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Na Mídia

Free Talk Pro #04 – Freelancer, Japão e outras histórias


Essa semana, o Giuliano Peccilli (Juba) foi entrevistado pelo o Almighty no podcast Free Talk Pro do site Profissional de Bermuda e estamos divulgando aqui no JWave.

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Se você nunca ouviu este podcast, ouça o episódio #00 antes clicando AQUI.

Juba (JWave) relata um pouco de sua experiências de freelancer em jornais e revistas, além da experiência de passar dois meses no Japão.

E mais: conheça algumas coisas peculiares sobre trabalhar no Japão e das vantagens de se morar lá.

Duração: 21 minutos

Vocabulário:
Animê – desenho animado japonês.
Shurato – animê transmitido pela extinta Rede Manchete.
Dorama – seriado japonês.
Tokusatsu – seriados de heróis japoneses vestidos com roupas e armaduras ridículas (Jaspion, Changeman, Ultraman etc).
Kanji – “letras” japonesas, representadas por centenas de símbolos legais.
Evangelion – o melhor animê do universo.

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Filmes Pesquisas e Top

Top 10 Oricon – Quais doramas de primavera que os japoneses têm mais expectativa


No Japão, os doramas são lançados normalmente 4 vezes ao ano, com exceção de doramas especiais de um episodio, chamados de SP por lá. A Oricon que sempre divulga vendagens de singles e álbuns, sempre faz uma pesquisa medindo a expectativa do público japonês para as estréias da troca de estação.

O dorama mais esperado da temporada pelos japoneses é “Tsuki no Koibito ~ Moon Lovers ~ ” que tem Takuya Kimura, Ryoko Shinohara , Kitagawa Keiko e Matsuda Shota. Começa a ser exibido no dia 10 de maio pela Fuji TV, que tendo Takuya Kimura para os japoneses, parece ser sucesso. Logicamente outros atores que puxam o sucesso de Tsuki no Koibito, são a Ryoko Shinohara que retorna aos doramas sendo a favorita pelo público acima dos 30 anos.

Na segunda temporada de “Team Batista 2”, o ator Atsushi Ito (o Densha Otoko no dorama) e Nakamura Tooru retornam aos seus papeis de sucesso da temporada anterior. A série é focada em equipe médica e na sua primeira temporada conquistou o público masculino.

Na quarta posição, temos Shinzanmono, estrelado por Hiroshi Abe e Meisa Kuroki , nem precisa falar que esse dorama promete. O ator sempre com seu humor ácido e a musa da L´Oreal e do próximo Patrulha Estelar estão juntos nessa grande produção.

Para o quinto lugar, temos o dorama bastante comentado internacionalmente, o Sunao ni Narenakute, trazendo Juri Ueno e Eita como protagonistas. É o dorama sobre twitter que sempre estamos comentando aqui no blog.

A temporada de primavera dos doramas está aberta e assista esses grandes sucessos da televisão japonesa.

Top 10:
01 – Tsuki no Koibito ~Moon Lovers~
Elenco: Kimura Takuya, Shinohara Ryoko e Kitagawa Keiko

02 – Team Batista 2: General Rouge no Gaisen
Elenco: Ito Atsushi, Nakamura Tooru

03 – Kaibutsu-kun
Elenco: Ohno Satoshi, Kawashima Umika

04 – Shinzanmono
Elenco: Abe Hiroshi, Kuroki Meisa

05 – Sunao ni Narenakute
Elenco: Ueno Juri, Eita

06 – Gegege no Nyobo
Elenco: Matsushita Nao, Mukai Osamu

07 – Keibuho Yabe Kenzo
Elenco: Narimiya Hiroki, Naka Riisa

08 – Yankee-kun to Megane-chan
Elenco: Namase Katsuhisa, Kanjiya Shihori

09 – Zettai Reido: Mikaiketsu Jiken Tokumei Sousa
Elenco: Ueto Aya, Kitaooji Kinya

10 – Tumbling
Elenco: Yamamoto Yusuke, Seto Koji

Fonte: Japan Now e Kawaii Joyuu

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Animê & Mangá

Entrevista com Magiko Umino, autora do manga Nihonjin no Shiranai Nihongo

O site Japan Today divulgou hoje, uma entrevista com uma professora de língua japonesa, Magiko Umino, que ficou famosa ao fazer um mangá chamado Nihonjin no Shiranai Nihongo (numa tradução literal “ O Japonês que os japoneses não conhecem”. Valeu pelo toque, FX!).

Como professora, a Magiko teve um repertório de histórias com alunos estrangeiros que tem interesse pela língua japonesa. A professora acabou desenvolvendo no ano passado, o mangá Nihonjin no Shiranai Nihongo com uma coletânia de histórias baseada em sua experiência com estudantes.

O livro caiu no gosto do público japonês e alcançou o “top de vendas” por lá. O número um sendo um sucesso, Magiko fez o segundo volume que acabou de ser lançado no Japão.

Entrevista

Você ensina alunos estrangeiros de vários países diferentes. Você já notou alguma facilidade ao idioma e também alguma dificuldade ao idioma, em relação à língua nativa?

Muitos dos meus alunos chineses tem problema ao usar partículas “ka”, “wo” e “he”. Mas, nos níveis mais avançados, quando envolve um texto com muitos kanjis, eles são capazes de entender mais facilmente. Os alunos coreanos têm problemas com a pronúncia (por exemplo, “tsu” se torna “chu”). Mas as regras do idioma coreano sobre um discurso formal Keigo são bem semelhantes ao idioma japonês, então eles compreendem mais rapidamente a como usar de forma correta.

Enquanto os estudantes europeus e americanos, o kanji é maior obstáculo deles. Mas os estudantes que memorizam mais kanjis avançam mais rápido. Ao contrário dos estudantes de países da Ásia, os estudantes ocidentais quando estão aqui, os japoneses, nem sempre conversam com elas em japonês. Por isso, muitos delas parecem ter dificuldades melhorar sua conversação.

Você acha que a capacidade dos japoneses com seu idioma piorou em relação ao passado?

Eu não diria que ficou “pior”, mas certamente acho que as pessoas usam linguagem menos polida (eu inclusa). Se você assistir algum filme de 40 a 50 anos atrás, existem muitas cenas em que até mesmo pais e filhos falam uns aos outros usando expressões bastante polidas. Eles conversam mais devagar, e parece que eles utilizam um vocabulário mais variado do que fazemos agora.

Comparado a aquela época, penso que temos muitas palavras recém-criadas, e ao mesmo tempo temos um discurso que tem aumentado com o tempo, porém as palavras não tem o mesmo sabor e nem a mesma ressonância. Se isso é “pior” ou não, eu não sei…

O que você acha sobre as recentes revisões para o The Japanese Language Proficiency Test (Teste de Proeficiência na Língua Japonesa)?

De uma perspectiva de ensino, as alterações para o exame irão tornar as coisas mais difíceis, mas acho que é uma coisa boa para os estudantes. Eles vão ser julgados a partir de uma perspectiva diferente, então suas ferramentas de estudo terão que mudar também. Até agora, a memorização tem sido o foco principal, com as revisões, acho que isso vai mudar.

Qual é a coisa mais importante, na sua opinião, para os estudantes estrangeiros aprenderem o idioma japonês?

