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Review | Pokémon Let’s Go, Pikachu! e Let’s Go, Eevee!


Anunciado em 29 de maio desse ano, Pokémon Let’s Go era a realização de todo jogador que sonhava jogar um RPG da série Pokémon na televisão de sua casa. Por mais que se fale que não é canônico e em partes um remake de Pokémon Yellow, o jogo Pokémon Let’s Go é uma experiência completa de jogar na rua como portátil e em casa como jogo de console de mesa, graças ao Nintendo Switch.

Produzido pela Game Freak, o jogo estava disponível no Brasil Game Show 2018 para jornalistas numa sala discreta da Nintendo ao lado de stands como da Warner Games.

Recebido pela equipe da Nintendo americana, acabou sendo explicado que podíamos jogar uma demo do “Pokémon Let’s Go, Pikachu!”ou “Pokémon Let’s Go, Eevee!” de 8 minutos. Depois de uma aula sobre o controle nos jogaram diretamente dentro do jogo.

A demo começa com Professor Carvalho explicando como funciona o universo do Pokémon e as regras claras para capturar os monstrinhos de bolso. Assim, você anda por uma floresta em que você vê claramente os Pokémon passando.

Aqui temos a primeira diferença entre o jogo que foi usado nesse “remake”, já que podemos escolher com qual Pokémon queremos capturar. Isso torna o jogo mais próximo de Pokémon GO, reforçando a conexão entre os dois jogos.

Mas antes de falar de detalhes do jogo em si, temos um adendo sobre o quão o jogo está bonito graficamente. Trazendo uma jogabilidade simplificada, o personagem anda num cenário belíssimo, que reforça detalhes de florestas, Pokémon e personagens que ali circulam. Agradável, acaba sendo difícil não elogiar essa evolução da franquia.

Kanto e muito mais
O jogo traz a região de Kanto, trazendo personagens não jogáveis, Pokémon pra serem capturados e coisas que estamos acostumados com os jogos da série. Abrindo com o Professor Carvalho, acaba sendo ainda mais nostálgico, já que Pokémon Yellow foi especial na época por trazer diversas referências do animê para o universo dos jogos, fazendo o caminho inverso da série que foi inspirada nos três primeiros jogos da série ( Red e Blue aqui no ocidente).

Por mais que tenha sido divulgado detalhes sobre isso, infelizmente na demo só permitia pegar alguns Pokémon e desafiar alguns personagens.

Jogabilidade
O jogo foi apresentado no Poké Ball Plus que é um controle com direcional e ele mesmo sendo um botão, além de um botão discreto um pouco acima da pokébola, dando a sensação que está segurando uma pokébola prestes a ser aberta.

Num primeiro momento, o controle pode não parecer natural jogando, mas em menos de um minuto de jogo, você mudará de opinião. Utilizando praticamente um botão e mirando a tela pra capturar os Pokémon, o jogo vai tornando natural os movimentos a ponto que em 5 minutos você já tornou controle como seu favorito pra franquia.

Mas a cereja do bolo é quando você está pra capturar um Pokémon. O Poké Ball Plus acende na cor amarela e você ouve o som do Pokémon a ser capturado, além do som da pokébola abrindo e fechando, mudando a cor para verde.

Vale a compra?
O jogo por mais que pegue emprestado jogabilidade do Pokémon GO, definitivamente ele oferece algo muito mais próximo dos jogos clássicos da franquia. É inegável que a vontade é de levar pra casa o jogo, portanto é uma compra certa pra quem é fã da franquia.

Sendo um jogo em que “conversa” com Pokémon GO, você poderá capturar no Pokémon GO e transformar em itens no Pokémon Let’s Go. Isso sem contar o Pokémon que estará em Pokémon GO e será jogável em Pokémon Let’s Go. A experiência será muito mais completa se você estiver jogando os dois jogos.

Agora, vale salientar que Pokémon Let’s Go Pikachu e Eevee tem um charme dos jogos clássicos, assim não é só protagonistas diferentes, mas tem espécies de Pokémon que só estará num jogo ou no outro, o que torna convidativo ter as duas versões ou amigos com outra versão que não seja a sua.

Os jogos “Pokémon Let’s Go, Pikachu!” e “Pokémon Let’s Go, Eevee!” serão lançados no dia 18 de novembro para Nintendo Switch.

Pokémon Let’s Go, Pikachu!/Pokémon Let’s Go, Eevee!
Desenvolvedor: Game Freak
Distribuidor: Nintendo e The Pokémon Company
Plataforma: Nintendo Switch
Modos: Single-player/ Multiplayer
Gênero: RPG
Data de lançamento: 16 de novembro de 2018

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Review | SoulCalibur VI (Closed Beta)

Depois de um grande hiatus a série SoulCalibur volta aos video games. Podendo ser até mesmo o último da série, já que as vendas das duas últimas foram abaixo do esperado, o que é fácil de explicar porque haviam mudado muito o jogo. E agora no SoulCalibur VI o jogo quase parece um reboot, uma volta às origens da série. E nesse último fim de semana deu para brincar bastante no beta teste.

A movimentação livre do jogo apresenta-se impecável, com um fluído gigantesco comparado a Tekken 7, as trocas de bases, movimentação de lado, e o especial dão o tom já conhecido da série,ainda mais com a nova mecânica de Reversal Edge, algo que lembra um pedra-papel-tesoura de troca de golpes-esquiva-defesa.

