Início Site Página 357

Artbook oficial da CLAMP chega ao Brasil com COLOR KURO pela JBC

A CLAMP finalmente ganha seu primeiro artbook oficial lançado no Brasil. Durante a CCXP25, a Editora JBC confirmou que CLAMP Exhibition Official Art Book – COLOR KURO será publicado por aqui no primeiro semestre de 2026, marcando um momento histórico para fãs do coletivo responsável por obras como Cardcaptor Sakura, X, Tokyo Babylon, Chobits e xxxHolic. O anúncio veio acompanhado da afirmação direta que resume bem o peso da novidade: a JBC se assume como a casa da CLAMP no Brasil.

COLOR KURO foi originalmente publicado no Japão pela Kadokawa e faz parte de um projeto maior que inclui dois volumes, Kuro e Shiro. Por enquanto, apenas Kuro está confirmado no catálogo brasileiro, enquanto o volume complementar, COLOR SHIRO, segue sem anúncio de lançamento nacional.

O que é o CLAMP Exhibition Official Art Book – COLOR KURO

COLOR KURO reúne parte das mais de 200 ilustrações coloridas originais exibidas na CLAMP Exhibition, exposição realizada em 2024 no The National Art Center, em Tóquio. O artbook compila as artes apresentadas na primeira metade da mostra, digitalizadas a partir dos originais, respeitando cores, traços e texturas que atravessam diferentes fases da carreira da CLAMP.

O próprio conceito dos volumes dialoga com a proposta curatorial da exposição. Em japonês, Kuro significa preto e Shiro significa branco. Os dois livros funcionam como peças complementares de um mesmo registro artístico, dividindo o acervo exibido ao longo do período da mostra.

O volume Kuro, publicado pela Kadokawa, concentra as ilustrações do primeiro período da exposição. Já COLOR SHIRO, lançado no Japão pela Kodansha, reúne as artes da segunda fase, incluindo ilustrações inéditas produzidas especialmente para o evento.

Um registro da trajetória da CLAMP em arte

A CLAMP Exhibition foi pensada como uma grande retrospectiva de meio de carreira do coletivo formado por quatro mulheres que transitaram com naturalidade entre shonen, shojo e seinen ao longo de décadas. A mostra percorreu desde os trabalhos iniciais até produções mais recentes, apresentando originais criados para diferentes editoras e revistas, além de destacar temas recorrentes, escolhas estéticas e mensagens que atravessam suas obras.

COLOR KURO carrega esse espírito de arquivo vivo. Mais do que um livro de artes bonito, ele funciona como um documento visual da evolução da CLAMP, reunindo estilos distintos, personagens icônicos e experimentações gráficas que ajudaram a definir o mangá moderno dentro e fora do Japão.

Dados do artbook e contexto da edição japonesa

O projeto CLAMP Exhibition Official Art Book integra uma coleção dedicada exclusivamente à exposição de 2024. No Japão, os volumes foram lançados em 2024, com acabamento em brochura com sobrecapa, formato grande e impressão pensada para valorizar ilustrações em página inteira.

A edição japonesa de COLOR KURO se consolidou rapidamente como item desejado por colecionadores, justamente por reunir reproduções diretas das obras expostas no museu.

A exposição que deu origem aos artbooks

A CLAMP Exhibition aconteceu entre julho e setembro de 2024 no The National Art Center, em Tóquio. Com mais de dois meses de duração, a mostra apresentou centenas de originais, atraindo leitores de diferentes gerações e nacionalidades. O espaço foi organizado para destacar não apenas personagens famosos, mas também processos criativos, composição de páginas e a força gráfica que sempre diferenciou a CLAMP dentro da indústria.

Esse recorte curatorial é o que sustenta os artbooks COLOR KURO e COLOR SHIRO como extensões diretas da experiência da exposição, permitindo que o público tenha acesso permanente a esse material.

Um lançamento que dialoga direto com os fãs brasileiros

A chegada de COLOR KURO ao Brasil pela JBC não é apenas mais um lançamento de catálogo. É o reconhecimento de uma base de leitores que acompanha a CLAMP há décadas, muitas vezes consumindo suas obras de forma fragmentada. Ter um artbook oficial publicado localmente aproxima esse material de um público que sempre tratou as criações do grupo como referência estética e emocional.

Agora, a expectativa fica em torno de mais detalhes da edição brasileira e, claro, da possibilidade de COLOR SHIRO também ganhar lançamento nacional. Para quem acompanha a CLAMP desde os anos 1990 ou descobriu suas obras mais recentemente, COLOR KURO chega como um registro visual essencial dessa trajetória.

Mangá Dragon Quest: The Adventure of Dai tem capas aprovadas e chega em 2026

Depois de um caminho longo e cercado de expectativa, Dragon Quest: The Adventure of Dai finalmente avançou no Brasil. O mangá clássico ligado ao DNA dos RPGs japoneses teve todas as capas aprovadas pelo Japão e agora tem lançamento confirmado para 2026, com previsão entre fevereiro e março, segundo a Editora JBC.