Bom, eu acho que isso vale para qualquer idioma, mas a língua é algo que nunca pode ser separada da cultura daquela região. Se você quer se tornar fluente, é importante trabalhar duro para entender a cultura e os costumes do Japão, também. Se você pensar “que é diferente”, ou “isso é interessante”, estudar provavelmente será um pouco mais facilmente.

Se você quer ler mais algumas perguntas dessa entrevista, veja (em inglês) no site Japan Today.

Fonte: Japan Now

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Artigos Música

Jero – O cantor que mudou a história do Enka no Japão

A música Enka até alguns anos atrás, encontrava em baixa pelo público japonês. Considerada uma música para um público mais velho, Enka que é a música tradicional japonesa, não renovava o público há muito tempo.

Restringindo-se cada vez mais, o destaque a música Enka se restringe a programas da televisão japonesa, como o programa de final de ano da estatal NHK, Kouhaku Utagassen. Jero, sendo o primeiro ocidental miscigenado entre japonês e africanos, a cantar Enka, chamou atenção da mídia japonesa, como também a do mundo inteiro.
Querendo realizar o sonho de sua avó, Jero se tornou um cantor de música enka disposto a entrar no famoso programa de final de ano da NHK, o Kouhaku Utagassen. Sua ousadia foi não abrir mão do seu visual rapper, mesmo cantando enka, já que sendo negro, ele mesmo acha que se vestissem trajes tradicionais que os cantores enka usam, pareceria uma sátira do gênero.

O inusitado se tornou um sucesso, Jero estreou nas paradas de sucesso, com seu primeiro single “Umiyuki”, lançado em fevereiro de 2008, chegando em 4º dos singles mais vendidos da semana.

Jero surge numa época que outro cantor de enka, o Kiyoshi Hikawa. Ambos surgiram e agradaram o público jovem nipônico que não se interessava mais pelo gênero musical. Alterando o rótulo de música antiga, a música enka se renovou graças a esses dois cantores.
O que é Enka?

Para quem não sabe, Enka é uma música tradicional japonesa, criada entre a Era Meiji e a Era Taisho. Enka é uma forma lírica de canção que significa literalmente “canção interpretada”, pois junta os kanjis de atuação com ao de canção.

Inicialmente, a música era usada pra cunho político, principalmente para desacordos, mas hoje, ela é uma combinação do oriente com ocidente, aonde se fala lamúrias de amor.
O Enka entrou em crise nos anos 80 para os 90, quando com o surgimento de músicas como JPOP e o JROCK, caíram no gosto dos jovens, fazendo as vendas de Enkas caírem vertiginosamente. O declínio transformou o público de música Enka, pequeno, mas fiel, mantendo a chama viva, em programas como NHK Kouhaku Uta Gassen, na virada do ano.

No Brasil, o símbolo da música enka com certeza é a cantora Hibari Misora. Até hoje, considerada uma das melhores cantoras do gênero, faleceu ainda jovem em 1987, sendo um dos símbolos do fim da Era Showa, junto com a morte de Osamu Tezuka em 1989.
Perfil

Jerome Charles White Jr nasceu no dia 4 de setembro de 1981, na cidade de Pittsburgh, na Pennsylvania, EUA. Sua paixão por Enka veio por influência de sua avó, Takiko. Quando jovem, ela deixou o Japão, para se casar com um oficial americano. Nos Eua, Takiko teve Harumi, mãe de Jero e com os dois, ela sempre passava a cultura do seu país, como a música. Haruhi foi vendedora de lojas de departamento nos EUA, e depois de um casamento não duradouro, voltou pra sua cidade natal, Pittsburgh. Jero foi criado numa família com valores orientais, por isso desde cedo, ele estava voltado à cultura japonesa.

Ele se formou em ciência da computação na Universidade de Pittsburgh em 2003, no mesmo ano, ele decidiu se mudar para o Japão. Decidindo estudar japonês, ele entrou na universade de Kansai.
A promessa

Inicialmente, Jero não almejava se tornar um cantor profissional de enka, tanto que se formou em ciência de computação em Pittsburgh. Foi justamente a promessa com sua avó, Takiko, que fez mudar de profissão, seguindo o caminho da música. O sonho de Takiko era ver seu neto cantando ao lado de grandes cantores japonês no Kouhaku Utagassen.
Infelizmente, Takiko não pode ver o seu grande sonho se realizar, já que ela faleceu em 2005. Mesmo assim, Jero prometeu que iria continuar o sonho dela e participar do Kouhaku Utagassen.
O debut

Trabalhando em ciência da computação no Japão, ele sempre ia a concursos musicais tentar uma chance, como cantor. Num desses concursos, a gravadora Victor Entertaiment decidiu investir suas fichas no cantor.

Para quem não conhece a Victor Entertaiment, ela é a mesma gravadora de Smap, Rimi Natsukawa, Remioromen, Maaya Sakamoto, Southern All Stars entre tantos outros.
Seu primeiro single veio em 20 de fevereiro de 2008, chamado Umiyuki (literalmente Oceano de neve) ficando em 4º lugar de singles mais vendidos da semana. Uma estréia fenomenal para um cantor estrangeira com musica tradicional japonesa, como a enka. A canção mesmo que fazendo referência ao oceano do Japão, Jero confessa que quando compôs, imaginou no oceano próximo da Califórnia.

Em 21 de maio de 2008, Jero estrelou comercial da cervejaria Kirin, para o produto Kirin “Fire” Coffee.

A CNN International entrevistou o cantor em outubro de 2008, para o programa TalkAsia.
50th Japan Record Awards
Em 30 de dezembro, aconteceu o 50th Japan Record Awards, exibido pela TBS. No programa, Jero ganhou na categoria de Melhor artista do ano (Best New Artist). Entre os outros destaques do ano ficaram a música Ti amo, do grupo Exile, melhor companhia Avex Entertaiment, melhor álbum Namie amuro com Best Fiction.
The 59th NHK Kouhaku Uta Gassen

No dia 31 de dezembro, um dia depois do 50th Japan Record Awards, a promessa de Jero se realizaria. Entrando no time branco, Jero emocionou sua mãe, Haruhi, aparecer no palco do programa, cantando Umiyuki.

Essa edição do Kouhaku Uta Gassen, teve Masahiro Nakai (do grupo Smap) como líder do time branco e Yukie Nakama como líder do time vermelho. Na mesma edição, o Brasil foi um dos destaques do Kouhaku Uta Gassen com uma pequena entrevista ao vivo, realizada no bairro da liberdade, com descendentes nipônicos que assistiam ao programa num telão instalado no bairro. Comemorando o centenário da imigração japonesa no Brasil, o Kouhaku Uta Gassen encerrou as comemorações no Japão.
National Cherry Blossom Festival

O dia 28 de março de 2009, Jero fez sua primeira grande aparição nos EUA, no National Cherry Blossom Festival , realizado em Washington, D. C. . Esse festival é realizado todos os anos em celebração a Primavera em homenagem a Yukio Ozaki que doou 3 cerejeiras para Washington, como símbolo de amizade entre os dois países.

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Artigos

Japão, Gaijin e entretenimento!

A palavra “Gaijin” significa, literalmente, “pessoa de fora”, pois é formado pelo kanji de pessoa(jin) e o kanji de fora(gai). É a maneira que os japoneses chamam as pessoas de outras nacionalidades. Existem também outras formas que eles utilizam, já que essa é considerada desrespeitosa.

