O novo longa de Alejandro Monteverde, diretor de Som da Liberdade, acaba de ganhar trailer e pôster oficiais. ZERO D.C. chega aos cinemas brasileiros em 2026, com distribuição da Imagem Filmes, apostando em um drama religioso inspirado no Evangelho de Mateus e conduzido por uma abordagem épica, focada em conflito político, fé e sobrevivência. A prévia indica um filme interessado menos no espetáculo fácil e mais na tensão moral que move sua narrativa.
A história por trás da profecia
Com roteiro assinado por Rod Barr, ZERO D.C. acompanha um império em declínio e um governante dominado pelo medo após receber uma profecia sobre o nascimento de uma criança que ameaça seu poder. A reação é imediata e brutal: a ordem para eliminar o recém-nascido desencadeia uma onda de violência. No centro do caos, uma mulher se recusa a fugir do próprio destino e mantém viva a esperança em meio à perseguição. O filme propõe uma leitura dramática da origem de uma fé que atravessaria séculos.
Elenco reúne nomes de peso
A produção chama atenção também pelo elenco internacional, que reúne diferentes gerações e estilos de atuação. Estão no filme Gael García Bernal, Deva Cassel, Sam Worthington e Ben Mendelsohn, entre outros. A escolha reforça a ambição do projeto e sinaliza um drama conduzido por personagens, não apenas por símbolos.
Aposta da Imagem Filmes para 2026
ZERO D.C. faz parte de um calendário mais amplo de lançamentos com temática religiosa preparados pela Imagem Filmes para 2026. Além do longa de Monteverde, o estúdio já confirmou A Última Ceia, com estreia prevista para fevereiro, e Cartas Para Deus, programado para maio. A estratégia aponta para um diálogo direto com públicos interessados em narrativas espirituais tratadas com linguagem cinematográfica contemporânea.
Trailer
Pôster
O que esperar de ZERO D.C.
O trailer e o pôster indicam um filme que trabalha atmosfera, tensão e espiritualidade sem recorrer a excessos visuais. Monteverde retorna a temas de fé e humanidade, agora em um contexto histórico marcado por opressão e escolhas extremas. Para quem acompanha o cinema religioso e suas releituras modernas, ZERO D.C. surge como um dos títulos mais curiosos do circuito de 2026.
A Universal Pictures confirmou o lançamento mundial de Stray Kids: The DominATE Experience, documentário que leva para as telonas a energia da turnê mais ambiciosa do grupo até agora. O anúncio veio acompanhado da divulgação do primeiro cartaz oficial e posiciona o filme como um registro-chave da fase atual do Stray Kids, que também será headliner do Palco Mundo no Rock in Rio 2026.
Com estreia marcada no Brasil para fevereiro de 2026, o longa será exibido nas principais redes de cinema e aposta no formato de filme-concerto para aproximar o público da experiência ao vivo da turnê DominATE.
Do palco ao cinema: os shows no SoFi Stadium
O documentário foi registrado durante apresentações esgotadas no SoFi Stadium, em Los Angeles, um dos palcos mais emblemáticos da indústria musical global. As performances funcionam como eixo central do filme, mas não são o único foco. A produção intercala números ao vivo com imagens de bastidores, deslocamentos da turnê e momentos menos visíveis do cotidiano do grupo.
A narrativa é conduzida pelos próprios integrantes, que comentam o processo criativo, a pressão de uma turnê desse porte e o significado da era DominATE dentro da trajetória do Stray Kids.
Uma perspectiva íntima dos oito integrantes
Narrado pelos membros do grupo, Stray Kids: The DominATE Experience busca oferecer um recorte mais pessoal da jornada do Stray Kids, explorando não só o impacto global da banda, mas também as relações internas que sustentam esse crescimento.
O documentário acompanha os oito integrantes Bang Chan Lee Know Changbin Hyunjin Han Felix Seungmin I.N
Além das performances, o filme dedica espaço à relação construída com os fãs, conhecidos como STAYs, destacando como esse vínculo moldou a identidade do grupo ao longo dos anos.
Pôster
Distribuição global e conexão com o Rock in Rio 2026
Com distribuição internacional da Universal Pictures, o lançamento nos cinemas acontece poucos meses antes da aguardada passagem do Stray Kids pelo Brasil como uma das atrações principais do Rock in Rio 2026. A coincidência de agendas reforça o interesse do público brasileiro e amplia o alcance do documentário entre fãs de K-pop e de grandes espetáculos ao vivo.
