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Review | Rust Blaster

Contra capa com antagonistas lindos de Rust Blaster

Para dar um refresco em nossa saudade do traço lindo e shippador de Yana Toboso já que Black Butler entrou em hiato, a Panini lança em bancas um dos anúncios do ano passado, o one-shot Rust Blaster. Claro que não podíamos deixar passar uma coisa dessas em branco e aqui vamos nós!

A história

O colegio Milênio existe há muito tempo e forma alunos vampiros de toda parte do mundo, treinando-os para fazer parte do esquadrão especial anti-vampiro, que serve para ajudar os humanos a combater crimes cometidos por eles.

Capa da edição brasileira de Rust Blaster
Capa da edição brasileira de Rust Blaster

Aldred Van Envrio é um desses alunos, capitão da equipe 6. Filho adotivo do diretor, ele é um rapaz carismático, amigo e sincero, adorado por todos. Tudo seria perfeito, não fosse por um motivo: Aldred não possui uma arma ancestral, uma espécie de habilidade que ativa o poder do vampiro e dá a ele uma forma física. Um dia, Aldred é apresentado a Kei Yosunaga, um aluno tímido e sem habilidades extraordinárias, mas que se junta à equipe 6 como o segundo humano a estudar no colégio Milênio.

Sem questionar muito, Aldred aceita Kei como um de seus companheiros e continua levando a vida como sempre, até o que o inimaginável acontece: na noite das luas gêmeas, o colégio é invadido por vampiros que violaram o maior tabu de todos, que é alimentar-se de um semelhante. Tudo isso para criarem força suficiente para quebrar os selos dos portais erguidos para isolar os criminosos, que desejam retomar Gardênia e alimentar-se como as criaturas que são, com o sangue de humanos e vampiros.

Apavorados e perdendo feio dos vampiros criminosos, a equipe 6 não vê esperança até que Kei manda Aldred sugar seu sangue. Mesmo perturbado por violar um tabu tão grave, o capitão obedece e se surpreende, ao ver que Kei transformou-se em uma lança sagrada, que permite aos alunos vencerem a batalha.

Contra capa com antagonistas lindos de Rust Blaster
Contra capa com antagonistas lindos de Rust Blaster

Enquanto Aldred se recupera dos ferimentos na enfermaria, o diretor conta a ele e seus amigos que Kei é a bainha da Lança Sagrada, uma arma criada pela igreja para combater os vampiros e que só pode ser manipulada por um vampiro que não tenha uma arma ancestral. Agora, além de lidar com o choque da descoberta, Aldred terá que decidir se continuará violando o tabu para defender o portal e seus amigos e entender o que está acontecendo ao seu corpo, que parece queimar em uma sede sem fim. Kei também tem seu calvário particular, uma vez que a cada transformação a lança dentro de si parece devorá-lo, tirando-lhe alguma habilidade… O que o futuro reservará para os alunos da equipe 6 do colégio Milênio?

A edição brasileira

A primeira obra de Yana Toboso chegou ao Brasil em muito grande estilo, com papel off-set e a primeira página colorida. As contra-capas trazem imagens em P&B que sou suspeita para falar e a tradução ficou por conta de Erika Abreu, com adaptação de Luciane Yasawa, letras de Gabriela Yuki Sato e edição de Camila Cysneiros.

Segunda contra capa da edição brasileira de Rust Blaster
Segunda contra capa da edição brasileira de Rust Blaster

Opinião

Apesar de Rust Blaster ter alguns elementos da melhor fase de Vampire Knight (sem a emice de Zero e Kaname) e de X (barreiras e portais protegidos por prédios que formam um pentagrama), a história evolui bem.

Aldred é um protagonista carismático, assim como Kei os outros membros da equipe 6. O diretor Caim é tão cara de pau quanto o diretor Kurosu de VK mas tem seu valor e os vilões tinham um propósito até que compreensível (e também são um colírio para os olhos).

A única coisa que me deixou confusa foi a questão das luas gêmeas: se as luas se separaram na noite em que Kei tornou-se a lança de Aldred, por que diabos tivemos uma contagem regressiva para a noite das luas gêmeas? Talvez elas não tivessem se separado por completo ainda? Para ser oficialmente a noite das luas gêmeas, talvez fosse necessário que elas estejam bem afastadas uma da outra, dando total condição para que os vilões levem adiante o plano?

Dúvidas à parte, Rust Blaster é bem bacana e já dá pra entender o porquê de certos elementos existentes em Black Butler, como a ideia de que um dia você será consumido ou embriagado pelo poder que obteve por meios diferentes do usual ou por personagens que escondem segredos que causarão problemas para o resto do elenco depois. De qualquer forma, vale a pena ler e ter na coleção.

Agradecemos à editora Panini que nos enviou o exemplar para análise.

Review | Fullmetal Alchemist #3

Depois de aprenderem uma dura lição no caso Tucker e de se encontrarem com um inimigo poderoso, Ed e Al voltam para sua cidade natal para se recompor e lamber as feridas, acompanhados do Major Armstrong. Vamos embarcar em Fullmetal Alchemist #3!

Nessa edição

Com um de seus automails destruídos na luta contra Scar e a armadura que abriga a alma de seu irmão destruída, Ed não tem alternativa senão voltar para Resembool escoltado pelo major Armstrong, que teme novos ataques.