Passada a explicação, a novidade é que teremos personagens Gaijin, um em um filme live-action e o outro em um anime. Não que isso seja uma novidade, mas o caso é que nesses lançamentos em especial, o fato deles serem estrangeiros é um dos pontos em destaque.

O primeiro personagem é no filme live-action Darling wa Gaikokujin(que foi traduzido como My Darling is a foreigner, ou seja, meu querido é um estrangeiro) . Ele será baseado no mangá de mesmo nome que foi escrito por Saori Oguri, que se baseou em sua própria experiência de ter um marido não-japonês.

Para assistir o trailer é só entrar aqui e esperar o vídeo aparecer. Confira uma foto do mangá abaixo:

O segundo Gaijin aparecerá no longa Junod, onde veremos Mercel Junod, que é o primeiro médico estrangeiro a pisar no Japão logo após os eventos da bomba de Hiroshima. O longa está previsto para 2010.

Você pode conferir o trailer aqui . É só clicar em uma das telinhas.

Fonte: Anime News Network
Anime News Network

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Críticas de Séries Críticas e Reviews

Crítica | Dragon Zakura

Até um burro consegue entrar em Toudai

Entrar no universo do Dragon Zakura chega a ser um desafio sem precedentes. Dragon Zakura colhe prêmios desde seu surgimento, por sua criatividade e ousadia, em reinventar o sistema de ensino japonês, com bastante bom humor, tornando o conteúdo mais acessível a qualquer aluno, independente do nível de intelecto.

Criado em 2003 por Norifusa Mita, Dragon Zakura venceu o Kodansha Prize Awards em 2005, como também venceu na categoria Excellent Prize, o Japan Media Arts Festival no mesmo ano.
Dragon Zakura foi publicado na Weekly Morning, o mesmo lar do dinossauro Gon de Masashi Tanaka, e Vagabond de Takehiko Inoue, ambos lançados no Brasil pela Conrad. Gerando 18 volumes encadernados desde o inicio de sua publicação na Weekly Morning, Dragon Zakura não demorou para invadir outras formas de mídia, como dorama e jogos para o console Nintendo DS, com perguntas e respostas, servindo de estudo para crianças, adolescentes e até mesmo adultos.
O sucesso de Dragon Zakura chamou atenção da mídia, sendo publicado matérias em revistas, e portais de internet como Yahoo Japan, entre tantos outros.

O que tem de tão especial o universo criado pelo Norifusa Mita? Falaremos em especial do dorama baseado nesse incrível universo que com certeza fará você ver sua vida de uma forma totalmente diferente.
A série de tevê

Produzida entre julho e setembro de 2005, a série composto de 11 episódios, sucedeu o dorama de época Tiger & Dragon, na faixa das 22 horas, às sextas feiras pela TBS. Produzida no formato Renzoku (por temporada), Dragon Zakura, pertence ao gênero de Drama, Comedia e escolariedade, sendo que sua exibição teve uma audiência em torno de 16,41%.
Lição Um: Qualquer idiota pode passar na Toudai

O Colégio Ryuuzan é considerado o pior colégio do Japão, nunca tendo colocado um aluno na faculdade mais renomada do Japão, a Toudai, e a nota geral mais baixa do país, para ajudar a Ryuuzan está com uma crise financeira, graças a uma administração duvidosa, da diretora Yuriko Tatsuno.

Para resolver esse caso, o advogado Kenji Sakuragi fica encarregado de fechar a escola, assumindo a administração do colégio e realizar todo processo jurídico e burocrático de fechamento da mesma.

Indo para a escola, Kenji encontra um estranho garoto sendo esmurrado por uma gangue. Indo tirar uma duvida de onde é o colégio, a gangue foge ao ver um “pin” no seu terno, que indicava que era um advogado. O estranho garoto renega a ajuda do advogado, dizendo que poderia ter resolvido isso sozinho, mas é ironizado por Kenji que parte para a escola.

Lá, Sakuragi descobre porque Ryuuzan é o pior colégio do Japão. Repleto de vândalos e mal encarados, os professores não conseguem dar aula, sendo que até alguns já desistiram de realizar o seu oficio profissional. Também não demora muito para Sakuragi sacar que a falência do colégio Ryuuzan, seria justamente por causa da diretora Yuriko Tasuno, que assumiu o lugar após a morte de seu marido e transformou toda renda da escola, em seu luxo pessoal, comprando brincos, bolsas, chapéus e roupas de marca, entre outros produtos de luxo.

Considerando a escola como condenada, a melhor solução é o fechamento da mesma, conclui Sakuragi, causando uma revolta do grupo docente da escola. A professora de Inglês Ino Mamako questiona a decisão do advogado, como também sua profissão ao lembrar que viu uma matéria sobre ele, de quando ele era um motoqueiro em uma gangue quando jovem. O questionamento faz Sakuragi ver a escola em outro prisma, tomando assim uma decisão que muitos o julgariam como louco.

Lição Dois: Cinco alunos na Toudai em um ano.

Reunindo todos os credores do colégio Ryuuzan, o advogado Sakuragi decide revelar o que decidiu sobre aquela instituição. Trazendo a aluna Naomi Mizuno para a reunião, Sakuragi revela a criação de uma sala especial voltada para estudos para Toudai.

Todos os credores caem na gargalhada, sobre a decisão do Sakuragi que os questiona se eles preferem fechar a escola. Todos entram num concenso que entre fechar a escola e seguir esse plano, seria melhor seguir esse plano. Assim em um ano, caso o colégio não conseguisse colocar 5 alunos na Toudai, ele seria fechado.

Todos os professores estão contra o Sakuragi, com a exceção da professora Ino que vira ajudante dele, para a sala especial. Decidindo ver, até aonde essa maluquice do Sakuragi iria.
Lição Três: A árvore de cerejeira e os 5 alunos aparecem.

Para simbolizar a mudança da escola, Sakuragi planta uma enorme cerejeira na entrada da escola. A batizando de “Dragon Zakura”, a árvore é o símbolo de confiança dos alunos para entrar em Toudai. Utilizando-se do nome Ryuuzan que significa Dragão e a cerejeira que em japonês se chama Sakura, Sakuragi acha o nome ideal para promessa que será realizada todos os anos na frente daquela árvore.

Checando o perfil de todos os alunos, Sakuragi irá apelar de todas as formas para ter esses 5 alunos em sua sala.
Perfil dos alunos

Naomi Mizuno

Problema: Naomi não acredita que pode mudar o seu futuro, vendo que sua mãe é dona de um bar e se rebaixa sendo acompanhante, Naomi queria fugir desse destino.
Ser aluna da Ryuuzan significa um futuro sem fazer uma faculdade e sem um bom emprego, se sujeitando a qualquer coisa no futuro.

Solução: Entrar em Toudai e ter a chance de ter um emprego melhor que o da sua mãe.

Yuusuke Yajima

Problema: Yuusuke Yajima é o mais problema e rebelde dos alunos da sala, tendo que ser o homem da casa, após seu pai ter fugido, deixando uma dívida para trás. Sua mãe e ele têm que agüentar a pressão das dividas, tendo seus bens leiloados e sendo surrado por gangues que quer o dinheiro emprestado para seu pai. Yuusuke, não vê futuro sem que haja esforço, desistindo da idéia de ir para uma faculdade.