PAC-MAN WORLD 2 Re-PAC recebeu uma nova atualização gratuita que adiciona um traje especial de fim de ano e muda o clima da aventura. Durante o período festivo, Pac-Land ganha uma camada de neve que altera o visual das fases e reforça o tom sazonal do remake. O conteúdo já está disponível para todos os jogadores, em todas as plataformas.
O destaque da atualização é o traje inédito de fim de ano, liberado gratuitamente, com três variações de cores. A novidade não altera a jogabilidade, mas funciona como um aceno direto aos fãs que acompanham o personagem há décadas e gostam de revisitar o clássico com um toque visual diferente. A ambientação nevada também contribui para renovar a experiência sem descaracterizar o jogo original.
Um remake que respeita o passado e conversa com o presente
PAC-MAN WORLD 2 Re-PAC é a releitura moderna de um dos títulos de ação e plataforma mais populares da franquia. O jogo mantém a estrutura clássica enquanto atualiza controles, ritmo e apresentação. A jornada passa por seis áreas distintas de Pac-Land, com o objetivo de recuperar a Fruta Dourada roubada pelos Fantasmas, elemento central da narrativa.
Entre as melhorias estão gráficos significativamente aprimorados, novas mecânicas de gameplay, fases expandidas e inéditas, além de dublagem completa para os personagens principais. O resultado é um remake que preserva o charme do original, mas se encaixa melhor nas expectativas do público atual, incluindo jogadores acostumados ao padrão técnico dos games japoneses contemporâneos que fazem sucesso também na Coreia do Sul.
Disponibilidade e plataformas
A atualização de fim de ano já pode ser baixada gratuitamente por todos os jogadores. PAC-MAN WORLD 2 Re-PAC está disponível para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC via Steam.
Com o traje festivo e a Pac-Land coberta de neve, o jogo ganha um novo fôlego para o período de fim de ano, convidando veteranos e novos jogadores a revisitar um clássico em clima de celebração.
A TV Brasil estreia nesta sexta-feira, 26 de dezembro, às 23h, a série Colapso, produção independente de dramaturgia que coloca no centro da narrativa a precarização do trabalho e seus impactos diretos na saúde mental. Com um olhar atento ao cotidiano de quem vive sob pressão constante, a obra aposta em uma ficção ancorada na realidade social brasileira.
Ao longo da trama, Colapso acompanha personagens que lidam com jornadas exaustivas, vínculos instáveis e a dificuldade de equilibrar sobrevivência, afeto e bem-estar. Esse cenário ganha corpo na trajetória de Elisângela, doutoranda de psicologia vivida por Sara Antunes, uma mulher solitária que decide investigar academicamente a relação entre trabalho e adoecimento mental após presenciar o colapso psicológico de uma colega operadora de telemarketing.
Uma protagonista em choque com o próprio limite
A série constrói sua força dramática a partir do conflito central de Elisângela. Ao abandonar um cargo bem remunerado como gerente de recursos humanos, ela mergulha em uma pesquisa que pretende dar visibilidade ao sofrimento de trabalhadores submetidos a condições precárias. No processo, a personagem passa a negligenciar a própria saúde e vida afetiva, aproximando-se perigosamente do mesmo abismo que observa em seus objetos de estudo.
Essa escolha narrativa reforça o tom urgente da produção, que evita discursos fáceis e prefere expor contradições. O resultado é um retrato sensível e incômodo de um país onde o trabalho, muitas vezes, cobra um preço alto demais.
Reconstruções abre a série
O episódio de estreia, intitulado Reconstruções, estabelece o ponto de partida da jornada de Elisângela e apresenta o universo que será explorado ao longo da temporada. A decisão de deixar o antigo emprego funciona como gatilho para uma série de encontros, tensões e questionamentos que atravessam a narrativa, sempre conectados ao tema do adoecimento mental no ambiente profissional.
Elenco e bastidores da produção
Além de Sara Antunes, o elenco reúne Rejane Faria, Daniel Infantini, Sidney Santiago, Rodolfo Vaz, Fernanda Vianna, Andreia Quaresma e Sara Barbosa, com participação especial de Rogério Falabella. A direção é de Hermano Taranto, que imprime à série uma abordagem direta e comprometida com o debate social.
Produzida pela Quarteto Filmes, Colapso conta com 10 episódios de 26 minutos cada e foi viabilizada por meio do edital Prodav TVs Públicas, iniciativa voltada ao fortalecimento da produção independente e regional.
