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Review | Love Stage! #1

Lembra do Princess Princess, publicado no Brasil pela Panini há alguns anos?

Dez anos atrás, Izumi Sena participou de um comercial substituindo uma garota; agora, todos os participantes do comercial foram convocados para fazer uma versão “dez anos depois” e Izumi deverá participar novamente no seu papel, porém… ele é um garoto!!

Confiram conosco uma das melhores comédias românticas BL dos últimos tempos, Love Stage!

A história

A família Sena é composta por artistas. Seiya Sena, o pai, é um cantor famoso que também tem sua própria produtora, a Sena Pro. Nagisa Sena, a mãe, é uma atriz hiper famosa. Shogo Sena, o filho mais velho, é vocalista da banda Crusherz. Já o caçula, Izumi Sena… é um otaku.

Ele entrou na faculdade recentemente e já ingressou no clube de estudos de mangá, pois seu sonho é tornar-se um mangaká (apesar de desenhar MUITO mal). Seu quarto é repleto de action figures e pôsteres de sua personagem favorita, a fofinha (e irritante) Magical Angel Lala-Lulu e ele não tem intenção de seguir os passos da família, não fosse por um pequeno incidente.

Dez anos atrás, aos oito anos, Izumi fez o papel de uma garotinha que pegava o buquê da noiva junto com um amiguinho em um comercial da revista Happy Ending. A revista completou 10 anos de existência e convidou todos os atores para fazer um novo comercial, onde as crianças, agora adultas, se casariam. Para piorar, o garoto que fazia par com Izumi na ocasião é o famoso astro de novelas Ryouma Ichijou, que deixou claro que só participaria se o elenco fosse exatamente o mesmo.

Depois de fazer o maior escândalo, Izumi aceita participar do comercial mediante chantagem de seu irmão, que oferece um item da Lala-Lulu em troca de sua atuação. Lá chegando, Izumi reencontra Ryouma, que nem sonha que a menina que não saiu de sua cabeça por 10 anos é, na verdade, um rapaz.

Kyahhh olha o Izumi e o Ryouma juntinhos!

Percalços à parte, o comercial é gravado e, ao se ver sozinho com Izumi, Ryouma se declara. O que ele não esperava era Shogo esfregar em sua cara a masculinidade do irmão caçula, fazendo com que Ryouma tivesse a pior reação possível.

O problema é que, mesmo sabendo que Izumi é um garoto, Ryouma passou nada menos do que 10 anos nutrindo sentimentos por ele. Agora, enquanto Ryouma parte para cima, Izumi terá que entender o que se passa dentro de si para aceitar ou não o amor de seu admirador.

Tem mais?

Além do mangá concluído no volume 7, Love Stage conta com um anime (com trilha sonora apaixonante) de 10 episódios e um OVA.

A obra também conta com três novels, Back Stage, ainda em publicação.

As autoras

O roteiro de Love Stage é assinado por Eiki Eiki
(Eiki Usagi) e Taishi Zaou (pseudônimo de Mikiyo Tsuda, autora de Princess Princess, publicado no Brasil completo pela Panini, lembram?). As autoras são bem queridas no Japão e estão sempre publicando obras juntas. Inclusive, no anime, o dublador de Shogo é o irmão de Eiki, o cantor Daigo Stardust.

Lembra do Princess Princess, publicado no Brasil pela Panini há alguns anos?

Opinião

Não tem como não amar Love Stage. Os personagens são muito carismáticos e as situações em que Izumi se envolve com Ryouma são muito engraçadas.

Por enquanto, li apenas o primeiro volume e estou ansiosa para ver como será o restante, já que ele corresponde mais ou menos até o terceiro capítulo do anime. Dei uma pesquisada bem de leve para não estragar minha surpresa e percebi que a relação dos dois como um casal é bem mais explorada no mangá.

Capa de Love Stage, infelizmente ainda inédito no Brasi

Fiquei apaixonada não só pelo jeito inocente de Ryouma como pela personalidade naturalmente folgada e coruja de Shogo, que dá um show a parte quando aparece com Rei Sagara, assistente da Sena Pro que mora com a família Sena (que está mais para secretário e babá de Izumi). Suas atitudes intempestivas se contrapõem ao seu jeito protetor e resultam nas melhores partes da série.

Recomendo tanto o mangá quanto o anime para todos os fãs de boas histórias BL e deixo uma dica para as editoras brasileiras: na minha opinião, o gênero anda mal representado por aqui, sendo assim, seria ótimo ver nas bancas um mangá diferenciado, divertido e, o que mais “pega” para os colecionadores, curto. Não seria nada mal dar mais uma chance para Tsuda-sensei, já que na época de Princess Princess ficamos na saudade (queria muito ter lido Kakumei no Hi e Family Complex em português). Custa nada totalmente torcer.