Solução: Sakuragi dá uma nova chance ao Yuusuke, mostrando que burros não tem vez na sociedade, sempre sendo passado pra trás. Entrando em Toudai, Yuusuke, provará a sociedade que é inteligente e resolverá os problemas causados por seu pai.

Ogata Hideki

Problema: Visto em casa como um adolescente sem rumo, Ogata é de uma família classe média alta, que foi paparicado pela Mãe a vida inteira, enquanto seu pai o despreza por não ter um rumo.

Solução: Entrar em Toudai significa provar pra sua família, que ele tomou um rumo e que ele não é um adolescente sem rumo.

Ichiro Okuno

Problema: Sendo o irmão mais velho, Ichiro abriu mão de um futuro brilhante para o seu irmão gêmeo mais novo. Decidindo lutar por uma vaga em Toudai, gera uma briga em casa, aonde todos duvidam de sua inteligência.

Solução: Entrar na Toudai, ele terá brilho próprio e deixara de ser o filho renegado em casa.

Kobayashi Maki

Problema: Inveja da ex-amiga da escola que virou apresentadora e viaja pelo mundo. Deseja ser popular igual a sua ex-amiga que sempre a provoca mandando torpedos com fotos de suas viagens pelo mundo.

Solução: Ela quer entrar em Toudai e ser a garota mais desejada e famosa de toda Toudai.
Kosaka Yoshino

Problema: Namorada do Yuusuke e tem ciúmes da amiga de infância, Naomi.

Solução: A primeira vista é a única que não tem grandes ambições em entrar na Toudai.
Lição Quatro: Alunos problema conseguem entrar em Toudai?

Tendo apenas alunos problema em sua sala, Sakuragi é questionado pelos professores da escola, se será realmente capaz de tornar o possível o que é impossível. Alunos da pior escola do Japão entrar na melhor faculdade do Japão.

Eles conseguem? Bom, ai você precisa acompanhar a série, e irá acompanhar toda a garra deles e de Sakuragi em tornar o seu sonho possível.
Toudai – A Universidade de Tokyo

Não é de hoje que ouvimos falar no nome Toudai, o manga mais famoso em mostrar o sonho de entrar em Toudai, continua sendo Love Hina do Ken Akamatsu. Mas o que é Toudai? Por que a sociedade japonesa respeita tanto os alunos da Toudai? Essas são algumas respostas que iremos responder.

Toudai é a abreviação das palavras Tokyo Daigaku, Tokyo que usa os kanjis To (Leste) + Kyo (Capital) = Capital do Leste que combinados com Daigaku que utiliza os kanjis Dai (alto) + Gaku (escola) formam universidade. Assim Toudai significa a Universidade de Tokyo, ou numa tradução literal, A Universidade da Capital do Leste.

A Toudai é a maior universidade localizada em Tokyo, sendo que nos últimos dados publicados em 2007, a universidade contava com o número de 30.000 alunos, sendo destes 2.100 estrangeiros. A universidade é formada por 10 faculdades localizada em 5 campos: Hongō , Komaba, Kashiwa e Nagano.
Dados Históricos

A universidade foi formada na Era Meiji, mais precisamente em 1877. No começo, a universidade era formada por cursos que eram uma amalgama de conhecimentos na área de Direito, Ciências, Literatura e Medicina.

Nessa época, Toudai se chamava Universidade do Império, ou mais precisamente Teigoku Daigaku. Em 1886, a universidade mudou de nome para Tokyo Teikoku Daigaku, A universidade imperial de Tokyo, sendo que no ano seguinte, foi inserido o método de ensino do império.

A Toudai como nós conhecemos, só ficou conhecida assim em 1949, com o fim da Segunda Guerra Mundial, quando a universidade teve um recomeço, com a reconstrução do Japão pós-guerra.
Nos anos 50 até os 90, do século passado, a Toudai era conhecida por formar e desenvolver muito dos políticos dominantes do país, assim ajudando na elaboração de leis usadas no Japão até hoje.

Toudai e seus cursos

• Agricultura
• Artes e Ciências
• Ciências
• Ciências Farmacêuticas
• Direito
• Economia
• Educação
• Engenharia
• Letras
• Medicina

Pós-graduação

A Toudai conta hoje com mais de 15 escolas de pós-graduação, dos mais diferentes cursos.
Institutos de Pesquisa

• Biociências Moleculares e Celulares
• Ciência Médica
• Ciências Industriais
• Ciências Sociais
• Cultura Oriental
• Física de Estado Sólido
• Pesquisa de Raios Cósmicos
• Pesquisa de Terremotos
• Pesquisa Oceanográfica
• Centro Avançado de Pesquisa em Ciência e Tecnologia.
• Instituto Historiográfico
Toudai e a sociedade japonesa

O advogado Kenji Sakuragi deixa uma coisa bem clara no começo de Dragon Zakura, em que qualquer idiota pode passar na Toudai. E passar ou não passar na Toudai, significa apenas que você é inteligente o suficiente para entender as leis que guiam à sociedade, caso contrário, você será apenas um escravo dessa sociedade.

Agora porque essa admiração sobre Toudai? Por que foram criadas lendas como um casal seria feliz para sempre se entrassem juntos em Toudai? Trazendo para o nosso repertório brasileiro, podemos ver algo em proporção bem menor, em universidades públicas brasileiras, como a USP em São Paulo. Entrar na USP significa que você é inteligente, independente se você escolheu um curso fácil ou não para passar no vestibular.

O nível de admiração aos formandos da Toudai é muito maior que isso, gerando lendas como todo garoto que entra em Toudai é desejado pelas garotas. Toda garota que entra em Toudai, pode escolher com quem deseja namorar.

Todos esses fatos isolados entre si, geraram um contexto criativo, utilizado como base de realidades ainda mais deturpadas em mangas como Love Hina e Dragon Zakura.
Métodos de estudos do Kenji Sakuragi

Dragon Zakura veio com uma forma de ensino diferenciada, que mesmo parecendo ficção, por se tratar de um manga adaptado como dorama, elas funcionam. Digo isso com 100% de certeza, justamente porque testei quase todas elas, e como experiência pessoal, foi muito mais fácil estudar assim do que pelo método tradicional.

Para adaptar os alunos da colégio Ryuuzan da vida de preguiçosos que tinha, a vida de grandes estudantes aptos a entrar na maior e melhor faculdade do país, o advogado Kenji Sakuragi sabe de uma coisa. Terá que começar com uma boa base, desde o ensino fundamental, até o material do Ensino Médio.

Outro dado importante ressaltar, que ele adapta a alimentação dos alunos, e pede para eles dormirem na escola por 10 dias, para potencializar as 16 horas de estudo diariamente, como também administrar quantas horas o aluno deve dormir e que horas este deve acordar. Kenji faz uma total reeducação em seus alunos, para assim ensinar como realmente chegar perto do sonho de Toudai.
A corrida das fórmulas

Quem imaginaria que correr com amigos, conseguiria obter estudo de alguma maneira? Para Kenji Sakuragi, começar o dia com uma corrida, aonde seu amigo da frente coloque uma lista de formulas nas costas, assim formando uma fileira e gritando em voz alta as formulas de matemática e física, gera um melhor desempenho na memorização dos alunos.
Ping Pong da matemática

Alguém já brincou de simular um ping pong virtual, totalmente criado na sua imaginação, contra um amigo? Ping Pong da matemática pode ser jogado com quantas pessoas for desejável, sendo de preferência com duas. O objetivo é criar números para serem calculados e jogar a bolinha virtual ao rival que deve fazer a conta e responder, rebatendo com outra conta para ser feita.
Praticando regularmente, seu pensamento fica cada vez mais rápido, assim transformando a pessoa numa calculadora humana.
A árvore da mente

A árvore da mente é um dos conceitos mais interessantes de como decorar grandes conteúdos e usar palavras chaves para memorizar esse texto. Vou utilizar o mesmo exemplo que o Kenji-sensei usou para ensinar os alunos.

