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1º trailer de Thor

E depois do vídeo da Comic Con que acabou vazando, eis que o filme do Deus do Trovão tem seu primeiro trailer oficial lançado.

E vou dizer uma coisa: mesmo sabendo que não dá pra julgar um filme pelo trailer, gostei bastante do que vi..e olha que eu nem gosto do personagem.

Mas como até agora a Marvel desde começou a produzir seus próprios filmes não me decepcionou, acho que posso confiar.

O filme estreia por aqui dia 29 de Abril.

Mas chega de papo e fiquem com o trailer.

 


THOR – Trailer PT
Enviado por dmagianet. – Assista filmes em destaque e programas de televisão completos.

Primeiras imagens no Japão da nova novela das sete ”Morde Assopra”

mordeA gravação da nova novela das sete está a todo vapor para substituir TiTiTi e dessa vez, a nova novela do Walcyr Carrasco aborda o Japão, o que gerou enorme polêmica entre os otakus no twitter (com o anúncio da novela).
morde-solanoOs atores Mateus Solano e Adriana Esteves, Bárbara Paz, Paulinho Vilhena, Michel Bercovitch, Luana Tanaka e Camila Chiba estão no Japão para uma gravação de 15 dias em que serão usadas cenas durante a sua exibição. Assim os atores que estão filmando em pontos turísticos do país como Torre de Tóquio, Monte Fuji, Jardim do Palácio Imperial e outros lugares.
mateusA história tenta fugir dos clichês tradicionais de novelas brasileiras, porém não chama atenção. Tal ousadia em trazer dinossauros e robôs pra uma novela pode acabar gerando um produto final do nível de Caminhos do Coração da Rede Record. Tirem suas conclusões.

A história (Rede Globo)
adriana-estevesO cenário deslumbrante é palco do grande sonho da paleontóloga Júlia (Adriana Esteves), que está no local à procura de fósseis de uma nova espécie pré-histórica para finalizar sua tese de doutorado. Um outro sonho, bem diferente, também leva Ícaro (Mateus Solano) ao Japão.

Ele vai à terra do sol nascente conhecer novas tecnologias para tentar criar um robô semelhante ao ser humano, na esperança de recuperar o amor de sua vida, Naomi (Flávia Alessandra). Um encontro casual une estes dois brasileiros mudando o destino de Júlia.

Após sofrer uma série de perdas do material recolhido durante as escavações no Monte Fuji, a paleontóloga vai a Tóquio para obter mais recursos e continuar a sua pesquisa no Japão.

Mas, ao cruzar o seu caminho com o de Ícaro, Júlia descobre que a solução para os seus problemas está em seu país natal, mais precisamente no interior de São Paulo. Ícaro revela para a jovem que na cidade onde vive foram descobertas recentemente várias ossadas de animais pré-históricos de 90 milhões de anos.

Os olhos de Julia brilham e ela vê nesta oportunidade a chance de realizar o maior feito de qualquer pesquisador: descobrir uma nova espécie de dinossauro! E assim começa uma amizade que atravessará o mundo e protagonizará muitas aventuras e confusões na peculiar Preciosa. O que Julia ainda nao sabe é que nesta cidade ela conhecerá o grande amor de sua vida, Abner (Marcos Pasquim).

Opinião
barbarapazO autor Walcyr Carrasco não costuma errar em seus trabalhos, mas trazendo inspiração a uma viagem que fez para lá, ele promete abordar diferenças culturais e tecnologias com seu tradicional toque de humor.

Particularmente, tudo que é referente ao Japão, normalmente fica caricato nas telas brasileiras, assim esperamos que Walcyr Carrasco não cometa isso.

Vale lembrar que já faz 10 anos que o Japão não aparece nas novelas brasileiras, sendo a última vez em “Laços de Família” de 2000.