Anunciado há alguns anos, o mangá enfrentou um processo incomum para chegar às livrarias brasileiras. A exigência japonesa era clara: o lançamento só seria autorizado após a aprovação de todas as capas da coleção, algo que manteve o projeto em análise por cerca de dois anos.

Durante um encontro com criadores e parceiros, a equipe da JBC comentou que novidades seriam reveladas na CCXP25. Foi justamente no evento que a editora confirmou oficialmente o lançamento em 2026. Na semana seguinte, a publicação da primeira capa aprovada nas redes sociais reforçou que o projeto finalmente entrou em produção.

Lista de lançamentos

Um shonen que nasceu dos videogames

Criado por Riku Sanjo, com arte de Koji Inada, Dragon Quest: The Adventure of Dai é diretamente inspirado na franquia de RPG da Square Enix, uma das mais influentes da história dos videogames. Publicado originalmente na Weekly Shonen Jump entre 1989 e 1996, o mangá somou 37 volumes e se tornou um dos pilares da revista naquele período.

Até 2022, a obra já havia ultrapassado 50 milhões de cópias em circulação, consolidando seu lugar entre os mangás mais vendidos de todos os tempos.

A jornada de Dai e o espírito do RPG clássico

A história acompanha Dai, um garoto humano criado em uma ilha habitada por monstros, que cresce sonhando em se tornar um herói. A paz é quebrada com o retorno do Rei Demônio Hadlar, agora ressuscitado e subordinado ao verdadeiro antagonista da série, Vearn.

Após o sacrifício de seu mestre Avan, Dai parte em uma jornada que mistura fantasia, amadurecimento e batalhas estratégicas, acompanhado por aliados que se tornaram icônicos para fãs do gênero. A narrativa dialoga diretamente com estruturas clássicas de RPG, explorando evolução de personagens, laços construídos ao longo da jornada e o peso das escolhas feitas em combate e fora dele.

Mangá, derivados e novas edições

Mesmo após o fim da série principal, o universo de Dragon Quest: The Adventure of Dai continuou ativo no Japão. O mangá ganhou relançamentos em diferentes formatos, incluindo uma edição especial em 25 volumes publicada entre 2020 e 2021, que trouxe páginas originalmente coloridas e novas capas desenhadas por Koji Inada.

A franquia também se expandiu narrativamente. Um mangá prelúdio focado no passado do mestre Avan, Dragon Quest: Dai no Daiboken – Yuusha Avan to Gokuen no Maō, passou a ser publicado na revista V Jump, aprofundando eventos anteriores à jornada de Dai. Em paralelo, surgiu o spin-off Xross Blade, baseado no jogo homônimo, mostrando como a série segue dialogando diretamente com o público gamer e novas gerações de leitores.

Duas gerações de animê e presença no Brasil

A história de Dai atravessou décadas também na animação. A primeira adaptação em animê, produzida pela Toei Animation no início dos anos 1990, contou com 46 episódios exibidos entre 1991 e 1992. No Brasil, essa versão marcou época ao ser exibida pelo SBT, onde o protagonista ficou conhecido como Fly, nome que até hoje carrega forte carga nostálgica para quem cresceu assistindo animês na TV aberta.

Já a segunda adaptação, lançada entre 2020 e 2022, apresentou a história completa com uma nova abordagem visual, combinando animação 2D e CG. Com 100 episódios, essa versão recolocou Dragon Quest: The Adventure of Dai no centro das conversas entre fãs de shonen e RPGs japoneses, chegando oficialmente ao Brasil por meio da Crunchyroll, Netflix e HBO Max. A nova série apresentou Dai a um público mais jovem e, ao mesmo tempo, reconectou antigos fãs com uma obra fundamental para entender a ponte entre mangá, animê e videogame.

Um lançamento que fecha um ciclo

A confirmação de Dragon Quest: The Adventure of Dai no Brasil em 2026 representa mais do que um novo título no catálogo. É a chegada oficial de um clássico que atravessou gerações, plataformas e mídias, mantendo sua identidade intacta. Para leitores veteranos, é a chance de finalmente ter a obra completa na estante. Para novos fãs, o ponto de partida de uma aventura que ajudou a moldar o shonen moderno e o imaginário dos RPGs japoneses.

IDOL I estreia em dose tripla no Viki, Netflix e Kocowa

O K-drama IDOL I estreou nesta segunda, 23 de dezembro, no Brasil em dose tripla, com exibição disponível no Viki, Netflix e Kocowa. A série chega chamando atenção por unir dois universos que raramente se encontram de forma tão direta na dramaturgia coreana: o sistema judicial e a indústria dos idols.

A trama acompanha Maeng Se Na, interpretada por Choi Soo Young, uma advogada criminal de prestígio conhecida por assumir casos que outros profissionais evitam. Nos tribunais, ela construiu uma reputação sólida e controversa, defendendo acusados vistos como irremediáveis pela opinião pública. Fora do ambiente jurídico, porém, Se Na guarda um segredo que jamais poderia vir à tona: há mais de uma década, ela é uma fã dedicada de um grupo idol extremamente popular.