Quem era acostumado a jogar com mecânicas fluídas, agora pode aproveitar mais ainda a fluidez do novo jogo. O Online está o melhor que já vimos na série, melhor até que Tekken aparentemente. Porém, não senti o mesmo nível do Online do jogo Pokkén.

A volta dos personagens mais clássicos como Taki e não Natsu, também ajuda muito o gameplay e sair mais familiar e a adição de Gerald do The Witcher dá aquele toque especial que a série tem desde o jogo 2 com seus personagens convidados.Não posso esquecer de dizer que a mecânica de especial foi facilitada, apenas um botão e com barra de especial.

Enfim todos os erros dos dois últimos jogos foram corrigidos ao meu ver, falta só ver o modo offline.

O melhor gráfico de jogos de luta da BANDAI, até porque Tekken é pensado em fliperama e demorou uns anos para vir ao consoles. O único ruim do beta foi jogar com vozes em inglês mas até que dá para aturar .De resto, bem padrão de qualidade BANDAI.

Sabemos que esses betas que vem sendo feitos são mais demos do que teste de servidor, e sendo assim o Beta do novo SoulCalibur VI fez muito bem o seu trabalho pois deixou muitas pessoas salivando para jogar a versão final. Já havia jogado o jogo em eventos anteriormente mas pude jogar em casa a vontade e até com amigos, conforme o vídeo abaixo. Pude testá-lo e sentir melhor o jogo. SoulCalibur VI é considerado um dos melhores jogos de luta já feito entretanto a falta da versão arcade e de torneio faz com que ele sempre fique meio esquecido entre os hardcore e depois de um tempo largado pelos casuais.

Espero que essa versão caia na graça da comunidade de fighting game porque para os fãs do jogo, sem dúvida, é a melhor versão. A única coisa que me preocupa é o modo offline, muitos jogadores casuais gostam de algo para fazer além do online e isso pode ajudar muito a popularidade do jogo e decidir a vida/continuidade da série.

https://www.youtube.com/watch?v=KLyfDighSng

O quanto espero desse jogo:

MUITO – MUST BUY

 

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Review | Sword Art Online: Fatal Bullet

Editado e revisado por: Giuliano Peccilli

Não tem como não falar de Sword Art Online desde que saiu e dessa vez falaremos de um  SHOTTER/RPG. Será que a franquia fez bem em trocar de gênero?

 

História

Confesso que me surpreende que todos os jogos de Sword Art Online serem uma sequência entre si. Mesmo quando eles variam de estilo, e agora por exemplo em virar um jogo de tiro.

E não é só a história entre os personagens a qual no fim fazem como um todo evoluir, como uma narrativa geral do evento. Em Fatal Bullet, essa abordagem não é diferente, logo se você é fã da série, o quesito história é um prato cheio, ao mesmo tempo, se você não for fã se prepare para muitos diálogos casuais e poucos eventos.

 Mas sim, tem conteúdo aqui, a história aliás é a mais diferente de todas já que o foco não é mais o Kirito, ou o seu Kirito modificado, mas sim no personagem que você criou e as aventuras dele onde o Kirito é um secundário.

Gameplay

 Aqui podemos resumir bem com uma palavra: Dimps. Ao mudar de produtora, muda-se o gameplay, mas a empresa não mudou o que já se fez antes. Quem já jogou Freedom War de PS Vita, vai se sentir familiarizado com o jogo.

O maior benefício da troca de estilo de jogo, foi a limpa no sistema de RPG. Agora bem mais simples e funcionais, talvez simples demais, porém com o tempo acostuma-se e entende melhor o jogo, conseguindo fazer boas build e combos interessantes.

No meio do jogo, o jogador também tem acesso a jogar com o Kirito e ver o lado dele da história. Nesse início, vem skills mais avançadas e um foco maior em usar a espada. Relacionando as skills avançadas, típicas dessa série, que no meio do jogo você libera ambidestria e skill avançadas de espada.

Outro ponto que chama muita atenção é o multiplayer, tanto PvE como PvP. Talvez seja o ponto mais divertido do jogo, mas aparentemente nem os próprios produtores deram o foco merecido. Sem um bom sistema de matchmaking pro PvP ou liberar o co-op para finalizar as missões do modo principal mas mesmo assim valeu muito pena dar um conferido. 

Gráficos/Som

Trazendo cellshading básico e a dublagem oficial do animê. Nada muito a comentar, o único problema é a simplicidade das cenas que são “rodadas” na engine pura sem nenhuma mudança de plano, tendo muito cenas de conversa que as tornam cansativas.

Considerações finais

Sem dúvida o gameplay de Action para Shotter fez bem a franquia. Só que dá a sensação de um jogo alternativo e não da franquia principal. Dá pra melhorar, poderia ter um multiplayer com um pouquinho mais de esmero, além das cenas de fala no modo principal.

Em outras palavras, se esse jogo tivesse o mesmo esmero que Dragon Ball Fighter Z teve ele seria excepcional.  

 

Nota

3/5

 

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Review | Digimon Story: Cyber Sleuth Hacker’s Memory

Editado e revisado por: Giuliano Peccilli

Mais uma vez, estou aqui para falar de Digimon, sendo que dessa vez falarei da sequência do RPG de 2015, Digimon Story: Cyber Sleuth Hacker’s Memory. Para quem não conhece, eu defino essa série como: Digimon encontra Persona.

