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Segundo tema do mês das bruxas e é nada menos do que o musical polêmico e controverso Rocky Horror Picture Show.

Juba, Calliban, Leo Oliveira (Seriadores Anônimos) e Camis Barbieri se reúnem pra falar desse clássico de 1975.

Preparados? Então vem viajar com a gente pra uma Transilvânia bem diferente do que vocês conhecem…

PARTICIPANTES



TEMA
Curiosidades de produção
Homenagem de 35 anos
Especial em Glee
Rocky Horror Picture Show
Opinião

INDICAÇÃO

The Rocky Horror Picture Show – Aniversário De 35 Anos – Blu-ray
Cinemateca Saraiva – Rocky Horror Picture Show – DVD4
Glee – The Rocky Horror Show

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About Giuliano Peccilli

Editor do JWave, Podcaster e Gamer nas horas vagas. Também trabalhou na Anime Do, Anime Pró, Neo Tokyo e Nintendo World.

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91 Comments on “JWave #113 | The Rocky Horror Picture Show”

  1. Esse é um daqueles filmes que você está vendo tv e ele começa e você pensa: Não conhço esse filme, mas parece que vai ser um filme de terror interessante, o elenco é de atores conhecidos, olha vamos dar uma olhada…" e dez minutos depois você está se divertindo e se perguntando: "O que raios é esse troço????!!!" Talvez esse seja o filme que originou o termo WTF?!

    1. Firefox,

      Eu nunca tive o desprazer de assistir esse filme na TV, mas acredito que se visse, seria a coisa mais bizarra que ja vi na vida.

      Lembro do protagonista, por causa de Esqueceram de Mim e Detetive (baseado no jogo de mesmo nome).

      Não sei, eu adoro transformar filme ruim em filme bom no JWave e esse foi o caso aqui…

    1. Eu confesso que me surpreendo com vcs que pedem esses temas.

      O filme saiu a pedido de vcs, pq talvez eu nunca trouxesse esse tema por gosto pessoal.

      Me diverti, comentei que esperei o ano todo pra trollar, mas nunca entraria como tema favorito meu.

      XDD

      abs

  2. Espero que este musical seja bom, porque pela gradação – Burlesque, Rock of Ages, o proximo musical que eu esperava era a abertura de Zorra Total. rsrsrsr

    1. Na verdade os grandes musicais ainda não chegaram no JWave.

      Se vc parar pra pensar, tem podcasts que já fazem os grandes musicais de uma vez e ficam sem pauta depois, mas valorizamos os temas que temos nas mãos e por isso começamos com os pequenos pra o publico valorizar o gênero pra fazer temas grandes.

      O que seria Sessão da Tarde, sem Elvira e Mannequim pra começar, a ponto de termos hj Indiana Jones, Goonies e outros clássicos? A ideia funciona igual nos musicais, em que escolhemos produçôes menores e até trash, pra o público se acostumar com a ideia e aceitar com mais facilidade um Noviça Rebelde, Um dia em Nova York, Cantando na Chuva, Chicago, entre tantos outros musicais.

      É apenas uma escolha de pauta mesmo.

      abs

      1. concordo com o juba.
        se colocarem os melhores logo de uma vez,além de não haver pauta,o pessoal não vai dar atenção para os pequenos.
        Para axarmos a felicidade,temos que subir um degrau de cada vez,se pularmos um não haverá graça.

  3. Vi o Juba comentando sobre a possibilidade de hiato no Twitter, mas esperei o bloco correios dessa semana pra saber direito que tava rolando. =/

    Não desanimem.

    O JWave é um site com potencial, tem o seu público, produz conteúdo de qualidade e acho que todos entendem se houver uma pausa momentânea. Tenho certeza que uma hora o Cal reestrutura tudo e as coisas voltam ao normal.

    PS: Erraram a pronuncia do meu nome. Pra variar. #NicoleNogiFeelings

    PSS: Certeza que o Call e a Camis gostam de musicais?

    1. A equipe dos musicais é formada por pessoas que gostam do gênero, mas os filmes ainda não chegaram a um título que realmente gostamos.

      Estamos aprendendo a fazer podcasts desse genero e na hora certa iremos fazer grandes musicais virarem JWavecasts.

      abraços

      1. Mas a informação não procede 🙂
        Nós até lemos isso pesquisando para o podcast, mas ai vimos que em entrevista, o autor da bandeira disse que a inspiração foi da bandeira das raças (bandeira com listras nas tonalidades das cores de pele humanas) e a música Over the Rainbow da Judy Garland em o Mágico de Oz, e a ordem das cores veio de uma bandeira do movimento hippie. A relação com o Rocky Horror só foi feita no meio dos anos 80 pelo que lemos pesquisando pro podcast. Espero ter esclarecido 🙂

  4. Nunca vi esse filme, ouvir o cast vai ser uma boa pra saber se vale a pena comprar XD

    Quanto ao possível hiato, como eu já comente no twitter, eu torço para que não ocorra, mas digo que vcs sempre terão o meu (e acredtito que de todos os outros ouvintes tb) apoio ^^.

    Minha gratidão por todo esse tempo de diversão que vcs me proporcionaram é grande demais para não me preocupar com o bem estar de vcs. FORÇA e espero que no final tudo dê certo =)

  5. Só lembrando que o cabelo roxo das vovós é feito com estencil (sim, não sou muito velho mas já manipulei papel carbono, estêncil e mimeógrafo.).

  6. Fiquei um bom tempo sumido mas to de volta! Não creio que vcs tiveram a coragem de fazer um podcast desse filme? kkkkkkkkkkk Tah certo, eu fui um dos que mandou email pedindo, mas não imaginei que chegariam a tanto kkkkkkkkkkkk
    E antes que falem, eu gosto desse filme kkkkkkk Trash demais, não tem como não rir desse filme. Destaque para a cena do Toch Touch (coisa de doido kkkkkkkk).
    Ainda aguardando um podcast de "Não é mais um besteirol americano" o/

  7. É bom o filme, eu adoro, o episodio do Glee é ruim, o filme é melhor, demais a forma que o enredo se transforma em cada cena mudando o plot, mudando a sintese da historia, a moral do filme é mutavel, a moral do filme é cantada a cada momento, Liberação Sexual, O Doutor Frank N' Futer é um ser incompreendivel, confesso que a primeira vez que eu vi eu levei um susto confesso, a cena do casamento mostra a conformidade o lado certinho, como o mundo é sem cor. Ai chega a coisa louca o lado terror o medo que existia naquela epoca da libertação sexual um terror para a sociedade… =/

  8. quando trabalhamos em dupla, não há melhor nem pior, herói ou ajudante.Os dois têm o mesmo valor e não são a mesma coisa um sem o outro.

    João Victor Cal Garcia Giuliano Peccilli

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