Fonte: Rede Globo

ComicPod #60 – X-Men de Chris Claremont e Jim Lee: Azul e Dourado

Whaaazzup galera! Sejam bem-vindos a mais uma edição do ComicPod! Neste episódio, Matheus ‘Kajima’ e Vlad ‘Focus’ recebem Juba e Calliban, do podcast J-Wave, para comentar sobre a HQ americana que mais vendeu na história dos quadrinhos: 8 milhões de exemplares! Vamos falar da última história de Chris Claremont com os X-Men em sua primeira passagem pelo título, que é desenhada por Jim Lee no seu auge nos anos 90.
E atenção: este não é apenas um episódio com participações especiais, é um crossover, pois continuaremos esse papo no J-Wave #25, a ser lançado amanhã, onde comentaremos sobre o desenho animado dos X-Men dos anos 1990, que é muito influenciado pela fase Claremont, principalmente por esta história!
Links:

Divisão de blocos do podcast:

  • 00:01:45 – A Era Chris Claremont & John Byrne
  • 00:20:15 – O Período Chris Claremont & Jim Lee
  • 00:39:11 – A última história de Chris Claremont e Jim Lee
  • 00:56:00 – Situação dos X-Men (e da Marvel) após a saída de Chris Claremont

Playlist:

Para comprar:

Galeria de imagens:

Capa quádrupla de X-Men #1, arte de Jim Lee

 

Não deixe de nos dizer o que achou! Gostou do podcast? Não gostou? Falamos muitas coisas erradas? Então, mande um e-mail para contato@comicpod.com, ou deixe um comentário aqui no site. Mensagens de Voz! Seu Feedback também pode ser enviado como mensagem de voz! Para isso, basta deixar uma mensagem na secretária eletronica do Google Talk, para o endereço comicpod@gmail.com, ou então simplesmente envie um e-mail normal com a mensagem anexada.

30 páginas do photobook BRAZIL da Koda Kumi!

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O photobook BRAZIL foi lançado ontem, dia 06 de dezembro. Com 168 páginas, Koda Kumi passeia por diversos pontos turísticos do Rio de Janeiro.

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Foto da Koda visitando o Cristo Redentor exibido no programa Music Station no
dia 10 de setembro.

O famoso fotógrafo Leslie Kee esteve junto com a Koda no Rio e visitaram o Cristo Redentor, Ipanema, Ilha Grande, Paraty e até mesmo na favela; Cidade de Deus.

Koda ficou hospedada no Portinari Design Hotel em Copacabana.
Foram alugados 15 apartamentos no luxuoso hotel para hospedar sua equipe.

Mais detalhes da viagem aqui.

Confira o belíssimo ensaio fotográfico

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Visualize todas as páginas do photobook e muitas notícias das principais cantoras do Japão. Acesse agora TOP JAPAN!

Crítica | Tekken

A história é clichêzona: Após o colapso da humanidade o mundo como o conhecemos hoje acabou e até para conseguir algo tão simples como uma laranja tem de se apelar para o mercado negro.

Nesse mundo quem dita as regras são as mega corporações.A maior delas é a Tekken Comandada por Heihachi(Cary-Hiroyuki Tagawa) e seu filho Kazuya Mishima( Ian Anthony Dale) Mishima. A Tekken cria então o torneio “Punho de Ferro” onde os maiores lutadores do mundo vem representar suas respectivas empresas. Esse ano o jovem Jin Kazama(Jon Foo) consegue entrar no torneio porque acredita que lá estará o responsável pelo assassinato de sua mãe (quer mais clichê que isso?)

Devo admitir que estava com os dois pés atrás pra assistir a esse filme.Sabem como é. Filmes baseados em games tendem a ser uma porcaria ..se for baseado em um jogo de luta então, a porcaria aumenta até a estratosfera. A exceção é o ótimo Mortal Kombat.