História

Voltamos o mundo de Digimon Story, agora com outra perspectiva e depois do evento de Cyber Sleuth. Agora você controla um membro recente do grupo hodie, os  hackers do momento, e resolvem casos normais do Digimundo. Soa até algo estranho nas memórias dos usuários.

Até o clima das missões e histórias lembram Persona. E o tema das memórias, dados entre outras coisas, combinam bem com esse mundo digital de informações, eu diria que ficou até melhor que o primeiro jogo. Falando em melhorias, agora temos novas localidades para visitar em Ikebukuro, porém o resto são todos cenários antigos.

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Gameplay

É a mesma jogabilidade do jogo anterior, porém com mais digimon, quase 20 novos. Em geral as batalhas continuam muito fáceis, onde o auto battle dá jeito em quase tudo até o fim do jogo.

O grande “tchan” fica com o sistema de Digievolução que faz continuar jogando e querendo ver o que vai conseguir, devo confessar que prefiro isso até mesmo que o sistema de pokemon EV&IV. A história principal dura cerca de 17 horas de gameplay. Em geral eu diria que o gameplay tem ótimas mecânicas, porém faltou um pouco de brilho, quem sabe um multiplayer competitivo ou mais desafios no geral. Mas assim como o jogo anterior, faz o seu serviço e mantém você jogando e se divertindo.

Gráficos/Som

Seguem o padrão PS Vita para Playstation 4. O que quero dizer? Sim esse jogo ainda é um jogo de Vita que foi portado para Playstation 4, sem muito tratamento mas que ainda faz um ótimo serviço. As musicas são remix do jogo anterior ou apenas as músicas antigas. Como dizem: em time que está ganhando não se mexe.

O único ponto negativo aqui mesmo são os cenários digitais, que são muitos sem graça, cenário azul e sem vida, que depois de dois jogos podem fazer você enjoar, ou então você acostuma e nem liga. O que é um grande contraste com os cenários baseados em lugares reais de Tokyo, que são bem legais.

Considerações finais

Quem gostou de Digimon Cyber Sleuth irá amar Hacker`s Memory. Para quem não conhece, mas gosta de digimon e de JRPG como Persona, vale a pena testar. Você não  encontrará um rival de Pokémon, o que é uma pena porque a base para ser um jogaço está aí. Faltou algo apenas.

  

Nota

3/5

 

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Review | Dragon Ball Fighter Z

Hoje eu venho falar de Dragon Ball com vocês, mas como todo mundo já conhece bem o anime/mangá. A Arc System Work é a empresa responsável por dois dos maiores títulos de jogos de luta do mundo: Blazblue e Guilty Gear. Consagrados jogos não só pela sua jogabilidade e equilíbrio, mas pela sua arte e até mesmo trilha sonora, seja ela um rock da pesada ou uma trilha digna de um grande animê.

História

Depois de tanto jogos, quase que anualmente de Dragon Ball Z, não dá pra contar a historia da série de novo. Por isso, a Arc System Work trouxe uma história original, aproximando como um dos filmes, com direito até a personagem novo (Android 21, a nova waifu). O que mais chama atenção são os diálogos de zoeira que irão fazer os fãs dar boas risadas, principalmente as trollagens com o Yamcha. O modo dura cerca de 10 horas, não possui tanto fator replay, porém o jogo também conta com um bom modo arcade, sendo assim um ótimo conteúdo offline.

A seleção de personagens conta com mais de 20 personagens de todas as sagas de Dragon Ball Z e até Dragon Ball Super, porém sem Dragon Ball GT (não canônico) e infelizmente sem Kefla e Jiren da saga atual do anime. Mas podemos esperar uns DLC ai para atualizar e expandir o jogo.

Gameplay

O maior trunfo desse jogo  e o que faz desse jogo o mais importante lançado até hoje, é exatamente o seu gameplay. A Arc System Work é responsável pelos melhores e mais hardcore games de luta já feito e aqui ela traz um jogo muito bem orquestrado e com a jogabilidade mais acessível que o mesmo já fez. Além de se inspirar num clássico do E-sport, Marvel vs Capcom, trazendo os time 3×3 para o universo de Akira Toriyama.

 Simples e competitivo, o sistema de auto combo ajuda muito você a pegar e sair dando porrada, mas se você quiser parar no meio e fazer uns bons air combo, é possível, não tendo desequilíbrio  como em outros jogos que tentaram fazer o mesmo ao se utilizarem dessa mecânica. Aliás falando em Combos, a Arc System Work não perdeu o seu toque aqui e usou bem as mecânicas de trio e deu um gameplay parecido, porém com toques únicos para todo os personagens. Ficando fácil de aprender todos comandos e trocar entre eles no meio do combate, o que é muito necessário nesse tipo de jogo baseado em times.

 Gráficos/Som

Logo de cara, você percebe que não é só mais um jogo do Dragon Ball Z e depois de um tempo você ainda se pergunta: Isso é 3D ou 2D? Tudo isso devido ao trabalho excepcional daArc System Work de fazer a modelagem 3D e depois a mão refazer quadro a quadro para dar esse efeito de 2D, o resultado é essa obra prima da natureza.

Já no som, infelizmente não temos a dublagem nacional mas isso não tinha o mérito do jogo nesse quesito. Até porque o jogo fechado de easter egg no meio do combate refazendo cenas clássicas do anime no meio/final das lutas. É literalmente mágico quando ocorre esse efeitos e suas semelhanças com as cenas originais do anime, que devido aos gráficos do jogo ficam até melhor que o original.