Quando o palco dá lugar ao banco dos réus

A história toma um rumo decisivo quando Do Ra Ik (Kim Jae Yeong), vocalista principal e rosto mais conhecido do grupo Gold Boys, é acusado de assassinato. O caso rapidamente extrapola os limites do tribunal e se transforma em um espetáculo midiático, envolvendo fãs, imprensa e a própria indústria do entretenimento.

Movida pela convicção de que ele é inocente, Se Na aceita defendê-lo, escondendo sua ligação emocional com o artista. A partir daí, o drama se constrói no choque entre razão profissional e devoção pessoal. Conforme a investigação avança, a advogada passa a conhecer um Do Ra Ik distante da imagem idealizada que acompanhou por anos, forçando-a a confrontar seus próprios limites como fã e como profissional da lei.

Idolatria, julgamento público e a fragilidade da imagem

Mais do que um suspense jurídico, IDOL I funciona como uma reflexão sobre idolatria e julgamento público na Coreia do Sul. O roteiro explora como a fama pode amplificar acusações, transformar suspeitas em verdades absolutas e desumanizar figuras públicas em questão de horas.

A série também observa de perto a cultura do fandom, mostrando como a devoção pode coexistir com negação, conflito e culpa. O olhar de uma fã que ocupa uma posição central no sistema de justiça cria uma dinâmica rara, colocando em debate ética, verdade e responsabilidade emocional.

Produção, elenco e exibição

Dirigido por Lee Gwang Young e escrito por Kim Da Rin, IDOL I é exibido originalmente pelos canais ENA e Genie TV, ocupando o horário das segundas e terças às 22h na Coreia do Sul, faixa anteriormente ocupada por Heroes Next Door.

Além de Choi Soo Young e Kim Jae Yeong, o elenco conta com Jeong Jae Kwang, Choi Hee Jin e Kim Hyun Jin, que completam o núcleo ligado ao caso criminal, ao universo do entretenimento e às tensões fora dos holofotes.

Um começo que convida ao debate

Com estreia simultânea no Viki, Netflix e Kocowa, IDOL I se posiciona como um drama pensado para provocar discussão entre fãs de K-drama e K-pop. O primeiro episódio estabelece um clima de tensão constante e deixa claro que a série pretende ir além de um romance convencional ou de um thriller jurídico básico.

Para quem acompanha de perto a indústria idol e gosta de histórias que dialogam com questões reais da sociedade sul-coreana, IDOL I surge como uma estreia que promete render conversa a cada novo episódio.

Ficha técnica – IDOL I

Drama: Idol I
Romanização revisada: Idoli
Título em hangul: 아이돌아이
Direção: Lee Gwang Young
Roteiro: Kim Da Rin
Emissora original: ENA, Genie TV
Plataformas no Brasil: Viki, Netflix e Kocowa
Estreia: 22 de dezembro de 2025
Exibição na Coreia do Sul: Segundas e terças, às 22h
Número de episódios: a confirmar
Idioma: Coreano
País: Coreia do Sul

Me Ame estreia no Viki e apresenta um romance coreano sobre solidão, afeto e recomeços

O K-drama Me Ame acaba de estrear no catálogo do Viki no Brasil e já chega com dois episódios liberados para o público. A produção aposta em um tom mais contido e emocional, explorando relações humanas marcadas por perdas, silêncios e conexões inesperadas, um caminho que dialoga bem com quem busca histórias menos óbvias dentro da dramaturgia sul-coreana.

Uma protagonista que parece forte, mas carrega cicatrizes profundas

No centro da narrativa está Seo Jun Kyung, vivida por Seo Hyun Jin, uma obstetra e ginecologista bem-sucedida que construiu uma imagem de estabilidade e controle. Por trás dessa fachada, existe uma solidão profunda, resultado de um acidente ocorrido sete anos antes que desestruturou completamente sua família. Desde então, Jun Kyung vive tentando esconder esse passado, adotando uma postura fria e confiante que ela mesma não acredita sustentar.

O encontro que muda o ritmo da história

A rotina de Jun Kyung começa a se transformar quando ela conhece o vizinho Ju Do Hyun, interpretado por Chang Ryul. Diretor musical, livre e sensível, ele percebe rapidamente as tentativas dela de mascarar a própria solidão. A aproximação entre os dois acontece de forma gradual, sem pressa, e o relacionamento evolui para algo que nenhum dos dois parecia esperar, abrindo espaço para conversas difíceis, vulnerabilidades e novos afetos.

Remake europeu com identidade coreana

Me Ame é uma refilmagem do drama sueco homônimo exibido entre 2019 e 2020, mas a adaptação sul-coreana encontra sua própria identidade ao inserir códigos culturais locais e um ritmo emocional mais introspectivo. A série ocupa o horário das sextas-feiras da JTBC, anteriormente reservado para My Youth, e segue o formato de dois episódios consecutivos por semana.