Texto: Luana Tucci
Edição e Diagramação: Giuliano Peccilli

Review | Fullmetal Alchemist #5

Ed está de volta à ação após Winry dar um jeito em seu automail, mas ele e seu irmão ainda não sabem do triste destino de Hughes. Como estão aborrecidos por quase terem perdido a vida por falta de treinamento, os irmãos resolvem pedir orientação à sua mestra indo para Dublith e Winry pega carona, pois quer conhecer uma certa cidade. E assim chegamos ao volume 5 de Fullmetal Alchemist!

Nesta edição

Os irmãos Elric e Winry fazem uma parada em Rush Valley, considerada a Meca dos automails. Lá, Ed tem seu relógio furtado por uma ladra peculiar chamada Paninya, cujas duas pernas são automails diferentes de tudo o que Winry já viu.

Após capturar Paninya, Winry pede para conhecer o mecânico que fez suas próteses e a garota concorda, desde que não seja denunciada pelo roubo. Assim, os irmãos conhecem o senhor Dominique e sua família, mas este recusa Winry como discípula, mesmo após a garota ter ajudado no parto de sua nora e de descobrir de quem ela é neta.

Winry também descobre o que Ed esconde no relógio de prata e fica mais determinada a se tornar uma mecânica melhor, aceitando trabalhar com um conhecido do senhor Dominique. Despedindo-se de Winry, os irmãos Elric vão para Dublith, reencontrar sua mestra e revelar como ficaram daquele jeito. Começa o flashback da infância e do treinamento dos dois, que parece não ter sido nada fácil…

Opinião

A história fica cada vez melhor. Arakawa tem uma capacidade de contar uma história como poucos, sempre acrescentando elementos importantes, como por exemplo o pai dos irmãos Elric e a evolução de Winry como pessoa, ao se deparar com algo muito maior do que ela.

Izumi, mestra dos meninos, é alguém que também esconde um segredo e que parece estar na mesma situação dos dois. A saga do flashback trará muitas respostas e é cada vez mais certo que há muito mais na alquimia do que o que está nos livros. Apesar de já ter lido a história muitas vezes, fico ansiosa pelos próximos volumes e por sentir de novo todas as emoções pelas quais passei há alguns anos.

Agradecemos à editora JBC pelo envio do exemplar para análise.

Texto: Luana Tucci
Edição e Diagramação: Giuliano Peccilli

Digimon World: Next World ganha novas imagens e trailer


Digimon World: Next Order está chegando e  apresentando novas imagens do Jijimon, Kuzuhamon, e MetalEtemon de Digimon World.

Novo jogo da franquia, teremos mais de 200 Digimon da série animada e você poderá explorar o ‘mundo digital’ com dois parceiros Digimon. O Digimon World: Next Order encontra-se em pré-venda e será lançado no Brasil exclusivamente para PlayStation 4 em 03 de Fevereiro de 2017.

Trailer

Galeria
[galeria]

Agradecimentos a Bandai Namco pelas informações

Train to Busan estreia nos cinemas e ganha vídeos de bastidores!


Semana passada tivemos a estreia de Train to Busan aqui no Brasil com o título “Invasão Zumbi”. O filme foi um grande sucesso internacional teve estreia confirmada em 371 salas de cinema do país. Train to Busan é protagonizado por Yoo Gong (de “O Suspeito”), o filme reúne a jovem atriz Soo-an Kim, além de Jung Yu-mi, Ma Dong-seok, Sang-Hwa, Woo-sik Choi, Young Gook, Sohee Sohee e Jin-hee. A produção já teve seus direitos vendidos e terá um remake em Hollywood.

Do que se trata “Invasão Zumbi” – Train to Busan
Um surto viral misterioso que deixa a Coréia em estado de emergência e o governo coreano declara lei marcial. Com isso, todos que estão a bordo do trem expresso para Busan, uma cidade que defendeu com sucesso o surto viral, devem lutar por sua própria sobrevivência. O percurso de Seul a Busan é de 453 km e durante o trajeto uma luta pela sobrevivência é travada por aqueles que têm outros a proteger.

Making Of

Agradecimentos da Paris Filmes

Campus Party 2017: Evento traz cofundador da Netflix ao Brasil!


São 10 anos de Campus Party Brasil e numa comemoração tão especial, temos a palestra de Mitch Lowe, cofundador da Netflix. Lowe é atualmente CEO da MoviePass, empresa pioneira em assinatura de ingresso para cinemas.