Ficha técnica
Produção: Brasil Gênero: ficção Episódios: 10 Duração: 26 minutos Classificação indicativa: 12 anos Produtora: Quarteto Filmes Direção: Hermano Taranto
O papel do Prodav nas TVs públicas
O Prodav é uma parceria entre a Agência Nacional do Cinema, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e a Empresa Brasil de Comunicação. O programa tem como foco incentivar a produção audiovisual independente e ampliar a circulação dessas obras no campo da televisão pública. A EBC atua na distribuição do conteúdo, disponibilizando as produções para emissoras que aderem ao projeto.
Quando assistir
Colapso estreia na sexta-feira, 26 de dezembro, às 23h, na TV Brasil. Uma série que aposta na dramaturgia como ferramenta de reflexão e convida o público a encarar, sem filtros, os limites entre trabalho, saúde e sobrevivência.
A temporada de prêmios de 2026 começa oficialmente no dia 4 de janeiro com a transmissão ao vivo do Critics Choice Awards pela TNT e pela HBO Max. A partir das 21h, o público acompanha a 31ª edição da cerimônia diretamente do Barker Hangar, em Santa Monica, nos Estados Unidos, em uma noite que promete repercutir forte entre fãs de cinema, séries e cultura pop global.
Transmissão comentada e apresentação já conhecida do público
A cobertura brasileira contará com comentários de Aline Diniz, especialista em séries e filmes, além da tradução simultânea de Marly Moro e Robert Greathouse. No palco, a apresentação fica novamente sob o comando de Chelsea Handler, que assume o posto pelo quarto ano consecutivo e já virou parte do DNA recente da premiação.
Por que o Critics Choice Awards importa tanto
Organizado pela Critics Choice Association, que reúne mais de 500 críticos e jornalistas dos Estados Unidos e do Canadá, o Critics Choice Awards é considerado um dos principais termômetros do Oscar. As escolhas costumam antecipar tendências da Academia e ajudam a consolidar favoritos nas principais categorias do cinema e da televisão.
HBO Max chega forte na disputa
A HBO Max aparece entre os grandes destaques desta edição, somando 27 indicações. Entre os títulos mais lembrados estão:
Hacks, produção original da Max, com quatro indicações The Pitt, também Max Original, com quatro indicações Task: Unidade Especial, série original da HBO, com três indicações The Righteous Gemstones, produção original da HBO, com três indicações A Idade Dourada, série original da HBO, com duas indicações
A lista completa de indicados reforça a força do catálogo da plataforma na atual temporada.
Um momento histórico para o cinema brasileiro
Para o público brasileiro, a edição de 2026 tem um peso especial. O filme O Agente Secreto recebeu duas indicações importantes, incluindo Melhor Filme Internacional. Além disso, Wagner Moura entra para a história ao se tornar o primeiro ator brasileiro indicado ao prêmio de Melhor Ator no Critics Choice Awards, um marco que amplia a presença do Brasil no circuito internacional de premiações.
Onde e quando assistir
A 31ª edição do Critics Choice Awards acontece no dia 4 de janeiro, com transmissão ao vivo a partir das 21h, simultaneamente na TNT e na HBO Max. Para quem acompanha cinema, séries e também a crescente presença de produções sul coreanas e internacionais nas grandes premiações, é uma noite que ajuda a definir o tom de tudo o que vem pela frente em 2026.
Hyundai Motor estreia o ELANTRA N TCR no Gran Turismo 7, ampliando a presenca da marca no e-Motorsport
A Hyundai Motor ampliou sua presença no e-Motorsport com a estreia do ELANTRA N TCR em Gran Turismo 7. O anúncio foi feito durante a Final Mundial da Gran Turismo World Series 2025, realizada em Fukuoka, no Japão, e consolida uma parceria que já dura uma década entre a montadora sul-coreana e a Polyphony Digital. O modelo chega ao jogo na atualização de janeiro de 2026, identificado no game como ELANTRA N TC.
Um carro de corrida real que chega ao grid virtual
O ELANTRA N TCR não é apenas mais um carro licenciado para o simulador da Sony. Trata-se de um dos modelos mais consistentes do turismo mundial, com resultados expressivos nas pistas reais. O carro soma cinco vitórias consecutivas nas 24 Horas de Nürburgring, entre 2021 e 2025, além de três títulos seguidos no FIA TCR World Tour, conquistados entre 2022 e 2024. No Gran Turismo 7, ele chega como uma opção focada em competições de alto nível, dialogando diretamente com a comunidade mais hardcore do jogo.
Atualização de janeiro expande a presença da Hyundai N no game
Além da estreia do ELANTRA N TCR, a atualização de janeiro de 2026 traz um menu temático da Hyundai N no GT Café, aprofundando a narrativa da divisão esportiva dentro do jogo. O Museu Hyundai, localizado no Brand Central, também recebe novos conteúdos, permitindo que jogadores explorem a trajetória da marca N, do conceito à pista, dentro do ecossistema do Gran Turismo 7.