Mas não é que Tekken é bom? claro não é uma coisa que se diga :”Minha nossa! Como esse filme é maravilhoso!!” Mas é assistível. sei que é esperar muito pedir por um roteiro decente em filmes assim mas até que Tekken não faz feio..ok, pelo pouquíssimo que entendo da história do game(jogo de luta pra mim tem de ter magias, especiais e coisas assim \o/) deu pra notar que o filme sofreu várias alterações. afinal o que os fãs Xiitas iriam ter pra reclamar se não fosse assim?(Se bem que eles reclamam por tudo mesmo)Mas ao menos no visual dos personagens o filme dá um Show. Estão praticamente idênticos aos do Game. Outro ponto a elogiar são as lutas do filme. são todas sensacionais e bem coreografadas. o Diretor Dwight H. Little ( Que dirigiu entre outras coisas Halloween 4) está de parabéns. assim como o responsável pela escolha do elenco.

Mesmo que o filme fosse uma bomba completa como por exemplo “The King Of Fighters(Esse sim precisa de muuuuita coragem pra assistir)” ainda existiria um motivo para assistí-lo : Christie Monteiro(Kelly Overton). Meu Deus..O que é essa mulher? Aliás todas as mulheres do filme são lindas e (suas dublês) lutam muito bem. Destaque para a luta entre Christie e Nina(Candice Hillebrand).

Outro destaque vai pro sempre competente Tagawa. Após interpretar o Shang Tsung no já citado Mortal Kombat, aqui ele também está muito bem como o Heihachi. o mesmo não se pode dizer do protagonista Jon Hoo.Ele até luta bem mas quando precisa abrir a boca mostra como é canastrão. Sua interpretação faria o Schwarzenegger ficar orgulhoso. Jon, a exemplo de Tagawa já tem experiência em interpretar personagens de jogos de luta já que ele encarna a melhor versão de carne e osso do Ryu no ótimo curta Street Fighter Legacy .

Ainda falando do personagem Jin, ele deve ter algum problema genético já que só se tornou asiático após crescer. Sim porque o garoto que interpreta o personagem criança nos flashbacks não tem nada de asiático..coisas que só o Cinema explica.

Mas enfim, se alguém aí também está com receio de assistir Tekken, quando for à locadora dê uma chance.Acredito que assim como eu não irá se arrepender.Afinal, quem não gosta de boas cenas de luta?

Trailers

Legendado
Japonês

Publicado originalmente pelo colaborador Macgaren no Clarim Diário.

JWave #24 | Nostalgia Disney Musical

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Bem vindo ao JWAVE…

Depois de dois podcasts sobre Cybercops, voltamos com a temática musical homenageando os clássicos da Disney. Se você cresceu cantando músicas da Disney vai gostar do nosso Top 15 de melhores músicas desses clássicos.

Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban)) e Camis Barbieri (@camisbarbieri) do Seriadores Anônimos e Séries em Série se reúnem pra ter uma conversa descontraída sobre clássicos da Disney.

Se não concorda com a nossa lista, mande e-mails pro jwavecast@gmail.com sobre essa Nostalgia Musical.

PS: Quem espera Cybercops – parte 3, o tema voltará daqui algumas semanas na conclusão dessa série da Rede Manchete.

CORREIOS
Ilustração do Cybercops em SIC feita pelo Fabio Sakuda (@XILFX)

TEMA ABORDADO
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Top 15 da Disney
15- Pinóquio – A Estrela dos Sonhos
14- Aladdin – Amigo Insuperável
13 – Aladdin – Um mundo ideal
12 – Mogli – Somente o Necessário
11 – Branca de Neve e os sete anões – Heigh Ho
10 – A Bela e a Fera – Gastão
9 – A Bela e a Fera – Seja A Nossa Convidada –
8 – Cinderela – Bibidi bobidi boo
7 – O Rei leão – O que eu quero mais é ser rei
6- Encantada – Como ela sabe que a ama
5 – A pequena Sereia – Aqui no mar
4 – Hercules – Brilhou no Céu
3 – O Rei Leão – Se preparem
2 – O Rei Leão – Hakuna Matata
1 – Mary Poppins – Supercalifragilisticexpialidocious
0 – Pateta – o filme – Stand Out

