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NHK World Podcast entrevista autor de Gen Pés Descalços


A NHK mantém um podcast diário em português no portal NHK WORLD Portuguese, e foi uma grande surpresa ver que o tema do dia 8 de setembro, foi nada menos que uma entrevista com mangaká Keiji Nakazawa.

A entrevista é bem bacana e é traduzida em português, sobre curiosidades desse mangá que já foi publicado no Brasil pela Conrad.

Release do podcast:

“Divulgando um mangá antinuclear para o mundo

A série japonesa de mangá “Gen – Pés Descalços” fala sobre o bombardeio atômico dos Estados Unidos sobre a cidade de Hiroshima e a tragédia das pessoas afetadas pela radiação. Trata-se da obra autobiográfica do desenhista Keiji Nakazawa, e chegou a vender mais de 10 milhões de exemplares. O autor enviou a versão em inglês de “Gen – Pés Descalços” ao presidente norte-americano Barack Obama, que, por sua vez, tem pregado pela abolição das armas nucleares. Nossa reportagem aborda o desejo de Keiji Nakazawa por um mundo livre desse tipo de armamento.”

Lembrando que quando visitei Hiroshima, encontrei dentro do museu da bomba atômica, os mangás do Gen pra vender. Fiquei espantado que o mangá é muito mais longo do que foi publicado no Brasil.

Ouça o podcast aqui. http://www.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/radio/asx/sunday.asx

Ouça outros podcasts no site http://www.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/podcasting.html

Top 10 Bilheteria dos cinemas japoneses: Ballad: Namonaki Koi no Uta estreia em 2º!

Essa semana foi uma semana cheia de mudanças na bilheteria japonesa, tendo alguns filmes perdido a força em relação a semana anterior. Tivemos a estréia de Ballad: Namonaki Koi no Uta e O seqüestro do Metrô 1 2 3 nos cinemas japoneses.

Mantendo a primeira posição tivemos a terceira parte de 20th Century Boys que estreou na semana passada. Esse parece ser um filme que irá permanecer por um bom tempo nesse Top 10.

Sobre Ballad: Namonaki Koi no Uta, ele é um caso bem interessante de ser analisado. Estrelado por Kusanagi Tsuyoshi, do grupo Smap, e a Yui Aragaki, seu roteiro foi uma adaptação do filme de 2002, Crayon Shin-Chan: Arashi wo Yobu Appare! Sengoku Daikassen. Irônico que o personagem Shin chan foi retirado do filme, sendo substituído por um personagem aleatório e mais comedido. O filme é um romance entre um general interpretado pelo Kusanagi por uma princesa interpretada por Yui Aragaki. Estreando na segunda posição, o filme é bom e tem uma boa campanha de marketing, em torno dele. Muitos sites internacionais estão comentando sobre esse filme, sendo provável que ele venha aparecer no top 10 pelas próximas semanas.
Sobre O seqüestro do Metrô 1 2 3, o filme estreou também no Brasil semana passada, ele teve um apelo bastante forte, porém duvido que tenha essa boa bilheteria nas próximas semanas. Principalmente porque não tem um apelo forte pra ser assistido por muito tempo.

O filme Uma noite no museu 2 continua muito bem na bilheteria japonesa e está surpreendendo, mesmo com sua janela de estréia bem atrasada. Será isso culpa dos Jonas Brothers?

Para quinta posição temos Harry Potter que parece depois de 2 meses nos cinemas japoneses, está perdendo força. Dessa vez, nem preciso exaltar o quanto Harry Potter é querido no Japão. Acho que todo mundo aqui já viu o hit do Youtube que é a entrevista realizada por uma fã japonesa no set do filme.

Hachiko e Summer Wars mantiveram as mesmas posições da semana passada. O filme com Richard Gere sobre a história do cachorro Hachi anda me surpreendendo no ranking japonês, porem vale frisar que só veremos o filme em dezembro por aqui.


Kamen Rider Decade e Shinkenger caíram para a oitava posição essa semana. Comentários? Era natural que ele caísse no ranking assim que estreasse o novo Kamen Rider W. Nova série, sem mais a campanha de Decade na televisão, provável que semana que vem, Decade nem apareça no ranking. Lembrando que foi anunciado novo filme do Decade para dezembro, vamos ver o final seja digno e principalmente, ele se saia bem nos cinemas, sem ter série de tevê.

Outro filme que perdeu força foi o décimo segundo filme de Pokémon que está na nona posição. Comemorando 2 meses de exibição esse filme já entrou para a história de ser o mais lucrativo da franquia. Verdade seja dita, Pokémon virou eterno, assim como Doraemon e Shin-Chan são, assim Ash e Pikachu continuaram na televisão japonesa ainda por muitos anos.

Você assiste novela japonesa ou dorama?

Esses dias, um amigo veio brigar comigo porque eu postei num tópico aqui no blog o termo “novela” e não “dorama” ou “jdrama”, como ele gostaria que fosse. Eu sei que novela brasileira carrega o estigma pra fãs do gênero, de ser ruim, porém não podemos achar que só porque a estrutura de um “dorama” é diferente do ocidente, deixa de ser um “dorama”.

O termo “dorama” é apenas um rótulo que deve ser usado da mesma forma que mangá significa quadrinhos japoneses e animê é animação japonesa. Porém, nunca você deve negar a origem da palavra.

Tanto os “doramas” como as novelas, vieram da mesma origem, a Soap Opera, se elas evoluíram pra caminhos diferentes, ai já é outra coisa. Enquanto as nossas novelas tiveram toda uma origem construída na novela cubana, depois caindo sua própria característica ao gosto do brasileiro, as japonesas também aconteceram isso.

No Japão, os doramas são baseados em livros e quadrinhos, até porque sua cultura de massa é bem diferente da nossa. Os mangás são voltados ao cotidiano, sendo identificação para aquele segmento da população, assim quando adaptado para televisão, faz um repeteco para o mesmo público. No Brasil, quadrinhos ainda caminha entre o infantil e o adulto, infelizmente a passos largos. Nossa escola de novelas se baseia também em livros, porém de uma maneira totalmente diferente dos japoneses.

Revistas como Nippo Brasil, utilizam o termo “novela japonesa” sem problemas, porém o termo “dorama” está sendo adotado, inclusive a Rede Globo chegou a usar numa matéria sobre animê e mangá.

O professor Mauro Neves Junior, que publicou sua tese comparando novelas brasileiras e japonês na Universidade de Sofia em Tóquio, também pensa da mesma forma.

Sinceramente, não muda nada chamar de “novela japonesa”, são apenas denominações pra chamar aquela produção. Ou por acaso você ficaria ofendido de um japonês falar “burajiru dorama” ao se referir as nossas novelas?

Chamar de “novela japonesa” ou dorama dá na mesma, são apenas denominações diferentes. Eu não fico ofendido se alguem chamar animê de desenho japonês por ser a mesma coisa.

Falar que as novelas brasileiras pioraram? Eu concordo, mas isso é outra discussão que não será analisada agora. Porém, parece que ofende comparar produções japonesas com brasileiras, tentando nivelar doramas as novelas brasileiras.

A cultura pop japonesa é rica, mas não precisa de um preconceito bobo desse. Caso quiserem entender as origens da novela brasileira leia o livro “A hollywood brasileira” do autor Mauro Alencar. Sobre novelas japonesas, existem um livro em inglês sobre o assunto que pretendo comprar em breve pra estudar as origens do “dorama”.

Curiosidade: Ayrton Senna na Shonen Jump


Entre 1991 a 1992, a revista Shonen Jump patrocinou a Mac Laren, assim produzindo uma história com Ayrton Senna para popularizar a F-1 no Japão. Tendo corridas ocorrendo de madrugado, a F-1 não conseguia emplacar por lá.

A revista não só conseguiu transformar F-1 popular no Japão, como tornou Ayrton Senna um ídolo. Muitos artistas da casa desenharam capas e ilustrações remetendo ao ídolo. Em especial, as capas eram ilustradas pelo Tsukasa Hojo (do City Hunter) e do Akira Toriyama (de Dragon Ball) e Masakazu Katsura (de Video Girl Ai) que homenageavam o piloto brasileiro.