Mitch Lowe
Desde o final de 2011, atua como um consultor independente para empreendedores e startups. Tem mais de 25 anos na indústria de locadoras e venda de fitas VHS, incluindo cargos executivos em duas grandes empresas do mercado de entretenimento doméstico da década de 1980. Em 1998, foi um dos responsáveis pela criação da Netflix onde atuou também como Entertainment Domain Expert e Vice President of Business Development & Strategic Alliances.

Mitch estará na Campus Party, na sexta-feira, 3 de fevereiro, às 13h.

Lembrando que a Campus Party 10 será entre 31 de janeiro e 5 de fevereiro, no Centro de Exposições do Anhembi.

Amazon Prime Video é lançado no Brasil e testamos o serviço!


Faz um mês mais ou menos que a Amazon Prime Video teve um plano ambicioso de lançar o serviço em 200 países. O Brasil fez parte desse plano e agora podemos analisar melhor o serviço por aqui.

Lembrando que o serviço podem assistir a qualquer hora e em qualquer lugar a seus programas pelo aplicativo Amazon Prime Video disponível para telefones e tablets Android e iOS, tablets Fire, modelos mais conhecidos de TVs LG e Samsung, online pelo PrimeVideo.com – e também podem baixar todos os títulos em dispositivos móveis para assistir offline

Quanto custa?
Prime Video está disponível automaticamente, sem custo adicional, para membros Amazon Prime na Bélgica, Canadá, França, Índia, Itália e Espanha; e para clientes em países novos para o Prime Video por um preço promocional de lançamento de US$2,99 por mês, nos primeiros seis meses. Depois de seis meses, o serviço voltará a custar US$ 5,99 por mês.

Produções originais da Amazon Prime Video
Diversas produções originai estão disponíveis para o mercado brasileiro, como The Man in the High Castle, Transparent, Mozart in the Jungle, Tumble Leaf, entre outras. Para aderir ao Prime Video, clientes devem inscrever-se no site PrimeVideo.com e assistir aos vídeos em smartphones e tablets Android e iOS, tablets Fire, além de modelos mais conhecidos de TVs LG e Samsung. Membros do Amazon Prime na Bélgica, Canadá, França, Índia, Itália e Espanha podem começar a assistir hoje, sem nenhum custo adicional à sua associação ao Prime. Clientes nos outros novos países do Prime Video podem inscrever-se por um valor promocional de lançamento de US$2,99 (ou €2,99) por mês pelos primeiros seis meses, começando com sete dias grátis, em PrimeVideo.com.

Muito além das séries originais
O catálogo da Amazon Prime Vídeo é vasto e logicamente que começando no Brasil, ainda tem pouca coisa legendada e dublada em português. mas não poderia deixar de citar Seinfeld. Uma das séries mais famosas de todos os tempos, está no catálogo e já com legendas em português.

Como assistir
Membros podem assistir ao Amazon Prime Video em inglês, com versões legendadas e dubladas em português, francês, italiano e espanhol disponíveis para muitos títulos. É possível assistir a qualquer hora e em qualquer lugar pelo app Amazon Prime Video em celulares e tablets Android e iOS, tablets Fire, além de TVs LG e Samsung mais conhecidas, ou online em PrimeVideo.com. Membros também podem baixar todos os filmes e séries selecionados para assistir offline – o que lhes permite assistir em um avião, metrô ou em qualquer lugar, sem qualquer custo adicional.

Membros do Prime Video também podem controlar a quantidade de dados que querem usar quando estão assistindo ou baixando conteúdo ao selecionar entre as qualidades de visualização Good (Boa), Better (Melhorada) e Best (Melhor). Todas utilizam a tecnologia de compressão de vídeo do Amazon Prime Video para ter menor uso de dados, sem reduzir a qualidade visual. Os sistemas automatizados e de machine learning do Amazon Prime Video também selecionarão as melhores configurações de streaming para um determinado cliente com base em seu dispositivo, local e provedor de serviços de internet, proporcionando melhor qualidade visual e menos interrupções, mesmo quando a velocidades da conexão à internet for lenta ou instável.

Animês e ausência de títulos originais japonês
Diversos animês chegaram ao Brasil pela Amazon Prime Vídeo, porém ainda não tem legendas em português brasileiro. Entre os animês do catálogo, temos Magical Girl Lyrical NANOHA, BATTERY the animation e Shin chan Spin-off vol.1 Aliens vs. Shinnosuke.

Catálogo de animês da Amazon Prime Vídeo.