Elenco e personagens

Além de Seo Hyun Jin e Chang Ryul, o elenco reúne nomes conhecidos da TV sul-coreana, formando um núcleo familiar e afetivo importante para o desenvolvimento da história.

Elenco principal

  • Seo Hyun Jin como Seo Jun Kyung
  • Yoo Jae Myung como Seo Jin Ho
  • Lee Si Woo como Seo Jun Seo
  • Yoon Se Ah como Jin Ja Young
  • Chang Ryul como Ju Do Hyun

Produção

O drama é dirigido por Jo Young Min e conta com roteiro de Park Eun Young e Park Hee Kwon. Ao todo, a série terá 12 episódios, exibidos originalmente em coreano, com produção da Coreia do Sul para a JTBC. A estreia aconteceu em 19 de dezembro de 2025, com exibição semanal às sextas-feiras, às 20h50 no horário local.

Pôsteres

Por que Me Ame merece entrar no radar

Sem recorrer a exageros melodramáticos, Me Ame constrói sua força a partir do cotidiano, do não dito e dos pequenos gestos. É um drama que conversa diretamente com fãs de K-drama que valorizam personagens complexos, atuações contidas e histórias que tratam de afeto, culpa e reconexão de forma honesta. Para quem acompanha produções coreanas com olhar mais atento às emoções humanas, a estreia no Viki já se mostra um bom ponto de partida.

Em Nosso Melhor | Filme sul-coreano com Choi Min Sik estreia no Brasil pelo Viki

O cinema sul-coreano segue encontrando formas sensíveis de falar sobre identidade, pertencimento e escolhas de vida. Em Nosso Melhor chega ao Brasil pelo Viki como um desses títulos que crescem aos poucos, apostando menos em reviravoltas e mais em relações humanas. Lançado originalmente em 2022, o filme aposta no encontro improvável entre um gênio da matemática marcado pelo exílio e um estudante à beira da desistência.

Dirigido por Park Dong Hoon, conhecido por seu olhar atento aos silêncios e conflitos internos, o longa constrói uma narrativa onde números importam menos do que as pessoas por trás deles.

Um professor improvável e um aluno à deriva

Na história, Hak Sung, vivido por Choi Min Sik, é um matemático brilhante que desertou da Coreia do Norte e vive de forma discreta no Sul, trabalhando como segurança em uma escola de ensino médio. Seu passado é algo que ele tenta manter enterrado, tanto por autoproteção quanto por cansaço de carregar antigos rótulos.

Do outro lado está Ji Woo, interpretado por Kim Dong Hee, um estudante que enfrenta dificuldades acadêmicas e já considera abandonar de vez a matemática. O pedido de ajuda surge quase por acaso, e Hak Sung aceita orientar o garoto com relutância. A partir daí, o filme acompanha o surgimento de uma relação marcada por desconfiança inicial, respeito mútuo e, aos poucos, afeto genuíno.

Quando a matemática vira linguagem emocional

Em Nosso Melhor não transforma a matemática em espetáculo, mas em metáfora. O aprendizado de Ji Woo funciona como espelho para o próprio Hak Sung, que precisa lidar com memórias, frustrações e com o peso de um talento que já foi fonte de orgulho e agora é motivo de isolamento.

O roteiro de Lee Yong Jae evita soluções fáceis. Os conflitos escolares, as pressões institucionais e as suspeitas sobre o passado de Hak Sung se acumulam de forma orgânica, testando os limites dessa amizade improvável. O filme encontra força justamente nos pequenos gestos, nos diálogos contidos e nas pausas que dizem mais do que longos discursos.

Choi Min Sik em um registro contido e preciso

Conhecido por atuações intensas em clássicos do cinema coreano, Choi Min Sik entrega aqui uma performance mais silenciosa, mas igualmente poderosa. Seu Hak Sung é um homem que carrega genialidade e melancolia na mesma medida. Kim Dong Hee acompanha bem o veterano, construindo um Ji Woo vulnerável, crível e distante de estereótipos de “aluno problema”.

O elenco ainda conta com Park Byung Eun, Park Hae Joon e Jo Yun Seo, que ajudam a dar contexto aos conflitos institucionais e familiares que cercam os protagonistas.

Um drama sobre ensinar, aprender e permanecer humano

Com 117 minutos de duração, Em Nosso Melhor não tem pressa. É um filme que conversa diretamente com quem aprecia dramas sul-coreanos mais intimistas, interessados em temas como educação, exclusão social, traumas políticos e a possibilidade de conexão mesmo em cenários adversos.

A estreia no Brasil pelo Viki amplia o acesso a um título que foge do óbvio e reforça como o cinema da Coreia do Sul continua explorando histórias profundas sem precisar recorrer a excessos. Um filme sobre matemática, sim, mas principalmente sobre pessoas tentando encontrar sentido no que ainda vale a pena ensinar e aprender.