A Jump publicou três histórias sobre F-1, sendo a primeira GP Boy em que o piloto brasileiro ainda não era protagonista. A próxima história veio com F. no Senkou – Ayrton Senna no Chousen (que pode ser traduzido como O relâmpago do F – O desafio de Ayrton Senna). De curiosidade a história começa com os jovens Nelson Piquet, Roberto Moreno, Maurício Gugelmin (todos pilotos da F-1 na ativa na época), além do próprio Ayrton Senna que assistiam a vitória de Emerson Fittipaldi no GP de Interlagos em 1973.

Esse é do tipo de material mesmo que publicado pela Shonen Jump é bastante obscuro pra nós brasileiros. Acredito que por serem obras curtas, teria uma certa recepção no país, sendo que elas provavelmente devem ser licenciadas no Brasil pela Viz que cuida desse tipo de licenciamento na América.

Fica a curiosidade que quando a Hqmaniacs licenciou Senninha e anunciou interessado em publicar mangás, mostrei pra eles sobre Senna ter saído na Shonen Jump, porém na época eles não se interessaram por essas três séries.

Vale lembrar que a maioria dos mangás publicados no Brasil são de séries publicadas na Shonen Jump. Desde Dragon Ball, Death Note, Bleach, Naruto, Video Girl Ai, entre tantos outros, são obras de sucesso que saíram nessa famosa antologia de quadrinhos.

Agradecimentos ao Marcus Marinho e ao Alexandre Nagado por alguns dados publicados dessa época no Nihon Site.

Crítica | 200 pounds beauty


O premiadíssimo filme coreano “200 pounds beauty” realmente chama atenção onde passa. Abusando do humor e ousadia, o filme produzido em 2006, reinventou o conceito sobre abordar “obesidade” já visto em casos como Professor Aloprado, com Eddie Murphy.

Baseado no manga “Kanna-San, Daiseikou Desu”, da criadora Yumiko Suzuki, 200 Pounds Beauty foi uma produção muito comentada em 2006. Recentemente, o filme foi exibido no Brasil, no evento “Expo Cultura, Mídia e Arte Digital da Coréia 2008” organizado pelo consulado da Coréia, mostrando para os brasileiros um pouco da sua tecnologia digital empregada na Coréia. O evento reuniu emissoras, empresas de animação, jogos estreitando assim o relacionamento Brasil e Coréia.

200 Pounds Beauty reunindo uma trilha sonora de peso, cheio de regravações de sucessos internacionais, na voz de cantores coreanos consagrados, com certeza um dos pontos mais forte desse filme, fica para a escolha da trilha sonora.

Acredite, depois de ver esse filme, com certeza você não vai conseguir tirar da sua cabeça a canção “Maria”, cantada por Kim Ah-jung, cover do sucesso do grupo Blondie.

Conheça Kang Han-na, de tele-sexo a cantora dubladora.

Kang Han-na é uma cantora frustrada, pois mesmo tendo uma belíssima voz, ao estar acima do peso, ela está bem longe dos padrões de beleza mundial. Assim, ela usa sua voz sendo telefonista de um tele-sexo, como também empresta sua voz, para a cantora Ammy, que não passa de um corpo bonito, mas que tem uma voz que é uma lástima.

Mesmo atuando nos bastidores, Han-na sonha estar no palco, sempre dançando na sala aonde ela dubla a Ammy. Ela também sente uma paixão platônica por seu produtor, Sang-jun. Galã, Sang-jun se preocupa com Han-na e seu carinho por ela, faz com que ela interprete que ele também gosta dela.
Ela também está quase que diariamente na clinica aonde seu pai está sendo tratado. Ele a confunde com sua antiga esposa, e Han-na aceita esse sonho, dançando com ele, todas as noites, como ele dançava com sua mãe.

Um presente de mau gosto

Sang-jun convida Han-na para o seu aniversário, ela apaixonada por ele, aceita na hora o convite. No dia seguinte, ela recebe uma caixa com um vestido vermelho, e ela veste cegamente, confiante que é um presente do Sung-jun.

Chegando a festa, todos olham com maus olhos, ela vestida com aquele vestido tão apertado. Para surpresa de todos, Ammy aparece com o mesmo vestido, que realça sua beleza, deixando claro, que foi uma peça dela contra a pobre Han-na.
Prometendo nunca mais passar por humilhação igual a aquela, Kang Han-na se despede de sua vida. Assim, ela se despede do seu cachorro, rompendo os laços de sua vida.

Um ano depois…

Os shows da Ammy, foram cancelados, com o sumiço de Kang Han-na, a única solução é o reality show que a falsa cantora fará para levantar algum prestígio. As buscas atrás pela cantora acima do peso continuam, sendo que Sung-jun nunca perdeu a esperança em achá-la.

Há um ano atrás, Han-na procurou um cirurgião plástico que era cliente dela, no tele sexo. Revelando que ele usa esse serviço porque transformou sua esposa numa mulher tão perfeita que não consegue toca-la, Han-na convence o medico a opera – lá.
Uma nova mulher surge, entre plásticas, condicionamento físico, sendo que nem a própria se reconhece. Linda e sem traço de uma gordura, Han-na vira a mulher mais cobiçada do pedaço.

O corpo perfeito e a voz perfeita.

Tendo um corpo perfeito e uma voz perfeita, Han-na agora tinha as duas coisas fundamentais pra subir a um palco e se tornar a mais famosa cantora de todos os tempos. Para não ser reconhecid, Han-na, decide criar um pseudônimo, tornando-se Jenny.

Indo atrás de Sung-jun, ela acaba deparando com uma seleção de aspirantes a artistas, que almejavam se tornar uma estrela. Sem dificuldades, Jenny entra na seleção e chama atenção do produtor Sung-jun.
Sung-jun compra a idéia de tornar Jenny, a nova cantora das paradas de sucesso, com um marketing “100% Natural”. Não sabe ele, que a Jenny fez cirurgia plástica do fio de cabelo até a unha dos pés.

Ammy que não é boba nem nada sabe que ser bonita e talentosa, e, além disso, ser algo natural é completamente impossível. Assim, ela se aproxima de Jenny, com intenção de destruí-la. Até porque, com a chegada de Jenny, a gravadora já se esqueceu quem é Ammy e de continuar as buscas atrás de Han-na.

O primeiro amor de Han-na

Chega a ser meio engraçado da inocência de Han-na, quando é paquerada na rua. Sua inocência é tanto, que ela vibra de alegria, quando recebe elogios, fazendo os homens ficarem confusos. Num dos momentos mais engraçados, dessa inocência é quando ela bate o carro, e o policial e o motorista do carro, ficam prontos em lhe ajudar, apaixonados por sua beleza e ela não sabe como reagir.

Acreditando que agora ela poderia chegar próxima de Sung-jun, Jenny tenta fazer ele se apaixonar por ela. Ironicamente, quanto mais próxima ela fica dele, mais detalhes de sua antiga vida como Han-na, ela encontra. Começando por encontrar seu antigo cachorro morando com ele, Sung-jun também cuida do pai de Han-na, além de lhe mostrar um vídeo para lhe servir de inspiração, que não é nada menos que o teste de Han-na na gravadora.

Jenny fica confusa, porque Sung-jun mostra tantas coisas de Han-na par ela? Será que ele já sabe? Ele realmente amava a Han-na? Jenny não compreende que mesmo assim, Sung-jun também gosta dela.

Ammy descobre o segredo de Han-na

Indo constantemente na clinica onde está o pai de Han-na, um dia ela houve a seguinte frase: “Deus que pode dar o dom as pessoas. As pessoas não tem esse poder, apenas sendo boa em algumas coisas”. Ficando com essa frase na cabeça, sobre não é qualquer um que pode virar cantor, mas precisa ter o dom, algo que as pessoas não conseguem fabricar, Ammy, acaba ouvindo a mesma frase, dias depois, de Jenny, que comenta que cresceu ouvindo essa frase de seu pai.