Enquanto isso, a série produzida pela Toei, Kamen Rider Amazons em parceria com a Amazon Prime Vídeo continua inédita por essas bandas (mesmo sendo revelado intenção de lançar fora do Japão). Lembrando que recentemente a Tsubaraya anunciou parceria semelhante ao anunciar prequel da série Ultraman Orb com a Amazon Prime Vídeo.

Testando o serviço
Testamos o serviço o dezembro e gostamos muito da função download, similar a última atualização da Netflix. Como pudermos viver sem essa função? Sobre a qualidade de vídeo, tanto no telefone, como no computador funcionou perfeitamente, mas ainda não testamos na televisão para saber a qualidade do mesmo.

Pelo catálogo ser de fácil acesso, recomendamos utilizar o serviço, mas em contrapartida, existem muitas produções sem legendas em português brasileiro. E pra você? Gostou do serviço? Comente aqui embaixo.

Agradecimentos a própria Amazon Prime Video pelas informações

Curso de japonês: Capacitação para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020


Esse é um convite para galera do Rio de Janeiro. O Instituto Cultural Brasil-Japão (ICBJ) está com inscrições abertas para novas turmas de língua japonesa para iniciantes.

As aulas serão às segunda-feiras (de 14h30 às 17h30 ou de 18h30 às 20h10) e sábados (de 11h10 às 14h), no ICBJ (Av. Franklin Roosevelt – 39, 15º andar).

O curso de japonês conta com material didático desenvolvido pelo próprio instituto para iniciantes em geral. O método compreende os níveis básico, intermediário e intermediário avançado.

“Para aqueles que adoram a cultura japonesa ou pretendem se qualificar para trabalhar, esta é uma ótima oportunidade. Após o anúncio de Tóquio como sede das próximas Olimpíadas e Paralimpíadas, a procura pelos nossos cursos vem aumentando. Por isso, abrimos novas turmas e estamos empenhados em atender a esse público”, comenta o diretor de cursos da instituição, Masahiro Sekiyama.

História e Cultura

O Instituto também abre vagas para um curso que será às segundas-feias, a partir de 11 e 13 de janeiro, abordando desde o surgimento dos arquipélagos japoneses, passando pela história dos guerreiros samurais até a chegada do Ocidente e a presença nipônica nas Guerras Mundiais. Serão abertas duas turmas: uma às quarta-feiras, de 16h às 18h, e outra às sextas-feiras, também de 16h às 18h.

O curso é dividido em 3 módulos básicos semestrais. Este primeiro compreenderá estudos sobre a pré-história, antiguidade e período clássico nipônico, indo desde a Era Jo Mon (c. 15000 – 300 a.C.) até os adventos das Guerras Genpei (1180-1185) analisando criticamente algumas fontes documentais dos períodos e debatendo o possível estudo desses períodos no Brasil.

Sobre o ICBJ
O Instituto Cultural Brasil-Japão é uma instituição civil, privada, sem fins lucrativos. Foi criado em 1957, por iniciativa de um grupo de brasileiros, japoneses e descendentes de japoneses, apoiados pelos então embaixadores Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda (Brasil) e Yoshiro Ando (Japão), com o propósito de implementar relações culturais entre os dois países.

Além das aulas de língua japonesa, o ICBJ oferece cursos de artes orientais, como ikebana (arranjos florais), oshi-ê (bonecas em alto relevo), origami (dobradura de papel), chanoyu (cerimônia do chá), shodo (caligrafia artística), nihon ga (pintura clássica) e nihon ryori (culinária japonesa).

Serviço
-Curso: Japonês para iniciantes – Inscrições até janeiro.
Horários: Segundas-feiras, de 14h30 às 17h30 ou de 18h30 às 20h10, com início previsto para 9/01/17. Ou aos sábados, de 11h10 às 14h, com início previsto para 14/01/17.
* A turmas de 2a. feira 14:30 às 17:30 e aos sábados de 11:10 às 14:30 são turmas quadrimestrais e a turma 2as feiras 18:30-20:10 é semestral.
– Curso: História e Cultura do Japão – Inscrições até janeiro.
Horários: quartas-feiras (turma 1) e sextas-feiras (turma 2), de 16h às 18h; início previsto para 11/01/17 e 13/01/17, respectivamente.
Onde: ICBJ (Av. Franklin Roosevelt – 39, 15º andar)
Mais informações pelos telefones: (21) 2240-2024 / (21) 2220-7877
Site: www.icbj.com.br

Com informações da ICBJ.