Dez anos de Hyundai N no Gran Turismo
A relação entre Hyundai e Gran Turismo começou em 2015, com a apresentação do N 2025 Vision Gran Turismo, um conceito futurista movido a hidrogênio que ajudou a posicionar globalmente a recém-criada divisão N. Desde então, modelos como o IONIQ 5 N e o ELANTRA N passaram a integrar o jogo, criando uma ponte direta entre a performance real e a simulação virtual.
Durante o evento em Fukuoka, a Hyundai também celebrou o décimo aniversário da marca N, destacando a evolução do projeto desde o conceito inicial até a consolidação nas pistas e nos e-sports. A apresentação conjunta com a Polyphony Digital reforçou essa trajetória, usando o Gran Turismo como vitrine para uma estratégia que conecta automobilismo, tecnologia e cultura gamer.
Hyundai e o e-Motorsport como plataforma de longo prazo
Com a chegada do ELANTRA N TCR ao Gran Turismo 7, a Hyundai reforça sua estratégia de usar o e-Motorsport não apenas como marketing, mas como extensão da identidade esportiva da marca. A proposta é clara: aproximar jogadores e fãs de corrida da experiência real de pista, usando a simulação como espaço de experimentação, competição e construção de comunidade.
Para o público gamer, a novidade amplia o grid competitivo do jogo. Para a Hyundai, consolida o Gran Turismo como uma das principais vitrines digitais da divisão N, em um momento em que o automobilismo virtual ganha cada vez mais relevância no cenário global.
(dpa files) - Three headshots show the wanted Nazi concentration camp physician Josef Mengele. The photos on the left and in the centre are dating from 1938, the picture on the right from 1956.
Na terça-feira, 30 de dezembro, às 21h55, o History exibe um especial de duas horas dedicado a uma das figuras mais sombrias do século 20. Josef Mengele, conhecido como o Anjo da Morte, é o centro de um documentário que investiga sua atuação em Auschwitz, a lógica perversa por trás de seus experimentos e o longo caminho de fuga que o levou da Europa devastada pela Segunda Guerra até a América do Sul.
O nome que aterrorizava Auschwitz
Durante o avanço do nazismo, os campos de concentração se tornaram engrenagens de uma máquina de extermínio. Em Auschwitz, Mengele era o médico responsável por decidir quem trabalharia e quem seria enviado à morte logo na chegada. Também selecionava prisioneiros para experimentos pseudo científicos, muitos deles envolvendo gêmeos e crianças, práticas que marcaram definitivamente sua imagem como símbolo da crueldade do regime.
O especial busca responder perguntas que ainda ecoam. Como um jovem com formação acadêmica sólida se integrou ao aparato genocida nazista. O que o levou a cruzar limites éticos irreversíveis. E por que sua trajetória após a guerra permaneceu cercada de silêncio e impunidade por tanto tempo.
Da Europa ao Cone Sul, a fuga de um criminoso de guerra
A produção reconstrói a rota de fuga de Mengele após 1945, apoiada em pesquisa documental, entrevistas e análises históricas. Em 1949, ele se refugiou na Argentina usando identidade falsa, beneficiado por redes que davam suporte a ex nazistas no Cone Sul. Anos depois, passou pelo Paraguai e, na década de 1960, chegou ao Brasil, sempre mudando de nome e evitando qualquer exposição pública.
Mesmo procurado internacionalmente, Mengele conseguiu escapar da justiça até o fim da vida. Em 1979, morreu afogado em uma praia de Bertioga, no litoral de São Paulo, ainda vivendo sob identidade falsa. Sua verdadeira identidade só foi confirmada anos depois, após a exumação do corpo e a realização de exames de DNA.
Um olhar histórico sem concessões
O especial do History evita simplificações fáceis. Ao analisar os crimes e a fuga de Mengele, a produção contextualiza o papel de médicos no regime nazista e expõe como estruturas políticas e sociais permitiram que criminosos de guerra permanecessem ocultos por décadas. O resultado é um retrato incômodo, necessário e informativo, que dialoga diretamente com debates atuais sobre memória, justiça e responsabilidade histórica.
Serviço
O especial Josef Mengele, O Anjo da Morte vai ao ar no dia 30 de dezembro, terça-feira, às 21h55, no History. Classificação indicativa de 10 anos.
