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Review | Sonic 2

Por: Macgaren

De acordo com a enquete que fiz alí no menu ao lado, a grande maioria dos leitores (uns 5 XD) do Clarim gostaria de ler sobre games aqui. Então pra começar a falar sobre o assunto, irei “recauchutar” alguns posts que fiz para um blog que eu colaborava e que por pura falta de tempo não escrevo mais. E nada melhor do que iniciar com meu jogo preferido:


A primeira vez que fui “apresentado”,por assim dizer, ao Ouriço, foi com a versão do primeiro Jogo para Master System. Depois dele, todos os outros jogos pareceram lentos demais. fiquei viciado na velocidade frenética do personagem título. A partir dali, me tornei fã incondicional.
Em 93 ganhei meu Mega e o jogo que veio com o console foi: Sonic 2. E o que eu achei que já era perfeito melhorou ainda mais.
Em comparação à primeira versão para Master System( e até com a do Mega), Sonic 2 tem várias melhorias significativas. Além dos gráficos e estágios mais elaborados, Novos movimentos foram adicionados, como o Spin Dash, no qual Sonic se torna uma “bola” de espinhos e avança pelo cenário derrotando os inimigos.
Foi neste jogo que Tails, a raposa de duas caudas fez sua primeira aparição. Tails viria a ser personagem constante por todos os outros jogos do Sonic. além dele, um protótipo do Metal Sonic, Um robô “clone”do Sonic, também aparece pela primeira vez neste jogo.


Outra inovação: após recolher todas as sete Chaos Emeralds nos estágios bônus, o Sonic
ganha a habilidade de se tornar o Super Sonic, quando seu corpo se tornava amarelo – ficando ainda mais rápido e invulnerável a ataques por um certo período de tempo

Com o acréscimo do Tails, o game ganhou a opção de jogar em dupla, com um amigo jogando na pele da raposinha. Mas era comum o Sonic ganhar velocidade nas fases e deixar pra trás o Tails, embora fosse perfeito para deixar aquele irmão mais novo (e pentelho, claro) quieto por alguns momentos achando que está jogando.
Foi adicionado também um modo para dois jogadores onde a tela se dividia ao meio e cada jogador, controlando Sonic ou Tails, competiam para ver quem terminava o estágio primeiro..pena que não tem todos os estágios nesse modo do jogo.
A dificuldade sempre foi bem dosada. Com um pouco de treino (e ao custo de algumas vidas perdidas) podia-se dominar as ‘zones’ com relativa facilidade. O complicado mesmo ficava no final quando no ultimo estágio era necessário vencer o Metal Sonic e um robô Gigante do Robotnik sem ser atingindo uma única vez.


Outro ponto digno de nota deste clássico da geração 16 bits é a trilha sonora: ela ajudava a completar os cenários, combinando muito bem com a ‘zone’ onde você se encontrava. Neste ponto, destaque para as músicas das zones de Metropolis , e Emerald Hill..além da musica tema do Super Sonic.
No quesito jogabilidade, (diferente dos jogos mais atuais do Sonic) os controles obedeciam bem aos comandos não causando muita dor de cabeça.
Muitos consideram o Sonic 3, como o melhor jogo do ouriço… eu discordo! para mim, Sonic 2 reina absoluto.

Notícia do MacGarem, do blog Clarim Diário. Para mais notícias de quadrinhos e cinema, visite o Clarim Diário.

Stan Lee na calçada da fama!

Terça-Feira 4 de Janeiro de 2011 Stan Lee recebeu uma estrela na famosa calçada da fama em Hollywood.

Caso tenha vivido em uma caverna nos últimos 50 anos, Stan Lee é o criador(ou co-criador) de praticamente todos os personagens clássicos da Marvel.

Stan que completou 88 anos no último dia 28 de Dezembro , sorridente como sempre recebeu a homenagem com bom humor, brincou e fez a alegria dos fãs presentes no local.

Como não poderia ser diferente, eu sou fã do bom velhinho e ele merece todas as homenagens que possa receber. E é sempre bom poder homenagear os grandes ídolos enquanto eles ainda estão por aqui. E que Stan viva por mais 88 anos no mínimo. EXCELSIOR!