Review | Slam Dunk #1

Página de abertura do capítulo da reedição

Depois de lançar Vagabond em formato acessível para os órfãos das edições da Conrad e da Nova Sampa, a Panini entra em campo mais uma vez e relança um dos mangás mais legais que já passaram por aqui. Slam Dunk retorna em uma edição parecida com a de Vagabond e One Punch Man para nos ajudar a matar a saudade das confusões de Hanamichi Sakuragi. Vamos conferir?

A história

Depois de levar o quinquagésimo fora consecutivo no ginasial, Hanamichi Sakuragi já não quer mais saber de se apaixonar. Para piorar, o objeto de sua afeição preferiu um membro do time de basquete, fazendo com que nosso pobre protagonista passasse a alimentar ódio pelo esporte.

Ao passar para o colegial e com a fama de encrenqueiro que trouxe do ginásio, Hanamichi passa a arranjar confusão com qualquer um que mencione a palavra (ou algo parecido) e está disposto a permanecer assim, até que encontra a meiga Haruko Akagi, que quer saber se ele gosta de basquete.

Instantaneamente curado de sua aversão ao jogo e apaixonado mais uma vez, Hanamichi resolve tentar impressionar a menina e fazer de tudo para entrar no time do colégio, cujo capitão é ninguém menos do que o irmão mais velho dela. Agora, nosso herói (?!) irá se esforçar para aprender a jogar e lidar com o fato de que Haruko gosta dele apenas como amigo. Prepare-se para tiradas geniais e jogos emocionantes, neste que é um dos melhores relançamentos do ano.

 

Página de abertura do capítulo da reedição

O relançamento

A primeira passagem de Slam Dunk no Brasil foi pela editora Conrad, já no formato tankohon, mas com papel jornal. As capas eram molinhas e a primeira edição veio com um chaveirinho bem legal.

Na versão da Panini, optou-se por uma versão baseada no kazenban, mas não necessariamente neste formato: a edição foi publicada em off-set, com páginas coloridas e orelhas, com imagens na capa exclusivas para esta reedição. Houve uma revisão na tradução (que novamente ficou a cargo da Drik Sada) e a edição foi compartilhada entre Beth Kodama e Victor Barbosa.

Versão pré recall

Um parêntese sobre o recall

Como é do conhecimento de todos, o lote enviado para a Comix estava com um probleminha de descolamento, entretanto a editora prontamente identificou a ocorrência e disponibilizou um endereço de e-mail para solicitar um recall, o qual pedi. Recebi meu exemplar alguns dias depois, mas fui obrigada a pedir um novo porque o cantinho do exemplar veio amassado, com aquela temida marca de pressão (mas um tantinho exagerada).

Agora espero a chegada de outro exemplar e desejando fortemente que seja o definitivo. Deixo claro que isso ocorreu comigo e que não tenho conhecimento de outros casos semelhantes. Convido vocês a compartilharem conosco suas experiências com a primeira edição do relançamento de Slam Dunk.

páginas coloridas da reedição brasileira

Opinião

Slam Dunk é um mangá excelente. A saga de Sakuragi para se tornar um jogador é deliciosa de acompanhar e sempre te deixa ansioso pelo próximo capítulo.

Não tem um personagem que não seja bacana (ansiosa pelo retorno de um certo personagem que está internado) e, a cada passo que Sakuragi dá em direção ao seu sonho (?!), a gente vibra como se fosse um jogo ganho. Qs disputas entre os colégios também são sensacionais e os times, espetaculares.

Não acho que se deva comparar Kuroko no Basket com Slam Dunk, pois são apelos diferentes; de qualquer forma, fico feliz pela republicação e torço para que ela abra caminho para a vinda de outro mangá de basquete de Inoue que eu amo: Real.

Espero que as próximas edições venham ainda melhores e que todos aqueles que não tiveram a chance de acompanhar pela Conrad, consigam se deliciar com esta nova oportunidade.

Texto: Luana Tucci
Edição e Diagramação: Giuliano Peccilli

Review | Blame! #1

Adesivo brinde da sessão de autógrafos

Chegando em grande estilo, Blame! foi um dos destaques da editora JBC na CCXP 2016. A editora inclusive aproveitou o ensejo e trouxe o autor, Tsutomu Nihei (Sidonia, Abara), que autografou alguns exemplares no evento e participou de um painel sobre sua obra. Claro que a gente não podia ficar de fora e também fomos garantir tanto o autógrafo quanto nosso exemplar de Blame!, confira um pouquinho sobre a obra no JMangá de hoje!

A história

Em um futuro desolador, a humanidade praticamente já não existe. Dizimada por uma doença, os poucos humanos restantes meio que se adaptaram ao novo ambiente, numa verdadeira demonstração de evolução da espécie.