Pensando rápido, Ammy começa armar contra Jenny/Han-na, espalhando aonde ela passa, mensagens do tipo”Você é uma farsa!”.

A tempestuosa estréia de Jenny

Sung-jun começa a analisar suas lembranças e percebe que Jenny só pode ser Han-na, e o sentimento de ter sido enganado, a primeira coisa que ele faz é pedir para que ela esqueça a noite que eles ficaram juntos.

Percebendo que está perdendo todos amigos a sua volta, em troca da beleza, Jenny se sente como uma panela de pressão, no dia de sua grande estréia. Para piorar as coisas, Ammy apronta mais uma e manda mensagem pra todos da gravadora, de Han-na e Jenny, revelando que são a mesma pessoa, deixando o chefe da gravadora irado, pedindo o cancelamento do show.

Sung-jun a defende e fala que ele é um dos responsáveis a dar dinheiro pra gravadora, por isso irá manter o show. Defendendo Han-na, Sung-jun quer que ela se dê bem como Jenny no palco.
Entrando no palco, ela se derrama em lágrimas e pede perda pro público e conta a verdade. Sung-jun põe a imagem de Han-na ainda gorda nos telões do palco, chocando o público, sobre a transformação de Han-na em Jenny.

Numa das cenas mais emocionantes de todo o filme, Han-na pede perdão a todos que a perdoam, assim se encontrando com a velha Han-na. A Jenny não existe mais e agora Han-na só quer ser ela mesma.

Tendo os cd recolhidos nas lojas, Jenny não passou de uma ilusão, em contra partida, o primeiro cd de Han-na chega as lojas e vendendo muito bem. Começa a nova fase da Han-na feliz com ela mesma.

No amor, ela e Sung-jun, ainda é meros amigos, mas dessa vez Sung-jun está profundamente apaixonado por ela.

Top 10 Celebridades com as pernas mais bonitas

Eu sei que vocês adoram esses TOP 10, e pois bem, a Oricon fez mais uma pesquisa que nos agrada tanto. Quais são as pernas mais bonitas, segundo os japoneses? Tudo bem. que se fosse no Brasil seria Top 10 de bundas, porém ainda espero esse “bom senso” dos japoneses.

Porém, vale frisar que eu não entendi porque Yamapi está nessa lista, porem a lista está como foi publicada. Estranho é ver um homem na lista daquele que em as melhores pernas, porém vai entender.

01 – Goto Maki
02 – Satoda Mai
03 – Sawajiri Erika
04 – Shima Yuika
05 – Yamashita Tomohisa
06 – Nakamoto Suzuka
07 – Fukuhara Haruka
08 – Kashino Yuka
09 – Yotsumoto Naomi
10 – Kinouchi Midori

Crítica | Prince of tennis Live action

Exibido pelo canal Animax, o animê Prince of tennis é um dos grandes animês que estreou junto com o canal aqui no Brasil. No ano retrasado foi produzido o seu primeiro live action que na semana de estréia ficou entre os dez mais assistidos no Japão.

O mangá

As histórias do tenista Ryoma Echizen começaram a ser publicadas em 1999. Atualmente a série conta de Ryoma, um estudante vindo dos EUA, que mesmo muito jovem tem a fama de ser um excelente jogador de tennis. Entrando para a escola Sengaku, ele enfrentara hostilidade por ser muito jovem, mas nem por isso ele abaixara o nariz. A série foi encerrada ano passado, ganhando uma continuação logo em seguida.

O animê

Criado por Takeshi Konomi virou animê em 2001, sendo exibido pela TV Tokyo. Constituído de 178 episódios e uma série ova de 13 episódios, recentemente foi anunciado uma nova série ova que dará continuidade aos capítulos recentes do mangá. No Brasil foi exibido apenas a primeira leva de 52 episódios ainda sem previsão para episódios inéditos virem ao país.

O Musical

O que poucas pessoas sabem é que Prince of Tennis, como outros animês de sucesso, foi convertido em um musical. Suas principais sagas do animê viraram músicas contracenadas por um elenco rotativo, que troca depois de três apresentações.

Semelhante ao animê Sailor Moon, o musical foi à ponta de entrada para ganhar uma versão com atores reais. Lembrando que mesmo que soe estranho para nós brasileiros, é normal no Japão se produzir musicais de animês de sucesso, como foi produzido: Bleach, Cavaleiros do Zodíaco, Sailor Moon e Prince of Tennis. Recentemente Prince of tennis o musical está em sua quarta geração de atores em exibição no Japão.

O filme

O filme veio em maio de 2006 e cumpriu uma difícil missão em resumir uma longa história em apenas uma hora e quarenta minutos.

Recontando a origem do mangá e indo até o jogo entre a Seigaku e a Hyotei, o live action conseguiu ser fiel como também inserir novidades a franquia.
Echizen Ryoma chega dos EUA, não gostando nada da idéia de se transferir a escola Sengaku. A idéia foi de seu pai, assim ele veio passar um tempo no Japão. Chegando a escola, ele acaba se envolvendo numa briga que é resolvida num jogo de tênis, mas que acaba sendo suspensa pelo capitão do clube de tennis. Ryoma acaba se tornando um membro do Sengaku, mesmo sendo muito mais novo e tendo sua fama mundialmente, o capitão do time promete que ele será normal como todos ali para a diretora.

Semelhante ao animê e mangá, Ryoma permanece inalterado, esnobe e sem um pingo de humildade. Brilhante atuação do ator Hongo Kanata que soube manter toda essência do personagem.

Outro personagem muito bem interpretado em tela foi o Nanjiro Echizen, por Kishitani Goro. Ele manteve todo o bom humor e deboche na relação pai e filho com o Ryoma. Trazendo seu filho pro Japão, Nanjiro acredita que Ryoma tem muito o que aprender para se tornar um grande jogador de tennis, e isso acabamos descobrindo no desenrolar do filme.

O grande vilão do filme é o Egate Mcleod Higaki, interpretado por Rikiya. Ele desafia Ryoma numa batalha final de encher os olhos no final do filme. Será que Ryoma consegue superar as táticas sujas do inimigo?

Analisando o filme

O filme trouxe algumas novidades visuais, valendo atenção para tenistas voadores, efeitos de chamas, raquetes explodindo, efeito de luz negra, além de “ki” para os personagens. Todas essas novidades visuais foram muito bem vindas, mas que também deu um ar caricato a exemplo de Shaolin Soccer. Se isso descaracterizou a série? Não, porque toda a essência de cada personagem está ali. Mudanças visuais como essas apenas engradeceu o filme, trazendo um novo diferencial para o público que já conhecia a série, como também encheu os olhos de quem nunca teve contato com a série.

Esse tipo de mudança ocorre naturalmente quando uma série muda de mídia (mangá para animê, mangá para live action), tendo que ser recriada novas formas de narrativa visual. Isso faz lembrar as mudanças que Sailor Moon sofreu para se transformar um live action, como a mudança de cores de cabelo apenas na transformação, uma luna de pelúcia e um enredo mais sério e fiel ao mangá do que o animê.

Como dissemos antes, o live action pegou emprestado muito do que deu certo no musical, por exemplo trazendo vários atores da segunda geração do teatro no elenco do filme. Agora não confunda, porque você não irá ver Ryoma cantando no filme.

O elenco

O protagonista Echizen Ryoma, foi interpretado pelo jovem Hongo Kanata de 17 anos. No Brasil, podemos ver ele no filme O retorno (Returner). Outros filmes de sucesso que ele atuou foi Nana 2 (baseado no mangá de mesmo nome) e Moon Child (o famoso filme de Gackt e Hyde). Em doramas, Hongo atuou em poucos doramas, sendo o mais recente o “Seito Shokun!”. Para fãs do garoto, ele nasceu no dia 15 de novembro de 1990 em Miyagi e ele tem 1,68 de altura, sendo do signo de Escorpião. Ele é agenciado pela Stardust.