Você desenha uma árvore e no centro dela coloca o assunto que irá explorar com as palavras-chaves. Nesse caso, França, cada galho, raminificação, você deve escrever palavras-chaves de textos que você leu e está estudando sobre aquele assunto como: Revolução Francesa, Napoleão, Revolução Industrial e etc. O método gera uma memorização e uma assimilação muito maior, segundo Kenji, o cérebro é dividido em esquerdo e direito, sendo que o esquerdo irá memorizar os desenhos dessa árvore e o lado direito, irá memorizar essas palavras-chaves.
A família

Um dos alicerces para seu estudo é a família, se ela não te apóia que não te atrapalhe. Kenji chama os pais dos alunos da sala especial e pede para os incentivar ou ao menos, de ver seus filhos como perdedores, assim contribuindo para os sonhos de seus filhos.
Associação de palavras

Para decorar uma porção de palavras, a melhor forma é associar elas entre si formando uma frase.

Decorando dessa maneira, as chances de você decorar mais que s palavras ou desenhos de forma isolada, são maiores.
A literatura e os mangás

Nesse caso não funciona no Brasil, mas o professor de literatura, ensina a sala que a literatura é prazerosa, porque os japoneses não tinham televisão naquela época. É isso mesmo o que você pensou, o professor diz na cara dura, que os japoneses faziam muito sexo antigamente, por isso os livros são importantes de se ler.

A questão é que o professor recomenda ler adaptações de livros em mangas, infelizmente no Brasil, não temos adaptações em quadrinhos de obras da literatura. Se servir de consolação, existem adaptações na forma de seriados e filmes, mas infelizmente eles não são tão fieis assim a obra original. Por isso, se possível, leia o livro.

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Crítica | Yasuko to Kenji

Sabe aquelas comedias pastelões que te fascinam imediatamente? É assim que podemos descrever a série Yasuko to Kenji. Substituindo a série Gokusen 3, Yasuko to Kenji é baseado no mangá de mesmo nome, da autora Aruko, lançado em 4 volumes e publicado também na revista Bessatsu Margaret.

Sua comédia bastante caricata é para quem gosta de séries, como My Boss My Hero, Goong, Full House e Densha Otoko. Tendo num total de 10 episódios, a série tem como principal destaque Masahiro Matsuoka do grupo Tokio e Hirosue Ryoko (do dorama Summer Snow). Para quem gosta de boy band, vale destaque que Okura Tadayoshi do grupo Kanjini8 está no elenco.
É o grande retorno de Hirosue Ryoko, que depois de brilhantes atuações como Summer Snow e o filme francês Wasabi, no qual fez à filha de Jean Reno, ela sumiu de cena. Hirosue Ryoko ainda não havia retornado a um papel de tão grande impacto como esse em Yasuko to Kenji dando um show de atuação que ela tem de sobra.

Vale destacar aqui que quem rouba realmente a cena é Masahiro Matsuoka, como Kenji. Ele está fantástico fazendo caras e bocas, quando briga com as pessoas na série, isso sem mencionar ele virando a mesa na hora das refeições, quando conversa acaba em discussão.

A dura vida de Yasuko

Kenji era o líder de um grupo de motoqueiros e não estava em casa, quando seus pais faleceram. Sentindo-se culpado por ter deixado sua irmã mais nova sozinha em casa, Kenji decidiu cuidar da Yasuko, largando a vida de gangue. Agora quem diria que um brutamonte daquele tamanho viraria um mangaka de mangá shoujo? Assumindo o pseudônimo de Sakuraba Reika, Kenji vira um dos mangakás mais populares do Japão.

Anos se passaram, Yasuko está no ensino médio e Kenji transformou a vida dela num inferno. Trabalhando em casa, ainda com dois “lacaios” da época das gangues, Kenji toma conta de Yasuko 24 horas por dia. Resumindo a história, a garota não pode pensar nem em namorar e tem até toque de recolher, sendo exatamente saindo da escola pra casa.
Nada se compara a como Kenji personaliza os itens de Yasuko. Escrevendo em letras enormes em caneta não removível, atrás do celular dela, como também até mesmo lenço que ela carrega no bolso, está escrito na mesma maneira. Esse tipo de coisa, ainda mais na adolescência, deixa Yasuko constrangida.

Quando Kenji vai para a escola de Yasuko, sempre de terno branco, parece o chefe de um grupo de Yakuza, sempre deixando os alunos nervosos e curiosos em quem é ele. Yasuko sempre faz de conta que não é com ela, porque em santa consciência, quem quer um irmão desses?
O mundo dá voltas

Yasuko se apaixona pelo novo aluno do colégio, o Jun Tsubasaki, como também conhece a nova loja de flores da região, descobrindo que a dona e ninguém menos que Irmã do Jun, a Erika Tsubaki.

Tentando um pouco mais de liberdade em casa, Yasuko abusa da sorte, fazendo amizade com Erika e Jun. Na verdade, Erika já se tocou que ela está apaixonada por Jun e dá total força pra que isso aconteça.
Abusando da sorte, Yasuko e Jun são pegos por uma gangue, sendo que ai entra em cena Kenji e Erika. Ressuscitando seus trajes de épocas de gangues rivais, Kenji e Erika expulsam a gangue, ficando de frente um pro outro. Sendo de gangues rivais, Kenji e Erika não se dão bem e estranham que depois de quase 10 anos, eles estejam frente a frente.
Kenji arrasta Yasuko pra casa, mandando que ela nunca mais veja nem Jun e nem a Erika. Em contrapartida, Erika fazendo cena pro Kenji, promete a mesma coisa em relação ao Jun.
Por quem você está apaixonado?
Yasuko acaba descobrindo que o grande amor de Erika é ninguém menos que seu próprio irmão, Kenji. Erika no passado era bem acima do peso e quando ela perguntou a ele, se gostaria de namorar com ela, e ele respondeu: “Não namoro pessoas maiores que eu”. Malhando, ela ficou belíssima, mas no dia de tentar de novo com Kenji, seus lacaios tramaram com ela, não acontecendo o encontro. Desde então, Kenji e Erika nunca mais se falaram, sempre conversando com stress e caretas.