Os sobreviventes vivem em grupos, ocupando construções que parecem cortiços, sem saber muito sobre a existência de semelhantes, seja níveis acima ou abaixo de onde se encontram. Um desses sobreviventes é Killy, um aventureiro que está à procura de humanos com gene intacto, ou seja, que não sofreram a “mutação”, para tentar encontrar uma cura.

Depois de uma missão um tanto quanto mal-sucedida, Killy é informado por um dos membros de seu grupo que existe uma área residencial a pelo menos 3000 níveis acima de onde se encontram e com o sistema ainda vivo, mas sem certeza se está povoada.

Mesmo em dúvida, Killy recebe a missão de ir até lá para investigar e, enquanto se esforça para chegar ao seu destino, depara-se com as Vidas de Silício (criaturas que parecem desprezar os humanos apenas por não compreenderem seu modo de agir) e com construtores, robôs enviados pela Agência Reguladora, que agem sem controle mudando toda a estrutura das construções matando quem estiver no caminho.

Nesse cenário desanimador, Killy irá enfrentar todos esses obstáculos para, quem sabe, encontrar o que procura, ao mesmo tempo em que tenta não morrer.

Outras mídias

Blame! é considerado por muitos a obra máxima de Nihei e ganhou uma série de sete episódios em animações curtas (ONA’s) e um novo longa produzido pela Netflix. Além disso, tem alguns spin-offs, sem previsão de publicação por aqui.

Sobrecapa da edição brasileira.

A edição brasileira

Surpreendendo muita gente, a JBC lançou Blame! em um formato semelhante ao tankohon japonês, com sobrecapa (no estilo de Gunmm) e papel Lux Cream (o mesmo de O Cão que Guarda as Estrelas).

Mesmo com tudo isso, o preço final saiu menor do que muitos esperavam (R$ 23,90) e já está disponível para compra em algumas lojas especializadas.

Adesivo brinde da sessão de autógrafos

Opinião

Acostumada com mangás onde os protagonistas falam até o que ninguém perguntou, tive um pouco de dificuldade para entrar no clima de Blame!. A narrativa praticamente visual é um pouco confusa, sendo necessário um pouco mais de atenção.

O traço único de Nihei é um espetáculo, embora os personagens sejam um pouco parecidos demais (mas até aí, CLAMP e Kurumada-sensei mandam muitos beijos). As criaturas que ele desenha dão uma aflição profunda, fazendo com que desejemos nunca estar na pele de Killy. No geral, a obra prende e te deixa curioso para ver onde vai chegar.

A vinda de Blame! neste formato é uma grande oportunidade para que a JBC avalie se é viável trazer outras obras da mesma forma, independente de já estarem concluídas. De qualquer forma, parabenizo a iniciativa e torço para que dê muitos frutos.

Autografo do autor

Agradecemos à editora JBC que, gentilmente, nos enviou o exemplar para análise.

Texto: Luana Tucci
Edição e Diagramação: Giuliano Peccilli

Review | Naruto Gaiden – O Sétimo Hokage e a Lua que Floresce Vermelha

Já faz um tempinho que não falamos de Naruto por aqui, mas não podíamos deixar de comentar sobre um dos lançamentos da Panini, o gaiden de Naruto “O Sétimo Hokage e a Lua que Floresce Vermelha”. Vamos matar as saudades?

A história

Tudo está em paz na Vila da Folha. Naruto exerce suas funções como Sétimo Hokage muito bem, embora acabe deixando um pouco de lado o relacionamento com seu filho rebelde e mala, Boruto. Paralelo a isso, Sarada Uchiha começa a infernizar sua mãe, Sakura, com milhões de perguntas sobre Sasuke (pai ausente por excelência) e Chouchou Akimichi (filha de Chouji) enfia na cabeça que é adotada e que precisa sair em uma jornada para encontrar seus verdadeiros pais.

Num ataque de fúria ao ser pressionada por Sarada, Sakura causa um pequeno estrago em sua casa e, em meio aos destroços, a herdeira dos Uchiha encontra um porta-retratos quebrado e percebe tratar-se de uma montagem. Na mesma foto que aparece Sasuke, aparecem pessoas que ela desconhece, inclusive uma moça de cabelos escuros e com os óculos iguais aos dela.

Sarada questiona Shizune sobre a mulher da foto, mas não obtém sucesso. Sua única saída é seguir Naruto, que está de partida para encontrar-se com Sasuke para uma missão importante, que envolve usuários misteriosos do Sharingan. Com Chouchou a tiracolo, Sarada vai atrás do Sétimo e acaba envolvida em uma missão secreta e perigosa, ao mesmo tempo em que irá fazer de tudo para descobrir a verdade sobre seu nascimento, mesmo não sendo a hora mais adequada para isso.