Stan Lee Receives Star on Walk of Fame: MyFoxLA.com

Stan Lee Receives Star on Walk of Fame: MyFoxLA.com

Notícia do MacGarem, do blog Clarim Diário. Para mais notícias de quadrinhos e cinema, visite o Clarim Diário.

Opinião | Por que visitar o Japão?

Por: Giuliano Peccilli

“Por que visitar o Japão?” Essa é uma pergunta muito comum de se ouvir, quando o assunto se volta a cultura nipônica. Não é fácil explicar o que motiva você a pegar um avião e ir para o outro lado do mundo, porém a forma mais simples de definir isso é explicar a mistura de curiosidade e admiração que você adquiriu por aquele lugar.

Japão é o país que mistura o novo e o velho, onde tradições vivem ao lado de tecnologia, trazendo construções que tem geralmente o dobro de idade do Brasil. Ambos os países trazem inúmeras diferenças culturais, preenchido de conceitos errados, baseados em ícones nem sempre precisos.
Gostar de um país tão diferente, talvez num primeiro momento, pode soar exótico ou esdrúxulo, porém o Japão é um país que carrega um falso imaginário na cultura popular brasileira, que muitas vezes é resumido a olhos grandes, dos quadrinhos japoneses, ou a culinária nipônica.

Esse país, tão complexo quanto o Brasil, traz uma cultura de exportação, voltada à indústria do entretenimento; indústria que muitas vezes passou despercebida por nós, mas que sempre esteve presente, sendo por via de culinária, filmes, desenhos ou quadrinhos.

Estamos falando do país que mais exporta animações para o mundo, não é sem motivo que a animação japonesa vem sendo consumida há décadas. Assim, a televisão brasileira foi influenciada com séries como Speed Racer, passando por Cavaleiros do Zodíaco e atualmente com Naruto. O sucesso dessas animações japonesas pelo mundo fizeram com que o governo japonês, desenvolvesse eventos como o CoFesta, no intuito em aumentar a comercialização desse segmento de 5% para 12% nos próximos dois anos.

Outro fator é a música japonesa, que traz uma grande influência ocidental pós-guerra, tornando-o hoje o segundo país que mais produz e consome música no mundo, perdendo apenas para os americanos.

Na teledramaturgia, as novelas japonesas são semelhantes a séries americanas: semanais e desenvolvidas para cobrir uma estação do ano, com mais de vinte séries por vez. A principal diferença em relação às brasileiras são seu público segmentado, característica de um país que não tem uma emissora líder de audiência.

Aprender tudo isso sobre esse país acaba tornando Japão um lugar como a Disney, aonde você reconhece atores em grandes Outdoors, em músicas que tocam nas lojas, e até mesmo estátuas de animações por lá. Coisas assim tornam uma viagem muito mais interessante e imersa. Se você gosta, entre nesse mundo, seja pela música, cinema, ou livro, mas principalmente pela cultura do entretenimento.

Texto publicado originalmente no jornal Semanário da Zona Norte

JWave Pocket #9 | Spoilers de Ano Novo

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Bem vindo ao JWAVE…
Revivendo o JWave Pocket, é hora de darmos uma palhinha do que está por vir nos próximos podcasts! E agora, num Pocket de verdade!

Dessa vez, Juba (@juba_kun) e Call (@calliban) vão ajudar a passar a ressaca de Ano Novo com dicas dos temas dos próximos podcasts, alguns bastante obvios, outros obscuros, e com certeza um ou outro que só quem prestar muita atenção vai entender.

Esperamos que gostem do nosso pocket da virada do ano, e um Excelente 2011 para todos.

TEMA ABORDADO
Dicas dos próximos temas do podcast

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Crítica | Tron o Legado


UMA BREVE VISITA AO PASSADO

Em 1982 era lançado um filme que se não é lembrado pelo grande público,deixou sua marca na história do cinema por ser um dos primeiros(senão o primeiro) a retratar o mundo virtual nos cinemas: TRON Uma Odisséia Eletrônica . Nele Kevin Flynn(Jeff Bridges) um gênio da programação acaba indo parar dentro do mundo virtual e lá tem de interagir com “Programas” que são representados pela imagem de seus respectivos criadores. Ele se une a Tron (Bruce Boxleitner)um programa de última geração para derrotarem o “Master Control Program” que dominou o mundo virtual e pretende usar os computadores para controlar também o mundo real (Skynet..alguém?) .