Considerações finais

Com um ótimo conteúdo offline solo e recheado de multiplayer (off e online). Talvez o único defeito no quesito fanservice foi a falta de dublagem brasileira, porque de resto está sensacional e ainda deve contar com DLC para trazer mais personagens e quem sabe também, personagens da saga atual de Dragon Ball Super.

E mesmo que você não goste de Dragon Ball Z,  vale a pena por ser um jogo de luta de time que veio para pegar o lugar de Marvel v Capcom que falhou nessa geração. Pode esperar muito campeonatos competitivos e até um foco maior em anime fighter pelo Pro Gamer e programadores, quem sabe não tem um Naruto ou um One Piece com esse mesmo tratamento, não é ?

Nota

5/5

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Review | Street Fighter V – Arcade Edition

Depois de 2 anos e mais 20 gigas, Street Fighter V até que enfim recebe atualização que muitos fãs esperavam.

O modo arcade está entre nós, além de muitas outras novidades e o melhor de tudo, é grátis ou você pode comprar tudo num pacotão, por 40 dólares, com toda as temporadas de DLC anteriores.

História

 No meio do primeiro ano deStreet Fighter V , tivemos o grande update para adicionar o modo Cinematográfico. E agora no Arcade Ed.

Tivemos o que o nome do update diz, um modo arcade, mas não foi apenas um modo arcade mas um legado de todo os Street Fighters até o momento com um pouco de história para cada personagem. O modo Arcade possuem vários finais diferentes.

Gameplay

O update também vem com mudanças no gameplay como um segundo  V-Trigger, e balanço para todo os personagens mas para a maioria dos jogadores casuais a mudança pode acabar despercebidas mas para os hardcore faz toda diferença.

Foram adicionadas também novos modos como Batalha Extra, o qual terá desafios semanais/mensais com recompensa especiais que incluem até mesmo novas skins exclusivos para serem obtidas neste modo.

Houve a reformulação do modo treino o qual agora há uma amostra dos Framedatas, inclusive podendo colocar o modo visual para quem tem vantagem de frame, o que auxilia os jogadores ao entendimento do Meta-game.

 

Gráficos/Som

Não tivemos nenhuma mudança da versão básica para esta, que aliás é apenas a terceira temporada repaginada. Mas não posso deixar de falar sobre o novo layout dourado e outros detalhes como a amostra do fundo(cenário) na escolha do personagem.

Considerações finais

Arcade Edition é sem dúvida um update que os fãs casuais e hardcore queriam, com conteúdo offline e online e com mudanças em quase tudo de ganho de Fight Money, a meta-game das lutas. Além de ser um ótimo pacote para quem não tem ainda e deseja adquirir tudo de uma vez.

Nota

4/5

 

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Review | Sonic Forces

Sonic em 2017 está fazendo 25 anos e a Sega decidiu fazer uma homenagem com dois jogos que “conversam entre si” com Sonic Mania e Sonic Forces. Mas mais que isso, Sonic Forces pode ser traduzido como uma experiência única em que a Sega reunificou toda a história do Sonic em diferentes jogos em um só.

Deu certo? Deu errado? Ambas as perguntas poderiam ser respondindas com sim, por mais que eu seja otimista e fale que o jogo tenha sido bom.

A verdade é que o jogo surgiu e ficou apagado com Sonic Mania, assim pouco sabíamos de como ele seria realmente. Planejado para PC, Nintendo Switch, Playstation 4 e Xbox One, temos um jogo em que Sonic precisa lidar que foi vencido por Dr. Eggman.

Sonic fora de campo e agora você o personagem!
Depois de duas fases com Sonic, somos apresentados a Dr. Eggman com vilão Infinite (nova criação dele com ruby), além de todos os vilões de jogos anteriores do Sonic. De Metal Sonic, Shadow, entre até os mais recentes de Sonic Colors e Sonic Lost World.

Assim entra em cena uma coisa que lembra e muito Dragon Ball Xenoverse, já que Knucles, Rose e todos os personagens que conhecemos de Sonic se reúnem para salvar a Terra que foi dominada por Dr. Eggman. O grande diferencial é que você não irá jogar com eles, já que você fará seu personagem, O Novato.

Podendo escolher gênero, penteado e tal (menos se seu personagem é gordo ou magro rs), aqui você cria seu personagem com um leque de alternativas. Vale aqui ressaltar que é uma grande surpresa o leque de opções de customização que vai além do universo do Sonic, trazendo itens de Persona, Nights, entre tantos outros jogos da Sega (e Atlus). Além disso, cada fase nova irá liberar mais e mais itens, como armas mais poderosas, que você irá melhorando seu personagens.

Você pode estar se perguntando sobre armas, mas é um pistola com gancho ao estilo Devil May Cry, trazendo um pouco de Drift ao personagem na hora que ele corre. Além disso, dependendo do estilo que use, ela pode eliminar todos os inimigos a sua volta com um único tiro. É diferente, mas bastante prática a utilização dele.

Você, Sonic Classic e o Sonic
O jogo homenageia o legado do Sonic nos últimos 25 anos, assim trazendo mecânicas que lembram diferentes jogos da franquia. Temos sempre itens nas fases com alienígenas que remete ao Sonic Colors, como também temos fase que usa Sonic com seu personagem que lembra Sonic Heroes, além de Sonic Classic revisitando fases antigas do Sonic. Essa mistura de estilos é boa para gerar diferentes jogos dentro de um único jogo, mas ao mesmo tempo por o jogo ser curto, acaba não se desenvolvendo.