Quer ser minha agente? estreia e aposta em sonhos, rivalidades e bastidores do K-pop

O k-drama Quer ser minha agente? acaba de chegar ao público brasileiro com uma proposta curiosa dentro das produções escolares sul-coreanas. A série, que acaba de estrear no Viki, aposta em um recorte menos glamouroso da indústria do entretenimento ao acompanhar jovens que sonham em conquistar espaço fora dos palcos. Atualmente, quatro episódios já estão disponíveis na plataforma, sendo dois deles liberados gratuitamente.

Do Japão para a Coreia do Sul: a jornada de Hana

A trama acompanha Hana Hirose, estudante japonesa do ensino médio interpretada por Kanon, que sonha em se tornar agente de grandes grupos do pop. Determinada a entrar no mercado do entretenimento, ela se transfere para a Segi Art High School, uma escola sul-coreana focada em artes e conhecida por revelar talentos que mais tarde brilham na indústria cultural do país.

Nos primeiros dias, Hana se adapta rapidamente ao novo ambiente e cria laços com colegas, incluindo o carismático e popular aspirante a cantor Koo Eun Ho, vivido por Ahn Jun Won. Mas a rotina logo revela o outro lado da escola: egos inflados, competição constante e ressentimentos que surgem quando alguém se destaca demais.

Segredos, pressão e amizades em jogo

À medida que Hana começa a mostrar competência e confiança, seu crescimento passa a incomodar outros alunos. O clima se torna ainda mais tenso quando alguém descobre um segredo do passado da protagonista e ameaça torná-lo público. Em um espaço onde reputação vale tudo, a jovem precisa decidir em quem confiar para não ver seus sonhos ruírem antes mesmo de começarem.

O drama aposta menos em romances exagerados e mais em conflitos cotidianos, explorando o peso emocional de tentar vencer em um sistema que cobra perfeição desde cedo.

Formato curto e ritmo direto

Com episódios de cerca de 25 minutos, Quer ser minha agente? segue o formato de web drama, apostando em uma narrativa ágil e focada nos personagens. A exibição original aconteceu entre 12 e 26 de dezembro de 2025, sempre às sextas-feiras, pela plataforma sul-coreana Wavve, antes de ganhar alcance internacional.

Elenco e equipe

O elenco principal reúne nomes jovens e em ascensão: Kanon como Hirose Hana, Ahn Jun Won como Koo Eun Ho e Yoon Do Jin como Cheon Si U

Completam o elenco Yang Jun Beom e Nam Min Su, enquanto a direção fica a cargo de Kim Young Sam.

Pôster

Por que ficar de olho

Sem recorrer a exageros melodramáticos, Quer ser minha agente? chama atenção por inverter o foco comum dos k-dramas musicais. Em vez do trainee que quer subir ao palco, a história olha para quem sonha em trabalhar nos bastidores. Para fãs de produções escolares e narrativas sobre o lado menos glamouroso do K-pop, a série surge como uma opção rápida e interessante para acompanhar no Viki.

O Trono chega ao Viki no Brasil e revisita um dos capítulos mais sombrios da história coreana

O catálogo do Viki no Brasil acaba de receber O Trono, drama histórico sul-coreano de 2015 que transforma um episódio real da dinastia Joseon em um retrato duro sobre autoridade, expectativas e violência simbólica dentro da realeza. Dirigido por Lee Joon Ik, o filme acompanha o reinado do rei Yeongjo, vivido por Song Kang Ho, e a relação cada vez mais insustentável com seu filho, o Príncipe Herdeiro Sado, interpretado por Yoo Ah In.

Ambientada ao longo de décadas, a narrativa parte do esforço de Yeongjo para se firmar como um governante exemplar, tentando apagar rumores sobre sua origem humilde e a morte do próprio irmão. Esse peso recai diretamente sobre Sado, educado desde cedo para corresponder a um ideal rígido de rei, mesmo demonstrando inclinação para a arte, a pintura e a esgrima. O conflito entre pai e filho cresce em silêncio até atingir um ponto sem retorno dentro do palácio.

O baú de arroz que virou símbolo histórico

O momento mais conhecido da história de Sado estrutura o filme. Acusado de conspiração após 35 anos de reinado de Yeongjo, o príncipe recebe a ordem de tirar a própria vida. Ao se recusar, acaba trancado pelo próprio pai em um grande baú de madeira no pátio do palácio, condenado a morrer lentamente ao longo de oito dias. A partir desse ponto, O Trono alterna entre o presente da prisão e flashbacks que revelam como a relação entre os dois chegou a esse desfecho.

Lee Joon Ik constrói essa dinâmica sem simplificações. Yeongjo surge como um pai controlador, marcado por traumas e pela lógica cruel da política palaciana. Sado, por sua vez, é apresentado como sensível, inteligente e progressivamente esmagado por expectativas impossíveis. O filme também destaca o papel das intrigas da corte, das disputas entre facções e da solidão estrutural do poder.

Religião, culpa e loucura como consequência

Com o passar dos anos, o desgaste emocional transforma Sado. O personagem mergulha em episódios de instabilidade, alcoolismo e fanatismo religioso, enquanto o rei intensifica sua humilhação pública. A presença da Rainha Viúva como figura protetora do príncipe adiciona outra camada trágica à narrativa, sobretudo quando decisões políticas levam a consequências irreversíveis para toda a família real.