A edição brasileira

Esta história fechada foi publicada nos mesmos moldes de Naruto Gold: papel off-set, sem orelhas e letrinhas douradas na capa, lombada e sobrecapa. Ela traz um pôster com a imagem da capa inteira (não destacável), tradução da veterana Drik Dada e edição/adaptação da diva Beth Kodama.

Opinião

A história desse gaiden me deixou bem saudosa do clima dos volumes iniciais de Naruto: crianças ansiosas para se provar capazes de seguir adiante, querendo respostas que nem sempre podem obter prontamente.

Sarada é uma Uchiha por excelência, mas a porção Sakura que nela reside a faz agir mais com o coração do que com a cabeça. Chouchou não aceita sua semelhança indiscutível com sua família e, ao invés de ter uma conversa saudável, prefere se enfiar em uma confusão por causa de besteira adolescente. Boruto continua insuportável, mas não nega ser filho de quem é, então ainda há esperança.

Também como no começo da saga, os segredos continuam em alta, causando os mais diversos mal-entendidos, como a missão secreta de Sasuke (que é de conhecimento apenas da alta cúpula da Vila) e a ausência de registro de nascimento de Sarada, que acaba sendo mais um motivo para gerar mal-entendido. Muitos personagens aparecem para matarmos a saudade e Naruto mostra que, apesar de permanecer o mesmo na essência, tem o que é necessário para ser um bom Hokage.

A trama passa uma impressão de que, assim como no último capítulo da série, todos os personagens estão focados em abrir caminho para um futuro glorioso, onde toda a comunidade ninja continuará trilhando o caminho da cooperação e orientando seus jovens da melhor maneira possível. É uma leitura obrigatória para fãs da série.

Agradecemos à editora Panini que, gentilmente, nos mandou o exemplar para análise.

Review | Santia Shô #1

Apesar de 2016 ter sido uma porcaria em muitos aspectos, foi também o ano em que Saint Seiya completou 20 anos no Brasil e 30 de existência.

Claro que a JBC não poderia deixar de comemorar em grande estilo e um dos lançamentos  do ano foi Santia Shô, uma nova saga focada nas guerreiras secretas da deusa Athena e que também acabou de ganhar um anime. Queimem seu cosmo junto conosco e embarquem nessa nova aventura!

A história

Shoko é uma garota animada e valente, que treina todos os dias no dojo de sua família. Ela sempre tem um sonho recorrente, no qual é salva da escuridão trazida por uma maçã dourada por um belo guerreiro reluzente, mas não faz ideia do que significa.

Sua irmã mais velha, Kyoko, está fora há cinco anos. Ela foi selecionada para um programa de treinamento realizado pela Fundação Graad e, até o momento, não deu sinal de vida. Apesar de seu pai garantir que está tudo certo, o coração de Shoko está inquieto e ela decide se virar por conta própria.

Ao chegar no colégio, uma de suas amigas comenta que a famosa e rica Saori Kido, cabeça da Fundação Graad, apareceu por lá. Segundo a garota, Saori recebeu uma educação especial para super dotados e só vem de vez em quando para cumprir tabela. É claro que Shoko não deixa por menos e tenta se aproximar de Saori  mas é repelida lindamente por Mii, outra garota misteriosa e que não faz o menor esforço para afastar Shoko.

Revoltada por não ter informações de sua irmã e relembrando um passado há muito enterrado, Shoko percebe que sua amiga caiu em um sono estranho provocado por outra aluna esquisita e sensual demais para uma colegial. Antes que ela possa chegar mais perto de Shoko, um clarão estonteante a expulsa e dele sai ninguém menos que Kyoko, trajando uma bela armadura.

Mii e Saori são atraídas pela confusão e, como Shoko não está entendendo nada, Mii toma a dianteira e explica que tanto ela quanto Kyoko são Santias; guerreiras que protegem a deusa Athena junto com os cavaleiros. Diferente das Amazonas que são obrigadas a renegar sua porção mulher usando uma máscara, as Santias são uma espécie de damas de companhia de Athena, cuidando de suas necessidades básicas e aparecendo somente quando necessário. Temendo que Shoko seja alvo de novo ataque, Saori a leva para sua mansão, com a intenção de não perdê-la de vista.