Chegando lá, eles são recebidos por duas pessoas que consideram ser da família, a vovó Pinako e sua neta Winry, amiga de infância dos dois. Após se recuperarem dos “ferimentos” e do major Armstrong saber um pouco mais sobre o passado dos irmãos Elric, todos retornam para Central City, a fim de pesquisar na biblioteca sobre a Pedra Filosofal.

Passados alguns percalços até obterem a pesquisa, eles são confrontados com uma dura verdade: um dos ingredientes da fabricação da Pedra Filosofal são seres humanos vivos! Para tentar descobrir a “verdade por trás da verdade”, Ed e Al terão que despistar a escolta e, mais uma vez arriscar suas vidas..

Este volume traz ainda um extra muito divertido, o capítulo extra “Festival Militar”, no qual Ed e Mustang (lindooooo) se enfrentam em uma luta amistosa, para definirem quem é o mais forte dentre os dois e o resultado é um pouquinho catastrófico.

Opinião

Para uma série que já mostra a que veio desde o começo, este volume dá um tom ainda mais sério à trama. Até onde os irmãos se permitirão chegar para recuperar seus corpos? O governo está envolvido com práticas tão cruéis? Para aqueles que nunca leram Fullmetal Alchemist posso garantir que só vai melhorar… ou piorar. Fiquem ligados!

Agradecimentos à editora JBC que, gentilmente, nos cedeu o exemplar para análise.

Review | My Hero Academia #1

Sobre-capas pôster do volume 1 de My Hero Academia

Se você é muito fã de quadrinhos de super-herói e também arrasta uma asa para um bom e velho mangá de ação, este é o título certo para você!! Um dos lançamentos mais aguardados do ano, My Hero Academia chegou às bancas brasileiras recentemente, após um evento de lançamento bem bacana ocorrido na Fnac do Shopping Morumbi. Nós conferimos a edição brasileira e vamos dividir tudo com vocês!

A história

O mundo na atualidade está bem diferente de gerações atrás: a maioria das pessoas têm super-poderes, desde os mais bacanas até os mais inúteis (quero entender qual o intuito de tirar os olhos das órbitas, mas…).

Em meio a tantas pessoas extraordinárias, está nosso protagonista: Izuku Midoriya. Izuku adora tudo relacionado a heróis e sempre quis ser um, mas teve uma desilusão na mais tenra idade, ao descobrir que não tinha poderes.

Sem perspectiva de se tornar um herói e tímido por natureza, os dias de Izuku resumem-se a escrever zilhões de linhas sobre os heróis nos seus cadernos e a aguentar bullying de seu “amigo” de infância Katsuki (Ka-chan) que, além de ser extremamente desagradável e chato, o apelidou de Deku (uma leitura pejorativa para seu nome).

Depois de mais um dia besta na escola e de mais humilhações por parte de Ka-chan, Deku está voltando para casa quando um vilão líquido o captura. Seria seu fim se não tivesse aparecido o herói dos heróis e seu maior ídolo, All Might!

Sem conseguir se desvencilhar de All Might por ver nesse encontro uma oportunidade de mudança, Deku acaba descobrindo um dos muitos segredos do herói, que lhe proporciona conselhos preciosos.

Ao deixar Deku para entregar o vilão, All Might percebe que deixou cair a garrafa onde o lacrou e o vilão aproveitou para se apossar do corpo de ninguém menos do que o irritante Ka-chan. Ao fitar o olhar de desespero de seu amigo, Deku nem pensa duas vezes e corre para ajudar; esta atitude será o estopim para que a vida dele mude radicalmente e possa finalmente trilhar o caminho do herói, mas não sem alguns obstáculos a serem transpostos…

A edição brasileira

Apesar de ter vindo com duas opções de sobre-capa pôster (uma para os assinantes e outra para quem comprou o número 1 no evento ou em lojas especializadas) e de ter tido muita atenção com a tradução e adaptação dos nomes dos personagens e dos termos, acredito que a maior tristeza (não só minha, como de muitos), foi o fato dele ter sido publicado em pisa brite (o mesmo de Seven Deadly Sins e Magi).

Sobre-capas pôster do volume 1 de My Hero Academia
Sobre-capas pôster do volume 1 de My Hero Academia

A edição também trouxe algo raro nos mangás da JBC: um espaço dedicado à notas sobre os nomes dos personagens e algumas curiosidades da obra, o que particularmente achei bem bacana.

A sobre-capa das lojas especializadas traz uma espécie de pôster do All Might e a dos assinantes uma reprodução da capa original japonesa, que ficou sensacional. A tradução ficou por conta de Yakusha A-hon.

Outras mídias

My Hero academia também conta com uma versão em anime, com 13 episódios, além de uma light novel (Boku no Hero Academia: Yuuei Hakusho), dois jogos (Gekitotsu! Heroes Battle e Battle for All) e mais dois mangás: “My Hero Academia Slash” e “Vigilante: Boku no Hero Academia Illegals”.

Opinião

Sendo bem sincera, quando fui apresentada a My Hero Academia, achei o mangá bem chato. Fiquei com um pouco de raiva do protagonista e parei de ler antes do final do primeiro capítulo, mesmo feliz de encontrar diversas referências a obras que gosto (como por exemplo a estação Tattoine, fazendo uma referênciazinha à Star Wars). Incentivada pela campanha massiva de lançamento e por alguns fãs da obra, resolvi dar uma segunda chance e não me arrependi: consegui me solidarizar com Deku, criando até uma empatia, afinal, a gente sempre esbarra com pessoas que acham que, por serem ou se julgarem melhores do que nós em alguns aspectos, têm o direito de nos diminuir.