O personagem Tezuka Kunimitsu, por sua vez foi interpretado por Shirota Yuu, que é modelo, ator e cantor no Japão. Ele reencontrou o ator Hongo no dorama “Seito Shokun!”. Shirota pertence a boy band D-boys. Ele nasceu no dia 26 de dezembro de 1985, em Tóquio. Ele tem 1,85 de altura e 74 quilos e é do signo de capricórnio. O filme mais recente do ator é Waruboro também lançado esse ano. Shirota é agenciado pela Watanabe Entertainment.
Keigo Atobe, o personagem popular com as garotas em Prince of tennis, foi interpretado por Sainei Ryuji. Ele é velho conhecido para quem gosta de tokusatsu, por interpretou o Akaza Ban Ban/Deka Red de Tokusou Sentai Dekaranger (adaptado no ocidente como Power Ranger SPD). Ele nasceu no dia 8 de outubro de 1981, em Hiroshima. Ele tem 1,81 de altura de 62 quilos, sendo do signo de Libra. Ele é agenciado pela Horipro.

A personagem muda Higaki Shioin, que seria um par romântico para o Ryoma, foi interpretada pela Iwata Sayuri. Ela é cantora e atriz, sendo que Prince of tennis foi seu primeiro filme. Sayuri nasceu no dia 21 de julho de 1990 em Shizuoka. Ela tem 1,60 de altura.

No papel da Diretora Ryuzaki-sensei, foi escalada a cantora Shimatani Hitomi. A cantora recentemente pode ser vista no Disney Channel cantando a música tema de High School Musical em japonês. Entre seus trabalhos, destaca-se a dublagem que ela fez em Doraemon, no filme “Nobita no wannyan jikuuden”. Ela nasceu no dia 4 de setembro de 1980, em Hiroshima. Ela tem 1,61 de altura e é do signo de Virgem. Ela é agenciada por PROCEED.

Por fim, o pai do Ryoma, o Nanjiro Echizen, foi interpretado pelo veterano Kishitani Goro. Entre os filmes que ele atuou, foi o filme “Taiyou no Uta”, com a adorável cantora Yui. Ele é casado com a cantora Kishitani Kaori da banda Princess Princess. Goro também já atuou ao lado do próprio Ryoma, o Hongo Kanata no filme “O Retorno” (Returner) lançado no Brasil pela Columbia Pictures. Ele nasceu no dia 27 de setembro de 1964. Ele tem 1,75cm de altura e 66 kg e é do signo de libra. Ele é agenciado pela Amuse.

Top 10 dos cinemas japoneses: 20th Century Boys em primeiro lugar!

Essa semana teve uma estréia de peso nos cinemas japonesas, nada menos que a terceira e ultima parte do 20th Century Boys. Baseado no mangá do Naoki Urasawa (mesmo autor de Monster publicado por aqui pela Conrad).

20th Century Boys – The Final Chapter estreou na primeira posição, lembrando que os outros dois primeiros filmes também estreou muito bem no cinema. A série de 22 volumes, teve do 1 ao 5 adaptado no primeiro filme, do 6 ao 15 no segundo filme, sendo do 16 ao 22. Porém, não sabemos se 21th Century Boys que encerra a série, e teve dois volumes, deve ser adaptado também nas telonas.

Em segundo lugar, tivemos Uma noite no museu 2, o filme da Fox perdeu força, mas ainda mantém uma boa recepção pelos japoneses. Lembrando que o filme está há 3 semanas em cartaz e estreou por lá com uma boa janela de atraso.

Harry Potter vai completar dois meses em cartaz semana que vem e parece não perder força, estando na terceira posição. O mago realmente tem uma legião de fãs no Japão pra manter essa excelente bilheteria por lá.

Agora vamos falar de Kamen Rider Decade The Movie: All Riders vs. Dai-Shocker, que caiu uma posição, estando na quarta posição. O filme que faz dobradinha com Samurai Sentai Shinkenger The Movie: The Fateful War, está há 4 semanas em cartaz. A série Kamen Rider Decade acabou sábado, com o anúncio de um novo filme em 12 de dezembro que dará as respostas sobre a série de televisão. Kamen Rider Decade foi uma série de 31 episódios, sendo que seu segundo filme está mantendo uma excelente bilheteria nos cinemas. Não sabemos se é por fãs da série, se é pela homenagem aos kamen rider antigos, ou se é pelo cantor Gackt. Sabemos que Gackt é o principal garoto propaganda do filme, sempre indo nos programas musicais e de entrevista, pra tocar a música Next Decade (tema do filme) e falar um pouco sobre sua participação. Talvez a formula de sucesso tenha sido misturar tudo isso, mas Kamen Rider Decade pode estar exagerando um pouco, porque com o anuncio de novo filme nos cinemas, teremos oficialmente 3 filmes do mesmo personagem no mesmo ano nos cinemas. Um pouco de exagero pela parte da Toei, mas se o personagem está dando dinheiro, eles vão sugar até a última gota.

O filme Kamen Rider Decade The Movie: All Riders vs. Dai-Shocker pode ser interpretado como um final alternativo, porém todos esperavam um novo final na televisão, coisa que a Toei prometeu num novo filme. Sacanagem? Muita.

Semana que vem estréia Kamen Rider W, e acredito que Kamen Rider Decade The Movie: All Riders vs. Dai-Shocker deve começar a cair na bilheteria. Até então, Kamen Rider Decade com certeza, foi uma série que fez bonito nos cinemas japoneses, completando um mês no top 10.
Pokemon Diamond & Pearl: À Conquista do Espaço-Tempo já é o filme com maior bilheteria de Pikachu e companhia, também conhecido como Pokémon 12, está o mesmo período nos cinemas que Harry Potter. Pokemon é uma franquia que virou eterna e esse filme é uma prova viva, que esse segmento se renovou mantendo essa boa bilheteria por lá.

Hachiko com Richard Gere caiu algumas posições, indo para sexta posição. O filme é uma adaptação americana baseada na famosa história do cachorro Hachi. Esse filme só estréia nos Estados Unidos em dezembro, e sinceramente tenho grande expectativa por esse filme.

Tivemos a estréia também de Oblivion Island: Haruka and the Magic Mirror (Hottarake no Shima – Haruka to Mahou no Kagami no original), que é um filme em animação 3D realizado pela I.G Production. O filme é bastante interessante, sobre Haruka que nota o sumiço do espelho dado por sua mãe antes de falecer e ela vai atrás, indo parar num mundo de fantasia. O filme se baseia no conceito de aonde vão parar as coisas que somem ou você perde.

Crítica | Lion Man


Um dos seriados que vieram aqui no Brasil, no auge do sucesso Changeman e Jaspion. A série não teve o devido tratamento que as outras, tornando injustamente, apenas mais uma entre outras que vinham sendo exibidos no inicio da década de 90.

Produzida em 1973, a série Fuun Lion Man ( literalmente Tempestuoso Lion Man), o seriado teve 25 episódios, e foi continuação da serie Kaiketsu Lion Man (literalmente Vigilante Lion Man). As duas, podem ser facilmente distiguir como a de Lion Man laranja e de Lion Man branco, a original.

O seriado foi produzido numa época, em que os filmes de velho oeste estavam explodindo de sucesso nos EUA e na Itália, enquanto no Japão, o cinema explorava o mundo dos samurais. P-Production, a produtora dos dois seriados, logo bolou um seriado aonde todas as músicas remetessem ao velho oeste, enquanto o seriado falasse de samurai, a mistura deu um seriado com um diferencial, aonde tinha músicas inesquecíveis ao estilo ocidental, e roteiro sério e maduro, sobre o universo dos samurais.

Tendo inicio com a cena antológica, de Dan Shimaru, prometendo se vingar da morte de seu irmão e a destruição da sua vila. O protagonista da série estava disposto a qualquer coisa para destuir a família de Mantor do Diabo.

Lion Man, sempre ajuda o casal de irmãos, Sankichi e Shinobu. Ambos procuram seu pai, que desapareceu há muitos anos, e é o ultimo parente vivo deles. Assim, quase todo episódio, Dan Shimaru, acaba os salvando da família de Mantor.

