre mudanças no meta, experimentos criativos e uma atenção maior ao ambiente competitivo, o jogo entra no novo ano tentando algo essencial: partidas melhores, mais justas e menos desgastantes. Agora, como sempre, a resposta final vem da comunidade.

Review | Avatar: Frontiers of Pandora – From the Ashes

Lançado em dezembro junto com a estreia de Avatar: Fogo e Cinzas nos cinemas, From the Ashes chega como o terceiro DLC de Avatar: Frontiers of Pandora. Separado do jogo principal já na tela inicial, dá para encarar o conteúdo quase como um novo jogo ou uma continuação independente, que funciona mesmo se você não tiver finalizado a campanha original.

Aqui, a principal diferença está no tempo e no ponto de vista. Se no jogo base a história se passa em 2169, agora avançamos para 2170, assumindo o controle de So’lek como protagonista. E vale o aviso: quem não terminou o jogo original vai levar spoiler logo de cara. O DLC abre com uma recapitulação direta, no melhor estilo “começo de nova temporada da Netflix”, resumindo os principais acontecimentos de Avatar: Frontiers of Pandora para situar o jogador no momento atual da narrativa.

A história

Divulgação – Giuliano Peccilli

A trama se passa alguns meses após os eventos de Secrets of the Spires. Uma transmissão interceptada revela o caos se espalhando pela Fronteira Ocidental. O lar do clã Aranahe foi atacado, a Kinglor Forest está em chamas e uma nova aliança entre a RDA e o clã Mangkwan transforma a região em uma verdadeira zona de guerra.

So’lek é o protagonista da vez. O guerreiro desperta em meio à destruição, encontra seu território reduzido a cinzas e vê sua família Sarentu dispersa após uma emboscada brutal. O tom da narrativa é mais pessoal e direto, guiado pela perda, pela raiva e pela necessidade de reencontrar quem sobreviveu. É Avatar em modo sobrevivência, com menos contemplação e muito mais urgência.

Jogabilidade

Divulgação – Giuliano Peccilli

Se Avatar: Frontiers of Pandora é mais lento na apresentação de personagens e mitologia, From the Ashes já começa no modo turbo, assumindo que você tem tudo fresco na memória. So’lek entra em cena completo, direto ao ponto, sem enrolação.

E aqui é preciso ser honesto: jogadores iniciantes podem apanhar um pouco. O DLC parte do princípio de que você já jogou antes e domina as mecânicas básicas, armas e habilidades. So’lek já começa com diferentes arcos e equipamentos à disposição, deixando claro que não há muito espaço para tutoriais longos ou apresentações detalhadas.

No controle, From the Ashes mantém exatamente a mesma base de Frontiers of Pandora, o que continua funcionando muito bem. Jogamos no PS5, e a forma como tudo foi pensado garante uma experiência fluida, sem a necessidade de ficar olhando para o controle o tempo todo. Nem tudo é perfeito, claro. O mapa foi o ponto que menos funcionou pra mim, em alguns momentos deixando a navegação confusa. Ainda assim, quando o assunto é movimentação, combate e ritmo de ação, o jogo entrega seu melhor e mantém um dos pontos fortes da experiência.

Vale confessar que o único momento em que precisei recorrer ao tutorial foi com o ikran, que já aparece logo no início do jogo, ajudando a reforçar a grandiosidade do cenário e da escala da aventura.

Mas como faço pra jogar?

Divulgação – Giuliano Peccilli

O DLC pode ser adquirido separadamente ou em conjunto com os demais conteúdos por meio da Complete Edition e do Ultimate Pack. Assinantes do Ubisoft+ Premium também têm acesso ao conteúdo completo, o que amplia bastante as formas de entrar nessa nova fase de Pandora.

Mas vale a pena?

Divulgação – Giuliano Peccilli

A primeira coisa a se ter em mente é que From the Ashes funciona, na prática, como um novo jogo. Só isso já justifica a atenção. Mesmo entregando spoilers na recapitulação inicial, ele se sustenta muito bem como uma experiência isolada, mais próxima de um capítulo completo do que de um DLC tradicional, e isso é um mérito enorme.