A história não busca absolver nem demonizar totalmente seus personagens. O foco está na engrenagem que transforma afeto em rivalidade e sangue em ferramenta de governo, reforçando a ideia de que, dentro do palácio, laços familiares raramente sobrevivem ao trono.

Elenco de peso e reconhecimento internacional

Além de Song Kang Ho e Yoo Ah In, o elenco reúne nomes importantes do cinema e da televisão sul-coreana. Moon Geun Young interpreta Lady Hyegyeong, esposa de Sado, em seu retorno ao cinema após oito anos. O filme também conta com Jeon Hye Jin, Kim Hae Sook, Park Won Sang, Seo Yea Ji, Park So Dam e uma participação especial de So Ji Sub como o futuro rei Jeongjo.

Lançado em 2015, O Trono venceu três prêmios no Korean Association of Film Critics Awards, incluindo Melhor Filme, e foi a escolha da Coreia do Sul para representar o país no Oscar de Filme Internacional. Com orçamento estimado em 8,3 milhões de dólares, a produção arrecadou cerca de 45,9 milhões nas bilheteiras.

Um clássico moderno agora acessível ao público brasileiro

A chegada de O Trono ao Viki amplia o acesso do público brasileiro a um dos dramas históricos mais impactantes do cinema sul-coreano recente. Mais do que uma aula de história, o filme funciona como um estudo sobre poder, memória e violência emocional, temas que continuam ressoando muito além dos muros do palácio de Joseon.

Para fãs de produções coreanas que buscam narrativas densas, atuações memoráveis e histórias baseadas em fatos reais, esse é um título que merece ser revisitado e debatido.

Team Win faz jus ao nome e conquista o primeiro título dos Games of the Future Abu Dhabi 2025

Os Games of the Future Abu Dhabi 2025 já têm seus primeiros campeões. Na sexta feira, 19 de dezembro, o Team Win confirmou o favoritismo e venceu o Vikings por 2 a 0 na grande final de MOBA PC Dota 2, tornando-se o primeiro time a levantar um troféu nesta edição do evento. A decisão aconteceu no ADNEC Centre Abu Dhabi e abriu oficialmente o quadro de campeões do torneio que mistura esportes tradicionais e competições digitais.

Com coordenação afiada e leitura de jogo precisa, o Team Win dominou a final de ponta a ponta e garantiu a maior fatia da premiação de US$ 175 mil destinada à modalidade. Para Rastsislau Rostik Pratasenia, Hard Support da equipe, o caminho foi direto: estratégia simples, execução limpa e foco total no objetivo. O próximo desafio do time já está no radar, com destino marcado para Astana, no Cazaquistão.

Fortnite define campeões após dois dias de Battle Royale intenso

O segundo dia dos Games of the Future também coroou os vencedores do Battle Royale Featuring Fortnite, uma das disputas mais movimentadas do evento. Em um formato de duplas com 20 times e partidas eliminatórias, Kami e Swizzy levaram a melhor após 12 partidas disputadas ao longo de dois dias.

A dupla terminou no topo do leaderboard com 58 eliminações combinadas e 140 pontos, garantindo o título e a maior parte da premiação total de US$ 700 mil. ZYRO e RAPID ficaram com a segunda colocação, embalados por um Victory Royale decisivo na partida final. Para Kami, a vitória foi resultado direto de treino, estratégia e trabalho em equipe, além da confiança de chegar como um dos times mais fortes da competição.

Phygital Basketball e confrontos decididos no detalhe

No Phygital Basketball 3on3 FreeStyle, apresentado pela M42, o UzBig Team protagonizou um dos jogos mais equilibrados do dia ao vencer o BAD BOYS por 31 a 30. Depois de dominar a etapa digital, o time sofreu pressão na quadra física e só garantiu a vitória nos segundos finais, quando o arremesso decisivo dos adversários não caiu.

Com o resultado, o UzBig Team avançou para enfrentar o Great Team Brazil no dia 20 de dezembro. Amirbek AK49 Kamalov destacou o impacto da atmosfera do evento e do apoio do público como combustível extra para a equipe seguir firme na competição.

Antes disso, o Great Team Brazil acabou superado pelo Adria All Stars, que avançou às quartas de final. Paulo PAULO Kuseta reforçou que a preparação intensa do time começa a dar resultado, mesmo com a necessidade de ajustes para os próximos confrontos.

MLBB, robôs em combate e futebol phygital movimentam Abu Dhabi

Fora do palco principal, o torneio MOBA Mobile MLBB, realizado na Pixoul, definiu seus primeiros classificados diretos às quartas de final. RRQ Hoshi, Aurora Gaming, Aurora Gaming PH e ONIC avançaram sem sustos e agora aguardam os vencedores dos confrontos eliminatórios que mantêm outros times vivos na disputa.