VÍDEOS
Top 15 da Disney
15- Pinóquio – A Estrela dos Sonhos
14- Aladdin – Amigo Insuperável
13 – Aladdin – Um mundo ideal
12 – Mogli – Somente o Necessário
11 – Branca de Neve e os sete anões – Heigh Ho
10 – A Bela e a Fera – Gastão
9 – A Bela e a Fera – Seja A Nossa Convidada
8 – Cinderela – Bibidi bobidi boo
7 – O Rei leão – O que eu quero mais é ser rei
6- Encantada – Como ela sabe que a ama
5 – A pequena Sereia – Aqui no mar
4 – Hercules – Brilhou no Céu
3 – O Rei Leão – Se preparem
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DURAÇÃO
100 minutos

Opinião | A Colônia brasileira no Japão

Por: Giuliano Peccilli

A colonização japonesa no Brasil completou 102 anos, mas pouco se fala do caminho inverso, da “colonização” brasileira no Japão, iniciada nos anos 80. A procura de melhores salários e uma demanda de mão-de-obra fez com que muitos descendentes acabassem fazendo o caminho inverso e indo trabalhar lá.

Talvez não se faça uma conexão, todavia a mão-de-obra japonesa vinda para o Brasil em 1908 veio pelos mesmos motivos, quando o Brasil era conhecido como um grande exportador de café. Muitos vieram para trabalhar de três a cinco anos, acreditando que voltaria para o Japão com grande fortuna, porém não foi isso que encontraram aqui. Mas você já conhece essa história. Ela já foi contada no centenário da Imigração japonesa e já foi transformado em série pela NHK e exibida pela Rede Bandeirantes com “Haru e Natsu – As cartas que não chegaram”.

O Japão sofria de superlotação em 1880 e não havia emprego para tanta gente, o que obrigou o país adotar uma política de “exportação” de população, mandando japoneses para Havaí (Estados Unidos), Brasil, Peru e México.

Quase 100 anos depois, o Brasil saia da Ditadura com uma economia abalada e inflação inconstante, o que prejudicou muita gente nos anos 80 e 90. O Japão, que se tornava uma potência em eletrônicos, precisava de mão de obra e reformou sua política abrindo as portas para descendentes de japoneses que haviam emigrado. Assim, muitas famílias que já haviam perdido vínculo com o Japão, não tinham mais os velhos costumes e nem sabiam falar o idioma japonês, foram trabalhar no país do sol nascente como mão-de-obra barata.

O nascimento de colônias brasileiras foi similar ao que aconteceu com as primeiras colônias japonesas no Brasil: mantendo sua cultura viva através de lojas, restaurantes, escolas, igrejas e outros serviços criados da população para a população. Tal postura foi bastante criticada pelo governo do Getúlio Vargas, o que fez os japoneses estudarem português e se relacionarem com a população brasileira, e repudio semelhante vem ocorrendo no Japão.

Em viagem ao Japão no final de 2008, fiquei na casa de um amigo e pude perceber e analisar melhor o choque cultural. Muitas vezes, brasileiros vão pro Japão para “turismo”, o que significa trabalhar dois meses e passear nos finais de semana, pagando a viagem e ainda trazendo um troco para o Brasil. Muitos brasileiros que estão residindo lá faz vários anos, não tiveram tempo ou falta de interesse de aprender os costumes e o idioma local, decorando palavras e gestos no trabalho, vivendo como analfabetos legais e culturais no país. Como diz o ditado “se está em Roma faça como os romanos”, ir para outro país e residir por lá sem aprender o básico do idioma torna-se uma enorme barreira cultural, e foi isso que eu encontrei por lá. Cidades como Hamamatsu e Toyohashi são lugares aonde muitos brasileiros se residem e, por isso, ambas as cidades tiveram que se adaptar com essa realidade, colocando alertas e proibições em português, já que o brasileiro não entendia regras e costumes da região. Outro fator foi que os brasileiros criaram um “Mini” Brasil, trazendo supermercados, padarias, bancos e escolas totalmente focados neles, fechando portas para os próprios japoneses. Soa cruel falar isso do povo brasileiro tão receptivo em qualquer lugar do mundo, porém esse mesmo povo não entendeu a população japonesa que também é receptiva, mas espera que também seja bem tratada, o que esperava uma unificação em vez da separação de costumes.