Devemos lembrar que em 82 os games e computadores estavam começando a engatinhar apenas. Se hoje a tecnologia mostrada no filme parece coisa da pré-história, pra época eram bem avançadas.E se alguém nunca viu Tron e acha que filmes como Matrix são inovadores por levar um personagem para um mundo virtual saibam que devem muito ao filme dos programas azulzinhos. Mesmo que como falei no início, Tron não seja muito lembrado pelo grande público todos devem ter ao menos uma vez se deparado com algo relacionado ao filme seja em games, como o clássico para arcade ou suas “variantes” (quem aí nunca jogou o game da “cobrinha”?). Era sem dúvidas um filme à frente de sua época. Dentre os conceitos que criou vários são considerados rotina nos dias de hoje como o uso de avatares que quase todos na net(ou redes de consoles) usamos para nos representar.

Mesmo com essa onda de Revival e Remakes de filmes dos anos 80 nunca imaginei que Tron ganharia uma continuação tanto tempo depois e foi o que aconteceu:

O LEGADO

Anos após o fim do primeiro filme Flynn desaparece misteriosamente deixando pra trás seu filho Sam .

O tempo avança para o presente quando Sam (Garrett Hedlund) recebe uma pista do paradeiro de seu Pai e ao segui-la até o antigo Arcade do Flynn,acaba ele próprio transportado para dentro da Grade(O nome “técnico” do mundo virtual).

Lá ele encontra um mundo sombrio dominado por CLU que é a sigla para : Codified Likeness Utility (Algo como Utilitário de semelhança codificada) uma versão jovem de seu Pai.Mas onde estaria seu pai verdadeiro?O que é o CLU? E onde diabos conseguiram um porco assado num mundo digital??? São as resposta para algumas dessas perguntas que com a ajuda da bela Quorra(a também bela Olivia Wilde) , Sam terá de descobrir.

Não é necessário ter assistido ao Tron original para entender Tron o Legado, mas quem assim o fêz pode pegar várias pequenas referências e homenagens que o diretor Joseph Kosinski espalhou ao longo do filme. O roteiro não é uma coisa que se diga: Minha nooossa! mas que baita história!!Mas encaixa bem e acredito que as pontas soltas que ficaram foram propositais para uma eventual sequência.

Não dá pra negar que o que mais chama a atenção em Tron Legado são os efeitos especiais. E claro que não podia começar a falar deles sem citar o impressionante rejuvenescimento de Jeff Bridges. Conseguiram fazer um trabalho tão bom que ele ficou praticamente idêntico à sua versão do filme de 82.E não é só isso: tudo no filme está praticamente perfeito. O mais legal é comparar(no bom sentido) com o original e ver como os efeitos evoluiram . Objetos como as motos ou os transportadores fugitivos de Space Invaders(Isso da foto acima) que no original eram praticamente desenhos agora ganharam zilhões de detalhes. Algo que se pode ver melhor essa evolução são nos disco de identificação. Enquanto que no original eram literalmente frisbees,agora ganharam detalhes mais anatômicos para servir de arma.Eis uma evolução que eu considero muito bem vinda.Com um ator como o Jeff Bridges no elenco (e ainda mais interpretando dois papéis) é normal que os outros atores ficassem meio ofuscados. Mas o ator que interpreta o Sam, Garrett Hedlund podia ao menos ter tentado mais.. Não lembro dele em outro filme mas ao menos aqui em Tron ele se mostra um verdadeiro “Mosca Morta” . Qualquer expressão que ele faz parece ser forçada. E o pior que ele é o que tem mais tempo de tela no filme..pelo menos pra compensar temos o rostinho bonito ( e outros atributos que não cabe citar aqui) de Olivia Wilde que, se também não é a rainha da expressividade ao menos aparece de collant o filme todo..precisa mais?A trilha sonora também é muito boa..eu particularmente gosto de trilhas que tem um tom mais “épico” tanto que dos filmes desse ano o que tem a trilha que mais gostei foi o Origem..e o de Tron lembra bastante ela. A trilha é toda feita pela dupla Daft Punk que são craques em músicas eletrônicas, Estilo que casa muito bem com a proposta do filme.Os dois inclusive fazem uma participação como os DJs da festa do afetado Castor.