Além disso, se Frontiers of Pandora não brilhou como deveria em seu lançamento, From the Ashes ganha força ao estrear junto com Avatar: Fogo e Cinzas. O DLC expande o universo visto nos cinemas e aprofunda a imersão nesse mundo, especialmente ao explorar a aliança entre o clã Mangkwan e a RDA.

Para jogadores mais experientes, o conteúdo chega lapidado, melhorando o que já era bom. Até quem já estava acostumado com o jogo base vai perceber ajustes e refinamentos, mostrando que houve cuidado em entregar uma experiência mais sólida.

Há pontos a melhorar? Sim, principalmente no mapa e em recursos que ajudem o jogador a não se sentir perdido. Mas isso entra mais no campo do gosto pessoal. No meu caso, se a jogabilidade é o grande destaque, a navegação ainda pode evoluir.

No fim das contas, From the Ashes funciona tanto como uma experiência independente quanto como uma ponte direta entre os jogos e os filmes, reforçando que o universo de Avatar vai muito além da tela do cinema.

Nota: 4 (de 5)

Ficha técnica – From the Ashes

Nome: Avatar: Frontiers of Pandora – From the Ashes
Desenvolvedora: Massive Entertainment
Publicadora: Ubisoft
Engine: Snowdrop
Plataformas: PC (Windows), PlayStation 5, Xbox Series X|S e Amazon Luna
Lançamento: Dezembro de 2025
Gênero: Ação e aventura em mundo aberto
Classificação indicativa: ESRB T | PEGI 16+
Formato: DLC (conteúdo adicional para jogo base)

Agradecimentos a Ubisoft pelo DLC para produção deste conteúdo

Melania chega aos cinemas brasileiros em 30 de janeiro com olhar íntimo sobre a posse presidencial

MELANIA, novo filme da Amazon MGM Studios, estreia nos cinemas brasileiros em 30 de janeiro e aposta em um ponto de vista raro no cinema político recente. Em vez de discursos oficiais ou grandes eventos públicos, o longa acompanha os 20 dias que antecedem a posse presidencial de 2025 a partir da perspectiva de Melania Trump, colocando a câmera nos bastidores de um dos momentos mais simbólicos da política dos Estados Unidos.

Com 104 minutos de duração, o filme se constrói como um registro de transição. A narrativa acompanha Melania enquanto ela organiza a mudança de sua família de volta para Washington, participa de reuniões estratégicas, equilibra compromissos pessoais, negócios e ações filantrópicas, tudo isso enquanto se prepara para reassumir o papel de Primeira-Dama.

Bastidores, silêncio e observação

O grande diferencial de MELANIA está no acesso. O longa apresenta imagens exclusivas de conversas privadas, encontros reservados e ambientes que normalmente ficam fora do alcance do público. A proposta não é explicar a política americana, mas observar como ela atravessa a vida cotidiana de quem ocupa uma posição central, ainda que frequentemente silenciosa, dentro da Casa Branca.

Esse recorte faz o filme dialogar mais com o cinema documental de observação do que com produções tradicionais sobre poder. O ritmo é contido, atento aos gestos e às decisões que acontecem longe dos holofotes, reforçando a ideia de que nem toda disputa acontece em palanques ou coletivas de imprensa.

A voz de Melania

Em declaração presente no material do filme, Melania Trump resume o espírito da obra ao afirmar que a história se move nesses 20 dias que antecedem a posse, convidando o público a um olhar privado e sem filtros sobre sua jornada. A fala ajuda a entender a intenção do projeto, que busca registrar não apenas um cargo, mas o impacto pessoal de retornar a um dos postos mais observados do mundo.