Deku tem um bom coração, é sincero consigo mesmo e não desiste diante das dificuldades. Ele vai lidar com algo bem maior do que ele e meu sonho pessoal para esse mangá é que Deku consiga mostrar para Ka-chan e até mesmo para All Might que o maior poder que o ser humano tem é exatamente esse: não desistir nunca e sempre se levantar dos tombos que leva da vida. Foi assim que ele herdou o legado de All Might e minha torcida eterna.

Agradecemos à editora JBC que, gentilmente, nos encaminhou o exemplar para análise.

Review | Anohana #3

Jintan chora pela primeira vez na frente de todos

Jintan e seus amigos estão empenhados em realizar o desejo de Menma, mas esbarraram em alguns obstáculos que podem ser decisivos para a realização de sua vontade. Será que era apenas uma queima de fogos que prendia Menma aqui? A conclusão de Anohana finalmente chegou ao JMangá.

Parados no tempo

Após confrontar a mãe de Menma e perceber que lançar os fogos não seria algo tão fácil, Jintan decide mais uma vez assumir todos os riscos para si, de forma que seus amigos não sofressem por causa das duras palavras dela. Preocupada com a saúde de Jintan, Anaru tenta fazê-lo enxergar que não pode carregar tudo sozinho e que pode confiar em seus amigos.

Jintan chora pela primeira vez na frente de todos
Jintan chora pela primeira vez na frente de todos

De uma forma inusitada, Yukiatsu consegue convencer o pai de Menma a autorizar os fogos e até o irmão caçula da garota, Saa-kun, decide comparecer ao evento.

Ao mesmo tempo em que se mostra empolgada em participar de algo que supostamente a “mandaria embora”, Menma começa a se lembrar de uma promessa que fez à falecida mãe de Jintan. Enquanto isso, Tsuruko finalmente entende o que é necessário para que o tempo dos Super Peace Busters volte a andar, mesmo correndo o risco de colocar tudo a perder.

A flor que vimos naquele dia

Com o empurrão de Tsuruko e a ajuda de seus amigos, Jintan finalmente admite o que sente por Menma e, pela primeira vez, chora na frente de todos e admite para si mesmo que não deseja que a amiga vá embora.

Pensando em todas as possiblidades de como sabotar o lançamento do foguete, Jintan admite a Menma novamente que a ama e que gostaria que eles ficassem juntos mesmo não sendo o correto. Menma corresponde ao sentimento de Jintan, mas está certa de que seu verdadeiro desejo já se realizou mas não se dá conta das consequências disso.

Mesmo contra sua vontade, o foguete é lançado e os fogos lançados neste momento lembram uma linda flor… e então Jinta percebe que Menma ainda não foi embora. A garota agora sabe com mais firmeza qual é o seu verdadeiro desejo e, ao admitir isso para a mãe de Jinta, Menma se prepara para partir de uma vez por todas… mas o garoto não vai deixar que ela se vá sem se despedir de todos… e o modo como isso acontece é de esvaziar uma caixinha de lenços.

A promessa que elas fizeram naquele dia pode ser o verdadeiro desejo de Menma
A promessa que elas fizeram naquele dia pode ser o verdadeiro desejo de Menma

Opinião

Anohana é uma história que te pega pelos detalhes. A princípio, dá até para imaginar que o protagonista ficou tão traumatizado pela perda da amiga de infância que está vendo coisas, ou seja, a Menma seria apenas fruto de sua mente culpada.

Conforme a trama vai avançando, percebemos que não só Menma mas todos eles têm algo não resolvido. O modo como cada um externa essa necessidade de diluir a culpa é mostrado de uma forma muito delicada, dando a impressão que, de alguma forma, tudo será resolvido.

A própria Menma, que parece ter crescido apenas fisicamente, tem mais a ensinar do que a entender; assim como Tsuruko, ela tenta unir os amigos consertando relacionamentos que, aparentemente, não têm mais jeito, mas que ainda anseiam por uma segunda chance.

Postal brinde da última edição brasileira de Anohana
Postal brinde da última edição brasileira de Anohana

A redenção de Jinta ao finalmente revelar seus verdadeiros sentimentos à Menma e seus amigos, para mim, é o ponto forte do mangá. Além disso, a partida definitiva de Menma é tão suave que nos deixa com a certeza de que todos resolveram suas pendências e que poderão estar juntos um dia, nem que seja ao vislumbrar o desabrochar de uma flor da qual não sabemos o nome.

Menma e seus amigos deixam claro para nós que os verdadeiros sentimentos, sejam bons ou ruins, devem ser externados, afinal, não sabemos o dia de amanhã.

Agradecemos à editora JBC, que gentilmente nos encaminhou o exemplar para análise.

Review | Black Rock Shooter – The Game #1

Capa e contra-capa da edição brasileira de Black Rock Shooter - The Game

Dando sequência ao lançamento das franquias de Black Rock Shooter, a Panini traz agora “The Game”, série em apenas dois volumes. Devidamente lido, compartilho com vocês minha impressão sobre a obra neste JMangá.