Conversando com brasileiros que residem lá, ouvi muitas vezes que os japoneses não os respeitavam porque tinham “olhos puxados” mas não falavam japonês. Também ouvi dos japoneses que os brasileiros não se esforçavam pra aprender os costumes e falar o idioma local. Esse choque cultural ainda impera mesmo que indiretamente, e chega ser curioso encontras ícones da cultura brasileira por lá.

A Crise que afetou o planeta em 2009 fez com que muitos brasileiros perdessem seus empregos do dia pra noite, obrigando-os voltar para o Brasil sem nenhuma expectativa de futuro. Quando voltei para o Brasil, vim num avião cheio de brasileiros que tiveram que abrir mão de viver no Japão e abraçar um otimismo sobre trabalho em sua terra natal. Meses depois os números apontavam que mais de 100 mil brasileiros regressaram para o Brasil após serem dispensados de seus trabalhos no Japão. O amigo que me hospedou no Japão foi um deles, e quando cheguei ao Brasil, me avisou que tinha acabado de ser demitido e que em três meses voltaria para cá. O sonho dele em ir pro Japão era de juntar dinheiro e fazer faculdade no Brasil. Mesmo que ele não tenha conseguido realizar isso por lá, hoje trabalha e cursa faculdade de Administração por aqui.

Hoje no Japão se especula que apenas 1% da população seja de estrangeiros; antes da crise, estavam desenvolvendo um projeto que aumentaria esse porcentual para 10%. O Japão queria trocar os descendentes e coreanos que não sabiam falar japonês por pessoas que soubessem o idioma e quisessem estudar no país ou trabalhar no país. Infelizmente a crise afetou os planos do país que mesmo hoje ainda tem resquícios da crise.

Os brasileiros que trabalhavam no Japão concorriam com vantagens de outros acordos bilaterais que o país mantinha, como os imigrantes da Coréia. Muitos coreanos são contratados no Japão como estagiário podendo residir lá por quatro anos, e essa concorrência de melhor mão-de-obra acabou-se se acentuando na pós-crise.

A economia brasileira que era mais independente dos Estados Unidos acabou-se não sendo muito abalada, porém o Japão viveu seus piores dias. O país era conhecido por ter emprego instável, onde pessoas trabalhavam sua vida toda numa única firma, mas tudo mudou em 2009. Surgiram inúmeros mendigos nas imediações de estações de trem e metrô. Diferente daqui, eles usavam as estações de trem apenas para dormir por causa do aquecimento interno, mas trabalham no dia seguinte em busca de produtos recicláveis em troca de dinheiro, mesmo diante dessa crise nunca pediam dinheiro nas ruas.

Muitas emissoras japonesas entrevistaram brasileiros que estavam vivendo na miséria no Japão, o que obrigou o governo japonês a tomar medidas, como oferecer passagem de volta ao Brasil, além de pagar o equivalente a 2 mil dólares por dependente da família, para que os mesmos não voltassem ao país a trabalho pelos próximos anos. Tal atitude do governo japonês não foi bem recebida pela colônia brasileira, gerando um mal-estar.

É uma história que está sendo escrita todos os dias sendo acompanhado pelos principais meios de noticia dos dois países. Seja brasileiro ou japonês, o que importa é respeitar o próximo e é por isso que o Brasil e o Japão continuam indo pra frente.