Mesmo sob proteção das Santias, Shoko volta a ser atacada; a inimiga revela-se como uma seguidora da deusa da discórdia, Éris, que voltou à Terra e precisa de uma hospedeira, ninguém menos que Shoko. Depois de uma dura batalha, Shoko acaba perdendo algo que muito estima e agora precisará aprender a controlar seus impulsos, tornando-se uma guerreira que possa mudar seu destino e proteger àqueles que ama.

A edição brasileira

Santia Shô foi publicado como a maioria dos títulos da editora, no papel jornal. Foram mantidas as páginas coloridas do começo e, para a primeira edição, fabricadas duas sobre capas distintas: uma para quem adquiriu o mangá no evento de lançamento e em algumas livrarias e/ou lojas especializadas e outra para os assinantes.

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A adaptação seguiu o padrão normal adotado nas franquias de Saint Seiya publicadas no Brasil para os nomes, mas respeitou a explicação para o termo Santia, que é ligeiramente diferente das amazonas (como falamos lá em cima). A tradução ficou por conta de Fernando Mucioli.

Opinião

Como já falei muitas vezes, sou apaixonada por todos os derivados da série clássica de Saint Seiya. Santia Shô também foi uma grata surpresa e, desde que li o primeiro volume em uma livraria japonesa na Liberdade, torci muito para que viesse para o Brasil.

Shoko é a típica protagonista irritante, que acha que sabe tudo e que sempre tem razão. O contraste de sua personalidade explosiva com a personalidade calma de Kyoko e com a personalidade calculista de Mii rendem bons diálogos. Nessa versão, está prestes a acontecer a Guerra Galáctica, o que me deixa ansiosa para ver os possíveis crossovers.

Assim como Sasha em Lost Canvas, a Saori de Santia Shô é alguém que inspira respeito como deusa, ao mesmo tempo que ainda conserva a fragilidade de uma simples humana. Quero muito acompanhar os próximos volumes (já li até o segundo) para entender como a autora irá abordar a relação dela com os cavaleiros ao mesmo tempo em que as Santias estarão por perto nos bastidores.

No mais, Santia Shô é um excelente título que prova que as ideias de Kurumada-sensei são bem bacanas, mas ficam ainda melhores com uma ajudinha externa.

Agradecemos à editora JBC que, gentilmente, nos encaminhou o exemplar para análise.

Review | Fullmetal Alchemist #4

Enquanto pesquisavam mais sobre a produção da Pedra Filosofal, os irmãos Elric esbarram mais uma vez com oponentes além de suas capacidades. Já estamos no volume 4 de Fullmetal Alchemist. Preparem os lencinhos!

Nesta edição

Ed venceu seu oponente na batalha do quinto laboratório e estava prestes a descobrir mais sobre quem estava produzindo a Pedra Filosofal naquele lugar quando seu oponente foi eliminado por Luxúria e Inveja.

Sem entender o que estava acontecendo ali, Ed tenta enfrentar Inveja mas é repelido facilmente e desmaia, com ferimentos graves, ao mesmo tempo em que Luxúria resolve explodir todo o prédio.

Enquanto isso, Al está cheio de dúvidas sobre sua existência. Prestes a perder a batalha, a escolta designada para protegê-los chega a tempo de evitar maiores problemas e Ed é trazido até eles por Inveja, que deixa o local sem nenhum vestígio de sua presença.

Internado em um hospital civil, Ed pede ajuda de Winry para vir até Central City e consertar novamente seu automail. No hospital, recebe a visita inesperada do fuhrer King Bradley, que os proíbe de ir mais fundo na investigação sobre o quinto laboratório.

Após consertar o automail, Winry se hospeda na casa do tenente coronel Hughes, que dá conselhos à Winry sobre como lidar com a mente masculina. Ela ajuda (no braço) Al a entender melhor seu irmão e, com a recuperação de Ed, viaja com eles para ficar em Rush Valley, a Meca dos automails.

Enquanto lida com questões burocráticas, Hughes percebe algo e é atacado de súbito por Luxúria e enquanto se esforça para avisar a Mustang encontra seu fim de forma cruel. Agora as coisas ficarão cada vez mais difíceis e está claro que Scar não é o único a quem os Alquimistas Federais devem temer.

Amenizando um pouco o clima sombrio da edição, a historinha extra conta como Hawkeye arrumou um bichinho de estimação.

Opinião

A perda de Hughes é um duro golpe na trama e o estopim para que Mustang aja de forma mais adequada com seu real intuito. A trama vai soltando mais informações e nos dá a certeza de que há muito mais por detrás da questão da Pedra Filosofal do que se esperava. Não dá para perder nenhum volume e, se você ainda não começou sua coleção, não perca mais tempo!

Agradecemos à editora JBC que nos cedeu o exemplar para análise.