A história

Há cerca de 19 anos,a humanidade foi praticamente dizimada pelos aliens. Os poucos sobreviventes buscam uma forma de virar o jogo e ela aparece na forma de uma garotinha, apelidada de Messias.

A “Messias” nada mais é do que uma verdadeira arma de guerra, que acordou de uma hibernação meio desmemoriada, mas na hora da batalha não desaponta. Relembrando o básico, consegue derrotar uma inimiga poderosa até que dois aliens resolvem trair seu mestre e aliar-se aos humanos e à garotinha para tentar algo que possibilite uma vitória e, quem sabe, uma convivência pacífica.

Capa e contra-capa da edição brasileira de Black Rock Shooter - The Game
Capa e contra-capa da edição brasileira de Black Rock Shooter – The Game

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O que eles não contavam é que uma inimiga ainda mais poderosa resolveria aparecer para estragar seus planos do modo mais cruel possível. Agora a Messias, que mal lembrou do seu verdadeiro nome (Stella), terá que continuar a lutar sozinha enquanto arranja tempo para curar suas feridas do coração e recuperar sua memória.

Outras mídias

Além de “The Game” e ” Innocent Soul” (já publicado no Brasil também pela Panini), Black Rock Shooter tem mais uma versão mangá, o Black Rock-chan, bem como um OVA de 2010 com um único episódio e um anime de 2012 com 8 episódios. Também tem jogos baseados nos diversos universos da trama.

A edição brasileira

A edição nacional de Black Rock Shooter – The Game ficou bem vistosa. Ela traz páginas coloridas e imagens bacanas na quarta capa.

Quarta capa e páginas internas da edição brasileira de BRS - The Game
Quarta capa e páginas internas da edição brasileira de BRS – The Game

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O papel é o pisa brite mesmo, aquele mais branquinho e a capa tem laminação fosca. A tradução ficou por conta de Jae HW, letras por Danilo de Assis e a edição compartilhada entre Beth Kodama e Luciane Yazawa.

Opinião

Não sou uma amante desse tipo de história confusa, que se torna apressada para resolver tudo no último volume. Não li “Innocent Soul” nem tive acesso às outras mídias de Black Rock Shooter, então talvez seja por isso que a trama toda me causa estranheza, mas acho que o traço é interessante (apesar de não curtir o estilo lolitas com pouca roupa lutando batalhas inglórias) e que a edição brasileira ficou caprichada.

Provavelmente a história mostrará a que veio no segundo volume, mas diferente de outros títulos que me deixaram ansiosa pelo próximo volume, este infelizmente não foi um deles. Talvez o segundo volume surpreenda, mas acho difícil: não consegui ter empatia por Stella, Rothcol, Phobos e nem pelo casal de irmãos rebeldes de nomes impronunciáveis.

De qualquer forma, para quem é fã desse gênero, é uma boa pedida e faz com que tenhamos certeza de que todos os gostos estejam bem representados nas bancas brasileiras. E o público sai ganhando sempre.

JWave #335 | Durarara!!

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O JWave se despede de 2016 com a primeira parte do animê Durarara!!

Produzido em 2010, o animê parecia ser mais uma série sobre o cotidiano e vai além, trazendo sobrenatural, uma narrativa original e uma animação que chama atenção.

Vamos para Ikebukuro? Podcast com NerdMaster, Calliban e o Juba.

Obs: Aviso no final do podcast sobre nossas férias. Voltaremos em 2017!

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Checklist: Lançamentos de Mangás da Panini Comics em Novembro!

Lançamentos da Panini Comics desse mês de dezembro (mesmo que tenha vindo como novembro). Entre os lançamentos tem o Bestiarius que é um título bimestral e com 4 volumes.

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Ajin #03
Gamon Sakurai
Série bimestral.
Em andamento no Japão com 9 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 202 páginas
R$ 17,90.

Conviver com a humanidade ou voltar-se contra ela…? Satou – o sujeito também conhecido como “boina”, com quem Kei Nagai entrou em contato depois de se tornar Ajin – se revela um violento terrorista. Ele arquitetou a prisão de Kei como parte de um plano muito maior. Ironicamente, em meio a uma série de acontecimentos, Kei se verá frente a frente contra Satou, que ele pensa ser seu salvador, para defender seus próprios torturadores! E, afinal, a que se destinam as experiências desumanas feitas pelos pesquisadores do Comitê de Gerenciamento de Ajins?

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Akame ga Kill! #05
Takahiro e Tashiro Tetsuya
Série bimestral.
Em andamento no Japão com 14 volumes.
Formato 13,7×20 cm
202 páginas
R$ 12,90.

Stylish toma a iniciativa e faz um ataque massivo à base da Night Raid! Depois da morte de amigos tão queridos, Tatsumi e seus companheiros encontram-se desfalcados e expostos aos inimigos! Como eles superarão essa desvantagem?

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Aoharaido – A primavera de nossas vidas #11
Io Sakisaka
Série bimestral.
Concluída no Japão com 13 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 184 páginas, R$ 13,90.
Com a ajuda de seus amigos, Kou finalmente conseguiu superar suas tristes memórias do ginasial e abrir espaço em seu coração para novos sentimentos e experiências. Enquanto isso, Futaba se esforça para construir uma relação com Touma, mas acaba saindo a sós com Kou, e as coisas ficam um pouco complicadas na viagem de excursão…

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Arakawa Under the Bridge #4
Hikaru Nakamura
Série bimestral.
Concluída no Japão com 15 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 204 páginas
R$ 12,90.