Sobre o 3D, dos três filmes que vi nesse formato (os outros foram Resident Evil Recomeço eJogos Mortais 7 ) Tron foi o que teve a técnica melhor aplicada. Está lá de um modo suave e muitas vezes você nem o nota. Pelo menos o 3D não é uma desculpa pra juntar um monte de cenas desconexas (RE) ou apenas pra ficar jogando partes de corpos em sua direção (JM). Achei interessante também que o 3D só é aplicado na Grade e quando a história se passa no mundo real é do modo tradicional de sempre.Uma bela sacada do diretor.

Claro que nem tudo é perfeito. Alguns pontos me incomodaram além da Cara de estátua do ator principal. a principal delas foi a pouca importância que o Tron teve.Tudo bem que já no filme original apesar de dar nome ao filme, o personagem foi jogado pra escanteio.Mas aqui em Tron o Legado é pior ainda. Ele mal aparece.e quando o faz não posso falar pra não dar spoiler pelo menos é uma das pontas soltas pra sequência (eu espero). pelo menos não apelaram pra algum romancezinho babaca entre o Sam e a Quorra…Lembraram que ela é um programa..não é pra ter emoções .algo que o pessoal do primeiro filme parece ter esquecido.Somando-se os prós e os contras Tron o Legado é um ótimo filme. Efeitos especiais de primeira. boas cenas de ação com destaque para as batalhas com as LightBikes.

Se você tem mente aberta para assistir filmes antigos sabendo dar o desconto que os efeitos da época proporcionava aconselho a assistir ao primeiro Tron antes de assistir ao Legado assim a experiência é mais divertida.Mas se preferir assista só ao Legado mesmo. Ele se sustenta sozinho O espírito do original foi respeitado.




Cobertura JWave: Jump Festa 2011

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Nos dias 18 e 19 de dezembro aconteceu em Tóquio, a Jump Festa, evento organizado pela Shueisha que apresenta as principais novidades da antologia Shonen Jump e outras publicações da casa.
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Empresas como Namco Bandai e Square Enix também sempre estão presentes no evento, revelando suas principais novidades no segmento dos videogames.
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Esse ano entre as novidades da Jump Festa, nós tivemos a entrevista do autor Tite Kubo (do mangá Bleach) que revelou que seu título está no meio do caminho e que ainda deve ter 10 anos de publicação na revista Shonen Jump. Outra novidade que pegou de surpresa foi o anúncio do filme em computação gráfica dos Cavaleiros do Zodíaco.
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Entre os destaques desse ano foi a Jump mostrando sua antologia no iPad, coisa que já tinha sido anunciada desde o lançamento do aparelho no Japão.
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O colaborador Humberto Coga esteve no evento e nos mandou as fotos exclusivas sobre o evento. Esperamos mais fotos assim do nosso colaborador por aqui.
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JWave #28 | Especial de Natal

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Bem vindo ao JWAVE…

Chegou a hora do último podcast do ano e para homenagear os especiais de Natal que invadem a televisão brasileira, nós fizemos uma seleção musical com as melhores musicas de se ouvir no Natal.

Lembra quando dia de natal era dia de assistir episódios de desenhos sobre o Natal na sua televisão? O Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban) se reúnem pra falar o que aconteceu na última semana e pra falar das festas de natal.

E não estranhem, mas as músicas que tocam entre os blocos são mais natalinas do que os dois escolheram.

Esperamos que gostem do nosso último podcast do ano. Sim, agora só sai novo episódio em 2011.