Já o Battle of Robots voltou a atrair olhares com combates cheios de impacto. O GOLDEN FURY, da PY ROBOTICSZ, não deu chances ao TR4, de Toon, usando seu spinner vertical para controlar a luta até a vitória, encerrada com direito a celebração no centro da arena.

No Phygital Football, a integração entre digital e físico entregou alguns dos jogos mais dramáticos do dia. O Z10 protagonizou uma virada improvável ao reverter uma derrota por 4 a 0 no digital contra o United FC, vencer pelo mesmo placar no campo e confirmar a classificação nos pênaltis físicos. Já o MÉXICO QUETZALES ARMADILLOS FC também avançou após buscar a virada sobre o UEL TEAM, enquanto o CM Jardin F7 fechou o dia vencendo o White Bird FC em um confronto decidido nos detalhes.

Games of the Future seguem até 23 de dezembro

Os Games of the Future Abu Dhabi 2025 seguem até o dia 23 de dezembro reunindo mais de 850 participantes de mais de 60 países. Ao todo, são 11 disciplinas que misturam esportes físicos, competições digitais e formatos híbridos, disputando uma premiação multimilionária.

Organizado pela ASPIRE em parceria com a Ethara e a Phygital International, o evento reforça Abu Dhabi como um dos polos globais da convergência entre tecnologia, esporte e esports. Para quem acompanha de fora, as partidas seguem com transmissão ao vivo pela plataforma oficial do evento, mantendo o ritmo intenso de uma competição que já começou fazendo história.

DIGIMON STORY TIME STRANGER anuncia segundo DLC para janeiro com novos caminhos de Digivolução

DIGIMON STORY TIME STRANGER segue acelerando após ultrapassar a marca de 1 milhão de unidades vendidas e já tem novidade marcada no calendário. O segundo DLC do passe de temporada chega em janeiro de 2026 e aprofunda tanto a narrativa quanto os sistemas de evolução do RPG desenvolvido pela Media.Vision e publicado pela Bandai Namco.

Batizado de Pacote de Episódios e Digimon Adicionais 2: GAKU-RAN, o conteúdo aposta em novas rotas de Digivolução para Digimons em nível Mega e em um episódio inédito centrado em Hiroko Sagisaka, personagem que ganha mais espaço e desenvolvimento dentro da trama.

Novas Digivoluções Mega entram no radar

O grande destaque do DLC está na ampliação das possibilidades estratégicas para quem já está investido no elenco de Digimons. Cinco Megas recebem novos caminhos de Digivolução, alterando builds, habilidades e sinergias em combate.

A lista completa inclui:BanchoLillymon, BanchoStingmon, BanchoGolemon, BanchoMamemon e Novo Digimon Mega revelado no pacote GAKU-RAN

Essas novas rotas não funcionam apenas como variações estéticas. Elas impactam diretamente o ritmo das batalhas por turnos e reforçam o foco do jogo em personalização e tomada de decisão.

Hiroko Sagisaka no centro da narrativa

Além das novidades no sistema de evolução, o DLC adiciona uma sequência de missões especiais dedicadas a Hiroko Sagisaka. O episódio aprofunda o passado da personagem e sua ligação com os eventos que conectam o mundo humano ao Mundo Digital Iliad, oferecendo mais contexto emocional e narrativo para quem acompanha a história até aqui.

Um RPG que pensa em veteranos e novatos

DIGIMON STORY TIME STRANGER foi construído como um ponto de entrada acessível para fãs de RPG, mas sem abrir mão da complexidade que a série Digimon acumulou ao longo dos anos. A jornada entre mundos e linhas temporais se sustenta em um sistema de batalhas estratégicas, captura e treinamento de Digimons e chefes que exigem leitura de cenário e preparo de equipe.

Com mais de 450 Digimons disponíveis, sistemas aprimorados e uma história que cresce a cada expansão, o jogo reforça sua proposta de ser um dos capítulos mais ambiciosos da franquia.

Trailer

Plataformas e acesso ao conteúdo

O segundo DLC estará disponível em janeiro de 2026 para quem possui o passe de temporada. O jogo base é necessário para acessar o conteúdo adicional.

DIGIMON STORY TIME STRANGER pode ser jogado no PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam.

Black Desert celebra 10 anos com trilha sonora em vinil e edição colecionável

Black Desert completa dez anos e a comemoração chega em um formato que conversa direto com fãs de longa data e colecionadores. A Pearl Abyss, em parceria com a Black Screen Records, lançou nesta segunda-feira (22) um box especial em vinil que reúne a trilha sonora do MMORPG em uma edição física pensada para celebrar a história do jogo e o impacto da sua música ao longo da última década.

Mais do que um item comemorativo, o lançamento reforça como a trilha sonora sempre foi parte fundamental da identidade de Black Desert, acompanhando batalhas, explorações e momentos mais contemplativos do universo criado pelo estúdio sul-coreano.