No meio do caos da cidade grande, existe um lugar onde o tempo corre mais devagar… Essas são as margens do rio Arakawa. Quando todos pensavam que a rotina de paz junto aos divertidos moradores da ponte continuaria para sempre, as garras do pai de Ric, um poderoso empresário, ameaçam o sossego debaixo da ponte. E então Ric, munido dos sentimentos de sua namorada Nino e de todos os outros habitantes da ponte, levanta-se para enfrentar seu pai, mas…

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Assassination Classroom #15
Yusei Matsui
Série bimestral.
Concluída no Japão com 21 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 192 páginas
R$ 13,90.

O misterioso assassino conhecido como “Shiro” dá as caras novamente. Para enfim matar o Koro-sensei, ele arquiteta outro método pouco comum de assassinato. Só que, desta vez, seus planos envolvem um dos alunos da Turma “E”, que irá revelar sua verdadeira identidade!

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Ataque dos Titãs #19
Hajime Isayama
Série bimestral.
Em andamento no Japão com 21 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 192 páginas
R$ 13,90.

A Divisão de Reconhecimento se divide para conter a ameaça dos titãs anômalos que pretendem capturar Eren! Do outro lado da batalha, o Titã Blindado toma a frente do ataque e mostra que não será fácil derrotá-lo!

Ataque dos Titãs – Antes da Queda #8
Hajime Isayama, Ryo Suzukaze, Satoshi Shiki e THORES Shibamoto
Série bimestral. Em andamento no Japão com 10 volumes.
Formato 13,7×20 cm, 220 páginas, R$ 12,90.
Sharle e Xenophon seguem com seu trabalho na Cidade Industrial, e mal sabem que eles se tornarão alvo da Organização Antigoverno! Contudo, a Divisão de Policiamento não ficará de braços cruzados em relação a esses dissidentes, enviando Xavi em uma missão como infiltrado!

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Beelzebub #26
Ryuhei Tamura
Série bimestral.
Concluída no Japão com 28 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 192 páginas
R$ 13,90.

Antes de enfrentarem o último dos Seis Arautos da Morte, Oga e Beel precisam partir em uma viagem até a sede da Companhia Solomon, em busca de informações sobre a mãe do capetinha!

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Berserk #75
Kentaro Miura
Série bimestral. Em andamento no Japão com 38 volumes (76 volumes no Brasil).
Formato 13×18 cm, 104 páginas, R$ 8,90.

Rickert e Érica chegam a Falconia e o antigo membro do Bando do Falcão testemunha as maravilhas e os terrores da nova capital do reino. Sua angústia é similar à cidade: deseja e repudia ao mesmo tempo a ideia de se reencontrar com Griffith.

Bestiarius #01
Masasumi Kakizaki
Série bimestral.
Em andamento no Japão com 4 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 208 páginas
R$ 15,90.

Roma luta para conquistar o mundo inteiro. Toda a Europa foi invadida por eles. Enquanto isso, gladiadores apostam suas vidas em combates ferozes contra bestas formidáveis na arena. Uma batalha incansável até a morte. Forçados a lutar contra vários animais na Roma antiga, esses guerreiros são conhecidos como bestiários.

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Bleach #71
Tite Kubo
Série trimestral.
Concluída no Japão com 74 volumes.
Formato 13,7 x 20 cm e 192 páginas
R$ 13,90.

O capitão Kurotsuchi sofre um revés com sua tenente Nemu e terá que encontrar uma maneira de derrotar o braço esquerdo do Reiou. Por sua vez, o capitão Shunsui e a tenente Nanao precisarão superar uma história de maldição em família para enfrentar o poder divino de Lille Barro!

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Fate/Stay Night #12
Dat Nishiwaki e TYPE-MOON
Série mensal.
Concluída no Japão com 20 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 164 páginas
R$ 12,90.

Capturado por Ilya, Shiro tenta fugir de sua mansão e, para isso, recebe a ajuda de Saber, Rin e Archer. Porém, durante a fuga, eles são interceptados por Berserker e sua mestra. Tempos desesperados exigem medidas desesperadas, e Archer se dispõe a enfrentar o adversário sozinho para que Rin e os outros possam fugir em segurança.

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Kuroko no Basket #29
Tadatoshi Fujimaki
Série mensal.
Concluída no Japão com 30 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 192 páginas
R$ 13,90.

Mesmo com toda a garra de Izuki, o Seirin chega ao quarto período sem conseguir diminuir a diferença no placar. Porém, graças a ele, Hyuuga consegue entender o segredo por trás dos arremessos do Koganei e volta com tudo para impulsionar o time no último período da final!

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Naruto Gold #17
Masashi Kishimoto
Série mensal.
Concluída no Japão com 72 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 192 páginas
R$ 16,90.

Com o fim do ataque à Folha, Jiraiya decidiu levar Naruto consigo em uma viagem. Porém, Itachi Uchiha e Kisame Hoshigaki, dois membros de uma poderosa organização chamada Akatsuki, estão atrás do garoto! Desesperado, Sasuke tenta alcançá-los, disposto a salvar seu companheiro de equipe e finalmente se vingar de seu irmão!