Agora se você estava com saudade de fases do Sonic Adventure, aqui temos algumas fases que lembram esse período do Sonic. Inclusive com trilha sonora tão boa quanta.

Além disso, temos um capítulo separado com Shadow e isso acabará explicando porque todos os vilões estão do lado do Dr. Eggman.

Missões diárias
Uma coisa que o jogo tenta trazer ao jogador é que você não se limite só a história do jogo. Quanto mais você avança, teremos mais missões diárias e pedidos de socorro, o que faz com que você revisite as primeiras fases para bater recordes. Não é a coisa mais divertida, porém é uma boa forma de dar replay no jogo, enquanto está jogando.

Trilha Sonora
Vamos falar de coisa boa? Sonic desde que foi pro Dreamcast com Sonic Adventure, acabou trazendo trilhas sonoras épicas para a franquia. Aqui não é diferente, já que as músicas são muito boas e é um dos pontos mais altos do jogo em si.

Jogabilidade
E ai que temos o calcanhar de Aquiles do jogo, já que o controle é sensível demais, o que faz com que você morra com uma facilidade absurda. E isso não se limita a um personagem, mas todos ali presentes.

Os personagens são bons, porém alguma coisa está estranha no controle, o que torcemos que algum patch seja disponibilizado em breve.

Lembrando que jogamos a versão de Playstation 4 e PC, sendo que nas duas esse mesmo problema esteve presente.

Nós jogando Sonic Forces

Opinião

Sonic Forces tem uma ótima história, um ótimo conceito, além de ser muito bem vinda a questão de você criar um personagem no universo do Sonic.

Um dos pontos altos é que com a reunião de todos os personagens do universo do Sonic, agora temos um grupo de vigilantes contra Dr. Eggman. Algo que de certa maneira é uma homenagem a uma das melhores histórias do Sonic em quadrinhos da Archie Comics (que não pública mais Sonic desde julho) e também a série animada baseada nessa fase.

Já o jogo em si, ele tem um pouco mais de 30 fases, tornando a experiência curta para quem procura um jogo com muitas horas de diversas. Ao mesmo tempo que ele foi lançado por um preço menor nas lojas, o que pode ser usado para justificar um jogo mais curto. Por mais que jogos do Sonic sempre foram meio curtos quando comparados a jogos do Mario (por exemplo), então não diria que o jogo seja tão curto assim.

Não é o melhor jogo de Sonic, mas é uma ótima experiência. E torcemos que esse seja o primeiro de novos jogos do Sonic nessa pegada. Também torcemos que ele vá bem nas vendas e tenha DLC, tornando o jogo maior e ainda melhor.

Sonic Forces pode ser traduzido como Sonic Generation 2, Sonic Colors 2, Sonic Heroes 2 ou até mesmo Sonic Adventure 3, já que mistura tudo que foi feito com a franquia nos últimos 25 anos em um único jogo. E estamos falando até daquele jogo de 2006, que empresta um de seus personagens aqui em Sonic Forces.

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Review | Marvel vs Capcom: Infinite (Versão Juba)

Marvel contra a Capcom sempre é um evento. Nascendo derivado de X-Men: Childen of the Atom em 1994 e Marvel Super Heroes em 1995, tivemos os primeiros jogos da série versus com X-Men vs. Street Fighter e Marvel Super Heroes vs. Street Fighter. Jamais imaginaríamos que estaríamos falando disso hoje em dia, passado 23 anos dos primeiros jogos que desencadearam essa série, sendo que muito menos teríamos um novo jogo, como Marvel vs Capcom: Infinite.

Mas por quê resgatar o passado? Justamente, porque esses jogos influenciaram e trouxeram inspirações para o novo jogo da série. Além disso, cada vez que a Marvel se encontra com a Capcom, ambas as empresas estão em momentos totalmente diferentes, podendo se perceber em seus respectivos elencos, as mudanças que cada empresa sofreu.

Isso sem contar os consoles, já que o Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes no Playstation 1 não dava para utilizar dois personagens ao mesmo tempo, transformando o segundo em assistência. Tal limitação ficou para trás, numa época que o jogo foi portado para Playstation 1 e Dreamcast, tornando a segunda bem mais interessante que a primeira.

Mas faziam 6 anos que as duas empresas não se encontravam, sendo que essa é a sexta vez que ambas as empresas se encontravam. Também sendo a primeira vez que o jogo era focado em consoles e não nos fliperamas.

Já em termos de produção, sai o MT Framework, utilizado em Marvel Vs. Capcom 3 / Resident Evil 5, entra Unreal Engine 4, o que realça ainda os personagens do jogo, porém só não fica melhor, talvez por algumas escolhas infelizes em termo de design de personagem ali presente.

Um novo modo história

A Capcom está aprendendo a contar uma história em seus jogos de luta. Depois de lançar com meses de atraso no Street Fighter V, o que tirou parte do brilho do jogo, aqui tivemos um modo história presente e bastante interessante. Em termos de influência, podemos realmente sentir que esse modo é inspirado em Mortal Kombat e Super Smash Bros. Brawl.

Trazendo diversas reviravoltas, a história nasce do encontro de Sigma com Ultron. Os dois acabam se fundindo se aprimorando, tornando um inimigo comum tanto na Marvel como na Capcom.