Sobre o History
O History é um dos principais canais dedicados a conteúdos históricos e produções originais, combinando entretenimento e pesquisa factual. Em sua programação estão séries populares como Trato Feito, Caçadores de Relíquias, Loucos por Carros e Alienígenas do Passado, além de dramas históricos e produções latino americanas como Desafio Sob Fogo América Latina, Desastres em Tempo Real e O Jesuíta, vencedor do Emmy Internacional. O canal integra o portfólio da A+E Networks América Latina e está presente em mais de 76 milhões de lares.
Clix, em Star Wars: Galaxy’s Edge, no Disney’s Hollywood Studios.
O Walt Disney World Resort entrou oficialmente para a história do universo gamer. Na última segunda-feira, 22 de dezembro, o complexo recebeu a primeira livestream de Fortnite já realizada dentro de um parque temático. O palco desse momento inédito foi Star Wars: Galaxy’s Edge, área localizada no Disney’s Hollywood Studios, e o responsável pela façanha foi Clix, um dos nomes mais conhecidos do cenário competitivo e de criação de conteúdo do jogo.
A transmissão marcou um encontro direto entre cultura gamer, entretenimento ao vivo e a experiência imersiva dos parques da Disney, algo que até então parecia improvável fora de eventos fechados ou ativações pontuais.
Batuu como cenário e Fortnite como protagonista
Clix, em Star Wars: Galaxy’s Edge, no Disney’s Hollywood Studios.
Durante mais de três horas, Clix guiou seus seguidores por Batuu, planeta fictício do universo Star Wars, interagindo com o público em tempo real enquanto participava de partidas de Fortnite ao lado de fãs selecionados. Tudo isso com a Millennium Falcon ao fundo, transformando a livestream em uma mistura curiosa de parque temático, gameplay e interação digital.
O resultado foi expressivo. A transmissão alcançou cerca de 412 mil espectadores simultâneos, mostrando a força da comunidade de Fortnite e o interesse do público por formatos que cruzam o online com o mundo físico.
Engajamento, prêmios e comunidade
Clix, em Star Wars: Galaxy’s Edge, no Disney’s Hollywood Studios.
Ao longo da live, o público participou de sorteios e ações interativas, incluindo a chance de ganhar uma viagem para o Walt Disney World Resort. A iniciativa reforçou o caráter comunitário do evento, indo além da simples transmissão de gameplay e apostando na conexão direta entre criador e fãs.
A livestream também serviu como encerramento da Clixmas, campanha de fim de ano criada por Clix para celebrar sua comunidade, distribuir prêmios e manter uma programação contínua de conteúdo ao longo do período festivo.
Disney e games dividem o mesmo espaço
Clix, em Star Wars: Galaxy’s Edge, no Disney’s Hollywood Studios.
Mais do que um recorde isolado, a livestream sinaliza uma mudança clara na forma como grandes marcas e espaços tradicionais de entretenimento olham para o universo gamer. Ao abrir espaço para uma transmissão desse porte dentro de um parque temático, a Disney reconhece o impacto cultural dos games e dos criadores de conteúdo, especialmente entre o público mais jovem e conectado.
O evento reforça que parques temáticos, streaming e jogos online já não vivem em mundos separados. Eles se cruzam, se misturam e criam novas formas de engajamento.
Quem é Clix
Clix é gamer profissional e criador de conteúdo focado em Fortnite, conhecido por resultados competitivos e por uma base de fãs extremamente ativa. Com milhões de seguidores em diferentes plataformas, ele se tornou uma das figuras mais influentes do cenário do battle royale da Epic Games, frequentemente explorando novos formatos de transmissão e interação ao vivo.
O peso do Walt Disney World Resort
O Walt Disney World Resort segue como um dos maiores polos de entretenimento do planeta. O complexo reúne quatro parques temáticos, dois parques aquáticos, dezenas de hotéis, áreas esportivas, campos de golfe e o Disney Springs, espaço dedicado a compras, gastronomia e lazer. Desde sua inauguração em 1971, o resort se reinventa constantemente, e agora adiciona o universo das livestreams gamer a essa trajetória.
City Hunter, um dos mangás mais emblemáticos da era de ouro da Weekly Shōnen Jump, finalmente tem lançamento confirmado no Brasil. O anúncio foi feito no dia 6 de dezembro, durante o Palco Blast da CCXP25, quando a editora Pipoca e Nanquim revelou que publicará a obra de Tsukasa Hojo a partir de 2026. O plano é ambicioso e já chama atenção dos fãs: a edição brasileira será organizada em 12 volumes, com quatro deles previstos ainda para 2026, adaptando o conteúdo original dos 35 tankōbon japoneses.