Trailer

Pôster

Curiosidade que pesa na tela

Poucos filmes tiveram autorização para registrar de forma tão direta o período de transição presidencial nos Estados Unidos, especialmente sob o ponto de vista da Primeira-Dama. Esse acesso transforma MELANIA em um documento curioso para quem se interessa por política, história recente e também por narrativas que exploram o lado humano por trás de estruturas de poder.

MELANIA estreia em 30 de janeiro nos cinemas de todo o Brasil, ampliando o catálogo de produções que buscam olhar a política menos como espetáculo e mais como experiência vivida.

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet ganha sessões antecipadas e chega aos cinemas em janeiro

4238_D004_00321_R Director Chloé Zhao with actors Paul Mescal and Jessie Buckley with on the set of their film HAMNET, a Focus Features release. Credit: Agata Grzybowska / © 2025 FOCUS FEATURES LLC

Antes de chegar oficialmente aos cinemas, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet já começa a criar um clima especial entre quem acompanha a temporada de premiações. O novo longa dirigido por Chloé Zhao, vencedora do Oscar por Nomadland, terá sessões antecipadas no Brasil nos dias 9 e 10 de janeiro, com estreia regular marcada para o dia 15 de janeiro em salas de todo o país.

Inspirado no livro premiado de Maggie O’Farrell, o filme carrega uma trajetória forte nos festivais. Foi o grande vencedor do Festival Internacional de Cinema de Toronto pelo voto do público e encerrou o Festival do Rio de 2025, consolidando sua recepção calorosa tanto da crítica quanto do público internacional. Não por acaso, já aparece entre os títulos mais comentados da atual corrida por prêmios.

Uma história íntima por trás de um clássico

A narrativa acompanha Agnes, vivida por Jessie Buckley, em uma performance que vem sendo amplamente elogiada fora do circuito comercial. Ao lado de Paul Mescal, que interpreta William Shakespeare, o filme se distancia da figura mítica do dramaturgo para olhar de perto o impacto da perda de seu filho Hamnet. É nesse espaço de luto, silêncio e memória que o longa constrói seu coração emocional.

Mais do que um drama de época, Hamnet observa como a dor pode se transformar em criação. A história sugere, com delicadeza, os caminhos emocionais que levaram ao nascimento de Hamlet, sem nunca recorrer ao óbvio ou ao didatismo. O foco está menos na obra e mais nas pessoas que existiam antes dela.

Bastidores que reforçam o peso do projeto

Além da direção de Chloé Zhao, que também assina o roteiro ao lado de Maggie O’Farrell, o filme conta com produção de Steven Spielberg e Sam Mendes, dois nomes que dispensam apresentações. A combinação de um texto sensível com uma condução visual contida resulta em um filme que aposta no tempo, nos gestos e nas emoções não ditas.

Uma curiosidade que chama atenção é o fato de Zhao ter optado por uma abordagem quase naturalista, mesmo em um contexto histórico, reforçando conexões com seu cinema mais autoral. Essa escolha ajuda a aproximar o público contemporâneo de uma história ambientada séculos atrás.

Trailer

Pôster

Quando e onde assistir

Com distribuição da Universal Pictures, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet terá sessões antecipadas nos dias 9 e 10 de janeiro, com venda de ingressos já iniciada. A estreia oficial acontece em 15 de janeiro de 2026, incluindo versões acessíveis, ampliando o alcance do filme nas salas brasileiras.

Para quem acompanha cinema além dos holofotes mais óbvios, Hamnet chega como uma daquelas experiências pensadas para sentir antes de explicar, e que ganham ainda mais força quando vistas na tela grande.

Ragnarök Online LATAM entra no clima de verão e abre 2026 com visuais inéditos

Ragnarök Online LATAM começa 2026 do jeito que a comunidade gosta, com novidade visual, clima leve e aquele exagero estiloso que só o jogo sabe entregar. A Gravity liberou a primeira atualização do ano trazendo uma coleção de visuais inspirados no verão, reforçando a ideia de férias até mesmo para quem passa horas caçando MVPs ou disputando mapas em Rune-Midgard.