Mas a história de verdade tem início com encontro de Jedah Doham (Darkstalkers) e Morte (Marvel Comics). Num acordo que iria balancear o número de vivos e mortos dos dois lados do universo.

Só que Ultron e Sigman quando se fundem, acabam usando as joias do infinito de Realidade e Espaço, assim fundindo os dois universos, gerando lugares que misturam tanto lugares da Capcom, como da Marvel, vide que a Torre dos Vingadores fica em Metro City, Xsgard é a mistura de cidade de MegaMan com Thor, Valkand reúne Monster Hunter com Wakanda do Pantera Negra.

Jogabilidade

O jogo homenageia mais de 20 anos de jogos desses encontros, trazendo versus de dois contra dois do Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes, os poderes das Joias do Infinito de Marvel Super Heroes só que como Groove System do SNK VS Capcom 2.

Já falando em termos de controle, temos um controle bastante fácil, que flui os golpes, deixando para R1 a função de trocar de personagem (no caso de Playstation 4).

O elenco

No jogo anterior, tivemos a confirmação do produtor que a Marvel sugeriu não usar o Quarteto Fantástico (porém ele queria usar o Surfista Prateado e não conseguiu colocar uma mecânica que funcionasse). Numa época que a Disney assumiu a Marvel, sabemos que alguns licenciamentos mudaram e algumas escolhas por parte da empresa também.

Se a série Versus nasceu com os personagens do X-Men, seria natural termos Wolverine, Ciclope, Tempestade, Homem de Gelo entre outros aqui no jogo. Sabemos de toda teoria da conspiração sobre o “não uso” dos personagens nos quadrinhos, a morte do Wolverine, entre outros fatos, devido os filmes da Disney/Marvel contra X-Men/Fox. Não podemos afirmar, porém os personagens sumiram da franquia e se você tem nostalgia pelos outros, provavelmente sentirá falta, mas assumo que a história está tão amarrada que da minha parte não senti tanta falta dos personagens.

E se olharmos para o cinema e para os quadrinhos, o elenco do lado da Marvel é bem condizente para o leitor atual e/ou quem está assistindo os filmes no cinema. Trazendo um Homem de Ferro com a mesma personalidade dos cinemas, uma Capitã Marvel que é destaque nos quadrinhos e irá estrear também nos cinemas, podemos afirmar que as escolhas foram bem acertadas. Talvez aquele Thor que fala de forma correta e antigamente, não seja o que a maioria do público dos cinemas conheça, mas entendo que ele foi usado como contraponto para o Arthur de Ghosts ‘n Goblins.

E se Rocket Raccon volta com mesmo ácido que tem nos cinemas, também temos a chegada de Gamora, enfatizando o sucesso de Guardiões da Galáxia nos cinemas. Utilizando esses critérios, infelizmente perdemos personagens engraçadíssimos e que eu gostava muito de jogar, como She-Hulk, porém imagino que a cota verde esteja preenchida com Gamora e Hulk.

Mas a maior surpresa da Marvel é jogar com Thanos. Devido a um inimigo tão forte como Ultron Sigma, acabamos tendo a oportunidade de jogar com Thanos, numa proporção bem mais “normal” com os demais personagens, sendo uma ótima novidade.

Da parte da Capcom, tivemos velhos conhecidos como Strider Hiryu, como também um Dante que tem visual estranho, parecendo uma mistura das suas duas encarnações.

Infelizmente o maior erro do jogo foram Chun-Li e Ryu, da série Street Fighter. Por mais que tenham sido atualizados do demo para a versão final, ambos os personagens estão muito diferentes dos jogos originais. A jogabilidade está normal, mas o visual deles deixa a desejar.

Mas se formos falar de acerto, não posso deixar de citar a escolha de MegaMan X e Zero. Os visuais dos dois personagens estão exatamente iguais aos jogos da própria Capcom, além de ambos os personagem roubarem a cena. Além disso, ver Homem de Ferro conversando com Doutor Light sobre Sigma, acredito que todo fã da série X se sentiu homenageado ali.

Lembrando ainda que a ideia de aproximar dos filmes ainda ganhamais forma com DLC (de quem fez pré-venda) com a roupa do Thor do novo filme, Thor: Ragnarok.

Novos personagens

É interessante que o jogo sugere não acabar com o fim do modo história, assim temos uma sensação que os novos personagens trarão ainda mais história a ser contada.

Entre os personagens confirmados no set de 2017, temos Pantera Negra, Viúva Negra, Monster Hunter, Sigma, Venom e Soldado Invernal. Sendo que metade deles já está disponível desde outubro com Pantera Negra, Sigma e Monster Hunter. Além disso, o traje alternativo do Homem Aranha no filme De volta ao lar, também já se encontra disponível.

E paralelo a isso, ainda temos três packs de roupas que foram lançados também em outubro, sendo que também existe uma versão chamada “Premium Costume Pass” para quem prefere comprar pra todos de uma vez.

Diversão

Ta ai um quesito que vale a compra do jogo. Se jogar com amigos já era divertido, seja em casa ou online, agora com modo história tão robusto e repleto de cenas animadas, acaba sendo uma cereja do bolo.

O jogo poderia ganhar uma versão animada de tantas cenas que estão ali. O único porém é que parte delas, você já tinha visto no demo lançado na E3 desse ano, o que dá uma sensação de Deja Vu, mas se for pra destacar algo. A diversão existe no jogo e vale e muito jogar sozinho ou com amigos.