Texto publicado originalmente no jornal Semanário da Zona Norte

Fala Série Chris #39 – Querem nojeira?

Essa semana fomos convidados no podcast Fala Série Chris pra falar da série The Walking Dead que acabou esse final de semana nos EUA.

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Olá, amiguinhos!
Sejam bem-vindos a mais um FALA SÉRIE CHRIS, podcast com o universo das séries televisivas mais bacanas, fofinhas ou bizarras, apresentado por Chris Marques!
Nesta semana temos convidados! Camis Barbieri e Giuliano Peccilli chegam falando de THE WALKING DEAD, uma série sobre pessoas…e zumbis nojentos.
DURAÇÃO: 69 minutos.

Kaizoku Sentai Gokaiger

Confirmando (ao menos parcialmente) os rumores que circularam freneticamente na “tokunet”, já é oficial que o Super Sentai do ano que se chamará “Kaizoku Sentai Gokaiger” (Esquadrão Pirata Gokaiger) e terá como tema, obviamente, piratas.

Já saiu até a primeira imagem do grupo vestindo seus trajes (eu, particularmente, achei o visual fantástico):

Por se tratar de uma série comemorativa aos 35 anos da franquia Super Sentai, os heróis de seriados passados serão relembrados, a exemplo do que aconteceu com Boukenger, mas em escala maior. É esperada a aparição de aproximadamente 200 heróis de séries anteriores, o que pode incluir nossos conhecidos Changeman, Flashman e Maskman.

Os próprios Goukaiger teriam a habilidade de se transformar nos integrantes dos Sentai passados, mais ou menos como o Kamen Rider Decade fez com os outros Riders. Sendo a GoukaiYellow mulher e o GoukaiBlue homem, especula-se que os uniformes dos “yellow” anteriores que eram homens (como o GaoYellow, de Gaoranger) ganharão uma saia, e o inverso ocorrerá com as “blues” que foram mulheres (como a MagiBlue, de Magiranger).

Ainda guardando semelhanças com Decade (que era chamado de “demônio” e “destruidor de tudo” em sua série), há um rumor nem um pouco confirmado de que os Goukaiger começariam sendo vilões, (ou no mínimo uns fanfarrões, como todo bom pirata), tendo um lema até meio pesado para um Sentai: “Ubae, Korose, Okase”, que seria algo como “Roubar, Matar, Profanar”. Sobre isso ainda teremos que esperar.

Há também a torcida de que o personagem AkaRed volte a aparecer, já que ele se dizia a própria encarnação de “todos os guerreiros vermelhos” e terminou sua participação no especial de Boukenger indo hibernar no espaço e dizendo que retornaria quando fosse o momento certo. Entretanto, nenhuma menção a ele foi feita ainda.

Por fim, os fãs do gênero esperam que a série seja muito superior à atual Goseiger, que anda gerando bastante críticas por seu enredo dito fraco e seus personagens ditos sem carisma.

Agora é aguardar 2011!

Opinião | Segurança no Brasil e no Japão

Por: Giuliano Peccilli

Falar de segurança significa avaliar a confiabilidade e tranqüilidade que um lugar ou situação lhe proporciona e, nesse caso, um dos pilares reconhecidos mundialmente e que sustentam o Japão é a segurança. Amigos e conhecidos associam essa segurança em poder dormir com a porta aberta, ou poder andar com grandes quantidades de dinheiro sem ter o risco de ser assaltado, entretanto, o país tem uma estrutura muito maior que “apenas” a sensação de Segurança.

Na realidade, o Japão é um país que tem problemas como qualquer outro, porém ele é muito mais voltado a causas naturais, como terremotos, do que a crimes propriamente ditos. Numa pesquisa realizada em 2006, cerca de 70% dos japoneses consideravam o país perigoso, porém seus motivos por essa insegurança eram associados a nevascas, terremotos e erupções vulcânicas, entre outras causas naturais.