A nova leva de itens aposta em referências praianas e acessórios que misturam humor, fantasia e identidade clássica do MMORPG. O Visual Sensação de Verão chama atenção pelo efeito gráfico cintilante que acompanha o personagem, quase como se o calor estivesse grudado na armadura. Já a Bóia de Poring segue a tradição do jogo de transformar criaturas icônicas em itens divertidos, agora direto das piscinas do Santuário de Rachel. A Rede de Caça entra como contraponto mais aventureiro, passando a sensação de explorador em pausa estratégica, enquanto a Peruca de Sereia adiciona um toque marítimo que conversa bem com classes mágicas e visuais mais chamativos.

Baú de Pedras Visuais 16 amplia opções de personalização

A atualização também movimenta a Loja Fashion com a chegada do Baú de Pedras Visuais 16. Ao abrir o item, o jogador recebe uma Pedra Visual aleatória, incluindo as novas adições desta manutenção. É aquele incentivo clássico para quem gosta de refinar o visual do personagem sem mexer diretamente nos atributos.

Entre as novidades estão Pedras Visuais para Sumo Sacerdote, Paladino e Mercenário, cobrindo topo, meio e baixo, além de capas específicas para Arcebispo, Guardião Real e Sicário. Para quem acompanha o meta estético do jogo, essas pedras ajudam a manter o visual atualizado sem abandonar equipamentos consagrados.

Novo Artefato Oval entra no clima de férias

Outro destaque da manutenção é a chegada de um novo Artefato Oval com temática de verão, oferecendo recompensas inéditas. O Grande Manto dos Esquecidos aparece como uma versão aprimorada da capa encontrada na Tumba da Honra, trazendo aquela sensação de item conhecido, mas com refinamento extra. Já as Asas de Garuda apostam forte no impacto visual e em efeitos especiais ampliados para classes específicas, o tipo de item que vira assunto em Prontera logo nos primeiros dias.

Curiosamente, esse tipo de artefato reforça uma tradição antiga de Ragnarök Online, onde eventos sazonais não ficam apenas na estética, mas acabam influenciando escolhas de build e até a forma como jogadores montam seus personagens no dia a dia.

Um clássico que segue se reinventando

Lançado originalmente em 2002 e presente no Brasil desde 2004, Ragnarök Online segue ativo graças à sua comunidade e à capacidade de se renovar sem perder identidade. Mesmo após mais de duas décadas, o jogo continua encontrando espaço para brincar com visuais, eventos temáticos e pequenas mudanças que mantêm a experiência viva.

A atualização de verão deixa claro que 2026 começou com foco em estilo, personalização e aquele clima descontraído que combina bem com a estação. Para quem já está em Rune-Midgard ou pensa em voltar, o verão chegou mais cedo no LATAM.

Em Destruição Final 2, Gerard Butler e Morena Baccarin voltam a lutar pela sobrevivência

Gerard Butler as John Garrity, Morena Baccarin as Allison Garrity, and Roman Griffin Davis as Nathan Garrity in Greenland 2: Migration. Photo Credit: Courtesy of Lionsgate

Cinco anos se passaram desde que a família Garrity acreditou ter escapado do pior. Em Destruição Final 2, a sensação de segurança construída no bunker da Groenlândia começa a ruir, junto com os últimos recursos e a sanidade de quem sobreviveu. Estrelado por Gerard Butler e Morena Baccarin, o novo capítulo da franquia aposta menos no impacto imediato da catástrofe e mais nas consequências prolongadas de um planeta quebrado. A estreia acontece em 5 de fevereiro nos cinemas brasileiros, com distribuição da Diamond Films.

A trama parte de um dilema simples e brutal. Permanecer no bunker é morrer aos poucos. Voltar à superfície é arriscar tudo. Sem alternativas, John e Allison Garrity decidem enfrentar um mundo devastado, marcado por escassez, doenças e uma humanidade que nem sempre reage bem ao desespero. O filme acompanha essa travessia com foco emocional, mostrando como empatia, amor e esperança se tornam recursos tão valiosos quanto comida e abrigo.