IMAGEM
jwave natal
TEMA ABORDADO

Top 10 de Melhores Músicas de Natal

10 – Merry Christmas – Sailor Moon
9 – Christmas is All Around – Billy Mack – Simplesmente Amor
8 – Ring Their Bells – James
7 – Christmas Time is Here – Alvin & the Chipmunks
6 – A Merry Fricking Christmas – Frickin
5 – Deck the Rooftop – Gleecast
4 – RUn Run Rudolph – Chuck Berry
3 – Jingle Bells – Gleecast
2 – Christas at ground zero – Weird Al Yankovich
1 – Wonderful Dream (Holidays Are Coming) – Melanie Thornton (Comercial da Coca Cola)

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47 minutos

JWave #27 | Cybercops – Parte 3

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Bem vindo ao JWAVE…

Essa é a parte final do especial Cybercops – Os policiais do futuro. É a primeira vez que o JWave faz um podcast sobre um Tokusatsu. Todos lembramos da nostalgia que era assistir nossos heróis na Rede Manchete, então essa é a terceira e última parte de nossa homenagem aos heróis do ZAC.

Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban), Marvin (@depoisdocomeco) e Maverick (@mavericko) se reúnem mais uma vez pra relembrar esse clássico, e agora é a hora de falar do terceiro arco da série, que não passou inteiro em todo o Brasil, ou seja, preparem-se para spoilers! E vamos falar também curiosidades que ficaram de fora da primeira e da segunda parte.

PS: Quem baixou no sábado, por favor, baixe de novo. Um dos blocos do podcast deu problema e fica tocando só música. Já corrigimos isso, mas quem baixou a primeira versao, baixe de novo.

TEMAS ABORDADOS

Cybercops – Luna e os novos perigos
Cybercops – O Final da Série
Curiosidades

VÍDEOS
Entrevista da DokoGa TV: Parte 1 e Parte 2

Mais videos serão adicionados

FOTOS
A ser adicionadas

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Crítica | As Crônicas de Nárnia: a viagem do Peregrino da Alvorada


Um ano após voltarem de sua última viagem à Nárnia, os Irmãos Pevensie estão separados . Peter(William Moseley) e Susan(Anna Popplewell) foram morar nos EUA e Edmund(Skandar Keynes) e Lucy(Georgie Henley) ficaram morando na casa de um Tio até a Guerra acabar.

Ao observarem um quadro ,Edmund e Lucy juntamente com o primo Eustace(Will Poulter) acabam voltando novamente à Nárnia.

Lá, três anos se passaram e eles encontram o agora Rei Caspian(Ben Barnes). O mal começa novamente a crescer no reino e os Irmãos juntamente com Caspian precisam encontrar os Sete Fidalgos que foram banidos por Miraz , vilão do filme Príncipe Caspian,pois diz a lenda que somente com as sete espadas dos fidalgos a Paz seria restabelecida. O grupo então parte a bordo do navio Peregrino da Alvorada para mais uma aventura.

Devo admitir que o gênero aventuresco/mágico nunca me atraiu. Tanto é que nunca tive paciência pra assistir/ler obras como Senhor dos Anéis ou Harry Potter. Muitos consideram Nárnia um livro infantil mesmo que tenham várias metáforas religiosas(outra coisa pela qual não me interesso)inseridas no roteiro. Dizendo isso fica eu mesmo me surpreendo que tenha gostado de Nárnia desde a primeira vez em que o assisti em uma exibição perdida na TV.

Achei o primeiro filme muito bom, com uma boa história, personagens cativantes e ótimos efeitos especiais (O que é aquele Aslan?).

Pena que já no segundo filme a coisa desandou um pouco.Os efeitos continuaram competentes mas a história não cativava nem um pouco, sem contar que Caspian que deveria ser um dos pilares da história tinha tanto carisma quanto uma porta quebrada.Os únicos que se salvaram foram justamente Edmund e Lucy.

Por isso é muito bom que a história do livro traga de volta dessa vez apenas os mais jovens dos irmãos Pevencie. Mas até eles são ofuscados pelo primo Eustace que rouba a cena completamente. No início do filme eu estava com uma vontade louca de dar umas porradas no moleque mas com o decorrer do filme acabei torcendo por ele. Não sei como é no livro mas acredito que isso se deva muito ao ator. Will Poulter conseguiu dar uma personalidade marcante para Eustace, algo que por exemplo Ben Barnes não conseguiu com seu Caspian sem graça.