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Noragami #03
Adachitoka
Série bimestral.
Em andamento no Japão com 17 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 200 páginas
R$13,90.

A situação de Yato se agrava, e é preciso decidir o destino de Yukine! Enquanto isso, Hiyori tenta descobrir mais a fundo a origem da animosidade em relação à shinki que se apresenta como Nora…

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One-Punch Man #05
ONE e Yusuke Murata
Série bimestral.
Em andamento no Japão com 11 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 216 páginas
R$ 16,90.

O Rei das Profundezas do Mar está tocando o terror, e nenhum herói parece ser páreo para ele! Falando nisso, onde está o Saitama?! Será que ele vai perder essa chance de mostrar o seu valor e ser adorado pela população?!!

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The Testament of Sister New Devil #03
Tetsuto Uesu e Miyakokasiwa
Série bimestral. Em andamento no Japão com 8 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 184 páginas
R$ 12,90.

Basara e Mio tentam retomar a rotina escolar. Mas, obviamente, eles não terão sossego, se depender dos demônios, dos heróis e… dos fãs da Mio e da Yuki!

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Tokyo Ghoul #09
Sui Ishida
Série bimestral.
Concluída no Japão com 14 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 200 páginas
R$ 13,90.

Após o ataque ao esconderijo da Árvore de Aogiri, o detetive Amon é apresentado à sua mais nova parceira, o que trará alguns problemas para ele. Enquanto o CCG continua sua busca para saber mais sobre o “Coelho” e os membros da Aogiri, Kaneki conduz sua própria investigação para descobrir quem é o doutor Kanou e quais são suas reais intenções.

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Tutor Hitman Reborn! #39
Akira Amano
Série mensal. Concluída no Japão com 42 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 192 páginas
R$ 12,90.

A Batalha dos Representantes do Arco-Íris continua! Desta vez, Fong e Mammon – em suas formas adultas – se enfrentam, e Kyouya Hibari luta contra o líder da Varia, Xanxus. Enquanto isso, os Simon são atacados por ninguém menos do que os Vindice! Quais serão os planos do Arcobaleno chamado Bermuda?

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Vagabond #10
Takehiko Inoue
Série mensal. Em andamento no Japão com 37 volumes.
Formato 13,7×20 cm e 224 páginas
R$ 17,90.

Musashi quer muito um duelo com o inigualável Yagyu Sekishusai. Contudo, os quarto veteranos da Casa Yagyu se postam diante dele, barrando-lhe o caminho. Ele logo percebe que não será fácil transpor esse obstáculo…

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Yo-kai Watch #4
Noriyuki Konishi
Série mensal. Em andamento no Japão com 11 volumes (22 volumes no Brasil).
Formato 13,7×20 cm e 96 páginas
R$ 8,90.

Todo mundo da cidade está ficando gripado em pleno verão, e Natham suspeita que isso seja obra de algum Yo-Kai! E ele ainda irá descobrir que os Yo-kai também tentam proteger seus amigos das “armadilhas” criadas pelos humanos…

Agradecimentos a Panini Comics pelas informações

Opinião | Uma viagem cura feridas?

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Há muito tempo eu tenho um sonho de escrever sobre o que de fato aconteceu para eu viajar pro Japão. Normalmente, as pessoas gostam de ouvir o lado bom dessas histórias e esquecem que os seres humanos são feitos de coisas boas e ruins. Ás vezes temos que catalisar algo ruim e transformar em algo bom.

Em 2008, eu tinha acabado de me formar na faculdade de publicidade e propaganda, mas a conclusão do meu curso não acalentou meu coração. Sendo fã de cinema, publicidade e propaganda foi uma forma de chegar perto do mesmo universo, porém não era uma realização plena. Aliado a trabalhar em algo que desgosta, mas que ao mesmo tempo é o que tem para aquele momento.

Numa realidade assim, eu comecei a demonstrar sintomas preocupantes que chamaram atenção da minha família. Praticamente vivia para trabalho e dormia cedo, por um certo desgaste em não ter uma realização pessoal.

Ás vezes, usamos máscaras para parecer que está tudo bem, porém elas servem apenas para evitar questionamentos de amigos de trabalho ou familiares. Seja no âmbito pessoal ou profissional, a máscara é o que nos torna sociáveis, mesmo quando não estamos apresentáveis.

E é bem difícil falar sobre isso, mesmo que anos depois, porque são fatos que aconteceram seguidos sem que tivesse tempo de analisar o que realmente estava acontecendo contigo.

Normalmente se sugere a ajuda de um profissional para tirar você daquele abismo que você foi inserido, porém em casa se acreditava que uma realização de um sonho poderia ser um incentivo para sair daquela situação.

Foi exatamente essa viagem que virou uma jornada para que tivesse gosto pela vida novamente. Num processo de renovação de passaporte, visto, busca de passagens, encontrar amigos que pudessem me hospedar, entre outros fatores que eram as apostas da minha família.

Num processo que demorou 3 meses, acabei traçando tudo que era necessário para viajar. Devo salientar que foi uma mistura de sentimentos bons e ruins, que muitos ainda não tenho coragem de confessar.

Sei que é uma loucura imaginar isso, mas a viagem foi realmente um gatilho para tirar de uma depressão que estava consolidando sobre minha cabeça. Principalmente por ter trabalhado mais de 15 anos em algo que detestava, mas que ao mesmo tempo, eu não conseguia sair daquele ciclo interminável.