Três LPs que percorrem o universo sonoro do jogo

O conjunto traz três discos de vinil com uma seleção de faixas compostas por Hwiman Ryu e sua equipe. As músicas passeiam por diferentes estilos e ajudam a entender por que a trilha de Black Desert se destaca dentro do gênero MMORPG. Ao longo dos LPs, o ouvinte encontra: Jazz com clima introspectivo, Ethnic fusion inspirado em culturas diversas e Rock alternativo com pegada épica.

Cada faixa funciona quase como uma memória jogável, remetendo a regiões, personagens e situações marcantes do jogo. A proposta é revisitar essas experiências fora da tela, agora com a atenção voltada apenas para a música.

Design colecionável pensado para fãs

Além do conteúdo sonoro, o box de 10º aniversário aposta forte no visual. A edição conta com luvas colecionáveis e artes exclusivas, reforçando o caráter premium do lançamento. É um daqueles produtos que fazem sentido tanto na estante de quem acompanha Black Desert desde o início quanto na coleção de quem valoriza trilhas sonoras de games em formato físico.

Imagens em alta resolução do conjunto foram divulgadas junto ao anúncio e ajudam a entender o cuidado gráfico envolvido na edição.

Onde encontrar o vinil de Black Desert

O vinil comemorativo já está disponível globalmente em lojas online selecionadas, incluindo: Black Screen Records, IGN Store, Light in the Attic, Amazon e Lojas parceiras selecionadas. Mais detalhes sobre o lançamento podem ser conferidos diretamente no site da Black Screen Records.

A Odisseia | Novo épico de Christopher Nolan ganha trailer e estreia 2026 nos cinemas

A Universal Pictures divulgou o trailer oficial de A Odisseia (The Odyssey), novo filme de Christopher Nolan que adapta para o cinema o poema épico de Homero. Com estreia marcada para 16 de julho de 2026, o longa aposta em uma leitura grandiosa de um dos textos fundadores da literatura ocidental, agora filtrado pela assinatura autoral de um diretor que vem de uma vitória histórica no Oscar com Oppenheimer.

A jornada de Odisseu pelas lentes de Nolan

A trama acompanha o retorno do guerreiro grego Odisseu, vivido por Matt Damon, após a Guerra de Tróia. No caminho de volta para casa, o herói enfrenta deuses, monstros e provas que colocam à prova sua astúcia e resistência, enquanto Penélope, interpretada por Anne Hathaway, aguarda seu retorno. O trailer reforça o tom épico e o foco humano da narrativa, dois elementos recorrentes no cinema de Nolan, agora aplicados a um universo mitológico.

Elenco estelar reforça a escala do projeto

Além de Damon e Hathaway, A Odisseia reúne um elenco que chama atenção pelo peso e diversidade de perfis. Estão confirmados Tom Holland, Zendaya, Mia Goth, Robert Pattinson, além das vencedoras do Oscar Charlize Theron e Lupita Nyong’o. A escala do elenco indica uma adaptação ambiciosa, com múltiplos núcleos e personagens marcantes ao longo da jornada.

Trailer

Pôsteres

Estreia em IMAX e acessibilidade nos cinemas

Com distribuição da Universal Pictures, o filme chega aos cinemas em julho de 2026 com exibição em IMAX, reforçando a experiência visual como parte central da proposta. A produção também terá versões acessíveis, ampliando o alcance da obra para diferentes públicos.

PATAPON 1+2 REPLAY recebe modo Boss Rush Challenge e coloca veteranos à prova

PATAPON 1+2 REPLAY acaba de ganhar um novo fôlego com a chegada do modo Boss Rush Challenge, incluído em uma atualização gratuita lançada nesta segunda-feira (22). A novidade mira direto nos jogadores que já encerraram a campanha principal e querem algo além do caminho tradicional, apostando em desafios focados exclusivamente em confrontos contra chefes, com dificuldade crescente e regras menos indulgentes.

Um teste para quem domina o compasso

Pensado para quem já entende cada batida do tambor, o Boss Rush Challenge propõe uma experiência mais concentrada e exigente. Aqui, não há missões intermediárias nem pausas longas. Cada estágio reúne múltiplos chefes, definidos de acordo com o nível escolhido, e a progressão faz com que esses inimigos se tornem cada vez mais resistentes, agressivos e imprevisíveis.

O formato procedural garante variação nos confrontos, exigindo leitura rápida de padrões, domínio do ritmo e escolhas estratégicas precisas na formação do exército Patapon. Errar o tempo ou insistir em uma abordagem previsível passa a custar caro, especialmente nas fases mais avançadas.

Trailer

Conteúdo gratuito e foco na comunidade

A atualização já está disponível em todas as plataformas onde PATAPON 1+2 REPLAY pode ser jogado, reforçando o compromisso da série em manter a base ativa com conteúdo pós-lançamento que respeita tanto a nostalgia quanto a habilidade dos fãs mais dedicados.

Para quem acompanha a franquia desde o PSP ou conheceu o universo Patapon agora, o Boss Rush Challenge funciona como uma espécie de prova final, um espaço para medir técnica, memória rítmica e paciência em batalhas que não perdoam deslizes.