O maior problema do filme pra mim foi a falta de cenários, seres estranhos e ação, elementos exatamente o que me chamou atenção no filme original.Os efeitos especiais continuam maravilhosos. O Aslan por exemplo está ainda mais impressionante.

Outra coisa que me incomodou um pouco é que a maior parte do filme se desenvolve a bordo do Peregrino, o que com o tempo acaba por enjoar.

Ah, se tem uma coisa que se manteve num alto nível de qualidade nos três filmes foi a trilha sonora.Acho a música tema de Nárnia uma das melhores trilhas do cinema recente passando todo o clima de aventura fantástica que o filme pede.

Uma coisa legal nessas séries de filmes que tem crianças como atores principais é acompanhar o crescimento dos atores junto com seus personagens. Nesses cinco anos que separam o primeiro Nárnia desse, tanto Georgie, a Lucy (Só eu acho estranho uma garota não fofinha ter nome masculino?) e Skandar,o Edmund cresceram bastante como atores. Se continuarem nesse ritmo farão muito sucesso no futuro longe de Nárnia.

No fim, apesar de não ser tão bom quanto o primeiro Nárnia, a viagem do Peregrino da Alvorada é melhor que o Príncipe Caspian e mesmo que o Roteiro não tenha nada de especial é um bom filme fazendo valer o ingresso do Cinema. Espero que tenha um novo filme logo.

Aproveitando pra fazer um pequeno Jabá, o Submarino está vendendo a edição com todos os 7 livros de Nárnia praticamente de graça. Quem quiser conhecer a obra original é uma bela oportunidade.Como não sei até quando vai a promoção é melhor clicar aqui o quanto antes e garantir o seu.



Opinião | Hiroshima e Nagasaki

Por: Giuliano Peccilli

Depois dos dias 06 e 09 de agosto de 1945, o mundo nunca mais foi o mesmo; ocorreu o lançamento das bombas atômicas nas cidades de Hiroshima e Nagasaki. Talvez essas cidades sejam apenas nomes que você estudou no colégio quando aprendia sobre a Segunda Guerra Mundial, mas sua importância é muito maior.

A guerra entre Estados Unidos e Japão começou após o ataque nipônico sobre Pearl Harbor, e acarretou numa série de conflitos em todo o território japonês. Filmes como Cartas de Iwo Jima mostraram a chegada da monstruosa frota americana que dizimou o país.

Hiroshima e Nagasaki pagaram para servir de exemplo para o mundo: a soberania americana era incontestável, dadas as armas de destruição em massa. Poucos sabem que o uso de bombas atômicas não foi uma imprudência ainda pior por falta de um desenvolvimento de bombas em massa. Cidades como Kyoto, Niigata, Yokohama e Kokura estavam na mira dos americanos, mas acabaram não sendo atingidas, em parte pela falta de mais bombas dessa magnitude. Era uma arma de intimidação, usada apenas por decisão do presidente estadunidense Harry Truman, acreditando que a demonstração de força encerraria os conflitos.

A cidade de Kyoto, antiga capital do império japonês, só foi excluída das bombas pois o secretário de Guerra americano, Henry Stimson, havia passado lua-de-mel lá há vários anos antes e conhecia a importância cultural e religiosa daquela cidade pro país; tal decisão causou várias discussões entre os americanos, dado o peso do alvo potencial.

Demais cidades foram riscadas por importância e também pela complexidade do desenvolvimento das bombas atômicas. As bombas Little Boy e Fat Man, utilizadas nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, eram quase protótipos; seus alvos eram testes. Como protótipos, as duas armas não eram iguais, o que acarretou em explosões distintas e consequências diferentes para a população.

As duas cidades ficaram marcadas como as cidades bombardeadas pela Bomba atômica. Agora, você realmente conhece elas? Sabem quais são as importâncias delas antes da guerra ou que representam hoje? São perguntas difíceis de se responder, já que mesmo 65 anos depois, as cidades ainda ostentam as feridas causadas por esse holocausto. Independente disso, se reconstruíram e se tornaram grandes exemplos, maiores e ainda mais belas do que antes.