Erika e Yasuko decidem se ajudar pra serem felizes, assim Erika ajudaria Yasuko ficar com Jun, sempre dando dicas do que fazer pra agradar ele, enquanto Yasuko ajuda a Erika fica mais próxima de Kenji. Agora, enquanto as coisas com Yasuko e Jun vão dando certo, evoluindo de uma amizade pra algo mais sério, Erika e Kenji, chega a dar pena das tentativas dela com ele.
Vale frisar aqui que graças à atuação de Masahiro Matsuoka como Kenji e Hirosue Ryoko como Erika, acaba que os dois roubam a cena, chamando toda atenção para seus personagens. A briga dos dois, diversas vezes é diversas vezes hilária, percebendo claramente que Erika não leva desaforo pra casa, mesmo que esteja apaixonada por Kenji.
A vida de Sakuraba Reika está por um fio

Kenji e Erika têm muitos inimigos em comum, deixando se descobrir que Kenji desenvolve mangás shoujos, cria-se pretexto para noticia em diversos tablóides. Assim, a editora chefe de Kenji, decide pedir ajuda a Erika, assim ela finge ser Sakuraba Reika, para que Kenji continue a trabalhar como mangaká.

Infelizmente, Aota que é da época de brigas de gangues, não está disposto a facilitar as coisas, assim trás diversos jornalistas pra que Kenji assuma publicamente que é a Sakuraba Reika. Aota na verdade ama Erika e sabe que um dia ela conseguira ficar com Kenji, assim precisa destruir Kenji. Kenji assume publicamente que é Sakuraba Reika, sendo demitido da editora e tendo seu mangá cancelado.
Você faz o que realmente gosta?

Yasuko percebe que seu irmão não consegue ficar em nenhum emprego, e mesmo ele aposentando de desenhar mangás, não é o que ele realmente sente.

Enquanto isso, todos descobrem que Erika e Jun são herdeiros de uma grande companhia japonesa. O funcionário dessa companhia decide se casar com Erika e o pai dela dá o consentimento. Será que Kenji irá impedir o casamento dela?
Ao mesmo tempo, o pai de Jun pede para Yasuko ficar longe de Jun porque ele tem um futuro brilhante e ela é diferente dele. Jun anuncia que vai estudar no exterior e Yasuko decide não atrapalhar mais ele. Será que tudo vai acabar mal assim?

Yasuko to Kenji te surpreenderá nos capítulos finais, mesmo sendo uma comédia pastelão, ela entra em total adrenalina e todos problemas se concentram a Kenji a resolver. Vale à pena acompanhar a série e ver como vão acabar as aventuras de Yasuko e Kenji.

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Taiko no Tatsujin

Com certeza, você já deve ter visto um amigo seu jogando no seu PSP ou no seu DS, ou mesmo ter visto algum anime, dorama, ou filme aonde as pessoas jogaram esse “estranho” jogo.
Batizado no ocidente de Taiko: Drum Master, o jogo produzido pela Namco virou uma grande sensação por utilizar uma arte milenar japonesa, de forma tão “pop”.

Para quem não sabe, em japonês, Taiko significa Grande Tambor com a união dos kanjis Tai (grande) e ko (tambor). No caso de Taiko no Tatsujin, ele já rendeu mais de 11 edições diferentes desde em sua estréia em 2001.

O sucesso do Taiko no Tatsujin fez a Namco até desenvolver um projeto paralelo, lançado para Nintendo, que foi o Donkey Konga, aonde o controle foi adaptado para bongos, você batia do lado direito e esquerdo e também batia palmas. Infelizmente, esse “spin off” só durou três edições se encerrando com o jogo Donkey Konga 3, depois disso foram produzidos outros jogos usando o bango como Donkey Kong Jungle Beat.
TaTaCon – O controle do Taiko no Tatsujin

A grande graça do jogo é no controle, tanto nos Arcade, como nas suas versões caseiras. Você usa um tambor estilo japonês, com duas plaquetas, batendo do lado direito e do lado esquerdo, de acordo com as os comandos da música no jogo.

O controle, adaptado para Playstation 2 e Wii, são encaixados no videogame como um controle normal. No caso do Wii, o TaTaCon é encaixado no Wii Remote, na mesma saída aonde é encaixado o nunchak e o classic control. No Nintendo DS, as plaquetas foram substituídas por duas canetas que você bate na tela touch. A versão mais sem graça fica para o PSP, aonde adaptaram para os botões tradicionais, perdendo a graça do jogo.
Jmusic, Anime, Dorama e muito mais

Um dos motivos do jogo ter caído no gosto do jogador japonês, foi justamente além da diversão de tocar taiko, é a seleção de músicas que cada nova versão ganha.

Na parte de animês os clássicos, como Ai wo torimodose! Tema de Hokuto no Ken até canções recentes como Hare Hare Yukai de Suzumiya Haruhi no Yuuutsu. Isso sem esquecer Doraemon, Pokemon, Touch que também marcam presença na série.

Em jpop, dependendo da edição, podemos encontrar Sakuranbo da Ai Otsuka, WON´T BE LONG! Da Koda Kumi e Exile entre outros sucessos do mercado fonográfico japonês.

Além de trazer temas de animes, alguns doramas também tem sua vez em alguns jogos da série.
Outro gênero sempre presente são os temas de jogos da própria Namco, como Brave Sword, Braver Soul de Soulcalibur II e Ridge Racer. Isso sem contar canções clássicas, além de canções originais feitas pela própria Namco.

Vale frisar o mais popular dos gêneros são os animes, tanto que já até ganhou jogo só disso, para Playstation 2, batizado de Taiko no Tatsujin: Tobikkiri! ANIME SUPESHARU.
Taiko: Drum Master o jogo chega aos EUA

Em 2005, a Namco levou a sua franquia para a América, a batizando de Taiko: Drum Master. Para a versão americana, sai a jmusic, sai as músicas de anime, e entra as músicas pop ocidentais.
Trazendo Toxic de Britney Spears, ABC de Jackson Five, Material Girl de Madonna, esses são alguns exemplos da lista de músicas da versão americana. De animes, veio “Rock the Dragon” do tema americano de Dragon Ball Z.

Mesmo trazendo uma seleção interessante e o controle TaTaCon, o jogo não emplacou, sendo o único produzido no ocidente.
Don e Katsu – Os mascotes de Taiko no Tatsujin

Os mascotes do jogo receberam o nome Don e Katsu, graças ao som produzido quando você toca taiko. Ironicamente, os nomes deles também fazem um trocadilho com a culinária japonesa, pois Katsudon é um prato com carne de porco de lá.

Taiko no Tatsujin no Brasil

E não é que o fliperama de Taiko no Tatsujin está no Brasil? O parque de diversões Hot Zone, importou Taiko no Tatsujin os colocando-nos mais balados shoppings do Brasil. No Rio de Janeiro, podemos encontrar Taiko no Tatsujin 3, no BarraShopping, enquanto em São Paulo, podemos encontrar no Morumbi Shopping. Completamente diferente de jogar da versão caseira, se você tiver nessas duas cidades, não perca a chance única que é jogar Taiko no Tatsujin.
Taiko na cultura pop

O sucesso do jogo pode ser medido na participação sempre que presente em animes, doramas e até filmes estrangeiros.
O jogo aparece na despedida da orquestra do dorama Nodame Cantabile, como também aparece na sua versão anime no episódio 13.
O filme Wasabi com o Jean Reno, Taiko no Tatsujin também bate carteira em cena. Nesse caso, o que rouba a cena no filme é Jean Reno em Tóquio dançando Dance Dance Revolution.
No anime Lucky Star, aparece no episódio 2, as garotas jogando Taiko no Tatsujin, irônicamente, a música escolhida é Hare Hare Yukai do animê The Melancholy of Haruhi Suzumiya.
Outro filme que o Taiko marcou presença foi Encontros e Desencontros lançado em 2003, da Sofia Coppola. Tendo no elenco Bill Murray e Scarlett Johansson, o filme se passa em Tóquio e mostra um relacionamento entre os dois ligado a carência por uma terra estranha.