Entre relatos fragmentados e boatos espalhados por sobreviventes, surge a possibilidade de um novo ponto seguro na França, justamente na região onde o meteoro Clarke atingiu a Terra. A jornada até lá transforma o filme em um road movie apocalíptico, onde cada encontro carrega tensão e desconfiança. O mundo não acabou apenas fisicamente. Ele também mudou quem ficou para trás.

Um elenco que reforça o peso humano da história

Além de Butler e Baccarin, o longa apresenta Roman Griffin Davis como Nathan, o filho do casal, agora mais velho e moldado por uma infância passada dentro de um bunker. O elenco de apoio traz nomes conhecidos e bem escolhidos, como Amber Rose Revah, Sophie Thompson, Trond Fausa, Tommie Earl Jenkins e William Abadie, ampliando a sensação de um mundo fragmentado, onde cada personagem carrega cicatrizes visíveis ou não.

Trailer

Continuidade direta e um olhar mais maduro sobre o apocalipse

Com direção de Ric Roman Waugh e roteiro assinado por Mitchell LaFortune e Chris Sparling, Destruição Final 2 funciona como uma continuação direta, mas também como uma evolução temática. Se o primeiro filme lidava com o impacto iminente, agora o foco está no depois, quando o espetáculo dá lugar à sobrevivência cotidiana. Uma curiosidade é que boa parte do suspense nasce não de eventos grandiosos, mas de pequenas decisões morais, algo que aproxima o espectador dos personagens.

Destruição Final 2 estreia em 5 de fevereiro nos cinemas brasileiros.

Ensaios da Anitta esgotam ingressos e transformam BH em capital do pré-carnaval

Anitta Foto: Iude Richele

Belo Horizonte já entrou de vez no clima da folia. Com ingressos esgotados com semanas de antecedência, os Ensaios da Anitta chegam à capital mineira no dia 7 de fevereiro de 2026, sábado, ocupando a Esplanada do Mineirão com um dos eventos mais aguardados do pré-carnaval brasileiro. A alta procura confirma o momento especial da cidade, que nos últimos anos se firmou como um dos principais polos carnavalescos do país.

Criado como um aquecimento para a folia, o projeto Ensaios da Anitta cresceu e hoje funciona como um verdadeiro ritual coletivo de verão. Em Belo Horizonte, essa conexão é imediata. A cidade respira Carnaval, tem público fiel e uma relação intensa com música ao vivo, o que ajuda a explicar por que o evento costuma lotar rapidamente por aqui. O resultado é um show que mistura pista, bloco e espetáculo pop em um mesmo espaço.

A edição 2026 chega com o tema Cosmos, que transforma o show em uma viagem estética pelo universo da astrologia e dos signos do zodíaco. Figurinos inspirados nos astros, elementos cênicos com pegada mística e uma narrativa visual pensada para acompanhar o setlist fazem parte da experiência. Um detalhe que chama atenção é que os figurinos costumam ganhar adaptações a cada cidade, o que torna cada apresentação única e altamente comentada nas redes.

BH dentro da rota nacional dos Ensaios da Anitta

A apresentação em Belo Horizonte integra uma turnê nacional que passa por Belém, Fortaleza, Recife, Brasília, Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo. Dentro desse circuito, BH se destaca tanto pela velocidade com que os ingressos se esgotam quanto pela energia do público. Não por acaso, a cidade se tornou parada fixa do projeto e referência quando o assunto é pré-carnaval de grande porte.

Mineirão vira bloco gigante no verão mineiro

Com abertura dos portões a partir das 15h, a Esplanada do Mineirão deve se transformar em um grande encontro ao ar livre, reunindo fãs, foliões e curiosos em busca de música, dança e aquele clima de festa que só o pré-carnaval consegue criar. Para quem garantiu ingresso, o dia promete ser longo. Para quem ficou de fora, o recado é claro: em Belo Horizonte, o Carnaval começa antes e começa lotado.