Hiroshima

Hiroshima é uma cidade de tempo chuvoso e que muitas vezes, dada a distribuição de seus prédios, lembra a cidade de São Paulo. Foi fundada em 1589 por Mori Terumoto, que a transformou em capital, construindo o castelo de Hiroshima em 1593.

Hiroshima se tornou a capital da também província de Hiroshima no período Edo (1871), tendo domínios feudais abolidos com a Restauração da Era Meiji (época em que se passa o filme “O último samurai”). A cidade também progrediu graças a outra guerra, a Sino-Japonesa (1894 a 1895) quando surgiu a primeira linha de trens na região. O fim da guerra trouxe a independência da Coréia, a derrota da China e um tratado que abriu as relações comerciais entre o Japão e a China.

Hiroshima foi escolhida como alvo da primeira bomba atômica porque havia se tornado chave das navegações nipônicas, além de depósito militar. Assim no dia 6 de agosto de 1945, às 08:05 da manhã, a cidade sofreu um ataque com a bomba atômica “Litle Boy”, que matou imediatamente 80 mil pessoas, sem mencionar aqueles que, com os efeitos da radiação, somariam as 140 mil mortes através das décadas.

A cidade teve 69% das suas estruturas destruídas; pessoas se desintegraram, sobrando apenas marcas no chão.

Em 1949 foi aprovada a lei do Memorial da paz de Hiroshima – Cidade da Reconstrução com ajuda do governo, que doou terras que haviam sido usadas para fins militares. O governo também ajudou financeiramente a reconstrução da cidade para que não esquecesse os danos causados pela guerra.

Atualmente, Hiroshima é uma cidade turística que não vive só do Museu e do Memorial da Paz, e é conhecida por sua culinária, em especial o okonomiyaki, uma pizza feita na chapa. Outro símbolo da cidade é Hidaren Streetcar, um bondinho implantado em 1910, mantido pois outros meios de transporte eram mais caros para se construir, e hoje é um dos charmes locais.

Nagasaki

A história de Nagasaki começa em 607 com a proximidade da China e da Coréia do Norte. A cidade era usada como porta caudilha da diplomacia japonesa; Nagasaki cumpria o papel de comércio com a exportação entre os países.

A chegada dos portugueses em 1550 estreitou a relação comercial e veio também com uma nova ordem religiosa, o cristianismo, que também trouxe jesuítas. A cidade foi colonizada pelos portugueses 50 anos depois da descoberta do Brasil. Assim nascia o primeiro dicionário japonês pra outro idioma que foi justamente japonês-português.

A negociação comercial com Portugal, China e outros países começaram em 1571 e a chegada de novos interessados não parecia ter fim. Numa medida conservadora, o governo japonês decidiu fechar as portas de todos os portos pra navios ultramarinos, mantendo apenas o porto de Nagasaki aberto para o resto do mundo.

Em 1637, estrangeiros foram expulsos de Nagasaki depois de uma mobilização interna; levou quase um século para que a cidade fosse renacionalizada. Até hoje existem vestígios de outros povos em diversos pontos na cidade. É uma cidade que deve ser visitada não só pelo fator histórico, mas pelas características exóticas e únicas que possui. Um dos pratos típicos locais é de origem portuguesa, o Castella, um tipo de um pão de ló.

Uma das obras mais famosas de Nagasaki é a 26 Mártires, construída em 1962 em homenagem ao centenário da canonização dos 26 padres executados em 5 de fevereiro de 1597. Os jesuítas, como fizeram no Brasil, tentaram levar a religião católica para o Japão, mas não esperavam a proibição do imperador, da punição capital.

O cristianismo foi proibido e grupos, buscando manter vivas suas crenças, transformaram aos poucos a religião. Orações viravam mantras, enquanto Virgem Maria era protegida por dois animais que pareciam um amalgama entre tigres e dragões. Hoje, a religião mesmo que aberta no país, ainda herda características da época que era proibida, causando estranhamento para quem visita igrejas como a Catedral Urakami.