O seriado tem muitas reviravoltas, trazendo incerteza sobre se realmente o Lion Man ira se vingar de Mantor. Uma delas, é quando aparece o personagem Jaguar, o invencível felino, que deseja a todo custo, ter uma luta até a morte com Lion Man. Jaguar, chega a se unir ao inimigo, apenas para poder lutar com Lion Man, mas acaba descobrindo as reais intenções do herói não querer lutar com ele, assim tornando seu um aliado na guerra contra Mantor.

Durante a série, acabamos descobrindo os personagens secundários melhor, assim conhecendo que Sankichi, é uma criança prodígio, que consegue desenvolver algumas armas contra a família de Mantor, como uma dinamite. Por outro lado, conhecemos a linda e meiga, Shinobu, que canta a bela canção “Shino no Kazoeuta”, em muitas situações da série, sobre reflexão em sua busca pelo seu pai.

Em cada episódio, Dan Shimaru, entra mais no terreno conquistado pela famíia de Mantor, assim percebendo que a conquista do Japão, por Mantor, está quase sendo concluída. Dan Shimaru, tenta incentivar vilarejos a lutar contra o inimigo, às vezes, conseguindo convencer e os fazer lutar por sua liberdade, outras vezes, ele fracassa, ao querer mudar as pessoas.

O grande momento da série, realmente é quando o Lion Man, pensa ter encontrado a derrota, mas logo surge o Lion Man branco, o original, que o incentiva a continuar sua luta contra Mantor. Infelizmente, por causa da dublagem, o impacto da cena original, que é tocar a abertura da série do Lion Man branco, foi toda ignorada na versão brasileira, assim não causando a mesma reação que o público japonês teve, ao ver o encontro dos dois.

Talvez, um dos momentos mais injustos do seriado, é quando Jaguar decide lutar sozinho contra o inimigo, sendo derrotado. Lion Man, encontra o companheiro morto, assim jurando mais uma vez, que ira liquidar a família de Mantor.

Lion Man, ainda encontraria um outro personagem que ensinaria a ele, que para derrotar Mantor, ele teria que lutar muito mais bravamente que antes. Joe Tiger Jr, é um dos personagens mais carismáticos da série, sendo um carrasco, mas também amigo a sua maneira, de Lion Man. Uma curiosidade é que o personagem Joe Tiger Jr. Tem ligação com o personagem Joe Tiger, que aparece no seriado Kaiketsu Lion Man.

Na reta final do seriado, Lion Man, deixa de utilizar seu elmo, tornando visualmente parecido com o Lion Man branco, mas também se tornando ainda mais felino, em sua personalidade.
Sankichi e Shinobu acabam descobrindo o destino de seu pai. Seu pai, não é mais humano, tornando se um dos aliados da família de Mantor. Infelizmente, o pai deles acaba morrendo no confronto final, assim ambos jurando que só lembrariam do pai deles, quando este foi humano, recebendo um tufo de cabelo de Lion Man, que havia recebido do pai deles, dizendo que era uma lembrança de quando ele foi humano.

Um dos momentos altos da série é quando numa investida egoísta, Dan Shimaru, decide entrar na caverna de Mantor, sozinho, para derrotar de uma vez, assim cumprindo sua vingança. Joe Tiger Jr., oferece sua ajuda, mas Dan Shimaru, não aceita, pois não aceitaria perder mais ninguém.

No final da série, nada mais justo que a missão cumprida, Dan Shimaru, cavalga longe ao seu cavalo, enquanto Sankichi e Shinobu se despedem do amigo que fez. Eles também voltariam para seu vilarejo. Joe Tiger Jr, saúda ao amigo que fez, de longe, sabendo que realmente Lion Man não precisava de sua ajuda. O Japão aos poucos se reconstruiria, esquecendo que houve um período de trevas, no continente, assim encerrando um dos mais fantásticos seriados que já se passou aqui no Brasil.

A série infelizmente, veio para a televisão, por causa do sucesso das series de live action, havia explodido naquela época. Assim, a série veio junto com a segunda remessa de series de sucesso, como Jiban e Jiraya, estreando de maneira tímida e até confusa na televisão brasileira. Comprada pela Top Tape, a série, veio com mais dez episódios da serie Kaiketsu Lion Man, série original e anterior a Fuun Lion Man. A própria dublagem, também prejudicou a série, ao cortar trilha sonora, em alguns episódios e até na variação de dubladores, em personagens principais da série.

Fuun Lion Man, já foi lançado no Japão, tanto em laser disc, como em dvd. A série, mesmo tendo um roteiro sério e tendo ótimos atores, infelizmente peca pela produção de baixo orçamento, tornando muitas vezes, inverossímil e até estragando, muitas vezes o clima que a série desejava passar.

Tendo quase metade de episódios, do que a série anterior, Fuun Lion Man, tem diversas mudanças bruscas de roteiro, parecendo que estava a todo custo a conquistar novos públicos, durante sua vinculação.

Uma coisa, que qualquer fã da série, nunca esquecerá, é quando Dan Shimaru se transforma em Lion Man. O foguete em suas costas, liga o fazendo voar até o sol, trazendo de volta como Lion Man. Outra coisa, inesquecível para fãs da série é o “Furacão Lion Man” que sempre utilizado por ele, quando derrota algum monstro de Mantor.

Para fãs, de novelas de samurai, ou mesmo mangas do tipo “Lobo Solitário” e “Blade – lâmina imortal”, vale de curiosidade o seriado Fuun Lion Man, por tornar os quadrinhos, quase real.

Essa matéria originalmente foi escrita para um site de tokusatsu, porém por algumas mudanças, o site acabou reformulando e seu conteúdo antigo foi apagado. Espero que gostem, já que Lion Man é uma série zombada pelo seu visual, porém ela é muito boa, principalmente para a época. Uma pena essa série nao ter tido o êxito, principalmente por ter sido uma série “velha” comparada com as demais que eram exibidas na mesma época.

Top 10 Celebridades que você está cansado de ver na TV

O site Kawaii Joyuu publicou mais uma enquete realizada no Japão, e dessa vez vem polêmica à vista. A pesquisa dessa vez, foi sobre celebridades que você está cansado de ver em comerciais na televisão japonesa.

Já disse aqui uma vez, que no Japão, a publicidade utiliza muito da imagem da celebridade. Inclusive campanhas governamentais como a substituição da televisão analógica pela digital que o cantor e ator Tsuyoshi Kusanagi, do grupo Smap, é o garoto propaganda.

Esse conceito da publicidade japonesa é uma derivação de como eles vêem o artista, e como o artista assume diversas funções, recebendo por o nome de “aidoru” do inglês Idol.

Agora, logicamente que alguns artistas acabam extrapolando esse limite, se tornando garoto propaganda de diferentes marcas. Bom, os japoneses não perdoam, assim vamos logo a lista de celebridades que já cansaram de aparecer na televisão.

Comecemos com Matsushima Nanako, a professora Azusa de GTO. Fez a polêmica professora que se apaixona por um aluno em Majo no Jouken. Hoje, ela figura como uma das atrizes mais bem pagas da televisão japonesa. A atriz fez participações especiais em Hana Yori Dango 1 e 2, como irmã do Tsukasa.

Outra figura que aparece na lista é a atleta sul coreana Kim Yu-Na que parece ter cansado o público.

Aya Ueno que sempre aparece na televisão, já chegou a dividir comercial com o astro Jackie Chan, também está entre as rejeitadas pelo público nipônico.

Kamenashi Kazuya, do grupo Kat-Tun, também cansou o público. E sejamos francos, ele está em todas, fez comercial de Dance Dance Revolution, divindo espaço com ninguem menos com o Mario Bros, mascote da Nintendo. Recentemente, ele também foi o garoto propaganda do karaokê Joysound que ganhou versão pra cantar em casa nos consoles Wii. Kazuya também está presente nas campanhas da DoCoMo mostrando as novas tecnologias desenvolvidas pela companhia.

Horikita Maki que fez séries como Hanakimi,realmente começou a estampar diversas campanhas no Japão. Cheguei a ver outdoor dela em Tokyo, fazendo propaganda para uma companhia telefônica.