Criado por Tsukasa Hojo, City Hunter foi serializado entre 1985 e 1991 e rapidamente se consolidou como um dos títulos mais populares da Shonen Jump, misturando ação urbana, comédia adulta, romance mal resolvido e personagens carismáticos. É também uma obra que ajuda a entender a transição do mangá de ação dos anos 80 para narrativas mais cinematográficas, algo que influenciaria gerações seguintes.
Anúncio na CCXP25
Ryo Saeba e o submundo de Shinjuku
A história acompanha Ryo Saeba, um “sweeper” que atua nas sombras de Tóquio resolvendo problemas que a polícia não consegue ou não quer enfrentar. Detetive particular, guarda-costas ocasional e atirador de elite, Ryo atende seus clientes por meio de um código simples escrito em quadros negros da estação de Shinjuku: XYZ. Apesar da fama como profissional impecável, sua maior fraqueza é o comportamento exageradamente mulherengo, que rende tanto situações cômicas quanto conflitos emocionais ao longo da série.
Após a morte de seu parceiro Hideyuki Makimura, Ryo passa a trabalhar ao lado de Kaori Makimura, irmã adotiva de Hideyuki. Kaori assume o papel de mediadora com os clientes e rapidamente se torna o contraponto emocional da série. Entre marteladas gigantes, ciúmes, silêncios e gestos não ditos, City Hunter constrói uma das dinâmicas românticas mais icônicas do mangá shonen.
Personagens que definiram uma era
Além de Ryo e Kaori, o universo de City Hunter é povoado por figuras marcantes. Hideyuki Makimura, cuja morte dá início à formação definitiva da dupla principal, representa o senso de justiça que move a série. Umibōzu, também conhecido como Falcon, começa como inimigo e se torna aliado fiel, trazendo força bruta, humor inesperado e uma humanidade que cresce ao longo da trama. Miki, órfã de guerra criada por Umibōzu, adiciona novas camadas ao grupo, especialmente com o café Cat’s Eye, que se torna ponto central de encontros, conflitos e alianças.
Do mangá para o mundo
O sucesso de City Hunter extrapolou rapidamente as páginas da Jump. Entre 1987 e 1991, a obra ganhou quatro séries de animê produzidas pela Sunrise, totalizando mais de 140 episódios, além de especiais de TV, OVAs e diversos filmes animados, incluindo um longa lançado em 2019 que reacendeu o interesse global pela franquia.
De Jackie Chan à Netflix
A força de City Hunter fora do mangá também se reflete em suas adaptações live-action, que atravessam décadas e estilos bem diferentes entre si. A primeira delas chegou aos cinemas em 1993, em uma produção de Hong Kong dirigida por Wong Jing e estrelada por Jackie Chan. O filme, lançado no Ano Novo Chinês, apostou em uma abordagem escancaradamente cômica e exagerada, transformando Ryo Saeba em um protagonista mais próximo do humor físico característico de Chan. Mesmo se afastando do tom original do mangá, a adaptação se tornou cult, especialmente por suas cenas de ação absurdas e pela icônica sequência inspirada em Street Fighter II, que marcou a memória de uma geração.
Já em 2024, City Hunter ganhou sua adaptação live-action japonesa, produzida pela Netflix, em um projeto que buscou maior fidelidade ao material original de Tsukasa Hojo. Dirigido por Yūichi Satō, o filme traz Ryohei Suzuki no papel de Ryo Saeba e Misato Morita como Kaori Makimura, apostando em uma combinação mais equilibrada entre ação, comédia e drama. Diferente da versão dos anos 90, o longa japonês se aproxima do clima urbano do mangá e reforça a dinâmica emocional entre Ryo e Kaori, sem abrir mão do humor característico da obra. A trilha sonora também dialoga diretamente com os fãs de longa data, com “Get Wild Continual”, da TM Network, atualizando um dos temas mais emblemáticos da franquia.
Spin-offs e universos paralelos
O mundo criado por Tsukasa Hojo também se expandiu por caminhos inesperados. Angel Heart, iniciado em 2001, apresenta uma realidade alternativa em que Kaori está morta e seu coração é transplantado para uma nova protagonista. Já Kyō Kara City Hunter aposta no isekai ao colocar uma fã adulta de Ryo Saeba reencarnando dentro do universo da série. Há ainda derivados focados em personagens específicos, como Umibōzu, mostrando a força duradoura da franquia.
Um lançamento aguardado há décadas
A chegada de City Hunter ao Brasil pela Pipoca e Nanquim preenche uma lacuna histórica no mercado nacional de mangás. Mesmo com anime exibido na TV e filmes amplamente conhecidos, a obra original nunca havia recebido uma publicação oficial por aqui. O anúncio na CCXP25 não apenas empolgou fãs antigos, como também abre espaço para que novos leitores descubram um dos títulos mais influentes dos anos 80.