Serviço:

ENSAIOS DA ANITTA – BELO HORIZONTE 2026

Data: 07 de fevereiro de 2026 (sábado)

Horário de Abertura dos Portões: A partir das 15h

Local: Esplanada do Mineirão, Belo Horizonte – MG

Ingressos esgotados

Classificação Etária:

  • Setores PREMIUM e OPEN: 18 anos.
  • Menores de 18 anos não serão permitidos, mesmo que acompanhados dos responsáveis legais.

Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu vale a sessão? 5 motivos para ver nas férias

Em meio as férias escolar e ao calor do verão, Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, apostando em algo simples e eficaz: diversão direta, visual caprichado e personagens que atravessam gerações sem esforço. Distribuído pela Imagem Filmes e dirigido por Gang Zhang, o longa coloca o gato e o rato mais famosos da animação mundial em uma história inédita que dialoga tanto com quem cresceu vendo os clássicos quanto com o público que está conhecendo a dupla agora.

Mas afinal, vale a sessão? A resposta está nos detalhes. Abaixo, cinco motivos que ajudam a entender por que o filme funciona tão bem como programa de férias.

Uma homenagem acessível aos 85 anos de Tom & Jerry

Criados em 1940 por William Hanna e Joseph Barbera, Tom & Jerry completaram 85 anos recentemente e seguem firmes como ícones da cultura pop. Uma Aventura no Museu não tenta reinventar a dupla, mas sim celebrar esse legado com respeito. O filme traz uma história inédita, novos cenários e personagens, mas preserva o humor físico e a dinâmica clássica que transformaram o gato e o rato em referências atemporais da animação.

Nostalgia para adultos, descoberta para crianças

Um dos maiores acertos do longa está no equilíbrio entre memória afetiva e novidade. Quem acompanhou Tom & Jerry na TV reconhece imediatamente o ritmo das perseguições e das gags visuais. Ao mesmo tempo, a narrativa é pensada para o público jovem, com uma aventura clara, ritmo ágil e situações fáceis de acompanhar. O resultado é um filme que funciona bem como experiência compartilhada entre pais e filhos, algo cada vez mais raro no cinema comercial.

A primeira grande aventura totalmente em animação 3D

Este é o primeiro longa-metragem da franquia produzido integralmente em animação 3D, fruto de uma colaboração entre Warner Bros. Pictures, China Film Co., Ltd. e Origin Animation. O museu, seus corredores e os mundos visitados pela dupla ganham vida com cores intensas, cenários amplos e bastante atenção aos detalhes. O visual moderniza a franquia sem apagar sua identidade, elevando a clássica rivalidade entre Tom e Jerry a um novo patamar estético.

Trilha sonora que acompanha o ritmo da confusão

A música tem papel fundamental na experiência e ajuda a sustentar o humor mesmo sem diálogos constantes. A trilha sonora é assinada por Vivek Maddala, compositor duas vezes vencedor do Emmy, que já trabalhou em O Show de Tom & Jerry e em Tom e Jerry no Velho Oeste. Aqui, as composições reforçam o ritmo das cenas, pontuam as piadas visuais e ajudam a manter a energia do filme do começo ao fim.

Uma aventura com tempero cultural

A história começa no Metropolitan Museum, em Nova York, onde Jerry, curioso por civilizações antigas, se envolve com a misteriosa Bússola Mágica. Tom, agora atuando como segurança do local, entra na perseguição, e a dupla acaba atravessando um portal para a chamada Cidade Dourada. O novo mundo apresenta templos, festivais, comidas exóticas e criaturas fantásticas inspiradas em tradições ancestrais. Sem didatismo excessivo, o filme transforma essa jornada em uma viagem visual rica, que acrescenta uma camada cultural à comédia.

Trailer

Pôster

Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu estreia nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, nos cinemas brasileiros, como uma opção leve, divertida e visualmente envolvente para aproveitar as férias de verão em família.