Fukada Kyoko, linda como sempre, que sempre será lembrada como a mulher montanha em Yama Onna Kabe Onna, também está na lista de rejeitadas. Nesse caso, são inveja das montanhas dela, isso sim. (Mentira)

Irônico é na lista aparecer artistas coreanos, parece que os japoneses se cansaram desse lance de ver campanhas com artistas vindos da Coreia. Isso foi um recado para BoA, Tohoshinki, Big Bang e muitos outros. Cuidado.

Querem saber quem é a rejeitada número 1? Pois bem, é a Chiharu Niiyama. Quem é ela? Acredite se quiser, ela fez a Deka Gold, Marie, na série Tokusou Sentai Dekaranger (adaptado no ocidente como Power Rangers SPD).Ela também já atuou no dorama Ringu Saishusho, que é derivado do j-horror Ringu (conhecido por aqui como O Chamado).

01 – Niiyama Chiharu


02 – Qualquer artista coreano

03 – Ueto Aya


04 – Fukada Kyoko


05 – Horikita Maki

06 – Ando Miki


07 – Kamenashi Kazuya


08 – Tsuji Nozomi

09 – Kim Yu-Na

10 – Matsushima Nanako


Crítica | Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu

Esse foi um dorama muito especial, já que alguns fatos que acontecem aqui, já aconteceram com todo mundo. No meu caso especificamente, o protagonista perde seu avô e assisti esse dorama um tempo depois que eu perdi o meu. Então Sekachuu, tem um espaço especial, principalmente por esse episódio.

Sendo um dorama de doença, é uma série que desanima antes de começar assistir. Porém, ela é tão incrível, como as séries Beautiful Life e Ichi Rittori no Namida.

“1987 – Eu não consegui salvar a vida da única pessoa que eu amava.”

1991 – banco de medula óssea do Japão.

Sabe aqueles livros que você ouve dizer que são bons e de repente de ouvido em ouvido, vira um best seller? Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu, também apelidado de Sekachu, teve uma história assim. Tendo um nome em português para lá de brega “Chorando por amor, no centro do mundo”, tem todos os elementos de se tornar um clássico, sendo um dos doramas mais tristes da atualidade.

Tudo começou com a atriz e cantora Kou Shibasaki. Bastante popular no mercado japonês, a atriz leu o livro e comentou na sua coluna na revista Da Vinci. Ao escrever de como o livro a comovera em 2002, o livro caiu ao gosto do público vendendo em dois anos, aproximadamente 1 milhão e 700 mil cópias. Em 2004, o sucesso do livro converteria na forma de um filme que pode ser considerado um dos grandes sucessos do ano. O livro com o sucesso do filme, logo seria convertido em manga que também foi outro sucesso, vendendo um milhão de exemplares, enquanto o livro naquele ano chegou aos incríveis 3 milhões, tornando se o livro mais lido do Japão deste então. Para quem não se lembrou do nome Kou Shibasaki, ela atua em Battle Royale, e também participou tanto do filme num papel bastante importante, como cantando o encerramento do Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu.quando este virou dorama.

O que tem de especial “Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu”?

Tendo uma história triste, que até aqueles que dizem que não vão chorar, vão ser os primeiros com lágrimas nos olhos. Sekachuu estreou como dorama em agosto de 2004, sendo encerrado com 11 epísódios e um especial em 19 de setembro.

O principal diferencial desse dorama é justamente a gente saber o final desde o começo. Desde o primeiro minuto, o personagem Matsumoto Sakurato chora pela morte de sua amada há 17 anos atrás e vamos entendendo numa mistura de flaskbacks e o mundo atual, como Matsumoto se apaixonou por ela, perder ela e que motivo não se esqueceu dela. Logicamente, a primeira pergunta que vem a nossa mente é “Por que ele não a esqueceu, depois de tanto tempo?”.

A história
Sakurato Matsumoto é um médico em Tóquio, que está atualmente com seus 34 anos. Ele vive um drama constante em seu coração, sobre a perda da sua adorável Aki Hirose no colegial nos longínquos anos 80. Ele nunca se separou dela, carregando um frasco com cinzas dela, em seu bolso, sempre pensando no dia que ele se despediria dela.
Por motivos de saúde, Sakurato se afasta no seu serviço, voltando a sua cidade natal, para assim entender e se despedir de sua amada. Enquanto isso, não entendendo o porque desse seu sumiço inesperado, a Aki Kobayashi e seu filho de 6 anos, o Kazuki Kobayashi vão atrás de Sakurato, para ajudar o grande amigo.

Walkman

Sakurato anda na frente de sua antiga escola, vendo que os jovens de hoje em dia podem até usar o mesmo uniforme que ele usava, mas que cores de cabelos mudaram desde a época que ele freqüentou ali.

Ele lembra do dia que foi ao enterro de um professor da escola e em plena chuva, a estudante Aki Hirose lia o poema no enterro sem parar, mesmo naquela chuva, Sakurato abria seu guarda chuva e a protegia para o espanto de todos. A partir dali, os dois teriam uma estranha amizade colorida.

Tudo ia bem, senão fosse o amigo Akiyoshi Ryonosuke que também se apaixonou por Aki Hirose e pede ajuda do Sakurato para conquista-la. Assim, ele ajuda o amigo, ao criar uma história para um programa de rádio que a Aki ouvia, faturando o prêmio da época , um Walkman. A história basicamente contada na rádio é igual da Aki, mas Sakurato acrescentando o problema de leucemia, para tornar trágica, fez logo ela sacar que foi ele que escreveu e não o amigo dele.

Fazendo as pazes, Aki e Sakurato começam a trocar mensagens por fitas, que na maioria das vezes é por via do walkman que eles escutam.

O namoro

Enquanto isso, Aki batiza Sakurato de Saku, evoluindo a relação de namorado dos dois. Saku queria fazer uma grande surpresa para Aki e propõe uma viagem a uma ilha próxima inabitável, aonde havia um hotel inacabado.

Uma coisa que podemos perceber que o relacionamento nos anos 80 é muito mais severo que hoje em dia, por isso Aki foge do primeiro beijo de Saku, mesmo que ambos estejam namorando.


O avô de Saku

Kentaro Matsumoto é um antigo fotógrafo da região. Sendo avô do Saku, ambos têm uma grande relação de amizade, pelo qual se divertiam juntos, passeando juntos de bicicleta, entre outras coisas.

Ele confiando em seu neto, no que para ele seria a sua última missão. Kentaro pede para que Saku invada o cemitério junto com ele, para que possam roubar as cinzas de sua amada.

Revelando ao seu neto, que no passado sentiu um grande amor por uma garota da região, mas por diversos motivos, o casal não ficou junto, em virtude da guerra, dinheiro e doença, levando a caminhos diferentes. Ele nunca se esqueceu dela, mesmo casando com a avó de Saku, Kentaro nunca se esqueceu desse amor.

Saku acaba aceitando o desafio do avô, entrando no cemitério e achando o túmulo. Separando um pouco de cinzas dela e colocando num frasco, Kentaro fala que quando ele falecer, Saku deve misturar as cinzas, para as jogar no ar, pois assim ambos poderão viver juntos.

Alguns dias depois, Saku encontra seu avõ morto em seu laboratório, como se tivesse dormindo. Ele conta para Aki, que juntos, decidem encontrar o melhor local para aonde Kentaro possa ir embora junto com sua amada.
Esse é um dos capítulos mais tristes do seriado, sendo quase impossível, evitar as lágrimas.

A doença

Se foi um choque a morte do avô, Saku terá que se preparar para algo pior muito em breve. Começamos a perceber os primeiros sintomas de doença da Aki, como um sangramento no nariz em plena prova, aonde Aki resiste ao sangramento, não levando em conta que seria algo muito pior. Outros sintomas são os desmaios constantes que Aki começa a sofrer. Um detalhe importante aqui é que desde o começo, nós conhecemos o final da história, assim começamos a conviver o drama de Aki e Saku, sabendo antes deles que algo está errado com ela.

Um dos momentos mais tristes para Aki, justamente é abandonar as corridas, posteriormente a escola, por complicações de sua doença. Os pais dela pedem que Saku a esqueça, impedindo suas visitas no hospital, mesmo assim ele insiste todos os dias, conseguindo amolecer o coração de ambos.