Outros crimes, como ladrões de peças íntimas femininas, acabaram tornando uma caricatura da sociedade japonesa. Esse tipo de crime, que acontece até hoje, e que condicionou as japonesas a terem um varal dentro de suas casas para evitar esse tipo de assalto ocorra e que suas peças acabem sendo revendidos em Sex Shops como um fetiche para homens. No Brasil essa notícia causa estranhamento devido a esse crime não ser comum.

O que realmente assusta no Japão são os suicídios, sendo que a média por lá é que a cada 20 minutos acontecer um novo suicídio. Os números de suicídios aumentaram de 2009 pra cá, com a Crise mundial, tendo uma média de 30 mil suicídios anuais no país.

O suicídio muitas vezes é levado pelo fracasso em um vestibular, ou com a perda de um emprego. Para se ter uma idéia da situação, a Organização Mundial da Saúde concluiu que o Japão tem uma média de a cada 100 mil pessoas, 24 se suicidarem, enquanto o Brasil tem “apenas” 5 pessoas para as mesmas 100 mil.

Isso levou o país a desenvolver portas anti-suicídio nos trens e também uma segurança maior em pontos turísticos, como no Monte Fuji, onde acontece um grande número de suicídios. Devido a essa situação, foi preciso desenvolver investigações sobre o auxilio a esses suicidas. Descobriram uma rede de informações na internet, que pessoas aprendiam formas de suicídio, como por exemplo, o desenvolvimento de um gás letal com materiais que podem ser encontrados em qualquer supermercado.

Os postos comunitários japoneses serviram de inspiração para o modelo brasileiro, sendo que estes foram baseado em quatro pontos: Preservação de crimes na comunidade, prestação de serviço com rondas policiais, participação do público no planejamento e supervisão das operações da polícia e a mudança de responsabilidade do comando para as fileiras mais baixas da corporação. Mesmo que os problemas de um país para o outro sejam diferentes, o modelo de posto comunitário brasileiro também funciona baseado nesses quatro pontos.

Numa viagem em que fui ao Japão, acabei perdendo o passaporte, entre as cidades de Beppu e Hiroshima. Dando meu depoimento sobre o ocorrido, os policiais não só mantiveram a minha tranqüilidade, como também queriam saber coisas do Brasil, sempre associando a cidade de São Paulo, com o time de futebol que já jogou por lá. Em 24 horas, numa distância de mais de 400 quilômetros, o passaporte foi encontrado e a polícia nos informou sobre onde retirar-lo, mostrando que não só tem uma polícia interligada, como também que a maioria das coisas que se perde lá, se acha.

Alem disso, muitas pessoas perguntaram sobre a perda do passaporte, desde funcionários de metrô a funcionários de lojas próximas, com um cuidado especial que faz você não só se sentir “Bem recebido” e respeitado pelo o país.

No Brasil, o episódio poderia ter acabado de uma forma totalmente diferente, pois muitas vezes objetos perdidos ficam no local e não são entregues a polícia. Outro fator é que seu passaporte poderia ter caído nas mãos erradas, o que acarretaria em problemas no futuro.

A segurança de um país não está na polícia, mas na sociedade que se preocupa com o lugar em que vive. O Brasil e o Japão são países distintos, todavia, não é só da polícia que devemos esperar a segurança, mas de nós mesmo através de uma reeducação social. A segurança só existe por parte da polícia para manter a ordem que já existe e foi criada pelos seus habitantes.

Texto publicado originalmente no jornal Semanário da Zona Norte

JWave #23 | Cybercops – Parte 2

JWAVE23

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Bem vindo ao JWAVE…

Essa é a segunda parte do especial Cybercops – Os policiais do futuro que é o nosso primeiro tokusatsu aqui no JWave. A série que deixa saudade merece e por isso, essa é a segunda parte de três podcasts. Isso mesmo, somos fãs de Cybercops e esse é o segundo podcast da série e ainda tem o final.