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Feridas podem ser curadas?

A viagem me deu um novo gás realmente, porém eu assumo que poderia ter aproveitado a viagem se tivesse deixado a depressão e os problemas no Brasil. Isso acalentou numa insegurança extrema, vergonha em me expressar num idioma que eu estava engatinhando, além de ter perdido passaporte na viagem. Amigos sem saberem o que eu estava tendo, ajudaram e devo muito a eles, porém ao mesmo tempo eu gostaria de ter viajado sem ter trazido problemas na bagagem.

Já tive a felicidade de viajar para diferentes regiões do Brasil, outros países, mas a pergunta que fica sempre é sobre o Japão. Uma cultura tão diferente da nossa, mas que ao mesmo tempo tem tantas semelhanças.

Exótico, mítico e único. Japão abriu portas para eu dar palestras, trabalhar em revistas de games, como direcionar para uma carreira diferente da que eu estava naquele momento.

Verdade seja dita, viagens não podem simplesmente curar feridas e tive (tenho) recaídas pontuais. Seja pela infelicidade profissional ou numa questão de aceitação pessoal.

Canalizei essa energia em outros projetos, criando JWave, desenvolvendo podcast, trazendo alegria para pessoas que muitas vezes tinham os mesmos sintomas que eu tinha. Por quê sei disso? E-mails e amizades que relatam as mesmas coisas que eu sentia e ainda sinto.

E o Japão? A exposição a um país que você sempre sonhou, meio que acabou me fazendo acreditar que era impossível alcançar novamente. Quebrado por uma viagem caríssima em plena alta do dólar, fez com que olhasse como um sonho distante.

A depressão rondava cada degrau do sucesso construído com meu esforço. Quando meus textos eram criticados, seja por descuido ou pela forma que os conduzi, acabava destroçando desejo de continuar como redator.

Recentemente me perguntaram em que gostaria trabalhar e pergunto se em alguma vez tive tal realização. Sempre embalado em trabalhos temporários em publicações ou trabalhos praticamente voluntários no seu site e outros portais, acaba não trazendo realização. A cobrança de uma sociedade cai matando e colocando contra a parede de que alguns sonhos não pagam as contas.

Atualmente, estou chegando ao avançado ao idioma Japonês e o que faz com que um desejo intenso de ir para o Japão novamente. Residir e trabalhar por lá, mas pergunto se o Japão não um subterfúgio no qual muitos partem para deixar sua máscara da sociedade brasileira pra trás. Uma máscara que incomoda, mas que ainda é vestida para aguentar pré-conceitos sobre a forma que você conduz a sua vida, ou na forma que você realmente é feliz contigo mesmo.

Gostar de uma cultura, de uma indústria cultural da qual você não está inserido acaba te machucando. Seria prático que não existisse bolhas de defesa na interação de uma sociedade mais interessada em trocar culturas, porém a bolha acaba sendo sua defesa, quando não utiliza a máscara para interagir com os outros.

Se desejo morar no Japão? Sim, por almejar acalentar o coração com uma realização. Daqui alguns anos, talvez até entenda que seja um subterfúgio, porém eu gostaria de ter a real experiência sobre tal desejo. Pode ser que eu me canse daqui alguns anos? Sim, mas é a experiência que fez valer a pena, e não a frustração de não ter tentado.

Sobre o livro, eu pondero se realmente as pessoas desejam ler a história de uma viagem na forma que ela realmente aconteceu. O público quer a experiência, mas nunca demonstrou interesse na dor que gerou a conquista da mesma. Na minha vida, ela se tornou um marco, justamente porque eu tive vontade de viver novamente, depois dela.

Uma lembrança que nunca esquecerei é quando liguei para o Brasil do aeroporto de Narita. Por mais alegres que estavam sobre o meu retorno, eu não conseguia entender porque tantas lágrimas desciam pelo meu rosto. Aquilo não era saudade, mas tristeza em saber que a partir daquele ponto, eu teria que usar uma máscara novamente e fingir quem era antes. Será que um dia conseguiremos ser quem realmente somos? É algo que me pergunto todos esses anos, carregando a mesma máscara surrada e quebrada, mas ainda presente em meu dia a dia.

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Call of Duty: Modern Warfare Remastered ganha atualização gratuita esse mês!

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Está curtindo o Call of Duty: Modern Warfare Remastered? Se prepare porque no dia 13 de dezembro, seis mapas multiplayer adicionais serão adicionados aos jogadores de Modern Warfare Remastered.

Lembrando que essa atualização será gratuita, além do mapa Winter Crash que terá temática natalina e dois novos modos de jogo: Gun Game e Hardpoint.

Trailer

ANCINE lança edital de R$ 10 milhões para produção de jogos

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Essa semana tivemos uma boa notícia com a ANCINE (Agência Nacional do Cinema) que anunciou na Cinemateca Brasileira, a liberação de R$ 10 milhões para a indústria nacional de jogos em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

Em um ano de crise, a indústria de jogos cresceu e é bom ver que uma agência como ANCINE criou primeiro edital do Programa Brasil de Todas as Telas voltado ao investimento na produção de obras audiovisuais brasileiras independentes de jogos eletrônicos. O objetivo é viabilizar novos projetos em todo o país voltados à exploração comercial em consoles, computadores ou dispositivos móveis. O edital estará disponível para consulta a partir de 06 de dezembro (terça-feira) no site: http://www.brde.com.br/fsa/.