A Viagem para Austrália

No Japão, quando você está se formando, você vai para a Austrália passar uma semana. Engraçado que fazendo num paralelo aqui no Brasil, pelo menos as escolas do sudeste têm o costume de escolher o nordeste brasileiro como turismo de ultimo ano. Voltando sobre o dorama, Aki fica muito chateada que não pode viajar junto com a turma por causa do tratamento, fazendo Saku não querer ir também. Com muita relutância, Aki pede pra ele tirar fotos da Austrália para ela.

Saku consegue tirar apenas uma foto em toda viagem que é do céu. A partir daqui, ele sempre ira tirar fotos do céu para Aki, já que ela não pode mais ver o céu no hospital, ilustrando seu quarto com belíssimas fotos do céu.

Uma curiosidade que o site do dorama na época, postava semanalmente fundos de tela com fotos dos céus tirados pelo Saku.

O casamento

Convivendo com a doença, Saku acaba sugerindo que ambos se casem. Ambos não conseguem, mas convencem seus pais a permitirem uma foto posada vestidos de marido e mulher.

Amigos e familiares ajudam os dois que se encontram na casa de fotografias que pertenceu ao Kentaro, agora assumida pelo pai do Saku, o Juichiro. A fotografia em especial, acaba simbolizando para os dois o casamento.

A morte

Com certeza, quanto mais avançamos no seriado, não desejamos que Aki morra em cena, mesmo sendo inevitável. Não vou chegar a descrever a fatídica cena, até porque primeiro por ser spoiler, e segundo que não sou nenhum sádico deste fim.
Aki por causa do tratamento, perde todos os fios de cabelo, como também emagrece drasticamente. Saku tenta realizar o ultimo desejo dela, em conhecer a Austrália, a carregando para o aeroporto, mas ela desmaia, num momento comovente, ele tenta carregar ela para o avião, sendo ajudado pelas pessoas ao seu redor.

Ela retorna ao hospital, apenas falando o nome dele, enquanto ele também é hospitalizado em outro quarto. Ficamos nos perguntando, como Saku ficara, quando ele acordar e perceber que está sozinho no mundo.

17 anos depois…

O seriado sempre retorna o presente por Sakurato do presente ser o narrador da historia. Sabendo como Aki realmente morreu, vemos que Saku não existe mais há muito tempo, sendo que Sakurato é uma pessoa totalmente diferente daquela do passado. Este havia morrido junto com Aki, mas será que ele conseguiria se libertar do peso do passado? Virar a página e viver sem esse peso nas costas?

Muitas pessoas do passado, ele reencontra em sua cidade. Mas no fim, o que realmente interessa é se a Aki Kobayashi e seu filho vão conseguir fazer Sakurato ser feliz de novo. Fica essa a nossa torcida, quando a vemos atrás de Sakurato, pedindo pra escutar sua história e deixar ele ser feliz de novo. No entanto, só vendo o seriado, para ver se Sakurato aceitara Aki e Kazuki, como uma nova oportunidade de viver.

A série em DVD

Não demorou muito para a TBS lançar em DVD o dorama Sekachuu, que vinha como brinde, além de algumas mini pôsteres, uma fita cassete com todas as gravações que Aki e Saku trocaram via walkman durante o dorama. Um grande diferencial dos dvds japoneses fica realmente na parte de brindes, já que os japoneses criam brindes extremamente diferenciais e que tem haver com o título.

Prêmios

A série entrou para o Emmy, faturando o prêmio da trigésima terceira edição. Um fato interessante é que a série concorreu com duas séries bastante conhecidas pelo público brasileiro. As séries da rede Globo, Mad Maria e Hoje é dia de Maria, foram enquadradas na mesma categoria, segunda a lista de finalistas do Emmy de 2005.

Sekachuu ficou em terceiro lugar da Oitava Edição do Nikkan Sports Drama.
A quadragésima segunda edição do Television Drama Academy Awars deu como grande vencedora daquela temporada, a série “Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu” oferecendo nada menos que 9 prêmios. A lista ai embaixo:

42nd Television Drama Academy Awards
Melhor Drama
Melhor Elenco
Melhor Ator: Yamada Takayuki / Matsumoto Sakurato (17 anos)
Melhor atriz secundária: Ayase Haruka / Aki Hirose
Melhor tema musical: “Katachi Aru Mono“ – Shibasaki Kou
Best Newcomer: Tanaka Koutaro
Melhor roteirista: Morishita Keiko
Melhor Diretor: Tsutsumi Yukihiko, Ishii Yasuharu, Hirakawa Yuuichirou
Melhor Videoclipe

Curiosidades

O papel da Aki teve mais de 723 garotas na disputa pelo papel, mas no fim, acabou sendo a atriz Ayase Haruka que faturou o papel. A cantora e atriz Rio Matsumoto quase faturou o papel, sendo bastante popular em doramas como Gokusen, ela é uma cantora da gravadora Avex Trax.

O sucesso no Japão logo levou a Coréia fazer um remake que estrearia em 2005, chamado “My Girl and I”. O sucesso no Japão continuaria a gerar outros subprodutos, como um musical, estrelados pelos atores Tanaka Koutaro e Sato Megumi.

O elenco e sua equipe se reuniria dois anos depois, na produção de Byakuyakou, tendo uma trama muito mais densa que Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu.

O elenco estelar

O protagonista Sakurato Matsumoto teve dois atores, separando a fase jovem e a fase adulto. O Sakurato de 17 anos foi interpretado por Takayuki Yamada, ele fez o protagonista do Densha Otoko, na sua versão em filme, além de ter atuado em diversos doramas de destaque: como H2, Taiyou no Uta e Byakuakou. Já a versão de 34 anos foi interpretada pelo ator Naoto Ogata.

A Aki Hirose, foi interpretada pela belíssima Ayase Haruka. Entre os destaques dela, é ter participado do Especial do dorama Hero como também ter dublado a Violeta de Os incríveis no Japão.

Uma atriz que vale um destaque especial é a Matsushita Yuki, que interpretou a professora Toshimi Yatabe, que sempre apoiou o casal protagonista em toda a série. Ela também aparece no dorama Engine.

No Brasil

Infelizmente o dorama nunca veio ao país, como nem o livro e nem o filme também baseado na obra. Porém, o manga Socrates in Love que é baseado no mesmo romance, veio ao Brasil pela editora JBC. Vale a lida, porém o mangá está bem longe de ser tão impactante como o dorama.

Crítica | Engine

Está série é daquelas que você tem uma grande surpresa de ser muito boa, sendo que não haviam comentado dela antes com você. Chego a dizer que o dorama Engine de longe é uma das melhores séries japoneses que tive a oportunidade de assistir.

Tendo uma excelente fotografia e trazendo para o universo dos doramas, as corridas, vemos carros na pista, as famosas garotas em trajes mínimos, como também pilotos dando seu melhor para chegar ao seu melhor tempo.


Outro ponto fortíssimo é a música tema do seriado “I can see clearly now” do cantor Jimmy Cliff, enquanto a musica do protagonista é a “Angel” do grupo Aerosmith (recentemente veio tocar no Brasil). Optando por duas músicas de artistas bastante conhecidos no mundo inteiro, eles acertaram em cheio, tornando-se ideais para a imagem que o seriado quis transmitir.

É assim que começa a história de Jiro Kanzaki, um piloto da Fórmula 3000 que tem o sonho de chegar na Fórmula 1. Sendo segundo piloto, Jiro arranja uma briga com o piloto “cabeça” de seu time, após uma batida aonde Jiro queria o ultrapassar e ganhar a corrida. O resultado da briga é sua demissão e volta para o Japão depois de cinco longos anos fora.

Uma nova vida

Jiro ao chegar no Japão, percebe que as coisas não estão mais como ele as deixou. Sua casa virara um orfanato, aonde seu pai e sua irmã são os donos. A Casa do Vento têm doze crianças e ele terá que trabalhar na casa, caso queira morar ali de novo. Ele acaba descobrindo que sua irmã, Chihiro voltou a morar com o pai, por causa do divorcio, no entanto não entende o porquê do seu pai, Takeshi, ter aberto um orfanato.