Viagem no Japão

Viajei para o Japão em dezembro e joguei principalmente a edição 12 que tem músicas como Kiseki do grupo GReeeeN do dorama ROOKIES e Prisoner of love da Utada Hikaru, tema do dorama Last Friends. Ficando 3 meses no Japão, jogava Taiko no Tatsujin sempre quando encontrava uma loja de fliperamas, sendo em Tokyo, Nagasaki ou Nagoya, quem acompanhou minha viagem, sabe o quanto Taiko no Tatsujin aparecia na viagem.
Jogos Lançados

Arcade

Taiko no Tatsujin (Fevereiro 2001)
Taiko no Tatsujin 2 (Agosto 2001)
Taiko no Tatsujin 3 (Março 2002)
Taiko no Tatsujin 4 (Dezembro 2002)
Taiko no Tatsujin 5 (Outubro 2003)
Taiko no Tatsujin 6 (Setembro 2004)
Taiko no Tatsujin 7 (Setembro 2005)
Taiko no Tatsujin 8 (Março 2006)
Taiko no Tatsujin 9 (Dezembro 2006)
Taiko no Tatsujin 10 (Setembro 2007)
Taiko no Tatsujin 11 (Março 2008)
Taiko no Tatsujin 11 Asian Version (Abril 2008)
Taiko no Tatsujin 12 (2008)

Nintendo DS

Taiko no Tatsujin DS: Touch de Dokodon (26 Julho 2007)
Meccha! Taiko no Tatsujin DS: 7tsu no Shima no Daibouken (24 Abril 2008)

Playstation 2

Taiko no Tatsujin: TATAKON de DODON ga DON (24 Outubro 2002)
Taiko no Tatsujin: DOKI! Shinkyoku Darake no Haru Matsuri (27 Março 2003)
Taiko no Tatsujin: Appare Sandaime (30 Outubro 2003)
Taiko no Tatsujin: Waku Waku ANIME Matsuri (18 Dezembro 2003)
Taiko no Tatsujin: Atsumare! Matsuri da!! Yondaime (22 Julho 2004)
Taiko no Tatsujin: GO! GO! Godaime (09 Dezembro 2004)
Taiko no Tatsujin: TAIKO DRUM MASTER (17 Março 2005)
Taiko no Tatsujin: Tobikkiri! ANIME SUPESHARU (04 Agosto 2005)
Taiko no Tatsujin: Wai Wai HAPPI- Rokudaime (08 Dezembro 2005)
Taiko no Tatsujin: DON-KA! to Oomori Nanadaime (07 Dezembro 2006)

PlayStation Portable

Taiko no Tatsujin: Po-taburu (04 Agosto 2005)
Taiko no Tatsujin: Po-taburu 2 (07 Setembro 2006)

Advanced Pico Beena

Taiko no Tatsujin (2005)

Telefone celular

Taiko no Tatsujin Mobile

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Crítica | Hero – O maior blockbuster de todos os tempos do Japão


Para estrear a seção doramas, não podiamos, começar com outro senão o maior dorama de todos os tempos no Japão. Hero tem diversos fatores pra ter sido um sucesso, desde sua trilha sonora assinada pela Utada Hikaru, no seu auge, como também ter como protagonista o ator Takuya Kimura, isso sem mencionar Matsu Takako que já havia feito par romantico com ele em outros doramas.

Um pouco sobre a série

Falar do dorama Hero, com certeza é um grande desafio. Não é todo dia que nos deparamos com uma série que bate um “recorde” de audiência dos últimos 25 anos de novelas na televisão japonesa.

Assistir Hero mesmo sendo de 2001, dá a sensação de ser uma série antiga americana, por sua música tema, ser tão característica daquela época de ouro. Os personagens andando em cena, com grandes kanjis aparecendo na tela, apresentando os atores, parece com a de séries americanas, como Dallas, criada em 1978 e cativou o Brasil nos anos 80 na Rede Globo.

Repleto de participações especiais, a novela bateu o recorde quando a cantora Utada Hikaru, fez uma participação especial como garçonete numa cena servindo o ator e também cantor Takuya Kimura.

Não preciso lembrar que um dos motivos da alta audiência se deve especialmente ao “casal” Takuya Kimura e Matsu Takako. Depois do amor platônico em Long Vacation e do casal “Gata e Rato” em Love Generation, o casal estava de volta às telas, após quatro longos anos.

Hero: Entrando no universo dos promotores públicos
Antes de entrar nesse universo, devemos deixar claro o que um promotor da justiça faz. Sendo membro do Ministério Público, o promotor num grosso modo é quem irá fiscalizar que a lei está sendo cumprida.

A figura do promotor é aquele que irá promover a justiça, para isso, utilizará de recursos como, encaminhar denúncias e delitos da área criminal. O papel do promotor é ser a defesa do Estado, não interferindo e nem prejudicando a obtenção de provas, para que seja feita efetivação da justiça. Na série Hero, muitas dessas funções são demonstradas um pouco exaltada, pelo jeito abordado na série. O personagem Kuryu Kohei realiza investigações, dando mais a impressão que o promotor atua como detetive nas investigações, antes de decidir se denuncia ou não, o acusado.

A chegada de um novo promotor

Um dos casos mais importantes da atualidade teve seu vazamento de informações, chamando a atenção de vários jornalistas, que se posicionam na frente do escritório em Tóquio, causando preocupação desde a cúpula, a todos os promotores ali presentes.

Eles nem percebem, mas hoje chega um novo promotor, transferido do interior. Chamado Kuryu Kohei, esse promotor é diferente de todos que já se viu. Trocando os tradicionais ternos, por calça jeans, camiseta e uma jaqueta marrom, Kuryu não tem uma formação acadêmica de faculdade, pois obteve sua licença de promotor, ao apenas fazer a prova e conseguindo com esforço próprio.

Kuryu chega ao escritório e percebe que estão todos trabalhando, e tenta ver televisão, mas esta quebrada e tenta conserta – lá. Quando conserta, todos os promotores vêem televisão e acham que o Kuryu é um técnico, por seus trajes.

Amamiya Maiko que havia pedido transferência, pra ser auxiliar do novo promotor, logo entra na sala do chefe, Ushimaru Yutaka, lamentando profundamente por sua escolha. O chefe, apenas diz que não é fácil ficar mudando de cargo assim, que a cúpula não é tão maleável assim.

Voltando para a sala, ela vê Kuryu fazendo exercícios físicos em aparelhos que você compra ao ver na televisão, descobrindo que ele é viciado nessas coisas. Por toda sala, tem aparelhos “milagrosos” de emagrecer, ou tantos outros aparelhos que chegam a ser vendidos aqui também da mesma forma.

O ladrão de calcinhas

O primeiro caso de Kuryu é sobre um ladrão de calcinhas que foi preso, mas que nega piamente que tenha cometido tal crime. Amamiya fica surpresa, que Kuryu investigue um caso tão “bobo” desse tipo, indo à casa do sujeito, vendo uma coleção de animes hentais que ele grava que foi no mesmo horário do suposto crime. Num interrogatório com o suposto culpado, ele revela que tem o estranho costume de comprar calcinhas usadas, de uma loja em Tóquio. Kuryu se revela interessado pela loja, causando a fúria de Amamiya.