Com uma edição planejada, publicação contínua e um nome de peso no catálogo, City Hunter tem tudo para se tornar um dos lançamentos mais comentados de 2026. Agora, resta acompanhar como Ryo Saeba e Kaori Makimura vão conquistar, oficialmente, as estantes brasileiras.
A Editora JBC confirmou durante a CCXP25 a publicação de Firefly Wedding no Brasil no primeiro semestre de 2026. O anúncio veio acompanhado de números que ajudam a entender o tamanho do título no Japão: mais de 3 milhões de cópias em circulação e presença constante em indicações a prêmios voltados ao público shoujo. A obra é assinada por Oreco Tachibana e marca mais um movimento da editora em direção a romances que dialogam com suspense e tensão psicológica, um espaço cada vez mais disputado dentro do mangá voltado ao público feminino.
Ambientado em um contexto histórico com toques sombrios, Firefly Wedding acompanha a relação improvável entre uma jovem nobre e o homem contratado para matá la. A partir desse encontro forçado, a narrativa constrói um romance que nasce sob ameaça constante, misturando desejo, sobrevivência e jogos de poder. O sucesso da série passa justamente por essa dinâmica instável, onde nenhuma decisão é simples e cada aproximação carrega consequências reais, algo que foge do romance idealizado tradicional e conversa com leitores que buscam histórias mais densas.
Oreco Tachibana e a força do shoujo contemporâneo
Publicada originalmente pela Shogakukan, a série começou sua serialização em janeiro de 2023 no site Ura Sunday, dentro do selo Girl’s Club, e também no aplicativo MangaONE. Desde então, Firefly Wedding se consolidou como um dos títulos mais comentados do shoujo recente, equilibrando estética delicada com uma trama que não evita violência, obsessão e ambiguidade moral. Em outubro de 2025, a obra entrou oficialmente em seu arco final, reforçando a sensação de que a história foi pensada com começo, meio e fim bem definidos.
Personagens que sustentam o conflito
Grande parte do impacto da obra está na construção de seus protagonistas, cujas motivações nunca são totalmente previsíveis.
Satoko Kirigaya
Uma jovem nobre criada para obedecer às regras de um mundo que decide seu destino. Inteligente e resiliente, Satoko aprende rapidamente que sobreviver exige mais do que delicadeza.
Shinpei Goto
Assassino frio e calculista, contratado para eliminar Satoko, mas que acaba preso a uma relação marcada por tensão, desejo e dependência mútua. Sua presença constante transforma o romance em um jogo perigoso.
Situação atual da publicação no Japão
Até dezembro de 2025, Firefly Wedding conta com dez volumes encadernados no formato tankōbon. A entrada no arco final indica que a conclusão da série já está no horizonte, algo que pode favorecer a publicação brasileira com um planejamento mais estável de lançamentos e sem longas interrupções.
O que esperar da edição brasileira
Com lançamento previsto para 2026, Firefly Wedding chega ao Brasil em um momento em que o público demonstra interesse crescente por romances mais sombrios e narrativas femininas fora do lugar comum.
Durante a CCXP25, a Editora JBC confirmou a publicação no Brasil de Yakimochi wa Kitsuneiro, mangá Boys Love da autora Machi Shuehiro. O título chega por aqui no primeiro trimestre de 2026, reforçando o investimento da editora em obras BL completas e já consagradas no Japão.
Publicado originalmente entre março de 2019 e janeiro de 2020, Yakimochi wa Kitsuneiro é uma obra curta, fechada em um volume com seis capítulos, serializada na revista .Bloom. No Japão, o mangá ganhou destaque entre leitores que buscam romances BL com toques sobrenaturais e humor romântico.
Um BL sobrenatural entre ciúmes, raposas e encontros inesperados
A história acompanha Akiha Konno, um jovem que acaba de se mudar para Tóquio para iniciar sua vida escolar. Logo no primeiro dia, ele passa por uma situação traumática em um trem lotado, sendo importunado por um estranho. O momento só não termina pior porque ele é ajudado por Yukuri Takahashi, um universitário tranquilo e aparentemente comum.
O encontro, porém, não acaba ali. Em meio ao nervosismo, Akiha acaba abraçando seu salvador de forma impulsiva e, para sua surpresa, Yukuri percebe algo que ele tenta esconder: quando Akiha se empolga ou se emociona demais, orelhas de raposa aparecem, revelando sua ligação com o sobrenatural. O comentário casual de que essas orelhas são “fofas” vira o ponto de partida para uma relação marcada por constrangimento, curiosidade e ciúmes nada discretos.