Trailer

Localização

A Capcom fez um bom trabalho em português, legendando toda a história, traduzindo menus e trazendo todo suporte para o nosso idioma.

Lógico que é estranho ouvir o jogo 100% em inglês, mas acreditamos que seja devido o grande quantidade de personagens da editora americana. Mas esperamos um DLC posteriormente em que possa baixar áudio em japonês dos personagens da Capcom, por mais impossível que seja.

Pós-Créditos? Continuação?

Esse jogo tem uma cena pós créditos, igual os filmes da Marvel, então torcemos que seja o primeiro de uma nova série de jogos entre as duas empresas. Agora que elas tem esse universo “próprio” em que seus personagens vivem um mundo fundido, talvez gere muito conteúdo bacana num futuro.

Versão física

Lançada em parceria com a Warner Games no Brasil, a Capcom trouxe uma versão física que vem um baralho da Capcom x Marvel dentro da embalagem. Mas as novidades não acabam por aí, porque o baralho na realidade são os especiais de cada personagem, assim sendo um ótimo item de colecionador.

Além disso, ele vem com os códigos de roupas alternativas de Thor, Capitã Marvel e Evil Ryu.

Nota

8/10

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Review | Gundam Versus

 

Há muito que quero falar dessa série, que além de ser número um nos fliperamas japoneses, é também baseado num famosíssimo anime. Eu estou falando de GUNDAM VERSUS, que talvez não seja muito conhecida aqui no Brasil devido a falta de divulgação do anime e de lançamento dessa franquia no ocidente.

História

Por ser um jogo de luta bem tipico de fliperama, não temos modo história ou qualquer história pra juntar todo os GUNDAM em um lugar só para dar porrada. Mas também não vejo necessidade de ter.

Gameplay

Depois do fator fan game, o gameplay é o que mais chama atenção por ser algo “novo” e diferente. Eu disse “novo” pois Arena fighter não são tanta novidade assim mas esse foi o primeiro grande sucesso do gênero. O core do jogo são comandos simples mas que situacionais dá um bom leque de opções. Nessa última versão da série Versus, tivemos algumas mudanças e balanceamentos, o que fez diminuir o número de GUNDAM, por outro lado, aumentou a competitividade dos que ficaram.

Gráficos/Som: Aqui se você é fã da série GUNDAM, é para pirar. Muitas musicas clássicas dos anime além de mais de 90 GUNDAM diferentes como personagens jogáveis e outros como auxiliares. O gráfico pode não ser o melhor do ps4 mas entrega bem o que esperamos para este tipo de jogo com framerate sólido e boas animações.

Consideração final

Um ótimo jogo para os fan e melhor ainda para os que querem se iniciar na franquia. Alguns fan das antigas podem reclamar que alguns GUNDAM , que estava em versões anteriores, ficaram de fora.

Nota

4,5/5

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Review | Marvel vs Capcom – Infinite

 A história dos cross-ups começou com X-Men vs. Street Fighter em 1996 e tomou forma clássica em Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes de 1998. E começou a “bombar” nos e-sports com Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes de 2000. Agora em 2017 temos um recomeço e uma  modernização da franquia com Infinite.

História:

 Nada mais atual que jogos de luta com modo história, esse daqui vem melhor que seu irmão mais velho, Street Fighter V.  Ainda não é glorioso como Mortal Kombat 9, mas . O começo é meio fraco por ser exatamente aquele polêmico demo da PSN, porém com o tempo a história vai se acertando e o fim chegou a me agradar bem e surpreender. Espere passar aqui umas 4 a 5 horas com um desafio bem fácil na maioria dos cenários.  Uma ou duas batalhas muito fácil, principalmente contra os minions que chega a ser ate desnecessário te-las, ou difíceis.

O grande erro aqui ao meu ver, e que ocorre e todo os jogos do gênero, é que o modo não ensina a jogar o jogo de verdade e muito menos usa as mecânicas comum do jogo(como as Stones ou jogo em duplo)

 

Gameplay:

O principal de todo jogo de luta é sem dúvida a jóia das gemas. Assim como Street Fighter V, o gameplay ficou mais simples para pode se tornar mais acessível a todos, mas ainda mantém muitas coisas que exigem um bom treinamento.

Infelizmente não pude jogar muito online para pega um pouco do como será o metagame, mas parece promissor. Não posso deixar de lembrar que a serie Versus foi quem trouxe o gameplay de tag ou trios, porém hoje com a concorrência forte chegando, uma má escolha do elenco, fez com que o jogo perdesse brilho, ainda mais com a polêmica dos gráficos.

Gráficos/Som:

Tendo um péssimo design em alguns personagens, agora temos uma mistura de animê, HQ e realismo que não combinam entre si.

O som também me assustou, não tendo voz em japonês, mas devo confessar que a maioria dos cast ficou ótimo em inglês, porém outros prefiro nem comentar.

Considerações finais:

É difícil avaliar um jogo de luta sem jogar muitas partidas versus com outros players, mas pelas mudanças aqui apresentadas e o conteúdo para jogar solo ainda mais comparado com Street Fighter V ou outros jogos gênero.

Falta de um elenco mais carismático e chamativo para a atualidade, e isso apagou o brilho das novidades do gameplay que foram muito bem vistas.

 

Nota

3,5/5

 

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Review | Tekken 7

AVISO: Esse review é feito por um mega fã da franquia em questão, mas vou tentar ser o mais imparcial possível. Enfim acho que nem preciso apresentar Tekken pra ninguém. Vamos direto ao que eu achei dessa nova versão!  