A verba será distribuída para até 24 projetos com a seguinte divisão de recursos (mínimas)
30% para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste
10% para a Região Sul e os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.
Poderão participar do edital empresas produtoras audiovisuais e desenvolvedoras de jogos eletrônicos registradas e classificadas na ANCINE como agente econômico brasileiro independente, de acordo com a IN nº 91, estendidas as vedações de controle, coligação e veto comercial ou qualquer tipo de interferência comercial sobre os conteúdos produzidos aos agregadores de serviços de jogos eletrônicos, ou provedores deste serviço ao consumidor final. As empresas devem possuir CNAE de produção ou de desenvolvimento de programas de computador.

As empresas também poderão se candidatar aos recursos do PROCULT/BNDES, pleitando o valor mínimo de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) no prazo de 30 dias contados da publicação da Ata de Resultado da 1ª Fase de Seleção.

Fortalecendo a indústria e o mercado
Para Eliana Russi, gerente executiva do Projeto de Exportação Brazilian Game Developers (BGD), parceria entre Abragames e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil, o edital é resultado de um trabalho de longo prazo, que coloca o Brasil cada vez mais no mapa mundial dos jogos eletrônicos.

“A Abragames, Apex-Brasil e BNDES, foram pioneiros no entendimento de que a indústria de games é um setor efervescente: música, filme, design, programação, todos convergem para esse campo”, diz Eliana. “A indústria mundial de games continua crescendo e gerando receitas da ordem de US$ 100 bilhões. A indústria brasileira passou a participar desse mercado efetivamente com o BGD, tanto nas Rodadas de Negócios do BIG Festival, como nos mercados mundiais na América do Norte e Europa”, completa.

Entre os marcos desse processo de fortalecimento do setor, está a criação do BIG Festival, maior e mais importante festival de jogos independentes da América Latina, em 2012. “A primeira edição do BIG nos mostrou que no Brasil havia uma indústria com enorme potencial, efervescente e inovadora, que precisava apenas de estímulos para mostrar sua força”, conta Gustavo Steinberg, Diretor do evento.

Estamos torcendo para que novos jogos surjam com esse tipo de iniciativa da ANCINE, incentivando a criação nacional.

Agradecimentos ao BIG Festival pelas informações

Resident Evil 7: Ganha novo trailer e atualização da demo!

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O Resident Evil 7 biohazard está chegando em janeiro e ganha um novo trailer com mais informações sobre o personagem principal Ethan Winters. Ele foi guiado até uma misteriosa mansão numa plantação em busca de sua esposa desaparecida. Flashes de cenas perturbadoras mostram um pouco da experiência terrível que os jogadores podem esperar desta nova sequência da aclamada série de horror de sobrevivência.

E se você jogou a demo Resident Evil 7 Teaser: Beginning Hour, fique ligado que ela receberá uma última atualização chamada “Midnight”, que abrirá novos caminhos e conteúdos para os jogadores apreciarem. Além disso, a demo estará disponível para PlayStation 4, PlayStation 4 Pro e também para PlayStation VR a partir desta noite. O jogo também está chegando para Xbox One e teremos uma demo no dia 9 de dezembro, enquanto na Steam, teremos a demo no dia 19 de dezembro.

Resident Evil 7 biohazard será lançado no dia 24 de janeiro de 2017 para PlayStation 4 , Xbox One e Windows PC (Steam e Loja do Windows 10).

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Trailer

Informações enviados pela Capcom Brasil

“Os anos 80 estão De volta” estreia em janeiro!

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O canal VIVA nos informou que em janeiro estreia um novo programa de 11 episódios focado pra galera que gosta dos anos 80. Chamado de “Os Anos 80 Estão de Volta”, a nova atração tem direção geral de Darcy Bürger, e direção e roteiro de Guilherme Bryan.

Entre os assuntos abordados, teremos o primeiro Rock in Rio; Legião Urbana, Titãs e Paralamas do Sucesso, o movimento pelas Diretas Já, o aparecimento do punk no Brasil, a relevância de Abelardo Barbosa e sua “Discoteca do Chacrinha” e dos videoclipes lançados no “Fantástico”, além da consagração de clássicos da televisão como “TV Pirata” e “Armação Ilimitada”.

Um programa não estaria completo sem os ícones de sua época e o programa terá depoimentos de: André De Biase, Byafra, Dado Villa-Lobos, Diogo Vilela, Elke Maravilha, Evandro Mesquita, Guto Graça Mello, Hamilton Vaz Pereira, Hermano Vianna, Kadu Moliterno, Kid Vinil, Kiko Zambianchi, Léo Jaime, Marcelo Madureira, Marcelo Tas, Michael Sullivan, Miguel Falabella, Nelson Motta, Pedro Cardoso e Sandra de Sá entre outros.

“Os Anos 80 Estão de Volta” estreia em 8 de janeiro e terá dois programas exibidos na sequência, ganhando reprise no sábado seguinte (com os mesmos programas).

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“Os Anos 80 Estão de Volta”
Horário principal (dois episódios seguidos): domingo, a partir das 18h
Horário alternativo (dois episódios seguidos): sábado, a partir das 18h

Agradecimentos ao Canal VIVA pelas informações