Romance leve com identidade BL bem definida
Com uma abordagem mais delicada, Yakimochi wa Kitsuneiro aposta em um romance de ritmo calmo, misturando comédia romântica, situações cotidianas e elementos do folclore japonês. A dinâmica entre um estudante puro e inseguro e um universitário mais centrado cria um contraste clássico do BL, mas ganha frescor ao ser atravessado pela presença constante do sobrenatural e pela relação de Akiha com animais.
A obra se destaca justamente por não alongar conflitos artificiais. Em apenas seis capítulos, Machi Shuehiro constrói uma narrativa direta, focada nos personagens e em seus sentimentos, o que torna o volume uma leitura acessível tanto para fãs veteranos de BL quanto para quem está começando no gênero.
Informações da obra
Título original: ヤキモチはきつね色 Título em inglês: Yakimochi wa Kitsuneiro Autoria: Machi Shuehiro Gêneros: Boys Love, Yaoi, Sobrenatural Formato: Volume único Capítulos: 6 Publicação original: Revista .Bloom Período de publicação: 2019 a 2020 Lançamento no Brasil: Primeiro trimestre de 2026 Editora brasileira: JBC
Com Yakimochi wa Kitsuneiro, a JBC segue ampliando um catálogo BL que dialoga com diferentes estilos e públicos. Para quem gosta de romances sobrenaturais, histórias fechadas e personagens carismáticos, esse é um título que já entra no radar de 2026.
Durante a CCXP25, a Editora JBC confirmou a publicação de Adou no Brasil, trazendo oficialmente para o público brasileiro uma das séries mais comentadas da Monthly Young Magazine, da Kodansha. O lançamento nacional está previsto para acontecer entre junho e julho de 2026, marcando mais uma aposta da editora em títulos voltados ao público que acompanha mangás de ação com pegada mais madura.
Criado por Jaku Amano, Adou começou a ser serializado no Japão em maio de 2019 e segue em publicação até hoje. Até julho de 2025, a obra soma 11 volumes encadernados, todos publicados sob o selo Young Magazine KC, um espaço tradicional para histórias que misturam tensão urbana, comentário social e ficção científica.
Version 1.0.0
Um Japão futurista em colapso
A trama de Adou se passa em um Japão futurista e globalizado, abalado por revoltas e distúrbios sociais. Em meio ao caos, a jovem Riko, conhecida por sua personalidade direta e impulsiva, salva um garoto de ser atropelado por um caminhão durante um protesto. O detalhe que muda tudo é que o menino permanece imóvel no meio da rua, mergulhado em um silêncio absoluto e inquietante.
Ao reencontrá-lo após o trabalho, Riko decide levá-lo até uma delegacia. É ali que a situação foge completamente do controle. A identidade da criança é um mistério, e o que parecia um simples ato de solidariedade se transforma no ponto de partida para uma sequência de eventos cada vez mais extremos. Riko e o garoto, conhecido como Eight, passam a ser perseguidos por forças organizadas, quase como se um exército inteiro estivesse atrás deles.
O centro do conflito gira em torno de perguntas que a obra constrói com calma e tensão. Quem é Eight? Por que ele se tornou um alvo tão valioso? E qual é a origem de seu poder assustador, capaz de alterar completamente o equilíbrio daquela sociedade?
Ação, ficção científica e crítica social
Classificado oficialmente como um mangá de ação e ficção científica, Adou se destaca por combinar perseguições intensas, violência urbana e elementos tecnológicos com uma leitura crítica sobre controle, medo e desumanização em sociedades hiperconectadas. Jaku Amano constrói o suspense mais pelo impacto das situações do que por explicações imediatas, o que ajuda a manter o leitor sempre em estado de alerta.
A chegada do título ao Brasil reforça o catálogo da Editora JBC, que publicará a obra originalmente lançada pela Kodansha, mantendo a conexão direta com um dos principais polos editoriais do mangá no Japão.
Informações da obra
Adou é escrito e ilustrado por Jaku Amano, publicado originalmente pela Kodansha na revista Monthly Young Magazine. A série está em andamento desde 21 de maio de 2019 e conta atualmente com 11 volumes. No Brasil, a publicação ficará a cargo da Editora JBC, com lançamento previsto para o meio de 2026.
Para quem acompanha mangás que flertam com o sci-fi distópico, tensão psicológica e ação crua, Adou chega como um título para ficar no radar desde já.