História

 Tekken 7 chega prometendo acabar com o rolo da família Mishima, e faz um bom resumo ao colocar um repórter narrando todo a saga da família até o momento atual. Só que infelizmente não entrega e nem desenvolve tão bem essa historia, ficando com um gosto de que isso foi apenas a metade do caminho.

Não posso deixar de lembrar os momento épicos no modo story. não só pelos belíssimas CG, gameplay especial ( ao estilo Boss Battle de Naruto Storm), a entrada do Akuma como um char importante, e não apenas convidado, além de um ótimo resumo (quase perfeito, falto uma pequena coisa, viu Mr. Jinpachi). E de bônus, um pequeno modo historia pessoal e todas as CGs no modo galeria.

Gameplay

 Melhor Tekken até hoje! Jogabilidade fluida e intuitiva de sempre com novidades como o sistema de Rage e a volta de char mais equilibrado ainda. Tekken já costuma ser bem equilibrado, e ainda com a adição de Akuma com um jogabilidade que lembra muito Street. É estranho, mas muito legal.

Gráficos/Som

Aqui fico um pouco estranho, ouvi dizer q pela diferença da resolução entre o fliperama e os consoles atuais, mas ainda é bonito sem sobra de dúvida.

O som teve um bônus, pois agora quase todo os char falam a sua lingua nativa, Eddy e Katarina, por exemplo, falam português do Brasil.

Considerações finais

Basicamente é o Tekken 7 de fliperama, que foi lançado há 3 anos atrás com as últimas atualizações. Novo char e de bônus um modo story bonito, mas com uma cara de incompleto.

O jogo acabou no meio, e as minhas maiores decepções ficaram com a falta de item pra customização e um loading muito grande, principalmente no online (poderia ter sido feitas um pouco diferente como houve no Street V para não voltar tanto ao lobby e assim haver menos loading).

Mesmo assim é Tekken e estava fazendo muita falta nessa geração. Recomendo as todos os fãs de jogo de luta, principalmente os que querem um jogo competitivo e para jogar versus.

Nota

4/5

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Review | Persona 5

Pela primeira vez no JWave, eu irei falar de uma das maiores séries de JRPG de todos os tempos. Sim, estou falando de Shin Megami Tensei, para ser mais exato a sub-série, que virou a série própria Persona.   

História:
Assumimos o papel de um protagonista sem nome e sem voz, que ao ajudar uma mulher que estava sendo atacado por um tarado. Como assim? Acusado pelo tarado, sim é isso mesmo que você leu. Foi atacado e machucado dele, resultado: É coloca em regime semi-aberto e tem q mudar de cidade para ser reavaliado devido ao “crime” cometido.

A história é bem Japão e pra ficar mais nipônico, ele acaba se mudando para Tóquio e aqui viveremos a nossa vida dupla, típica do Persona, entre estudante recém transferido e combatente de shadows (os inimigos que habitam o coração dos humanos). Para dar um twist melhor ainda, o jogo se passa do meio pro começo, vamos assim dizer, melhor não falar nada pra não dá spoiler, mas espere muita coisa típica do dia-a-dia do Japão.

Gameplay:
 Como já é de se esperar, Persona é uma mistura de date com dungeon crowler, mas que nesse quinto episódio vem com boas novidades não só a inclusão de uma Tóquio bem representada, cheia de vida e de coisa a se fazer, como a volta de dungeon não aleatórias e bem trabalhadas. Alem de modo super fácil, apenas para você que quer acompanhar a história do jogo e não passar raiva com a dificuldade do jogo, já conhecido por não ser tão simples como Tales of ou Final Fantasy.

Pequenos problemas que pessoalmente eu tinha, foram arrumados e a jogabilidade está mais atualizada para os dias de hoje. O ponto principal para mim foi o botão que vai direto na melhor opção de dano contra os inimigos que você já conhece as fraquezas, uma coisa bem Final Fantasy 13, a qual eu amei por agilizar muito o grind.

Lembrando que é jogo com um passe de gameplay bem único, você tem que grindar ao mesmo tempo que tem q saber usar seu tempo entre sua vida civil e sua vida de herói, além de seguir o calendários letivo de um estudante do colegial japonês, com aulas até no sábado. Você poderá levar 80-100 horas para fechar a primeira vez e deixando muitas coisa para você fazer um replay e ver as outras escolhas. Literalmente um jogaço.

Gráficos/Som:
Mesmo esse jogo sendo ainda de Playstation 3 (entre gerações), os gráficos estão muito bonitos no Playstation 4. E olha que o principalmente motivo nem é o poder gráfico, mas a direção sublime de arte que se harmoniza com a já famosa direção de som/música, fazendo o jogo artisticamente já ser um must play para todo os fã de rpg e/ou anime.

Considerações finais:
Devo confessar que nunca fui tão fã dessa série, por alguns motivos de gameplay, mas que essa versão praticamente corrigiu quase todo eles. Além disso, o lugar onde a história ocorre me cativa muito, Tóquio. E pra pôr a cereja final nesse bolo épico e memorável, tudo que já era bom na série ficou melhor ainda. Um ótimo game para fãs de longa data, com a vontade de várias mecânicas familiares, e um excelente jogo para entrar no mundo de Persona/SMT.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=8yKU60yduHc&w=590&h=332]

Nota
5/5