Para conferir se as calcinhas são de suas respectivas donas, ele chama as vitimas para prestar depoimento, fazendo Amamiya perder a paciência, sobre um testemunho de que calcinha cada mulher ali presente, usa. Todas elas negam que aquelas calcinhas sejam delas, reforçando a idéia que o acusado estava certo.

Conferindo os animes no dia do crime, Kuryu percebeu que a fita não foi programada pra gravar, que o próprio acusado, teria gravado manualmente.

Por fim, utilizando uma das bugigangas compradas por telefone, Takuya instala numa dos varais das garotas, um alarme que disparada quando a roupa for arrancada. Assim, o verdadeiro ladrão de calcinha é preso, fazendo Amamiya aprender que todo caso é um caso, sem mais e sem menos.

Amamiya encrencada

Um dia, encontrando Kuryu e uns amigos no bar, que eles costumam jantar, Amamiya pensando no dilema que foi sempre certinha, acaba aceitando o convite de um dos amigos do Kuryu, indo para uma boate próxima que é cassino ilegal.

Chegando lá, Amamiya chega bem na hora que a policia pega em flagrante, causando uma vergonha pública pro escritório. Kuryu que vai a polícia pra ajudar a soltar Amamiya, que fica desesperada, por ter percebido que algo que estava em sua bolsa havia sumido.

Causando indagações da polícia e do escritório, chegam a suspeitar que a tímida e discreta Amamiya esteja envolvida com drogas. Por fim, ela forçando ao Kuryu investigar na antiga boate, encontra pistas sobre o caso, mas nada sobre o que ela misteriosamente tinha em sua bolsa.

Ironicamente, Kuryu revela no final que sempre esteve com ele e era um pingente do amor que vai fazer a pessoa encontrar o parceiro ideal.

Outros casos

Contamos apenas 2 casos, dos 11 capítulos, aonde por sinal os melhores ainda não foram citados. Por exemplo: A rival de Amamiya, uma advogada que namorou o Kuryu e vai ser rival dele no júri, achando que Amamiya é a namorada atual.

Temos um dos casos finais, que é sobre crime político, aonde dinheiro usado ilegalmente em campanha eleitoral.

Esses são alguns casos que a novela trás, sempre fazendo Kuryu e os outros promotores, investigarem para tentar solucionar o mistério. Para quem gosta de livros de suspense da escritora Agatha Christie, como o detetive belga Hercule Poirot, essa série é uma excelente pedida.

Logicamente, por Kuryu ser tão polêmico em seus casos, sempre batendo o pé, não ligando se a pessoa é uma celebridade, ou alguém poderoso, vai resultar em problemas pra cúpula. Chegando ao auge da série, que é o promotor provar que está certo e que o sistema se adaptou a dar tratamento diferenciado as pessoas. Agora pra provar isso, Kuryu terá que pagar o preço.


Hero Especial *Spoiler* – Dados sobre o fim da série

Cinco anos se passaram desde o fim da série Hero. Kuryu foi transferido pra Sapporo, aonde trabalhou esses cinco anos, longe do escritório Jôsei em Tóquio. Agora, está na hora de se transferir de novo, assim se mudando para a cidade litorânea de Nijigaura.

Uma cidade sem crimes, e extremamente nacionalista, valorizando tudo que se fabrica por lá, gerando uma das economias mais impressionantes da região. Essa tranqüilidade se deve a apenas um homem, Takita Akihiko, que controla diversas empresas na cidade, desde hotéis, construtoras, carros, fazendo a população ser totalmente grata a ele.

O que acontece quando esse mesmo homem comete um crime? E se ele apresenta dizendo que é culpado? Sobrou pro novo promotor, Kuryu Kohei, a missão de enfrentar a população e ir atrás das provas desse crime que abalou a cidade.

Para quem tava com saudades de Hero, decepciona, porque todos os personagens da série original só fazem participação especial, sendo o centro dos holofotes, o personagem Kuryu Kohei. Logicamente o especial tem pontos positivos, como manter a mesma atmosfera da série original, isso graças o elenco de apoio que consegue manter a mesma temática da série original.

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Japão: Primeiro dia


Continuando a aventura de conhecer o Japão, tudo começou saindo no aeroporto.

Entrando no carro do Fabio, fui pro lado errado, mesmo sabendo que no Japão se dirige do lado direito. Valeu né? Sei que tava anoitecendo quando cheguei em Nagoya e logo depois, achei estranho ver um GPS em primeira pessoa, estilo conter strike/ turok e etc.

Fomos jogar fliperama, assim me levaram num predio que era da Namco. Quando vi Tatsunoko X Capcom, Tekken 6 e Street Fighter IV, eu pirei. Fazia anos que eu nao jogava fliperama (mentira, alguns meses atrás, eu havia jogado Marvel X Capcom no fliperama e Time Crisis 2 tb). A verdade que eu pirei, pq fazia muito tempo q eu nao sentia aquilo que é pagar pau pra propria maquina de fliperama.

Decidi jogar Street Fighter IV, com cara de Noob, algum japones fdp sentou do outro lado pra me expulsar. Lembrando que estava em Nagoya, e aquele horario começa a se concentrar malandros no fliperama. De qualquer maneira, eu fui escorraçado do fliperama com porradas que me faz sentir vergonha de mim mesmo.
Joguei tatsunoko x capcom, ai FX entrou pra me desafiar, e perdi tb. Alias nesse dia eu perdi em todas as categorias possiveis.

Minoru me chamou pra eu jogar Taiko no tatsujin 12, e lá fomos nós. O filha da mãe colocou no modo Dificil, resumindo…. eu pareci um palhaço no fliperama.

O que quero deixar bem claro, é que nessas minhas primeiras horas no Japao, eu percebia uma coisa, eu sou ruim mesmo em videogame. Mas tem outra coisa, se tivemos no universo de Final Fantasy, eu seria nivel 1 enquanto eles seriam nivel 99.

De lá fomos para um restaurante de sushi, aquele com esteiras, aonde vc pega o prato do sushi q vc quer comer. Foi bem legal, conversamos sobre muitas coisas, mas lembro sobre a procedencia de bolo de chocolate. Falavamos que nunca é bom saber daonde vem a comida, senão nao comeriamos.

Saindo de lá, já era de madrugada e ai fomos pra um karaoke, que era point. Varias garotas prontas pra “balada”, mas na verdade tudo era um karaoke. De qualquer maneira, lá fomos nós, e ai reservamos uma sala. Todo mundo sabe q eu apanho de forma homerica em ler letras em japones no aparelho. Meu conhecimento de kanji é uma lastima e hiragana/katakana ler rapido sao uma proeza do ser humano divino. Resumindo… aquele papo de niveis…. NOOB.

Achei legal do karaoke que vc usava um controle com tela pra escolher a musica nele mesmo. Esquece as biblias da joysound, musica vc escolhe direto no controle remoto. Isso eu adorei mesmo.

Sei que pedi sorvete de creme com coca cola e foi uma noite bem legal. FX diz q eu capotei no carro no caminho de volta, bem q é verdade q eu acordei na garagem do predio do Minoru.

Foi um primeiro dia bem bacana e tenho saudades dessa sensação de novidade de quando cheguei no Japão.

As histórias da viagem continuam…