Hoje, Nagasaki é uma cidade que preserva as marcas da sua sina: diversos pontos da cidade preservam restos de construções para que não se percam as tristes memórias.

O Museu da Bomba Atômica é um dos lugares mais sufocantes da cidade, onde temos um vislumbre das vidas perdidas através de objetos daquele fatídico dia. Temos histórias chocantes, como a de uma criança que anotou na parede o número de parentes de sua família que morreu, apenas para se juntar a eles logo depois.

Muitas cartas sobre parentes mortos, feitos com material que se tinha acesso, estão expostas no museu. Somos apresentados toda a dor. É arrebatador e angustiante ficar ali; uma lição que se deve ser aprendida.
Existe também o belíssimo Parque da Paz, construído em 1955, com estátuas do mundo inteiro, todas representando a paz.

Tanto Hiroshima como Nagasaki nos ensinam uma lição profunda e nos fazem ter esperança que um dia o mundo encontre sua paz. Ambas são riquíssimas em história e em lenda, pontos de turismo obrigatórios se você visitar o Japão.

JWave #26 | X-Men Animated – Parte 2

JWave26
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Bem vindo ao JWAVE…

Fiquem calmos! Vocês não estão vendo dobrado, o JWave está lançado os podcasts 25 e 26 pelo atraso em seu lançamento, além de compromisso com o crossover com o podcast Comicpod. (Atualizado em dois posts, por causa do feed do podcast)

Essa é a primeira e segunda parte de um podcast sobre a série animada dos X-Men produzida nos anos 90, sendo também o nosso primeiro crossover. O JWave e o Comicpod/Multiverso DC fecharam uma parceria e desenvolveram podcasts em conjunto sobre o X-Men, assim se você deseja conhecer mais as histórias que foram baseadas para essa série, deverá ouvir o Comicpod, sendo se você deseja conhecer mais a série animada deverá ouvir a gente.

Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban), Marvin (@marvin2099), Vlad ‘Focus’ e Matheus Kajima do Comicpod estão reunidos para falar desse clássico dos anos 90.

Clique aqui para ouvir a parte 1.



SOBRE OS QUADRINHOS
ComicPod #60 – X-Men de Chris Claremont e Jim Lee: Azul e Dourado

CORREIOS
Em breve

TEMA ABORDADO
X-Men
Jim Lee
Estúdios de Animação
Saban
Marvel Comics
Piloto dos X-men de 1989
X-Men da Primeira a Terceira Temporada

VÍDEOS
Em Breve

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Gostou? Não gostou? Mande suas críticas, elogios, sugestões e críticas Mande e-mails para jwavecast@gmail.com


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47 minutos

JWave #25 | X-Men Animated – Parte 1

JWave25
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Bem vindo ao JWAVE…

Fiquem calmos! Vocês não estão vendo dobrado, o JWave está lançado os podcasts 25 e 26 pelo atraso em seu lançamento, além de compromisso com o crossover com o podcast Comicpod. (Atualizado em dois posts, por causa do feed do podcast)

Essa é a primeira e segunda parte de um podcast sobre a série animada dos X-Men produzida nos anos 90, sendo também o nosso primeiro crossover. O JWave e o Comicpod/Multiverso DC fecharam uma parceria e desenvolveram podcasts em conjunto sobre o X-Men, assim se você deseja conhecer mais as histórias que foram baseadas para essa série, deverá ouvir o Comicpod, sendo se você deseja conhecer mais a série animada deverá ouvir a gente.

Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban), Marvin (@marvin2099), Vlad ‘Focus’ e Matheus Kajima do Comicpod estão reunidos para falar desse clássico dos anos 90.

Para ouvir a segunda parte clique aqui .


SOBRE OS QUADRINHOS
ComicPod #60 – X-Men de Chris Claremont e Jim Lee: Azul e Dourado

CORREIOS
Em breve

TEMA ABORDADO
X-Men
Jim Lee
Estúdios de Animação
Saban
Marvel Comics
Piloto dos X-men de 1989
X-Men da Primeira a Terceira Temporada

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64 minutos