Juba (@juba_kun), Calliban (@calliban), Marvin (@depoisdocomeco) e Maverick (@mavericko) se reúnem pra relembrar esse clássico que dessa vez se foca no passado do Jupiter e na chegada do Lucifer, o nosso personagem favorito. Toda a trupe do JWave reunida em nosso primeiro tokusatsu e mostrar quais as coisas que mais gostávamos em Cybercops. Dessa vez, falaremos também de videogames, mangás e a carreira dos atores, após Cybercops.

PS: Esse podcast não acaba aqui, ainda tem a parte três de Cybercops. Ainda não sabemos quando sairá a parte 3 com a conclusão da série, mas avisaremos no twitter ou no blog, quando este será lançado.

TEMAS ABORDADOS

Cybercops – O passado do Júpiter e a chegada do Lúcifer
Cybercops – A primeira derrota da Destrap
Mangás e quadrinhos de Cybercops
Continuação?
Carreira dos atores após Cybercops

VÍDEOS
Abertura do Cybercops
Cyberforça – Golpe do Júpiter
Transformação dos Cybercops
Comercial japonês de Cybercops
Comercial na Rede Manchete

FOTOS
Eles hoje em dia
cybercopsatual

Tomoko
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Takeda
tomonoriyoshidasi1

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Crítica | Os Outros Caras

A dupla de detetives Terry (Mark Wahlberg) e Allen (Will Ferrel) trabalham no setor de contabilidade forense da polícia. Enquanto Allen está feliz com o trabalho e detesta a ação das ruas,Terry ,que trabalhava na rua até ter um pequeno acidente de trabalho e ser rebaixado,adoraria voltar à ação. Ambos vivem à sombra dos dois melhores policiais da cidade,Danson (Dwayne “The Rock” Johnson) e Manzetti (Samuel L. “MotherFucker”” Jackson).

Mas quando a dupla se retira do serviço (sem dar Spoiler) Allen e Terry tem a chance de finalmente brilharem quando conseguem uma pista que os levam a um grande caso.

Como deu pra notar acima o roteiro de Os Outros Caras não tem nada de novidade…Mas quem se importa? O filme está repleto de cenas de ação ,mas o que mais me agradou mesmo foram os momentos cômicos. Devo admitir que nunca vi a mínima graça no Will Ferrell mas aqui ele se superou..está engraçadíssimo. Aliás não só ele mas praticamente todo o elenco tem seu momento para nos fazer rir.Acho que o último filme dos mais recentes que me fez mais rir foi o ótimo “Se beber não case” e “Os outros Caras” consegue chegar perto.Talvez o fato de eu ter gostado se deva que o filme não precisa de escatologia ou palavrões sem sentidos pra fazer rir, como o que parece ser o tipo de humor que faz sucesso atualmente. e como eu comentei no post do “A ressaca” não gosto disso.

Claro que tem muitas cenas exageradas e outras até mesmo sem noção(no mau sentido) como a cena final dos personagens do Samuel L. Jackson e The Rock que é uma das coisas mais idiotas que vi nos últimos tempos e aliás é com relação a esses personagens minha maior crítica ao filme: Os trailers e imagens dão a entender que os dois atores serão parte constante da trama o que não é verdade. Ambos ficam em cena apenas pelos 15 minutos iniciais.Ok, pra mim não tem muito problema já que eles não fazem parte dos atores que me fazem ir ao cinema não importando o filme só para vê-los.Mas se alguém vai esperando ver os dois atores em ação, pode se decepcionar um pouco. Mas daremos um desconto pra isso em favor da diversão.

E se tudo isso ainda não for suficientepara irem assistir ao filme,ainda temos a maravilhosa Eva Mendes no papel da mulher fogosa do Allen.

Quem gosta de filmes de comédia de ação com certeza vai gostar dos Outros Caras que é um daqueles filmes para se assistir e dar bastante risada.

Então seja como um Pavão e voe para o cinema..