Ele conhece a professora que cuida das crianças, Tomomi Mizukoshi que o define como um péssimo exemplo para as crianças, mas acaba descobrindo que pode estar profundamente errada. Além dela, o professor Motoichiro Torii também não gostou nada da vinda de Jiro na casa. Uma das pouquíssimas pessoas a seu favor é a cozinheira Eiko Ushikudo.

As crianças e o orfanato

Tentando refazer sua vida de piloto, ele vai até seu antigo treinador, mas não é tão bem recebido, nem por ele e nem por sua ex namorada, a Eiko Ushikubo. Tendo 27 anos e tendo deixado todo mundo falar sozinho, quando tentou carreira internacional, Jiro percebe que mesmo com a festa feita por sua antiga equipe, ele está sozinho nessa nova etapa da sua vida.
Daisuke é o garoto revoltado da turma. Com luzes avermelhadas no cabelo, ele é um adolescente que teve problema com os pais, mas mesmo não assumindo, gosta da família que ganhou no orfanato se preocupando com todos ali.

Harumi é uma das garotas mais bonitas da turmas, tendo por volta de 16 anos, seus pais se divorciam, fazendo ela não ter uma boa relação com sua mãe. Independente, ela tenta sair do orfanato, quando encontra um namorado disposto a se casar com ela.
Tooru e Aoi são irmãos e vieram para o orfanato, depois que seu pai foi preso ao matar a própria esposa. Tooru não sabe, mas Aoi mesmo pequena conhece toda a história, mesmo fazendo de conta que não sabe quando Tooru desconversa.

Shuhei é uma criança problema, tendo um histórico de quatro orfanatos, todos os seus pais adotivos o devolvem por ele não demonstrar sentimentos.

Shunta perdeu seus pais muito cedo, assim indo parar no orfanato. Ele é muito amigo do Akira, como também desenvolve uma bela amizade com Jiro, gerando muitos momentos engraçados.

Akira é um garoto que costuma sempre inventar histórias, não achando graça na verdade, ele acabou se tornando conhecido por suas mentiras. O pai de Jiro acredita que essa “qualidade” dele pode o tornar um grande escritor no futuro.

Morio é um garoto acima do peso que veio parar no orfanato numa promessa que seu pai voltaria quando estivesse consolidado num emprego e bem de si. Bêbado e gerando maus tratos, o pai de Morio não aceitou o fracasso na profissional descontando em seu filho.

Nao é uma garota que deseja se tornar um ídolo, tendo o pai no hospital e a mãe trabalhando excessivamente, ela decidiu ficar por um curto período de tempo no orfanato.

Yukie é uma garota tímida e chora sempre, por não ter tido o carinho dos pais. Ela é a mais sincera do grupo. Ela é muito amiga da Misae, que a fez melhorar e se tornaram grandes amigas.

Misae é a mais velha do grupo, ela está estudando para o vestibular. Ela foi abandonada pelos pais, hoje ela toma conta das outras crianças e tem como melhor amiga, a Yukie.

Nanae é a mais nova do grupo, tendo poucos anos de vida, veio de uma gravidez inesperada entre jovens. Ela se tornou o xodó do orfanato sendo sempre paparicada.

O rival

Jiro quando retorna ao Japão e fala com seu treinador, ele também encontra um piloto em seu lugar. Com uma fama sendo construída e egocêntrico, ao perceber que Jiro quer ocupar um espaço que é seu. Hiroto Sugawara não irá permitir tão fácil, logo afirmando que são seus patrocinadores que bancam aquele lugar, não havendo espaço para veteranos.

Com certeza, essa rivalidade dos dois é um dos pontos altos da série. Jiro chega a pedir ao treinador mais uma chance, deixando ser chantageado por Hiroto que sugere uma corrida entre os dois.

O resultado é uma corrida acirradíssima com Jiro ganhando e humilhando o jovem piloto. O treinador desconversa a aposta da corrida, ofercendo o emprego de mecânico ao Jiro. Uma forma “honrosa” dele ainda pertencer à equipe. Seria pegar ou largar.

Mecânico ou piloto?

Por essa, Jiro não esperava. Eiko fala pra ele uma frase que é quase um soco no estômago: “Tornar-se mecânico é aceitar que não será mais um piloto e deixar a paixão de guiar um carro de lado”.

Aceitar ou não aceitar? Acreditando que isso seja apenas um teste do treinador, ele decide aceitar o convite de emprego do seu antigo treinador, virando o novo mecânico da “Ichinose”.

Brigas

Tudo começa a ruir no orfanato, quando Tooru para evitar que sua irmã Aoi saiba a verdade sobre seus pais, espanca companheiros de escola que provocam revelar a verdade. O fato chega as mães vizinhas da casa, que começam a protestar o orfanato.

Senão fosse por isso, Harumi anuncia que vai se casar, assim deixando o orfanato e a escola, mas o noivo muda de idéia, fazendo o problemático Daisuke sair de casa e esmurrar o ex namorado da Harumi. O fato chega a ouvidos da região, fazendo mais uma vez os moradores acreditarem que deve ser fechado o orfanato por estar gerando péssimos cidadãos. A solução da vizinhança é obrigar aumentarem o aluguel da casa em 4 vezes, assim obrigando eles a fechar o lugar, mas não será tão fácil com Jiro estando na casa.
Jiro decide mais uma vez pedir pro treinador, para entrar numa corrida e com o prêmio pagar o orfanato para pelo menos seis meses. Assim começa o arco final que nós despede de Engine. Será que Jiro conseguirá o prêmio depois de tanto tempo parado?

Elenco

Essa série entre as formulas de sucesso é ter um bom elenco. Repleto de atores e atrizes de sucesso, essa série reúne diversos rostos conhecidos e vocês irão entender a seguir.

Comecemos pelo ator e cantor Takuya Kimura que interpretou o piloto Jiro Kanzaki. Ele é membro da banda Smap, uma das bandas mais conhecidas do Japão. Como não poderia ser diferente, ele atua magnificamente nesse dorama, sendo responsável também pela audiência estar acima dos 20% com o “Efeito Takuya”.

No papel da professora Tomomi Mizukoshi, a atriz Koyuki faturou o prêmio de melhor atriz no 45th Television Academy Awards. Entre os destaques dela aqui no Brasil, vale sua atuação em O ultimo samurai com Tom Cruise e Eragon.

Outra atriz que merece destaque é a a Matsushita Yuki, que fez a irmã do Jiro, Chihiro Kanzaki. Tendo entre outros destaque, o dorama Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu, aqui ela atua como irmã mais velha sendo sempre uma conselheira.
Entre as crianças tem o ator mirim Yuto Nakajima que fez o garoto Shuhei. Ele também atuou no dorama Nobuta wo Produce, como irmão mais novo do personagem Shuji. Ele participa de duas bandas mirins: a J.J Express e a Tap Kids.

O personagem Shunta Kanemura foi interpretado pelo ator mirim Komura Yuta. Ele também pode ser visto no dorama Kiken na Aneki com a atriz Itoh Misaki (de Densha Otoko dorama).
A Harumi Hida foi interpretada pela Erika Toda. Ela fez a Mariko, namorada do Shuji no dorama Nobuta wo Produce. Ela também fez Death Note 1 e 2, aonde interpretou Misa Amane. Por fim, ela também atuou em Hana Yori Dango 2.

A atriz Ueno Juri fez a veterena do orfanato, a Misae Hoshino. Entre seus destaques ela atuou no filme engraçadissimo Swing Girls, sobre um grupo de estudantes bagunceiros que querem formar um grupo musical sério da escola. Ela também atuou no dorama premiadíssimo Nodame Cantabile.
A tímida e chorana Yukie Ninomiya foi interpretada pela jovem atriz e modelo Kaho. Entre seus doramas, está também premiado Sekai no Chuushin de, Ai wo Sakebu.

Tooru, o irmão super protegido de Aoi, foi interpreto por Daiki Arioka. Ele fez uma participação especial no tokusatsu Gaoranger, além de ser companheiro do Yuto na banda mirim J.J Express.